(IN)TOLERÂNCIA E LIBERDADE
Iniciamos nossa trajetória em 2015 com as disciplinas de Filosofia e Sociologia no ensino médio. Juntamente com as terceiras séries nossa proposta inicial em sociologia é estudar o tema da (in)tolerância e em filosofia abordaremos o problema da liberdade. Nosso ponto de partida é uma análise do fato ocorrido no início desse anos (2015) em Paris, na França, no jornal "Charlie Hebdo," ao ser invadido e chegando ao final do ocorrido com a morte de várias pessoas.
ESTUDO DE TEXTO REALIZADO PELOS ALUNOS(AS) DO ENSINO MÉDIO A PARTIR DOS TEXTOS DE LEONARDO BOFF e BOAVENTURA SOUSA SANTOS.
ESTUDO DE TEXTO REALIZADO PELOS ALUNOS(AS) DO ENSINO MÉDIO A PARTIR DOS TEXTOS DE LEONARDO BOFF e BOAVENTURA SOUSA SANTOS.
A) 3II - Terceira Dois
1. Aluna: Thamires Senem
1. Aluna: Thalita Santiago.
"Eu
não sou Charlie, je ne suis pas Charlie".
Charlie Hebdo, umas das revistas mais importantes da
França publicou várias charges relacionadas aos Islã, criticando e
desrespeitando a religião sem se importar com suas culturas e crenças e em
forma de “vingança” ouve um atentado terrorista que matou vários cartunistas da
revista.
1- “A
morte de cada homem diminui-me pois faço parte da humanidade” - John Donne. A
frase foi citada pelo padre teólogo francês em seu texto onde ele fala que os
cartunistas não mereciam ter morrido, pois acreditava na evolução e mudança da
parte dos cartunistas.
2- O
Padre fala sobre a intolerância da parte dos cartunistas por representar nas
charges o Profeta Maomé, sendo que um dos princípios da religião mulçumana é
que de forma alguma o Profeta Maomé pode ser retratado, esse é o princípio central
da religião Islâmica e a qual os cartunistas não respeitaram.
3- Na
época da primeira publicação, já haviam processado a revista por desrespeito,
mas a corrupção presente fez com que a revista ganhasse o julgamento e mais
incentivo para continuar publicando charges ofensivas. Os tribunais foram
intolerantes! Claro que o atentado terrorista foi totalmente errado, ninguém
deveria ter sido morto, mas se a justiça tivesse feito seu trabalho como
deveria nada disso teria acontecido.
4- Demonstrar
como as pessoas eram ou são influencia através de pequenas coisas.
5- O
país foi abalado e o resultado disso foi a forma em que o discurso de Marine Le
Pen diz: Declarar “guerra ao fundamentalismo” é nos ouvidos dos xenófobos
“guerra aos mulçumanos” por não terem interesse algum em seguir o “modo de vida
francesa”
6- Resumindo,
todas essas críticas ofensivas citadas nos jornais foram porque os mulçumanos
não viviam na mesma forma de vida que as pessoas ao seu redor vivia, mas e a
liberdade de expressão? As pessoas são mesmo livres?
Texto: " Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)."
Tópicos Críticos :
1°- "Condenar os atentados e a violência " como todo ser humano um padre tende a ter controle de suas emoções e zelar pela paz da humanidade.
2°- "Acreditar na mudança, na evolução e na conversação " espera-se que tudo que é errado pode ser mudado, pode ser evoluido através do diálogo e respeito entre as nações.
3°- "Liberdade de expressão " oque uma revista acha ser o certo e expressar sua maneira de ver a cultura e religião alheia através de sátiras negativas.
4°-"Cidadãos de segunda classe" falta de ética ao se referir a muçulmanos imigrantes das ex-colônias, eles não são inseridos na sociedade de uma forma igual e por serem a maioria pobre.
5°-"Mártires da liberdade de expressão " gigantes do politicamente incorreto, as charges polêmicas políticas de colunistas são de péssimo gosto e podem ser vistas como crime e descaso.
6°-" Intolerância " na religião muçulmana seu princípio é que seu profeta não seje retradado de forma alguma, desrespeitando isso se desrespeita a crença muçulmana.
7°- "Imperialismo e Xenofobia " a tentativa de alguns culturistas tentar impor o valores ocidentais ao resto do mundo e atacar a cultura alheia de uma forma que a torne inferior a sua.
8°- "Censura " repreender algo dito, proibir a invenção de histórias caluniosas sobre outras pessoas, outras religiões, culturas.
9°- "Guerra de palavras" textos mal ditos podem atacar nações, afetar culturas e repudiar o modo de vida e como resultado declarar guerras.
10°-" Justiça frente ao ridículo " acabar com essa história de " não fale, apenas ouça e aceite, agora é ' fale mas aguente as consequências de suas palavras mal ditas ' liberdade é pra todos, segue-se a religião que quiser e o modo de vida que bem entender, uma Charge não pode acabar com nações.
Aluno: Leonardo Reuter,
Texto: " Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)."
Tópicos Críticos :
1°- "Condenar os atentados e a violência " como todo ser humano um padre tende a ter controle de suas emoções e zelar pela paz da humanidade.
2°- "Acreditar na mudança, na evolução e na conversação " espera-se que tudo que é errado pode ser mudado, pode ser evoluido através do diálogo e respeito entre as nações.
3°- "Liberdade de expressão " oque uma revista acha ser o certo e expressar sua maneira de ver a cultura e religião alheia através de sátiras negativas.
4°-"Cidadãos de segunda classe" falta de ética ao se referir a muçulmanos imigrantes das ex-colônias, eles não são inseridos na sociedade de uma forma igual e por serem a maioria pobre.
5°-"Mártires da liberdade de expressão " gigantes do politicamente incorreto, as charges polêmicas políticas de colunistas são de péssimo gosto e podem ser vistas como crime e descaso.
6°-" Intolerância " na religião muçulmana seu princípio é que seu profeta não seje retradado de forma alguma, desrespeitando isso se desrespeita a crença muçulmana.
7°- "Imperialismo e Xenofobia " a tentativa de alguns culturistas tentar impor o valores ocidentais ao resto do mundo e atacar a cultura alheia de uma forma que a torne inferior a sua.
8°- "Censura " repreender algo dito, proibir a invenção de histórias caluniosas sobre outras pessoas, outras religiões, culturas.
9°- "Guerra de palavras" textos mal ditos podem atacar nações, afetar culturas e repudiar o modo de vida e como resultado declarar guerras.
10°-" Justiça frente ao ridículo " acabar com essa história de " não fale, apenas ouça e aceite, agora é ' fale mas aguente as consequências de suas palavras mal ditas ' liberdade é pra todos, segue-se a religião que quiser e o modo de vida que bem entender, uma Charge não pode acabar com nações.
2. Alunos: Raphael Gustavo Ramos e Anderson Thierry
"Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie"
11. No primeiro parágrafo ele se diz contra a violência,
e aos xingamentos, aborda que não gosta de agressão, nem verbal ou física, que
gosta de algo passivo, sem agressão.
22. Nesse segundo parágrafo ele fala sobre a polemica
da revista que fazia graça com os islâmicos e acabou sofrendo um atentado, diz
também que apesar do que fizeram, ninguém merece a morte.
33 No terceiro parágrafo ele diz sobre os administradores
da revista Charlie Hebdo que fez os polêmicos "quadrinhos" contra os
palestinos, chamando-os de "não-civilizados".
44.Nesse parágrafo ele diz sobre os muçulmanos na
fraça, que na maioria são vítimas de muito preconceito e exclusões.
55. No quinto ele diz sobre os cartunistas, sobre os
diferentes pontos de vista sobre eles, pessoas que acham que eles são heróis e pessoas
que acham que eles são muito errados em fazer tal coisa.
66. No sexto ele explica os motivos de os cartunistas
estarem errados, que é principalmente a intolerância fazendo comparações e
explicando sobre o desrespeito contra os muçulmanos.
77. No sétimo ele diz como o ataque dos cartunistas ao
islã, e diz que atacar uma cultura assim é um problema, e nas primeiras
publicações associações islâmicas ficaram muito ofendidas.
88. Aqui ele
diz sobre sobre como a revista foi incentivada e foi fazendo mais e mais
charges contra o islamismo e se agravando mais e mais.
99. No nono ele diz sobre a "imagem" que o
povo tem sobre os muçulmanos, sempre os imaginando com aquela roupa clássica
com bombas e armas, matando e explodindo, e que isso generaliza o povo muçulmano,
que não são todos assim e sabemos disso.
110. Aqui diz sobre as piadas que rolam pela frança,
sendo que 10% dos muçulmanos ja são marginalizados, e que os quadrinhos
promoviam a islamofobia.
111. Aqui dizem sobre que eles falaram mal sobre todas
as religiões e o islamismo foi o único que atacou, que os outros não são
obrigados a ficar calados.
112. Aqui ele fala que os islâmicos que responderam
matando pessoas são os piores tipos de pessoas, as que não sabem dialogar, só
sabem reagir com violência.
113. Nesse parágrafo ele explica sobre censura em
todos os aspectos, e que nem toda censura é ruim em sua opinião.
114.Nesse parágrafo ele está pedindo para as pessoas
saberem que se falarem podem sofrer as consequências, até com bombas em fuzis
com islâmicos que não sabem dialogar.
115. Aqui ele diz sobre a frança, que hoje esta de
luto por causa da morte dos cartunistas, e que eles possuem leis que denigrem
religiões de fora e até mesmo charges ridicularizando os muçulmanos, e que isso
é realmente motivo para estresse dos muçulmanos, mas não a ponto de tirar a vida
de alguém.
3. Aluno: Lucas Rafael Correa
"Charlie Hebdo: uma reflexão difícil"
O crime hediondo que foi cometido contra
os jornalistas e cartoonistas do Charlie Hebdo torna muito difícil uma análise
serena do que está envolvido neste ato bárbaro, do seu contexto e seus
precedentes e do seu impacto e repercussões futuras. No entanto, esta análise é
urgente, sob pena de continuarmos a atear um fogo que amanhã pode atingir as
escolas dos nossos filhos, as nossas casas, as nossas instituições e as nossas
consciências. Eis algumas das pistas para tal análise.
A luta contra o
terrorismo, tortura e democracia.
- I Ideia principal do tema: A extrema agressividade do Ocidente tem causado a morte de muito milhares de civis inocentes (quase todos muçulmanos)
Critica A: Não se podem
estabelecer ligações diretas entre a tragédia do Charlie Hebdo e a luta contra
o terrorismo que os EUA e seus aliados têm vindo a travar desde o 11 de
setembro de 2001.
Critica B: Muitos jovens islâmicos
radicais declaram que a sua radicalização nasceu da revolta contra tanta
violência impune.
A liberdade de expressão:
- Ideia principal do tema: É um bem precioso mas tem limites, os limites existem, mas são diferentes para diferentes grupos de interesse.
Critica A: Aparentemente, o Charlie
Hebdo não reconhecia limites para insultar os muçulmanos, mesmo que muitos dos
cartoons fossem propaganda racista e alimentassem a onda islamofóbica e anti-imigrante
que avassala a França e a Europa em geral.
Critica B: Devemos, pois, refletir sobre
as contradições e assimetrias na vida vivida dos valores que alguns
creem ser universais.
A tolerância e os
"valores ocidentais":
- Ideia principal do tema: O contexto em que o crime ocorreu é dominado por duas correntes de opinião, nenhuma delas favorável à construção de uma Europa inclusiva e intercultural.
Critica A: Para esta
corrente, os inimigos da civilização europeia estão entre "nós",
odeiam-nos, têm os nossos passaportes, e a situação só se resolve vendo-nos nós
livres deles.
Critica B: A pulsão anti-imigrante é evidente.
O choque de fanatismos,
não de civilizações:
- Ideia principal do tema: Não estamos perante um choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a islâmica. Estamos perante um choque de fanatismos, mesmo que alguns deles não apareçam como tal por nos serem mais próximos.
Critica A: A história mostra como muitos
dos fanatismos e seus choques estiveram relacionados com interesses econômicos
e políticos que, aliás, nunca beneficiaram os que mais sofreram com tais
fanatismos.
[ O valor da vida:
- Ideia principal do tema: A repulsa total e incondicional que os europeus sentem perante estas mortes devem-nos fazer pensar por que razão não sentem a mesma repulsa perante um número igual ou muito superior de mortes inocentes em resultado de conflitos que, no fundo, talvez tenham algo a ver com a tragédia do Charlie Hebdo?
Critica A: Certamente que a diferença na
reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos, de
cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras
cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões.
Aluno: Leonardo Reuter,
Aluno: João Batista Vitorina da Conceição .
Charlie Hebdo: Uma reflexão
difícil
Temática: A luta
contra o terrorismo, tortura e democracia.
Critica:
Sobre isso nos podemos falar sobre q tinha muito preconceito
com os mulçumanos e
islâmicos desde
o 11 de setembro de 2001, e também muito
antes disso que tem
muitos conflitos entre o ocidente e o oriente, fala também
que os criminosos em vez de
presos ou julgados deveriam ser abatidos que isso não
contradiz com os valores
ocidentais.
Temática: o
valor da vida
Critica: Charlie hebdo
foi morto por islâmicos, por fazer uma ''tirinha'' satirizando Maomé, também
quer dizer que ''Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na
idéia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a
vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes
noutras religiões ou regiões''.
NO MEXICO JORNALISTAS
FORAM MORTOS POR DEFENDER A LIBERDADE DE EXPRESSAO.
E que a media e os líderes políticos fazem a
população acreditar que o que eles vivem é o correte e é só o que eles
precisam.
Isso faz pensar que
eles não merecem outra escolha.
Temática: O
choque de fanatismo, não de civilizações.
Critica: ''Não estamos
perante um choque de civilizações''
E que o fanatismo fez
com que o interesse próprios de uma pessoa ou de um grupo fez com que corram
atrás de meios para fazer acontecer, e que ao longo da historia o fanatismo
teve choques relacionados às religiões, fez com que ''uma religião tão pacífica
como o budismo legitimou o massacre de muitos milhares de membros da minoria
tâmil do Sri Lanka.
Temática: a
liberdade de expressão.
2. critica: é que a
liberdade de expressão não e '' tão liberta'' , que cada lugar gestos ou
culturas são um tabu , quer dizer que os limites existem mais para cada lugar.
2. no casso Charlie
Hebdo não media limites para insultar os muçulmanos , ele insultava das
religiões/culturas o que achava mais peculiar.
Alunas: Larissa
Aluna: Maiara.
Série:3°2.
Série:3°2.
Texto: " Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)."
Tópicos Críticos :
1°- "Condenar os atentados e a violência " como todo ser humano um padre tende a ter controle de suas emoções e zelar pela paz da humanidade.
2°- "Acreditar na mudança, na evolução e na conversação " espera-se que tudo que é errado pode ser mudado, pode ser evoluido através do diálogo e respeito entre as nações.
3°- "Liberdade de expressão " oque uma revista acha ser o certo e expressar sua maneira de ver a cultura e religião alheia através de sátiras negativas.
4°-"Cidadãos de segunda classe" falta de ética ao se referir a muçulmanos imigrantes das ex-colônias, eles não são inseridos na sociedade de uma forma igual e por serem a maioria pobre.
5°-"Mártires da liberdade de expressão " gigantes do politicamente incorreto, as charges polêmicas políticas de colunistas são de péssimo gosto e podem ser vistas como crime e descaso.
6°-" Intolerância " na religião muçulmana seu princípio é que seu profeta não seje retradado de forma alguma, desrespeitando isso se desrespeita a crença muçulmana.
7°- "Imperialismo e Xenofobia " a tentativa de alguns culturistas tentar impor o valores ocidentais ao resto do mundo e atacar a cultura alheia de uma forma que a torne inferior a sua.
8°- "Censura " repreender algo dito, proibir a invenção de histórias caluniosas sobre outras pessoas, outras religiões, culturas.
9°- "Guerra de palavras" textos mal ditos podem atacar nações, afetar culturas e repudiar o modo de vida e como resultado declarar guerras.
10°-" Justiça frente ao ridículo " acabar com essa história de " não fale, apenas ouça e aceite, agora é ' fale mas aguente as consequências de suas palavras mal ditas ' liberdade é pra todos, segue-se a religião que quiser e o modo de vida que bem entender, uma Charge não pode acabar com nações.
Aluno: Luiz Felipe e Pedro
Charlie
Hebdo: Uma reflexão difícil
A luta contra o terrorismo, tortura
e democracia: A ideia central é que a maioria das pessoas não espera pela
justiça, e sim agir com as próprias mãos. Com isso, não percebem quantos
inocentes estão matando, ou quantas pessoas são torturadas por coisas sem
cabimento. Perante isso devemos refletir se isso é mesmo o correto de se fazer,
continuar a seguir as mesmas politicas que os criminosos deste tipo, que em vez
de julgados, devem ser abatidos.
A liberdade de expressão: A
temática deste trecho é o poder de se manifestar livremente sem a prática de
qualquer crime, e também que a liberdade de expressão é um bem precioso, mas
não impostos em diferentes culturas. Já a nossa opinião é que cada um é livre
para fazer o que quer, porem achamos que nós sempre somos os certos, e os
outros são os errados, mas temos que nos colocar no lugar do outro e tentar
entender que ele pensa de uma maneira diferente e aceita-lo.
A tolerância e os “valores
ocidentais”: Este assunto se refere ao que muitas coisas que a gente vê, que
não aceitamos, porém toleramos. Um exemplo são os muçulmanos vestindo aquelas
roupas sob qualquer circunstancia, muitos não aceitam isso, porém toleram
porque sabem que aquilo é de uma cultura diferente.
O choque de fanatismos, não de
civilizações: A ideia central é que as pessoas ocidentais acreditam numa coisa
e são fanáticas só por aquilo.
O valor da vida: Esse tema fala que
devemos repensar por tantas mortes de gente inocente, pois tem muita gente
inocente que morreu em conflitos. Temos que parar de julgar e viver a vida, é disso
que o mundo precisa. Se pararmos para pensar, ninguém quer saber da opinião dos
outros, são poucos que ligam pra isso, colocamos algo na cabeça, e só isso é o
certo. Porém existem pessoas que querem que você desista, alguns se deixam
levar por essas pessoas, e os que não se deixam levar sabem o verdadeiro valor
da vida, e tem a capacidade de pensar antes de agir, e não cometer justiça com
as próprias mãos.
Alunos: Pedro Sérgio Reis
Aluno:, Luiz Felipe
Vilanova
* A luta contra o terrorismo, tortura e democracia:
A ideia central é que a maioria das pessoas não
espera pela justiça, e sim agir com as próprias mãos. Com isso eles nem
percebem quantos inocentes matam, ou quantas pessoas são torturadas por coisas
sem cabimento. Perante isso devemos refletir se isso é mesmo o correto a se
fazer, continuar a seguir as mesmas politicas que os criminosos deste tipo, em vez de
presos e julgados, devem ser abatidos ou mortos.
*
A liberdade de expressão:
A temática nesse trecho é o poder de se manifestar
livremente sem a pratica de qualquer crime, e que a liberdade de expressão é um
bem muito precioso, mas são impostos diferentes em diferentes grupos. Já a
minha opinião é que cada um é livre pra fazer o que quer mas a gente sempre
acha que nos somos o certo ‘’eu que sei’’ e os outros são os errados, mas não
temos quer nos colocar no lugar do outro e tentar entende-lo que ele pensa de
uma forma diferente e aceita-lo.
* A tolerância e os "valores ocidentais":
A temática é a gente vê uma coisa, não aceita
aquilo, mais tolera. Tipo os mulçumanos com aquelas roupas num calorão muitos
de nos não aceitamos aquilo mais toleramos porque sabemos que aquilo é da
cultura deles.
* O choque de fanatismos, não de civilizações:
A ideia central é que as pessoas ocidentais acreditam
em uma coisa e são fanáticas só por aquilo.
* O valor da vida:
A ideia central é a gente repensar perante todas
essas mortes quantos inocentes não morre nesses conflitos? Pra mim as pessoas
tem que para de julgar e ir viver a vida delas. É isso que o mundo está
precisando. Se tu for parar pra pensar hoje em dia ninguém mais quer saber das
opiniões dos outros, são poucos os que ligam pra isso, colocamos algo na cabeça
e pretendemos alcançar esse objetivo, mas claro né sempre tem os invejosos que
fazem de tudo pra você desistir, alguns se deixam levar, e os que não se deixam
levar esses sim sabem o verdadeiro valos da vida e tem a inteligência de pensar
antes de agir, e não cometer justiça com as próprias mãos.
Aluna: Ketilyn Soares Ferreira
Aluna: Rubia Carla Bastiani
3ºII
“Eu não sou Charlie, je ne
suis pas Charlie” Leonardo Boff
Desde as épocas mais remotas, era possível notar que religião,
lugar e diferença sempre foram termos interligados, assim como o preconceito
que os Hebreus sofreram quando migraram para a Palestina, hoje, ainda se
encontra este tipo de infelicidade, no entanto, assim como a cultura e a
diferença entre os povos foram evoluindo cada vez mais, a rivalidade e a
violência envolvida nelas também.
O texto de Leonardo Boff tem como temática o atentado aos
Jornalistas da Charlie Hebdo, sofrido na França, que não só chocou os
habitantes locais como atraiu os olhares no mundo todo, e é claro que algo com
tamanha brutalidade, ganharia voz em diversos idiomas como aqui ganha uma simplificação,
em diversos tópicos.
·
O texto engloba as palavras de um padre, que
inicialmente defende a ideia de que a violência é algo sem fundamento, mesmo
que o próprio já a tenha cometido.
·
Com a citação “A morte de cada um diminui-me,
pois faço parte da humanidade” da razão ao sentido de que, por mais que
diferentes ainda somos iguais, e é por isso que tantas pessoas se comoveram com
o ocorrido.
·
De fato, negar que a Charlie Hebdo nunca tenha
provocado ou publicado algo que possa ser de certa forma polêmico em relação ao
Islã é mentira, mas é claro, assim como citado no texto, eles precisavam
evoluir, mas com a morte, nada disso teria chance alguma de acontecer.
·
Não que o padre seja advogado de alguém, mas, as
teses que apresenta em relação as charges, são de que as mesmas não só
representam o preconceito que hoje ainda existe em relação a xenofobia ou
religião, mas sim que possam ser até criminosas, incluído o fato da figura de
Maomé com fins maléficos.
·
Com a intensificação dos insultos e provocações,
processos contra a revista foram abertos, porém a vitória foi da mesma, e junto
disso, uma forma de incentivo para continuar realizando o seu ‘trabalho’.
·
Excessos devem ser punidos, como assim diz o
padre, assim deveria ser feito, pois atos precipitados geram consequências
inusitadas, e de alguma forma, era inevitável que tanta ofensa fosse recebida
de braços abertos.
·
Hoje encontramos uma França preta, em total
luto, um mundo comovido pela dor da perda, e uma visão de violência em ralação
aos Mulçumanos, mas como estaria o Islã esse tempo todo? Como estão os Árabes
que vivem na França e são totalmente descriminados?
·
Um pequeno movimento no twitter, em resposta ao
#JeSuisCharlie relatava sobre o policial mulçumano que foi morto defendendo a
“liberdade de expressão”, #JeNeSuisCharlie é o que representa a grande maioria
da comunidade islâmica, obrigada a conviver não só com o Jornal Diário mas com
seu ódio diário também começa a surgir, Je suis Ahmed, a França não é a única
com perdas.
·
Como citado no começo do texto, “não acho que
eles mereciam a morte, ninguém merece” mas dar ênfase a esta perda, não dá
razão para que o preconceito continue, e sim, para que ele acabe, antes que
outras vidas como estas, acabem antes dele.
Alunos: Daniella dos Santos Fraga
Aluno:
Nicolas Costa
Eu
não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)
Constata-se que Leonardo
Boff foi um padre e um historiador bem conceituado, que conhece e compreende a
situação atual da França. Boff proporciona o conhecimento sobre a complexidade.
Aqui vamos relatar alguns conceitos sobre a opinião de Leonardo Boff.
“A morte de cada homem
diminui-me, pois faço parte da humanidade; eis porque nunca me pergunto por
quem dobram os sinos: é por mim.”
Apesar de muitas vezes as
pessoas terem atitudes erradas, não lhes é direito tirar a vida do próximo.
Leonardo Boff acreditava na
mudança, na evolução e na conversação. Os cartunistas não mereceram levar tiro,
não que os morressem, mas que evoluíssem que mudassem. Constrangido pelos
atentados à verdade, à boa imprensa, a honestidade, que os canais de
comunicação brasileira promovem nesta ultima eleição.
Charlie Hebdo é uma revista
importante na França. Fundada em 1970, porém reconhecida apenas em 2006,
expandindo de uma forma bastante negativa. A revista publicou as charges do
jornal dinamarquês Jyllands-Poste. O motivo era em nome da “Liberdade de
Expressão”.
Phillipe Val era o editor
dessa revista na época, até 2009, depois substituído por Stephane Charbonnier,
sobre seu comando que a revista direcionou suas charges relacionadas ao Islã.
A França tem cerca de 6,2
milhões de muçulmanos. Porem não estão inseridos igualmente nessa sociedade,
sendo assim sofrendo preconceito e exclusões. Piorando a situação após o
atentado de World Trade Center.
Levando em conta alguns
consideram os cartunistas como heróis. As charges polêmicas de Charlie Hebdo
são perigosas até por um motivo, a Intolerância. Porque na religião muçulmana
seu ícone é o Profeta Maomé, que eles os tem o maior respeito, desrespeitando
isso, desrespeita todos os muçulmanos.
Atacar a cultura alheia
sempre é um ato imperialista. Na época as associações islâmicas se sentiram
ofendidas e decidiram processar a revista. Seria como um incentivo, relata a
Charlie Hedbo, intensificou as charges e textos contra Islã e contra o
cristianismo. Mas a maneira que o jornal retratava os muçulmanos era sempre
ofensiva. Os Islamistas sempre estavam caracterizados por suas roupas típicas,
sempre com armas ou fazendo alusões à violência, a partir disso cria-se uma generalização. Como se o Brasil fizesse uma charges sobre os
negros.
Observa-se que a cultura é
um fator de grande relevância quando se fala da relação entre a sociedade
francesa de muçulmanos com árabes, já que o preconceito dos franceses se inibi
quando árabes passam a ter comportamentos e usam vestimenta que se identificam
com eles.
Uma da defesa que os
muçulmanos franceses utilizavam diante do povo árabe, é em relação a religião,
já que eles abordaram a existência de críticas e ofensas, porém, não se é
motivo para atacados terroristas. Percebe-se então a presença de um povo
incapaz de dialogar.
O atentado poderia ser
evitado se a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo, já que algum discursos
aumentam o ódio e o rancor. Esse problema pode ser melhor selecionado na forma
de processos judiciais do que balas de fuzis ou bombas, mas para isso faz-se
necessário que se tenha tolerância de ambas as partes.
Atualmente a França
encontra-se como um país de luto, onde sua nação, sua cultura e seu modo de
vida foram atacados. Com o intuito de prevenir ações como essas, algumas
medidas foram tomadas, tendo como exemplo
a criação da lei que proíbe imigrante de expressar sua religião.
Por: Daniella dos Santos
Fraga e Nicolas Costa.
Não sou
Charlie (Leonardo
Boff)
Alunos: Aléxia
Aluno: Jhonatan
·
Leonardo boff deixa claro que
nenhum dos cartunistas “mereceu” levar tiros, e acreditava que eles poderiam,
evoluir, melhorar. Charlie Hebdo é uma revista de grande importancia na França,
sendo reconhecida no mundo todo com tantas reportagens, e noticias sobre ela.
·
Intolerancia: o profeta maome não
pode ser retratado na sua religiao. Desrespeitar isso, é como desrespeitar
todos os mulçumanos.
·
Atacar
a cultura alheia sempre é um ato imperialista, e a Charlie Hebdo abraçou esse incentivo
e publicou as charges e textos contra o Cristianismo, e o Islã.
·
A revista sempre apontou os
mulçumanos de forma agressiva, e ofensiva. Eles estavam sempre de roupas
tipicas, e sempre portando armas, ou fazendo algo violento.
·
O que a revista Charlie Hebdo
cometeu, não deixou de ser uma Islamofobia. Mostrando a
população marginalizada. Quem gosta de piadas, começa a ler e a acreditar quem
todos os muçulmanos são iguais, o que leva a uma serie mortes.
·
Leonardo boff concorda com a
censura em certos casos, como a da revista Charlie Hebdo, a veja, que leva
tantas mentiras, e acusações de grande preconceito para a casa de todas as
pessoas.
·
O atentado poderia ter sido
evitado, bastava que a justiça francesa tivesse punido a Charlie Hebdo no
primeiro comentario.
·
A revista não puniu a CharlieHebdo porcausa da liberdadede expressao, e
a lei das religioes não é a lei do pais.
Alunos:
Carlos M. Machado da S. Ramos
Aluno: Eduarda Cipriani Série: 3ª II
Disciplina: Filosofia
Disciplina: Filosofia
Charlie
Hebdo – Uma reflexão difícil
Análise crítica
Análise crítica
Temática:
A luta contra o
terrorismo, tortura e democracia.
Análise: A tragédia que chocou o mundo no dia 11 de setembro de 2001 ainda apresenta reflexos em nosso mundo atual. Não é de hoje que sabemos sobre a árdua batalha estadunidense perante ao terrorismo, representadas na maioria das vezes em torno de muçulmanos. Entretanto, é certo a batalha sangrenta que torna vítimas milhares de civis inocentes?
Análise: A tragédia que chocou o mundo no dia 11 de setembro de 2001 ainda apresenta reflexos em nosso mundo atual. Não é de hoje que sabemos sobre a árdua batalha estadunidense perante ao terrorismo, representadas na maioria das vezes em torno de muçulmanos. Entretanto, é certo a batalha sangrenta que torna vítimas milhares de civis inocentes?
Os
valores ocidentais são postos á prova e um estado de sítio que engloba a
população indefesa. Guerrear de tal forma não incentiva de um modo indireto a
resposta violenta de jovens radicalizados?
Rever seus modos de ataque e intervenções poderiam favorecer a paz. Mas e se não for suficiente para aplacar a fúria dos terroristas?
Rever seus modos de ataque e intervenções poderiam favorecer a paz. Mas e se não for suficiente para aplacar a fúria dos terroristas?
Temática: A liberdade de expressão
Análise: Minha liberdade termina quando a do outro inicia; eis uma frase de difícil interpretação e que muitos não sabem utilizá-la. Há vários exemplos de liberdade espalhados pelo mundo: Desde a reverência aos seus reis até um simples comentário feito de maneira agressiva. Cada grupo orientado sob determinada cultura.
Análise: Minha liberdade termina quando a do outro inicia; eis uma frase de difícil interpretação e que muitos não sabem utilizá-la. Há vários exemplos de liberdade espalhados pelo mundo: Desde a reverência aos seus reis até um simples comentário feito de maneira agressiva. Cada grupo orientado sob determinada cultura.
É óbvio que os cartunistas não souberem qual o fim
da sua liberdade, expondo ao ridículo uma população em massa já muito criticada
e colocada em foco de maneira obscura. Porém, isso não justifica tirar a vida
de nenhum ser humano. Será que não estamos caminhando para uma guerra camuflada
pelo direito á liberdade?
Temática:
A
tolerância e os "valores ocidentais"
Análise: É comum vermos em telejornais notícias de repreensão à cultura que procura uma nova vida na Europa. Fugidos da guerra e de ataques terroristas precisam travar outra batalha ao se depararem com um povo que não possuí seus braços abertos para quem precisa de um novo lugar.
Porém, há dois lados da mesma moeda: O medo que toma conta da população Europeia ao se ver frente a frente com uma cultura marcada pelo terrorismo. De tal forma, há os tolerantes e os intolerantes, alimentados por valores ocidentais, formados por perspectivas diferentes.
Análise: É comum vermos em telejornais notícias de repreensão à cultura que procura uma nova vida na Europa. Fugidos da guerra e de ataques terroristas precisam travar outra batalha ao se depararem com um povo que não possuí seus braços abertos para quem precisa de um novo lugar.
Porém, há dois lados da mesma moeda: O medo que toma conta da população Europeia ao se ver frente a frente com uma cultura marcada pelo terrorismo. De tal forma, há os tolerantes e os intolerantes, alimentados por valores ocidentais, formados por perspectivas diferentes.
A crise social cercada do desemprego e da má
proteção – principalmente entre jovens – é a fagulha necessária para se
incendiar toda uma massa que já sofre com o preconceito comum, além do
étnico-religioso, fazendo da convivência algo quase impossível.
Temática:
O choque de fanatismos, não de civilizações
Análise: Em nossa história constam diversas histórias relacionadas aos fanatismos religiosos, desde a cruzada até a inquisição espanhola.
“Em nome da religião, tudo é validado”. O conflito entre fanáticos religiosos tende a arrebentar a corda para o lado mais fraco. O extremismo, pelo menos na última década, matou milhares de muçulmanos não fanáticos que deveriam viver na laicidade, sendo respeitados por seus valores e cultura e colocou em prova aqueles que pensavam que tudo estava “okay”. Estaríamos diante de uma nova guerra fria?
Análise: Em nossa história constam diversas histórias relacionadas aos fanatismos religiosos, desde a cruzada até a inquisição espanhola.
“Em nome da religião, tudo é validado”. O conflito entre fanáticos religiosos tende a arrebentar a corda para o lado mais fraco. O extremismo, pelo menos na última década, matou milhares de muçulmanos não fanáticos que deveriam viver na laicidade, sendo respeitados por seus valores e cultura e colocou em prova aqueles que pensavam que tudo estava “okay”. Estaríamos diante de uma nova guerra fria?
Temática:
O valor da vida.
Análise: Deveríamos amar aos próximos, não julgá-los e matá-los. As distintas religiões deveriam viver pacificamente, afinal, não há somente um Deus? A repulsa e a falta de consideração ao próximo choca aqueles que sentem-se penalizados pela falta de amor e respeito e, que acima de tudo, entendem que a diferença nos torna igual.
Análise: Deveríamos amar aos próximos, não julgá-los e matá-los. As distintas religiões deveriam viver pacificamente, afinal, não há somente um Deus? A repulsa e a falta de consideração ao próximo choca aqueles que sentem-se penalizados pela falta de amor e respeito e, que acima de tudo, entendem que a diferença nos torna igual.
Demonizar
uma religião não é o caminho que deveríamos trilhar.
Aluna
: Ianaele Baptistoti
Série
: 3ª EMI
Ao
ler o artigo “ Charlie Hedbo : uma
reflexão difícil ”, de Boaventura de Sousa Santos onde é feito uma analise
do crime cometido contra os jornalista e cartoonistas , é coloca cinco tópicos
para se chegar a conclusões deste ato
bárbaro .
A
luta contra o terrorismo, tortura e democracia:
-
A morte de vários civis inocentes quase todos mulçumanos, provocados pela
extrema agressividade do Ocidente;
-Jovens
islâmicos radicais declaram que a sua radicalização nasceu da revolta contra
tanta violência impune.
A
liberdade de expressão :
- É um bem precioso mas tem limites, e a verdade é
que a esmagadora maioria deles são impostos ´por aqueles que defendem a
liberdade sem limites sempre que é a “sua “ liberdade a sofrê-los;
-
Charlie Hedbo não reconhecia limites para insultar os mulçumanos , mesmo que
muitos dos cartoons fossem propagandas racista e alimentassem a onda
islamofóbica e anti-imigrante ;
-
Refletir sobre as contradições a assimetrias na vida vivida dos valores que
alguns creem ser universais.
A
tolerância e os “valores ocidentais “:
-
O contexto onde o crime ocorreu é denominado por duas correntes de opinião ,
nenhuma delas favorável á construção de uma Europa inclusiva e intercultural :
a pulsão anti-imigrante é evidente, a outra corrente é a da tolerância ;
-Estas
populações são um fardo , mas temos de as “aguentar”, até porque nos são uteis,
no entanto, só devemos fazer se elas forem moderadas e assimilarem os nossos
valores. Mas o que são os ‘valores ocidentais “?
O
choque de fanatismo, não de civilizações :
-
Não estamos perante um choque de civilizações , ate porque a cristã tem as
mesma raízes que a islâmica;
-
Na ultima década , a esmagadora maioria das vitimas de todos os fanatismos
(incluindo o islâmico) são populações mulçumanas não fanáticas.
O
valor da vida :
-
a repulsa total e incondicional que os europeus sentem perante estas mortes
devem-nos fazer pensar por que razão não
sentem a mesma repulsa perante um numero igual ou muito superior de mortes
inocentes em resultados de conflitos ?
-Certamente
que a diferença na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de
europeus brancos , de cultura cristã , vale mais que a vida de europeus ou de
europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões ;
-Será
então porque estes últimos estão mais longe dos europeus ou são pior conhecidos
por eles ? Mas o mandato cristão de amar o próximo permite tais distinções ?
O
atentado terrorista em Paris matou vários cartunistas da revista Charlie Hebdo,
um ato de crueldade que só se ouve falar de um lado e não buscam informações
mais profundas para que englobe todo o caso repercutido.
A
revista Charlie Hebdo foi fundada em 1970, mas 90% do mundo só conheceram em
2006 através de charges em nome da “liberdade de expressão”. Em 2009 quando
trocou o editor da revista às publicações de charges relacionadas ao Islã se
intensificaram e ainda mais após o atentado que a revista sofreu em 2011.
Pensamentos
de Boff:
·
Não
acho que nenhum dos cartunistas “mereceu” levar um tiro, ninguém o merece,
acredito na mudança, na evolução, na conversão. Em momento nenhum, eu quis que
os cartunistas da Charlie Hebdo morressem. Mas eu queria que eles evoluíssem
que mudassem...
Leonardo Boff acredita
na mudança, e na evolução das pessoas, para que não chegasse ao ponto de
extrema brutalidade, como foi o atentado terrorista.
Na
religião muçulmana, há um princípio que diz que o Profeta Maomé não pode ser
retratado, de forma alguma. Isto é uma crença Islâmica, e desrespeitar isso
desrespeita todos os muçulmanos. Atacar
a cultural ou religião alheia é um ato imperialista.
Mas os
tribunais franceses são conhecidos pela xenofobia (preconceito com raças,
culturas e crenças) e também pela intolerância, fazendo assim um incentivo para
a Charlie Hebdo que intensificou ainda mais as charges e textos contra o Islã.
·
“Mas isso é motivo para matarem os caras?”.
Não. Claro que não. Ninguém em sã consciência apoia os atentados. Os três
atiradores representam o que há de pior na humanidade: gente incapaz de
dialogar. Mas é fato que o atentado poderia ter sido evitado. Bastava que a
justiça tivesse punido a Charlie Hebdo no primeiro excesso, assim como
deveria/deve punir a Veja por suas mentiras. Traçasse uma linha dizendo: “Desse
ponto vocês não devem passar”.
Boff é a favor do dialogo e da justiça, pois se tudo tivesse
sido dialogado e a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo nada teria
acontecido. Ele diz que isso é censura, fala também que não a defende não fala
que deveria existir uma lista de palavras ou situações que deveriam ser
banidas, mas fala que cada caso deve ser julgado “os excessos devem ser
banidos, pois é melhor que as consequências venham na forma de processos
judiciais do que de balas de fuzis ou bombas”.
Naiara e Anderson da Silva 3°2
Charlie Hebdo.
Uma reflexão difícil
·
A luta contra o
terrorismo, tortura e democracia.
Conflito contra o terrorismo que está sendo executado pelos
EUA e
seus aliados, que iniciou-se após o 11 de setembro vem
trazendo mortes
para ambos os lados. Já na França o atentado contra a
revista, teve uma
resposta dita pela França que os criminosos não terão
um julgamento,
mas sim a pena de morte.
Todos esses acontecimentos causam uma insegurança nas
pessoas de
Todo o mundo, por que não sabem aonde irá ocorrer o próximo
atentado. É
necessário que tenha um ótimo modo para conter esses
ataques de
qualquer forma mais sem trazer ricos para as pessoas
inocentes.
·
Liberdade de
expressão
Sendo muito preciosa tem limites, impostos pelas pessoas
que
defendem a liberdade sem limites. Em muitos países ela é
usada para
defender os mais pobres e para fazer críticas aos
governantes.
Os limites são imensos mais muitos não os cumprem. Charlie
não sabia
reconhecer esses limites na hora de insultar os mulçumanos.
A maneira de se expressar muda de lugar para lugar, então é
certo
pensar bem antes de falar pois poderá ofender alguém.
·
A tolerância e os
valores da vida.
Quando um crime ocorre na França ele ė dominado por duas
correntes de opinião, uma delas que a Europa seja mais
inclusiva.
Outra corrente é a da tolerância já que a Europa tem que
aguentar por
que eles poderiam ser úteis.
Após muitos séculos de atrocidades esses valores não são
mais respeitados.
O mundo poderia ser melhor se esses valores fossem
respeitados.
·
O choque de
fanatismo, não de civilizações.
A história mostra que muitos fanatismos estão relacionados
a
interesses econômicos e políticos, não beneficia as pessoas
que sofrem
com o fanatismo. Mas o certo e que na última década isso
trouxe um
grande número de mortes.
Os conflitos que ocorrem pelo fanatismo geram um
desconforto para
as pessoas que não creem em outras religiões, mas sendo
muitas creem
na igualdade entre todos.
·
O valor da vida
A repulsa que os europeus sentem perante a estas mortes nos
faz
pensar por que razão não sentem a mesma repulsa ao número
igual ou
maior de mortos inocentes nestes conflitos.
Os valores da vida certamente não podem estar baseados na
ideia de que
a vida dos europeus brancos vale mais do que a vida dos que
tem a cor
da pele diferente ou tem outras religiões.
A vida tem um valor que não pode ser decidido pela cor da
pele,
crença ou cultura, mas sim pelo modo de agir perante a um
momento ou
fase difícil que esta vivenciando.
Aluna: Naiara Araújo
Charlie Hebdo.
Uma reflexão difícil
·
A
luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Conflito contra o
terrorismo que está sendo executado pelos EUA e
seus aliados, que
iniciou-se após o 11 de setembro vem trazendo mortes
para ambos os lados. Já
na França o atentado contra a revista, teve uma
resposta dita pela
França que os criminosos não terão um
julgamento,
mas sim a pena de
morte.
Todos esses
acontecimentos causam uma insegurança nas pessoas de
Todo o mundo, por que
não sabem aonde irá ocorrer o próximo atentado. É
necessário que tenha um
ótimo modo para conter esses ataques de
qualquer forma mais sem
trazer ricos para as pessoas inocentes.
·
Liberdade
de expressão
Sendo muito preciosa tem limites, impostos
pelas pessoas que
defendem a liberdade
sem limites. Em muitos países ela é usada para
defender os mais pobres
e para fazer críticas aos governantes.
Os limites são imensos
mais muitos não os cumprem. Charlie não sabia
reconhecer esses
limites na hora de insultar os mulçumanos.
A maneira de se expressar muda de lugar para
lugar, então é certo
pensar bem antes de
falar pois poderá ofender alguém.
·
A
tolerância e os valores da vida.
Quando um crime ocorre
na França ele ė dominado por duas
correntes de opinião,
uma delas que a Europa seja mais inclusiva.
Outra corrente é a da
tolerância já que a Europa tem que aguentar por
que eles poderiam ser
úteis.
Após muitos séculos de
atrocidades esses valores não são mais respeitados.
O mundo poderia ser melhor se esses valores
fossem respeitados.
·
O
choque de fanatismo, não de civilizações.
A história mostra que
muitos fanatismos estão relacionados a
interesses econômicos e
políticos, não beneficia as pessoas que sofrem
com o fanatismo. Mas o
certo e que na última década isso trouxe um
grande número de
mortes.
Os conflitos que ocorrem pelo fanatismo geram
um desconforto para
as pessoas que não
creem em outras religiões, mas sendo muitas creem
na igualdade entre
todos.
·
O
valor da vida
A repulsa que os europeus sentem perante a
estas mortes nos faz
pensar por que razão
não sentem a mesma repulsa ao número igual ou
maior de mortos
inocentes nestes conflitos.
Os valores da vida certamente não podem estar
baseados na ideia de que
a vida dos europeus
brancos vale mais do que a vida dos que tem a cor
da pele diferente ou tem
outras religiões.
A vida tem um valor que
não pode ser decidido pela cor da pele,
crença ou cultura, mas
sim pelo modo de agir perante a um momento ou
fase difícil que esta
vivenciando.
Alunos:Marcelo
H. Giacomozzi e Jaqueline Pereira
Charlie
Hebdo:Uma reflexão difícil
- Boaventura
de Souza Santos
Temática: A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Análise: O
modo que é lidado o terrorismo de radicais religiosos pelo povo ocidental, o
tópico coloca em questão se esse método é correto ou não.
É estranho pensar sobre o que foi dito nesse
parágrafo, pois não parece ser viável tentar a comunicação com um povo que há
muito tempo somente respondido com atos violentos por simples fanatismo
religioso infelizmente talvez não se tenha outra maneira de se lidar tirando a
força bruta.
Temática: A liberdade de expressão.
Análise: Basicamente
é toda embasada na seletividade da liberdade de expressão e como ela muda de
grupo em grupo, chegando a ser subjetivo o que se pode falar ou não,
exemplificando um cristão não vai gostar da imagem de deus sendo ridicularizada
e vai tentar censurar.
É impossível discordar disso principalmente no Brasil
aonde se vê tanta censura para os comediantes, aonde se certa religião é
utilizada para comedia os praticantes se sentiram ofendidos, mas as pessoas de
fora não, logo os praticantes vão lá e tenta censurar, um exemplo mais claro é
o Dvd do “Rafinha Bastos” que foi censurado por sua piada direcionada a “APAE”
Temática: A tolerância e os "valores ocidentais".
Análise: É posto a prova quanto de
inocência os europeus tem quanto suas invasões ao resto do mundo, pois ate que
ponto eles não são como o estado islâmico para ir lá fora e fazer com que todo
o mundo siga a cultura europeia e seus valores,além do certo
xenofobismo que se é criado no pais contra todos os orientais como se todos
eles fossem terroristas.
Como
foi dito no texto os europeus erraram também ao tentar modificar a cultura de
um país, mas nada justifica o método que esta sendo usado pra retaliar essa
tentativa de modificar a cultura, como também não é certo a xenofobia por parte
dos europeus perante a eles generalizando e assim atacando toda uma nação.
Temática: O choque de fanatismos, não de civilizações.
Análise: Antes mesmo dos atentados
terroristas atuais que vemos nas Televisões tínhamos as cruzadas que mataram
milhões em nome do cristianismo logo podemos dizer que essa guerra atual contra
o Islamismo seja somente mais uma das caçadas que vemos fanáticos pregarem em
nome de algum deus, ou seja, utilizar o nome de sua religião como uma desculpa
para promover o ódio entre os povos.
Ódio
que não é somente Islâmico, mas como também de todo tipo de fanático, sendo ele
religioso ou não, no fim toda a população acaba morrendo por sua crença
querendo ela impor sua crença para o resto do mundo ou não.
Temática: O valor da vida.
Análise: Finalmente é posto em
questão o porquê da morte do cartunista causar tanta polemica, e a morte de
milhões de habitantes de fora de Europa não causar nenhum tipo de choque para
os europeus, sendo que um cartunista foi morto, mas tirando ele varias outras
pessoas de diferentes povos são mortas todo dia por estes mesmos fanáticos.
Basicamente
devemos ver a plasticidade dessas mortes, podemos ver que as mortes que causam
algum tipo de comoção até agora foram a do cartunista e as execuções filmadas
pelos extremistas podemos assim analisar que só foi feita comoção quando tivemos
algum tipo de plasticidade, ou seja, foram mortes palpáveis assim chamaram a atenção do povo,mas que infelizmente não
passa disso.
Alunos: Igor M. da Rosa
e Rafael R. Goulart
Série: 3º2
A
luta contra o terrorismo, tortura e democracia
Tema: Sabe-se que os
EUA e seus aliados travam uma constante guerra contra o terrorismo do ocidente,
mas, não se pode interligar diretamente a “rincha” entre os islâmicos e o país
norte americano, com a tragédia de Charlie Hebdo. Porem sabe-se que a
agressividade dos países ocidentais causou a morte de vários civis inocentes,
(a maioria mulçumanos) além de terríveis torturas contra diversas pessoas
indefesas.
Crítica: A crítica esta
plenamente concentrada nas mortes e torturas que os islâmicos causaram em
diversos mulçumanos (a maioria inocente), na tragédia contra os jornalistas e
cartunistas de Charlie Hebdo, onde que, muitos jovens islâmicos radicais,
afirmam que a sua radicalização, nasceu da revolta contra tanta violência
impune. Portanto deve-se refletir se estamos seguindo o caminho correto, para
dizer um basta a violência que atingiu os mulçumanos ou se devemos escolher uma
nova política.
Liberdade
de expressão
Tema: A liberdade de
expressão é um bem preciosos onde a sociedade impões autonomia nas pessoas
estabelecendo deveres, onde que os limites dessa liberdade estão presentes e
devem sempre ser respeitados onde que até mesmo Charlie Hebdo, colocava
limites, como no caso do jornalista Maurice Siné que foi despedido por escrever
uma crônica alegada como antissemita. Isso significa que os limites estão
presentes mas são diferentes para cada grupo.
Crítica: Aparentemente
Charlie não conhecia os limites para insultar os muçulmanos, onde que muitos
dos cartoons eram propagandas racistas e alimentavam a onda islamofóbica e
anti-imigrante que estava muito presente na França e na Europa. Os cartoons
mostravam os profetas em poses pornográficas, apresentavam muçulmanas como
escravas entre outras formas tidas para os islâmicos como insultos. Em fim a
liberdade de expressão é um tesouro que deve ter limites para não ofender
outras culturas, e as mesmas ficarem revoltadas como que aconteceu.
A
tolerância e “Valores ocidentais”.
Tema: Formado por duas
correntes de opiniões, em que nenhuma delas é favorável à construção de uma
Europa inclusiva e intercultural. As mais radicais são com certeza as
islamofóbicas e anti-imigrante. A ação anti-imigrante é eminente,
principalmente pois aqueles povos, não querem-nos entre eles, e pra eles nós
não estando perto deles é a solução. Alem disso tem a questão da tolerância.
Essas populações, são muito distintas de nós tem outras culturas, outros
hábitos, outras formas de viver e a gente tem de aceitar isso deles, pois é bem
possível que eles pensem o mesmo de nós. A única forma é tentarmos assimilar os
nossos valores com os deles.
Crítica: Mesmo com
diferentes culturas e costumes devemos tolerar as atitudes daqueles povos, pois
os mesmos tem culturas diferentes, e assim pensam diferente de nós, pode-se
dizer que eles são “uma pedra nos nossos sapatos”, mas mesmo assim eles tem sua
importância no mundo, o que se deve fazer é tentar aproximar os nossos valores
com os deles. Logo descobrir quais são os “Valores ocidentais”, é um grande
desafio, pois os contextos históricos ora afirmam uma coisa ora outra. Mas uma
coisa é certa. Com a crise social que foi provocada pelo aumento de desemprego,
e a questão do radicalismo por parte dos jovens, os mesmos hoje sofrem
discriminação étnico-religiosa.
.
O
choque de fanatismos, não de civilizações.
Tema: O caso ocorrido
não foi ocasionado por um choque de civilizações, mas sim por um fanatismo
louco pela religião, pois o islamismo e o cristianismos nasceram da mesma raiz.
Ao longo da história pode-se perceber que o fanatismo e seus confrontos,
estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos cujo quais nunca
beneficiaram os fanáticos. Até mesmo uma religião pacífica como o budismo
massacrou milhares de membros da Tamil do Sri Lanka, do mesmo modo como os
fundamentalistas hindus massacraram as populações mulçumanas.
Crítica: Uma defesa
intercultural sem limites, onde muitas populações não se conhecem e se
enfrentam constantemente para defender seus “ideais” é uma forma louca de
fanatismo que esta corroendo o nosso mundo, fazem uma história atemporal de
pequenos tempos transformando países como Jihadistas do Emirato Islâmico, que
eram tidos como combatentes de liberdade e hoje são tidos como terroristas. E
agora? O que ira acontecer? Ninguém sabe. Somente sabemos que nas ultimas
décadas, uma imensa corrente de fanáticos vem atacando diversas populações
muçulmanas não fanáticas.
O
valor da vida
Tema: A repulsa que os
Europeus sentem pelas mortes da tragédia de Charles Hebdo, é extremamente
grande, mas por os mesmo não sentem isso com varias pessoas inocentes que
morreram em resultados de conflito que no fundo tenham algo a ver com esse
crime? No mesmo dia 37 jovens morreram no yemen. No verão passado, a invasão
israelita causou a morte de 2000 palestinos, dos quais 1500 eram civis e 500
eram crianças. Certamente que a diferença na reação não esta ligada a vida dos
Europeus valer mais do que a dos outros mortos, mas sim ao caso ter acontecido
na Europa e então repercutiu diretamente a eles não indiretamente.
Crítica: A crítica esta
concentrada no valor da vida, sobre o ato de um amar o outro e de que ninguém
tem o direito de tirar uma vida. Por que os países ocidentais mesmo sabendo
disso muitas vezes tiram a vida de inocentes perante a um ato que embora tenha
os insultado não da o direito de o direito da pessoa tirar o direito da vida do
outro. A violência esta sendo um caos que esta dominando o mundo e atingindo
diversas pessoas de diversas raças, por questões matérias, por princípios, entre outras coisas
que abalam o mundo e causando um terremoto avassalador, na democracia. Muitas
vezes, o senso comum esta presente na mente dessas pessoas e realizam atos que
poderiam ser evitados e transformar o mundo o deixando cada vez melhor. Embora
o senso comum talvez esteja presente naqueles povos, o pior ainda seria o nosso
senso comum de acreditar que a tragédia que aconteceu la na Europa, não possa
acontecer aqui, como já atacam nações mulçumanas que não seriam fanáticas,
poderiam muito bem atacar católicos, como não aceitam outras culturas, poderiam
muito bem tentar dominar outras nações, os exemplos e fatos que poderiam causar
uma tragédia aqui em nossa região seriam distintos, o “efeito borboleta” é algo
muito presente nos dias atuais e poderia drasticamente atingir o nosso país e
então matar milhares de inocentes como já ocorreu violando os direitos humanos.
Alunas: Auri S. R.
Durkop
Aluna: Brenda de
Assunção
Série: 3ª2
Charlie
Hebdo: Uma reflexão difícil.
1-A
luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
a- Temática central: As
guerras e tragédias causadas devido o terrorismo e rivalidade entre o ocidente
e oriente.
b- Crítica: Nem sempre
a violência é a melhor opção para acabar com a guerra.
2-A
liberdade de expressão.
a- Temática central:A
liberdade existe, porém tem seus limites, limites esses que são impostos por
pessoas de poder e influência na sociedade, e cada sociedade tem limites
diferentes.
b- Crítica: As pessoas
que não respeitam esses limites de liberdade, acabam por ofender outras
pessoas, o que gera inúmeras consequências.
3-A
tolerância e os "valores ocidentais".
a- Temática central: A
Europa é dividida ao meio, existem os que não aceitam os imigrantes e querem se
livrar deles, porque os consideram inimigos. E existem os que consideram os
imigrantes um fardo, mas toleram se forem de forma moderada e seguirem seus
valores ocidentais.
b-Crítica: Não se sabe
ao certo o que são os valores, que foram motivos de grandes atrocidades, desde
a violência colonial até a segunda guerra mundial, e porque eles variam ao
decorrer do tempo.
4-O
choque de fanatismos, não de civilizações.
a- Temática central: Os
conflitos gerados nos dias de hoje não acontecem devido a diferença de cultura,
e sim pelo fanatismo religioso, onde a pessoa só aceita sua crença como a
certa.
b- Crítica: O mundo
poderia ter várias religiões convivendo tranquilamente entre si se não fosse
pelo fanatismo, o excesso de crença em uma única religião gera conflitos entre
diversas civilizações.
5-O
valor da vida.
a- Temática central:
Mortes ocasionadas pelo mesmo motivo, a guerra entre fanáticos religiosos,
porém com peso e repercussão diferentes
para os Europeus.
b- Crítica: A vida de
Europeus brancos vale mais que a vida de outros povos ou até mesmo de Europeus
de outras cores e religiões.
Alunas:
Crislaine Gambeta
Aluna:
Pâmella do Nascimento
Charlie
Hebdo: Uma reflexão difícil
1-
A luta contra o
terrorismo, tortura e democracia.
a) Crítica:
Não se deve relacionar o problema dos EUA e da França contra os islâmicos, pois
os franceses foram atacados após zombarem da religião dos islâmicos. A maioria
dos jovens islâmicos vem sendo radicais por causa da justiça impune. Os EUA
matam mais islâmicos inocentes do que islâmicos já mataram. Conclusão... Os franceses
foram os mais errados da história dos atentados, pois foram eles que começaram
o zombamento com Maomé.
2- A
liberdade de expressão.
a) Crítica:
Deve – se ter limites na hora de expressar sua opinião sobre algo, ou haverá
grande desentendimentos por parte dos criticados.
O
jornal Charlie Hebdo não conhecia limites, pois já era muito criticado por suas
críticas racistas e islamofobicas e anti – migrantes. A charge do profeta Maomé
teve razão para deixar os islâmicos irritados, pois pense bem, se fosse de Jesus
nas mesmas posições pornográficas, haveria uma grande revolta por parte dos
cristãos.
3- A
tolerância e os valores ocidentais
a) Parte
das opiniões na França são islamofóbicas e anti – imigrantes, por isso essa
severidade com os islâmicos, eles acham que ali no território deles estão sendo
odiados pelos imigrantes e a pequena parte tolerante, atualmente é um fardo que
possa ser útil futuramente se os valores forem mudados. Os franceses que antes
aderiram como seu lema: igualdade, liberdade e fraterninade. Hoje impedem os
imigrantes de terem isso.
Com
o aumento da crise social, ocorre o aumento do desemprego, e assim jovens
desocupados tendem a buscar sua vida com os radicais.
4- O
choque de fanatismos, não de civilizações.
a) Os islâmicos cometeram mais do que um ato de
crença, eles são fanáticos por sua religião e por isso cometem grandes atos
terroristas.
5- O
valor da vida.
a)
Se a Europa sentiu
tanto remorso pelas mortes na França, porque não sente o mesmo pelo grande
númerode inocentes mortos todos os anos nos países menos desenvolvidos, como a
Paletstina, México, Israel. Isso nos faz pensar, será que eles acham a vida dos
brancos, cristãos, melhor ou com mais valor do que os de outros lugares ou
outra religião?
Matéria: Filosofia
Aluna: Munique Cristina
Sperandio
3ª2
Professor: Paulo Cesar
Eu não sou Charlie, je
ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)
O texto relata um
atentado que ocorreu em Paris, que provocou a morte de vários cartunistas.
Conta-se só um lado do atentado, pois a mídia elimina tudo que ela não quer que
seja transmitido. Um padre que é teólogo e historiados, conhece bem a situação
da França, irá detalhar melhor os acontecimentos e fará uma reflexão.
1º paragrafo: O padre
condena os atentados em Paris, condena todos os atentados e toda a violência,
apesar de muitas vezes xingar e ficar bravo, era da paz e se esforçava para ter
controle de suas emoções.
2º paragrafo: O padre
condena a morte dos cartunistas e acredita ainda na mudança da mídia, que ela
seja honesta, que não promova mentiras, como as que foram ditas ao povo
mulçumano e compara com a imprensa brasileira que promoveu varias mentiras na
eleição.
3º paragrafo: A Charlie
Hebdo é uma revista importante na França, fundada em 1970. Apesar disso 90% do
mundo só foi conhecer a revista em 2006, de uma forma bastante negativa, por
ter pulicado a charge do jornal dinamarquês Jyllands-Posten.
4º paragrafo: Philippe
Val, editor da revista escreveu um texto em 2000 chamando os palestinos de não
civilizados o que gerou criticas. Ficou no comando ate 2009, quando foi
substituído por Stéphane Charbonnier e por seu comando intensificou as charges
sobre o Islã.
5º paragrafo: Na França
existem vários mulçumanos, muitos imigrantes das ex-colonias. Eles não são
iguais nessa sociedade e a grande maioria é pobre e vitima de muitos
preconceitos e exclusões.
6º paragrafo: Os
cartunistas mortos são considerados como heróis e gigantes do humor. As
polemicas charges de Charlie Hebdo e os comentários políticos do colunista da
veja são de péssimo gosto, perigosas e
criminosas.
7º paragrafo: Retrata
os péssimos gostos da charge, o primeiro é a intolerância, há um principio na
religião mulçumana de que Maomé não pode ser retratado de forma alguma. É
preciso que o Islã esteja tão banalizado quanto o catolicismo.
8º paragrafo: Ele não
esta falando em atacar alguns indivíduos radicais, o alvo é o Islã. Há décadas
o culturalistas falam que impor valores e atacar a cultura alheia é um ato
imperialista.
9º paragrafo: Charlie
Hebdo intensificou as charges e textos contra o Islã e contra o cristianismo.
10º paragrafo: O jornal
falava dos mulçumanos sempre de maneira ofensiva. Os seguidores Islamicos
caracterizavam-se por suas roupas típicas e por sempre estarem portando armas e
cometendo violência. O alvo é somente os “indivíduos radicais”, a partir do
momento que somente esses são mostrados, cria-se uma generalização. Como no
Brasil, onde cria-se uma charge de um negro assaltante, sendo que ela não
critica os negros de modo geral, mas sim os negros que assaltam.
11º paragrafo: Na
França tem 10% de mulçumanos que são marginalizados, as piadas direcionadas aos
mulçumanos sempre são preconceituosa. Se as piadas retratam os árabes como
terroristas, o mundo acredita nisso. Charlie Hebdo promoveu as Islamofobia com
suas charges.
12º paragrafo: Charlie
se defendia dizendo que criticava os católicos, ninguém aguentava calado as
ofensas. Mas ir matar os cartunistas não era necessário, os atirados não
representam a cultura islâmica, mas sim o pior tipo de pessoas na humanidade.
Isso não teria acontecido se a justiça tivesse punido Charlie Hebdo no primeiro
ato de preconceito contra as religiões e qualquer outro tipo de cultura,
colocando até um ponto que pode se falar sobre esse assunto.
13º paragrafo: Mesmo
sendo uma censura, pois certos assuntos ou criticas devem ser evitadas, deve-se
pensar muito antes de fazer uma critica ou defender alguma crença.
14º paragrafo: Todos os
casos devem ser analisados separadamente e julgados de acordo.
15º paragrafo: A França
é um país de luto, sendo que quando começaram o atentado, já sabiam o que iria
acontecer.
16º paragrafo: Pen
declarou “a nação foi atacada, a nossa cultura, o nosso modo de vida. Foi a
eles que a guerra foi declarada”. Isso mostra o sentimento de ódio em relação
aos mulçumanos e os islamistas em geral. Muitos chargistas em uma tentativa de
homenagear as vitimas, desenharam armas feitas com canetas. Os locais de culto
islâmico foram atacados, um deles com uma granada. Os discurso de Le Pen, pedia
que a França declarasse “Guerra ao fundamentalismo”, mas para os xenófobos era
“Guerra aos mulçumanos”.
Escola: Escola de Educação Básica São João Batista
Alunas: Priscila Loskar
Rachow
Aluna: Shirley Maier
Ferreira
Disciplina: Filosofia
Serie/turma: 3 II
“Charlie Hebdo: Uma reflexão
difícil
A luta contra o
terrorismo, tortura e democracia
·
Tema: Charlie Hebdo e a
luta contra o terrorismo.
·
Crítica: Podemos ver
que muitos radicais declaram que sua radicalização nasceu da revolta contra
tanta violência impune, eles se sentem sem a proteção do estado, assim entram
para o terrorismo com intuito de proteger suas vidas e fazer justiça com as
próprias mãos, mas com isso acabam banalizando a democracia, matando pessoas
inocentes e desrespeitando os direitos humanos.
A liberdade de
expressão
·
Tema: É um bem precioso
mas tem limites.
·
Crítica: Os limites
existem, mas são diferentes para diferentes grupos de interesse. A liberdade de
expressão é um direito fundamental, mas não pode ser usado para justificar a
violência é preciso ter bom censo.
A tolerância e os “valores
ocidentais “
·
Tema: A pulsão
anti-imigrante e a tolerância.
·
Crítica: Ninguém põe
hoje em causa o valor da liberdade, mas já o mesmo não se pode dizer dos
valores da igualdade e da fraternidade, onde todos são iguais e devem viver em
união, o que não está acontecendo. A civilização europeia tem sido
anti-imigrante mas sabem que os imigrantes são uteis por isso necessitam ser
tolerantes, contudo os imigrantes também devem assimilar os valores da
civilização europeia para ai sim viverem com igualdade e fraternidade.
O choque de fanatismos,
não de civilizações
·
Tema: Fanatismo.
·
Crítica: Choque não é
entre as civilizações, mas sim pelo fanatismo entre as religiões que se titulam
umas melhores que as outras, umas sendo obrigadas a adotar as outras, assim
ocorrendo muitos massacres.
O valor da vida
·
Tema: Mortes dos
inocentes.
·
Crítica: Certamente que a diferença na reação não
pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos, de cultura
cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras cores e
de culturas assentes noutras religiões ou regiões. Eles tem se importado mais
com os conflitos em geral, do que com as pessoas inocentes que morrem a cada
dia por conta destes conflitos o que não deveria acontecer.
Aluno: Luiz Henrique
C. Debastiani
Turma: 3ª E.M.I
Je ne
suis pas Charlie.
Leonardo
Boff, condena os atentados em Paris, assim como a mídia também o faz, mas
diferente dos veículos de comunicação, ele também condena o humor politicamente
incorreto dos membros da revista Charlie Hebdo, que acabou sentenciando suas
próprias mortes.
Mas
pelo que possa dar a entender, ele não acha que os cartunistas “mereceram”
levar os tiros, pois ninguém o merece. O que ele queria é que os cartunistas da
revista, mudassem, pudessem evoluir. Ainda constrangido com os atentados à verdade, à boa imprensa, à honestidade que a mídia
brasileira promoveu nessa última eleição.
A
Charlie Hebdo é um importante revista francesa, mas que só conseguiu destaque
mundial em 2006, de uma forma bastante negativa: republicando charges
do jornal dinamarquês Jyllands-Posten, alegando ser em nome da “Liberdade de
Expressão”. E a revista ainda se envolveu em outras polêmicas, com seu antigo
editor Philippe Val, e o seu sucessor Stéphane “Charb” Charbonnier, morto no
atentado de Paris.
Boff
crítica a intolerância da revista, ignorando preceitos da religião muçulmana. E
também incentivando o ódio perante a religião Islã e ao cristianismo, isso após
ganhar uma causa contra associações islâmicas que se sentiram ofendidas com as
primeiras publicações da revista, funcionando como um incentivo para eles.
A maneira
como o jornal retratava os muçulmanos era sempre ofensiva. Sempre
caracterizados com suas roupas típicas, utilizando armas ou fazendo alusões à
violência.
Alguns argumentam
que o alvo era somente “os indivíduos radicais”, mas quando apenas esses
indivíduos são mostrados, acaba se criando uma generalização.
Os
quadrinhos, capas e textos da Charlie Hebdo promoviam ataques ao islamismo, também
criticando o judaísmo e o cristianismo, mas isso não quer dizer que se outras
religiões não reagiam as ofensas, que os Islã também não deveria reagir.
Claro
que isso não é motivo para as mortes que ocorreram, os atiradores que mataram
os membros da revista, representam o que há de mais ruim na humanidade. Mas é
fato que tudo isso poderia ter sido evitado, se a justiça francesa tivesse
punido a Charlie Hebdo no seu primeiro excesso.
Leonardo
Boff não apoia a censura como pode estar parecendo, ele apenas pensa que quando
necessário ela deve ser utilizada, de uma forma rígida, seja para repreender o
racismo e a homofobia, ou no caso da Charlie Hebdo, a Islamofobia.
Ele
mesmo deixa claro que não defende a censura prévia e que não deveria ter uma lista de
palavras/situações que deveriam ser banidas do humor. Apenas que cada caso deve
ser julgado. É melhor que as consequências venham na forma de processos
judiciais do que de balas de fuzis ou bombas.
Atualmente
na França, se tem um país de luto, mas que ainda há alguns urubus mais espertos
do que outros, e já começamos a ver onde o atentado vai dar. Em um discurso
Marilene Le Pen mostra exatamente as raízes da islamofobia, declarando guerra
ao fundamentalismo, mas nos ouvidos dos xenófobos ecoa como “guerra aos
muçulmanos”, e ela sabe disso.
Por isso
tudo, apesar de lamentar e repudiar o ato bárbaro do atentado, assim como
Leonardo Boff e muitos outros, eu não sou Charlie. Je ne suis pas
Charlie.
Alunos: Munique
Cristina Sperandio
Aluino: Paulo Albernaz do Santos
Eu não sou Charlie, je
ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)
O texto relata um
atentado que ocorreu em Paris, que provocou a morte de vários cartunistas.
Conta-se só um lado do atentado, pois a mídia elimina tudo que ela não quer que
seja transmitido. Um padre que é teólogo e historiados, conhece bem a situação
da França, irá detalhar melhor os acontecimentos e fará uma reflexão.
1º paragrafo: O padre
condena os atentados em Paris, condena todos os atentados e toda a violência,
apesar de muitas vezes xingar e ficar bravo, era da paz e se esforçava para ter
controle de suas emoções.
2º paragrafo: O padre
condena a morte dos cartunistas e acredita ainda na mudança da mídia, que ela
seja honesta, que não promova mentiras, como as que foram ditas ao povo
mulçumano e compara com a imprensa brasileira que promoveu varias mentiras na
eleição.
3º paragrafo: A Charlie
Hebdo é uma revista importante na França, fundada em 1970. Apesar disso 90% do
mundo só foi conhecer a revista em 2006, de uma forma bastante negativa, por
ter pulicado a charge do jornal dinamarquês Jyllands-Posten.
4º paragrafo: Philippe
Val, editor da revista escreveu um texto em 2000 chamando os palestinos de não
civilizados o que gerou criticas. Ficou no comando ate 2009, quando foi
substituído por Stéphane Charbonnier e por seu comando intensificou as charges
sobre o Islã.
5º paragrafo: Na França
existem vários mulçumanos, muitos imigrantes das ex-colonias. Eles não são
iguais nessa sociedade e a grande maioria é pobre e vitima de muitos
preconceitos e exclusões.
6º paragrafo: Os
cartunistas mortos são considerados como heróis e gigantes do humor. As
polemicas charges de Charlie Hebdo e os comentários políticos do colunista da
veja são de péssimo gosto, perigosas e
criminosas.
7º paragrafo: Retrata
os péssimos gostos da charge, o primeiro é a intolerância, há um principio na
religião mulçumana de que Maomé não pode ser retratado de forma alguma. É
preciso que o Islã esteja tão banalizado quanto o catolicismo.
8º paragrafo: Ele não
esta falando em atacar alguns indivíduos radicais, o alvo é o Islã. Há décadas
o culturalistas falam que impor valores e atacar a cultura alheia é um ato
imperialista.
9º paragrafo: Charlie
Hebdo intensificou as charges e textos contra o Islã e contra o cristianismo.
10º paragrafo: O jornal
falava dos mulçumanos sempre de maneira ofensiva. Os seguidores Islamicos
caracterizavam-se por suas roupas típicas e por sempre estarem portando armas e
cometendo violência. O alvo é somente os “indivíduos radicais”, a partir do
momento que somente esses são mostrados, cria-se uma generalização. Como no
Brasil, onde cria-se uma charge de um negro assaltante, sendo que ela não
critica os negros de modo geral, mas sim os negros que assaltam.
11º paragrafo: Na
França tem 10% de mulçumanos que são marginalizados, as piadas direcionadas aos
mulçumanos sempre são preconceituosa. Se as piadas retratam os árabes como
terroristas, o mundo acredita nisso. Charlie Hebdo promoveu as Islamofobia com
suas charges.
12º paragrafo: Charlie
se defendia dizendo que criticava os católicos, ninguém aguentava calado as
ofensas. Mas ir matar os cartunistas não era necessário, os atirados não
representam a cultura islâmica, mas sim o pior tipo de pessoas na humanidade.
Isso não teria acontecido se a justiça tivesse punido Charlie Hebdo no primeiro
ato de preconceito contra as religiões e qualquer outro tipo de cultura,
colocando até um ponto que pode se falar sobre esse assunto.
13º paragrafo: Mesmo
sendo uma censura, pois certos assuntos ou criticas devem ser evitadas, deve-se
pensar muito antes de fazer uma critica ou defender alguma crença.
14º paragrafo: Todos os
casos devem ser analisados separadamente e julgados de acordo.
15º paragrafo: A França
é um país de luto, sendo que quando começaram o atentado, já sabiam o que iria
acontecer.
16º paragrafo: Pen
declarou “a nação foi atacada, a nossa cultura, o nosso modo de vida. Foi a
eles que a guerra foi declarada”. Isso mostra o sentimento de ódio em relação
aos mulçumanos e os islamistas em geral. Muitos chargistas em uma tentativa de
homenagear as vitimas, desenharam armas feitas com canetas. Os locais de culto
islâmico foram atacados, um deles com uma granada. Os discurso de Le Pen, pedia
que a França declarasse “Guerra ao fundamentalismo”, mas para os xenófobos era
“Guerra aos mulçumanos”.
Aluno: Andrei Dias dos Santos;
Turma: 3 EMI.
Turma: 3 EMI.
• A luta contra o terrorismo, tortura e
democracia: os ataques feitos pelo Ocidente ao Oriente, principalmente contra
os jovens mulçumanos que se tornam radicais islâmicos.
Críticas:
1- Não há ligação direta entre os ataques de 11 de Setembro e a tragédia do Charlie Hebdo.
2- Entramos num clima de guerra civil de baixa intensidade, para acabar com a violência.
• A liberdade de expressão: os diferentes limite que existem, na liberdade de expressão, para os diferentes grupos de interesse.
Críticas:
1- Esses limites são impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites.
2- Na América Latina, a mídia, clama pela liberdade de expressão para insultar os governos e ocultar o bom que estes têm feito.
3- O Charlie Hebdo não reconhecia limites para insultar os mulçumanos, com propagandas racistas que alimentavam a onda islâmofóbica e anti-imigrante.
• A tolerância e os "valores ocidentais": os europeus se sentem ameaçados na política, sendo que "os inimigos habitam junto a nós", mas existe uma tolerância quanto a isso, eles têm que aguentar, até porque lhe são úteis.
Críticas:
1- No contexto em que se estabeleceu o crime, é dominado por duas correntes que não contribuem para a construção de uma Europa inclusiva e intercultural.
2- O que ou quais são os valores ocidentais.
3- Por que razão, dependendo do contexto de certas situações, ora afirmam uns ora se afirmam outros.
• O choque de fanatismos, não de civilizações: o budismo, hinduísmo e cristianismo na história são causadoras de massacres em nome da fé.
Críticas:
1- A história mostra como muitos choques de fanatismos estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos.
2- A maioria das vítimas de todos os fanatismos(inclusive o islâmico) são populações mulçumanas não fanáticas.
• O valor da vida: a repulsa incondicional que os europeus sentem perante estas mortes na tragédia deve-nos fazer pensar por que razão não sentem o mesmo perante um número igual ou superior de inocentes em resultado de conflitos.
Críticas:
1- A diferença não deve estar baseada na ideia que a vida de europeus vale mais que a de outros.
2- O mandato cristão de amar o próximo permite distinções?
Críticas:
1- Não há ligação direta entre os ataques de 11 de Setembro e a tragédia do Charlie Hebdo.
2- Entramos num clima de guerra civil de baixa intensidade, para acabar com a violência.
• A liberdade de expressão: os diferentes limite que existem, na liberdade de expressão, para os diferentes grupos de interesse.
Críticas:
1- Esses limites são impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites.
2- Na América Latina, a mídia, clama pela liberdade de expressão para insultar os governos e ocultar o bom que estes têm feito.
3- O Charlie Hebdo não reconhecia limites para insultar os mulçumanos, com propagandas racistas que alimentavam a onda islâmofóbica e anti-imigrante.
• A tolerância e os "valores ocidentais": os europeus se sentem ameaçados na política, sendo que "os inimigos habitam junto a nós", mas existe uma tolerância quanto a isso, eles têm que aguentar, até porque lhe são úteis.
Críticas:
1- No contexto em que se estabeleceu o crime, é dominado por duas correntes que não contribuem para a construção de uma Europa inclusiva e intercultural.
2- O que ou quais são os valores ocidentais.
3- Por que razão, dependendo do contexto de certas situações, ora afirmam uns ora se afirmam outros.
• O choque de fanatismos, não de civilizações: o budismo, hinduísmo e cristianismo na história são causadoras de massacres em nome da fé.
Críticas:
1- A história mostra como muitos choques de fanatismos estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos.
2- A maioria das vítimas de todos os fanatismos(inclusive o islâmico) são populações mulçumanas não fanáticas.
• O valor da vida: a repulsa incondicional que os europeus sentem perante estas mortes na tragédia deve-nos fazer pensar por que razão não sentem o mesmo perante um número igual ou superior de inocentes em resultado de conflitos.
Críticas:
1- A diferença não deve estar baseada na ideia que a vida de europeus vale mais que a de outros.
2- O mandato cristão de amar o próximo permite distinções?
Aluno: João Batista Vitorina da Conceição .
Charlie Hebdo: Uma reflexão
difícil
Temática: A luta
contra o terrorismo, tortura e democracia.
Critica:
Sobre isso nos podemos falar sobre q tinha muito preconceito
com os mulçumanos e
islâmicos desde
o 11 de setembro de 2001, e também muito
antes disso que tem
muitos conflitos entre o ocidente e o oriente, fala também
que os criminosos em vez de
presos ou julgados deveriam ser abatidos que isso não
contradiz com os valores
ocidentais.
Temática: o
valor da vida
Critica: Charlie hebdo
foi morto por islâmicos, por fazer uma ''tirinha'' satirizando Maomé, também
quer dizer que ''Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na
idéia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a
vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes
noutras religiões ou regiões''.
NO MEXICO JORNALISTAS
FORAM MORTOS POR DEFENDER A LIBERDADE DE EXPRESSAO.
E que a media e os líderes políticos fazem a
população acreditar que o que eles vivem é o correte e é só o que eles
precisam.
Isso faz pensar que
eles não merecem outra escolha.
Temática: O
choque de fanatismo, não de civilizações.
Critica: ''Não estamos
perante um choque de civilizações''
E que o fanatismo fez
com que o interesse próprios de uma pessoa ou de um grupo fez com que corram
atrás de meios para fazer acontecer, e que ao longo da historia o fanatismo
teve choques relacionados às religiões, fez com que ''uma religião tão pacífica
como o budismo legitimou o massacre de muitos milhares de membros da minoria
tâmil do Sri Lanka.
Temática: a
liberdade de expressão.
2. critica: é que a
liberdade de expressão não e '' tão liberta'' , que cada lugar gestos ou
culturas são um tabu , quer dizer que os limites existem mais para cada lugar.
2. no casso Charlie
Hebdo não media limites para insultar os muçulmanos , ele insultava das
religiões/culturas o que achava mais peculiar.
Alunas: Larissa
Aluna: Maiara.
Série:3°2.
Série:3°2.
Texto: " Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)."
Tópicos Críticos :
1°- "Condenar os atentados e a violência " como todo ser humano um padre tende a ter controle de suas emoções e zelar pela paz da humanidade.
2°- "Acreditar na mudança, na evolução e na conversação " espera-se que tudo que é errado pode ser mudado, pode ser evoluido através do diálogo e respeito entre as nações.
3°- "Liberdade de expressão " oque uma revista acha ser o certo e expressar sua maneira de ver a cultura e religião alheia através de sátiras negativas.
4°-"Cidadãos de segunda classe" falta de ética ao se referir a muçulmanos imigrantes das ex-colônias, eles não são inseridos na sociedade de uma forma igual e por serem a maioria pobre.
5°-"Mártires da liberdade de expressão " gigantes do politicamente incorreto, as charges polêmicas políticas de colunistas são de péssimo gosto e podem ser vistas como crime e descaso.
6°-" Intolerância " na religião muçulmana seu princípio é que seu profeta não seje retradado de forma alguma, desrespeitando isso se desrespeita a crença muçulmana.
7°- "Imperialismo e Xenofobia " a tentativa de alguns culturistas tentar impor o valores ocidentais ao resto do mundo e atacar a cultura alheia de uma forma que a torne inferior a sua.
8°- "Censura " repreender algo dito, proibir a invenção de histórias caluniosas sobre outras pessoas, outras religiões, culturas.
9°- "Guerra de palavras" textos mal ditos podem atacar nações, afetar culturas e repudiar o modo de vida e como resultado declarar guerras.
10°-" Justiça frente ao ridículo " acabar com essa história de " não fale, apenas ouça e aceite, agora é ' fale mas aguente as consequências de suas palavras mal ditas ' liberdade é pra todos, segue-se a religião que quiser e o modo de vida que bem entender, uma Charge não pode acabar com nações.
Aluno: Luiz Felipe e Pedro
Charlie
Hebdo: Uma reflexão difícil
A luta contra o terrorismo, tortura
e democracia: A ideia central é que a maioria das pessoas não espera pela
justiça, e sim agir com as próprias mãos. Com isso, não percebem quantos
inocentes estão matando, ou quantas pessoas são torturadas por coisas sem
cabimento. Perante isso devemos refletir se isso é mesmo o correto de se fazer,
continuar a seguir as mesmas politicas que os criminosos deste tipo, que em vez
de julgados, devem ser abatidos.
A liberdade de expressão: A
temática deste trecho é o poder de se manifestar livremente sem a prática de
qualquer crime, e também que a liberdade de expressão é um bem precioso, mas
não impostos em diferentes culturas. Já a nossa opinião é que cada um é livre
para fazer o que quer, porem achamos que nós sempre somos os certos, e os
outros são os errados, mas temos que nos colocar no lugar do outro e tentar
entender que ele pensa de uma maneira diferente e aceita-lo.
A tolerância e os “valores
ocidentais”: Este assunto se refere ao que muitas coisas que a gente vê, que
não aceitamos, porém toleramos. Um exemplo são os muçulmanos vestindo aquelas
roupas sob qualquer circunstancia, muitos não aceitam isso, porém toleram
porque sabem que aquilo é de uma cultura diferente.
O choque de fanatismos, não de
civilizações: A ideia central é que as pessoas ocidentais acreditam numa coisa
e são fanáticas só por aquilo.
O valor da vida: Esse tema fala que
devemos repensar por tantas mortes de gente inocente, pois tem muita gente
inocente que morreu em conflitos. Temos que parar de julgar e viver a vida, é disso
que o mundo precisa. Se pararmos para pensar, ninguém quer saber da opinião dos
outros, são poucos que ligam pra isso, colocamos algo na cabeça, e só isso é o
certo. Porém existem pessoas que querem que você desista, alguns se deixam
levar por essas pessoas, e os que não se deixam levar sabem o verdadeiro valor
da vida, e tem a capacidade de pensar antes de agir, e não cometer justiça com
as próprias mãos.
Alunos: Pedro Sérgio Reis
Aluno:, Luiz Felipe
Vilanova
* A luta contra o terrorismo, tortura e democracia:
A ideia central é que a maioria das pessoas não
espera pela justiça, e sim agir com as próprias mãos. Com isso eles nem
percebem quantos inocentes matam, ou quantas pessoas são torturadas por coisas
sem cabimento. Perante isso devemos refletir se isso é mesmo o correto a se
fazer, continuar a seguir as mesmas politicas que os criminosos deste tipo, em vez de
presos e julgados, devem ser abatidos ou mortos.
*
A liberdade de expressão:
A temática nesse trecho é o poder de se manifestar
livremente sem a pratica de qualquer crime, e que a liberdade de expressão é um
bem muito precioso, mas são impostos diferentes em diferentes grupos. Já a
minha opinião é que cada um é livre pra fazer o que quer mas a gente sempre
acha que nos somos o certo ‘’eu que sei’’ e os outros são os errados, mas não
temos quer nos colocar no lugar do outro e tentar entende-lo que ele pensa de
uma forma diferente e aceita-lo.
* A tolerância e os "valores ocidentais":
A temática é a gente vê uma coisa, não aceita
aquilo, mais tolera. Tipo os mulçumanos com aquelas roupas num calorão muitos
de nos não aceitamos aquilo mais toleramos porque sabemos que aquilo é da
cultura deles.
* O choque de fanatismos, não de civilizações:
A ideia central é que as pessoas ocidentais acreditam
em uma coisa e são fanáticas só por aquilo.
* O valor da vida:
A ideia central é a gente repensar perante todas
essas mortes quantos inocentes não morre nesses conflitos? Pra mim as pessoas
tem que para de julgar e ir viver a vida delas. É isso que o mundo está
precisando. Se tu for parar pra pensar hoje em dia ninguém mais quer saber das
opiniões dos outros, são poucos os que ligam pra isso, colocamos algo na cabeça
e pretendemos alcançar esse objetivo, mas claro né sempre tem os invejosos que
fazem de tudo pra você desistir, alguns se deixam levar, e os que não se deixam
levar esses sim sabem o verdadeiro valos da vida e tem a inteligência de pensar
antes de agir, e não cometer justiça com as próprias mãos.
Aluna: Ketilyn Soares Ferreira
Aluna: Rubia Carla Bastiani
3ºII
“Eu não sou Charlie, je ne
suis pas Charlie” Leonardo Boff
Desde as épocas mais remotas, era possível notar que religião,
lugar e diferença sempre foram termos interligados, assim como o preconceito
que os Hebreus sofreram quando migraram para a Palestina, hoje, ainda se
encontra este tipo de infelicidade, no entanto, assim como a cultura e a
diferença entre os povos foram evoluindo cada vez mais, a rivalidade e a
violência envolvida nelas também.
O texto de Leonardo Boff tem como temática o atentado aos
Jornalistas da Charlie Hebdo, sofrido na França, que não só chocou os
habitantes locais como atraiu os olhares no mundo todo, e é claro que algo com
tamanha brutalidade, ganharia voz em diversos idiomas como aqui ganha uma simplificação,
em diversos tópicos.
·
O texto engloba as palavras de um padre, que
inicialmente defende a ideia de que a violência é algo sem fundamento, mesmo
que o próprio já a tenha cometido.
·
Com a citação “A morte de cada um diminui-me,
pois faço parte da humanidade” da razão ao sentido de que, por mais que
diferentes ainda somos iguais, e é por isso que tantas pessoas se comoveram com
o ocorrido.
·
De fato, negar que a Charlie Hebdo nunca tenha
provocado ou publicado algo que possa ser de certa forma polêmico em relação ao
Islã é mentira, mas é claro, assim como citado no texto, eles precisavam
evoluir, mas com a morte, nada disso teria chance alguma de acontecer.
·
Não que o padre seja advogado de alguém, mas, as
teses que apresenta em relação as charges, são de que as mesmas não só
representam o preconceito que hoje ainda existe em relação a xenofobia ou
religião, mas sim que possam ser até criminosas, incluído o fato da figura de
Maomé com fins maléficos.
·
Com a intensificação dos insultos e provocações,
processos contra a revista foram abertos, porém a vitória foi da mesma, e junto
disso, uma forma de incentivo para continuar realizando o seu ‘trabalho’.
·
Excessos devem ser punidos, como assim diz o
padre, assim deveria ser feito, pois atos precipitados geram consequências
inusitadas, e de alguma forma, era inevitável que tanta ofensa fosse recebida
de braços abertos.
·
Hoje encontramos uma França preta, em total
luto, um mundo comovido pela dor da perda, e uma visão de violência em ralação
aos Mulçumanos, mas como estaria o Islã esse tempo todo? Como estão os Árabes
que vivem na França e são totalmente descriminados?
·
Um pequeno movimento no twitter, em resposta ao
#JeSuisCharlie relatava sobre o policial mulçumano que foi morto defendendo a
“liberdade de expressão”, #JeNeSuisCharlie é o que representa a grande maioria
da comunidade islâmica, obrigada a conviver não só com o Jornal Diário mas com
seu ódio diário também começa a surgir, Je suis Ahmed, a França não é a única
com perdas.
·
Como citado no começo do texto, “não acho que
eles mereciam a morte, ninguém merece” mas dar ênfase a esta perda, não dá
razão para que o preconceito continue, e sim, para que ele acabe, antes que
outras vidas como estas, acabem antes dele.
Alunos: Daniella dos Santos Fraga
Aluno:
Nicolas Costa
Eu
não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)
Constata-se que Leonardo
Boff foi um padre e um historiador bem conceituado, que conhece e compreende a
situação atual da França. Boff proporciona o conhecimento sobre a complexidade.
Aqui vamos relatar alguns conceitos sobre a opinião de Leonardo Boff.
“A morte de cada homem
diminui-me, pois faço parte da humanidade; eis porque nunca me pergunto por
quem dobram os sinos: é por mim.”
Apesar de muitas vezes as
pessoas terem atitudes erradas, não lhes é direito tirar a vida do próximo.
Leonardo Boff acreditava na
mudança, na evolução e na conversação. Os cartunistas não mereceram levar tiro,
não que os morressem, mas que evoluíssem que mudassem. Constrangido pelos
atentados à verdade, à boa imprensa, a honestidade, que os canais de
comunicação brasileira promovem nesta ultima eleição.
Charlie Hebdo é uma revista
importante na França. Fundada em 1970, porém reconhecida apenas em 2006,
expandindo de uma forma bastante negativa. A revista publicou as charges do
jornal dinamarquês Jyllands-Poste. O motivo era em nome da “Liberdade de
Expressão”.
Phillipe Val era o editor
dessa revista na época, até 2009, depois substituído por Stephane Charbonnier,
sobre seu comando que a revista direcionou suas charges relacionadas ao Islã.
A França tem cerca de 6,2
milhões de muçulmanos. Porem não estão inseridos igualmente nessa sociedade,
sendo assim sofrendo preconceito e exclusões. Piorando a situação após o
atentado de World Trade Center.
Levando em conta alguns
consideram os cartunistas como heróis. As charges polêmicas de Charlie Hebdo
são perigosas até por um motivo, a Intolerância. Porque na religião muçulmana
seu ícone é o Profeta Maomé, que eles os tem o maior respeito, desrespeitando
isso, desrespeita todos os muçulmanos.
Atacar a cultura alheia
sempre é um ato imperialista. Na época as associações islâmicas se sentiram
ofendidas e decidiram processar a revista. Seria como um incentivo, relata a
Charlie Hedbo, intensificou as charges e textos contra Islã e contra o
cristianismo. Mas a maneira que o jornal retratava os muçulmanos era sempre
ofensiva. Os Islamistas sempre estavam caracterizados por suas roupas típicas,
sempre com armas ou fazendo alusões à violência, a partir disso cria-se uma generalização. Como se o Brasil fizesse uma charges sobre os
negros.
Observa-se que a cultura é
um fator de grande relevância quando se fala da relação entre a sociedade
francesa de muçulmanos com árabes, já que o preconceito dos franceses se inibi
quando árabes passam a ter comportamentos e usam vestimenta que se identificam
com eles.
Uma da defesa que os
muçulmanos franceses utilizavam diante do povo árabe, é em relação a religião,
já que eles abordaram a existência de críticas e ofensas, porém, não se é
motivo para atacados terroristas. Percebe-se então a presença de um povo
incapaz de dialogar.
O atentado poderia ser
evitado se a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo, já que algum discursos
aumentam o ódio e o rancor. Esse problema pode ser melhor selecionado na forma
de processos judiciais do que balas de fuzis ou bombas, mas para isso faz-se
necessário que se tenha tolerância de ambas as partes.
Atualmente a França
encontra-se como um país de luto, onde sua nação, sua cultura e seu modo de
vida foram atacados. Com o intuito de prevenir ações como essas, algumas
medidas foram tomadas, tendo como exemplo
a criação da lei que proíbe imigrante de expressar sua religião.
Por: Daniella dos Santos
Fraga e Nicolas Costa.
Não sou
Charlie (Leonardo
Boff)
Alunos: Aléxia
Aluno: Jhonatan
·
Leonardo boff deixa claro que
nenhum dos cartunistas “mereceu” levar tiros, e acreditava que eles poderiam,
evoluir, melhorar. Charlie Hebdo é uma revista de grande importancia na França,
sendo reconhecida no mundo todo com tantas reportagens, e noticias sobre ela.
·
Intolerancia: o profeta maome não
pode ser retratado na sua religiao. Desrespeitar isso, é como desrespeitar
todos os mulçumanos.
·
Atacar
a cultura alheia sempre é um ato imperialista, e a Charlie Hebdo abraçou esse incentivo
e publicou as charges e textos contra o Cristianismo, e o Islã.
·
A revista sempre apontou os
mulçumanos de forma agressiva, e ofensiva. Eles estavam sempre de roupas
tipicas, e sempre portando armas, ou fazendo algo violento.
·
O que a revista Charlie Hebdo
cometeu, não deixou de ser uma Islamofobia. Mostrando a
população marginalizada. Quem gosta de piadas, começa a ler e a acreditar quem
todos os muçulmanos são iguais, o que leva a uma serie mortes.
·
Leonardo boff concorda com a
censura em certos casos, como a da revista Charlie Hebdo, a veja, que leva
tantas mentiras, e acusações de grande preconceito para a casa de todas as
pessoas.
·
O atentado poderia ter sido
evitado, bastava que a justiça francesa tivesse punido a Charlie Hebdo no
primeiro comentario.
·
A revista não puniu a CharlieHebdo porcausa da liberdadede expressao, e
a lei das religioes não é a lei do pais.
Alunos:
Carlos M. Machado da S. Ramos
Aluno: Eduarda Cipriani Série: 3ª II
Disciplina: Filosofia
Disciplina: Filosofia
Charlie
Hebdo – Uma reflexão difícil
Análise crítica
Análise crítica
Temática:
A luta contra o
terrorismo, tortura e democracia.
Análise: A tragédia que chocou o mundo no dia 11 de setembro de 2001 ainda apresenta reflexos em nosso mundo atual. Não é de hoje que sabemos sobre a árdua batalha estadunidense perante ao terrorismo, representadas na maioria das vezes em torno de muçulmanos. Entretanto, é certo a batalha sangrenta que torna vítimas milhares de civis inocentes?
Análise: A tragédia que chocou o mundo no dia 11 de setembro de 2001 ainda apresenta reflexos em nosso mundo atual. Não é de hoje que sabemos sobre a árdua batalha estadunidense perante ao terrorismo, representadas na maioria das vezes em torno de muçulmanos. Entretanto, é certo a batalha sangrenta que torna vítimas milhares de civis inocentes?
Os
valores ocidentais são postos á prova e um estado de sítio que engloba a
população indefesa. Guerrear de tal forma não incentiva de um modo indireto a
resposta violenta de jovens radicalizados?
Rever seus modos de ataque e intervenções poderiam favorecer a paz. Mas e se não for suficiente para aplacar a fúria dos terroristas?
Rever seus modos de ataque e intervenções poderiam favorecer a paz. Mas e se não for suficiente para aplacar a fúria dos terroristas?
Temática: A liberdade de expressão
Análise: Minha liberdade termina quando a do outro inicia; eis uma frase de difícil interpretação e que muitos não sabem utilizá-la. Há vários exemplos de liberdade espalhados pelo mundo: Desde a reverência aos seus reis até um simples comentário feito de maneira agressiva. Cada grupo orientado sob determinada cultura.
Análise: Minha liberdade termina quando a do outro inicia; eis uma frase de difícil interpretação e que muitos não sabem utilizá-la. Há vários exemplos de liberdade espalhados pelo mundo: Desde a reverência aos seus reis até um simples comentário feito de maneira agressiva. Cada grupo orientado sob determinada cultura.
É óbvio que os cartunistas não souberem qual o fim
da sua liberdade, expondo ao ridículo uma população em massa já muito criticada
e colocada em foco de maneira obscura. Porém, isso não justifica tirar a vida
de nenhum ser humano. Será que não estamos caminhando para uma guerra camuflada
pelo direito á liberdade?
Temática:
A
tolerância e os "valores ocidentais"
Análise: É comum vermos em telejornais notícias de repreensão à cultura que procura uma nova vida na Europa. Fugidos da guerra e de ataques terroristas precisam travar outra batalha ao se depararem com um povo que não possuí seus braços abertos para quem precisa de um novo lugar.
Porém, há dois lados da mesma moeda: O medo que toma conta da população Europeia ao se ver frente a frente com uma cultura marcada pelo terrorismo. De tal forma, há os tolerantes e os intolerantes, alimentados por valores ocidentais, formados por perspectivas diferentes.
Análise: É comum vermos em telejornais notícias de repreensão à cultura que procura uma nova vida na Europa. Fugidos da guerra e de ataques terroristas precisam travar outra batalha ao se depararem com um povo que não possuí seus braços abertos para quem precisa de um novo lugar.
Porém, há dois lados da mesma moeda: O medo que toma conta da população Europeia ao se ver frente a frente com uma cultura marcada pelo terrorismo. De tal forma, há os tolerantes e os intolerantes, alimentados por valores ocidentais, formados por perspectivas diferentes.
A crise social cercada do desemprego e da má
proteção – principalmente entre jovens – é a fagulha necessária para se
incendiar toda uma massa que já sofre com o preconceito comum, além do
étnico-religioso, fazendo da convivência algo quase impossível.
Temática:
O choque de fanatismos, não de civilizações
Análise: Em nossa história constam diversas histórias relacionadas aos fanatismos religiosos, desde a cruzada até a inquisição espanhola.
“Em nome da religião, tudo é validado”. O conflito entre fanáticos religiosos tende a arrebentar a corda para o lado mais fraco. O extremismo, pelo menos na última década, matou milhares de muçulmanos não fanáticos que deveriam viver na laicidade, sendo respeitados por seus valores e cultura e colocou em prova aqueles que pensavam que tudo estava “okay”. Estaríamos diante de uma nova guerra fria?
Análise: Em nossa história constam diversas histórias relacionadas aos fanatismos religiosos, desde a cruzada até a inquisição espanhola.
“Em nome da religião, tudo é validado”. O conflito entre fanáticos religiosos tende a arrebentar a corda para o lado mais fraco. O extremismo, pelo menos na última década, matou milhares de muçulmanos não fanáticos que deveriam viver na laicidade, sendo respeitados por seus valores e cultura e colocou em prova aqueles que pensavam que tudo estava “okay”. Estaríamos diante de uma nova guerra fria?
Temática:
O valor da vida.
Análise: Deveríamos amar aos próximos, não julgá-los e matá-los. As distintas religiões deveriam viver pacificamente, afinal, não há somente um Deus? A repulsa e a falta de consideração ao próximo choca aqueles que sentem-se penalizados pela falta de amor e respeito e, que acima de tudo, entendem que a diferença nos torna igual.
Análise: Deveríamos amar aos próximos, não julgá-los e matá-los. As distintas religiões deveriam viver pacificamente, afinal, não há somente um Deus? A repulsa e a falta de consideração ao próximo choca aqueles que sentem-se penalizados pela falta de amor e respeito e, que acima de tudo, entendem que a diferença nos torna igual.
Demonizar
uma religião não é o caminho que deveríamos trilhar.
Aluna
: Ianaele Baptistoti
Série
: 3ª EMI
Ao
ler o artigo “ Charlie Hedbo : uma
reflexão difícil ”, de Boaventura de Sousa Santos onde é feito uma analise
do crime cometido contra os jornalista e cartoonistas , é coloca cinco tópicos
para se chegar a conclusões deste ato
bárbaro .
A
luta contra o terrorismo, tortura e democracia:
-
A morte de vários civis inocentes quase todos mulçumanos, provocados pela
extrema agressividade do Ocidente;
-Jovens
islâmicos radicais declaram que a sua radicalização nasceu da revolta contra
tanta violência impune.
A
liberdade de expressão :
- É um bem precioso mas tem limites, e a verdade é
que a esmagadora maioria deles são impostos ´por aqueles que defendem a
liberdade sem limites sempre que é a “sua “ liberdade a sofrê-los;
-
Charlie Hedbo não reconhecia limites para insultar os mulçumanos , mesmo que
muitos dos cartoons fossem propagandas racista e alimentassem a onda
islamofóbica e anti-imigrante ;
-
Refletir sobre as contradições a assimetrias na vida vivida dos valores que
alguns creem ser universais.
A
tolerância e os “valores ocidentais “:
-
O contexto onde o crime ocorreu é denominado por duas correntes de opinião ,
nenhuma delas favorável á construção de uma Europa inclusiva e intercultural :
a pulsão anti-imigrante é evidente, a outra corrente é a da tolerância ;
-Estas
populações são um fardo , mas temos de as “aguentar”, até porque nos são uteis,
no entanto, só devemos fazer se elas forem moderadas e assimilarem os nossos
valores. Mas o que são os ‘valores ocidentais “?
O
choque de fanatismo, não de civilizações :
-
Não estamos perante um choque de civilizações , ate porque a cristã tem as
mesma raízes que a islâmica;
-
Na ultima década , a esmagadora maioria das vitimas de todos os fanatismos
(incluindo o islâmico) são populações mulçumanas não fanáticas.
O
valor da vida :
-
a repulsa total e incondicional que os europeus sentem perante estas mortes
devem-nos fazer pensar por que razão não
sentem a mesma repulsa perante um numero igual ou muito superior de mortes
inocentes em resultados de conflitos ?
-Certamente
que a diferença na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de
europeus brancos , de cultura cristã , vale mais que a vida de europeus ou de
europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões ;
-Será
então porque estes últimos estão mais longe dos europeus ou são pior conhecidos
por eles ? Mas o mandato cristão de amar o próximo permite tais distinções ?
O
atentado terrorista em Paris matou vários cartunistas da revista Charlie Hebdo,
um ato de crueldade que só se ouve falar de um lado e não buscam informações
mais profundas para que englobe todo o caso repercutido.
A
revista Charlie Hebdo foi fundada em 1970, mas 90% do mundo só conheceram em
2006 através de charges em nome da “liberdade de expressão”. Em 2009 quando
trocou o editor da revista às publicações de charges relacionadas ao Islã se
intensificaram e ainda mais após o atentado que a revista sofreu em 2011.
Pensamentos
de Boff:
·
Não
acho que nenhum dos cartunistas “mereceu” levar um tiro, ninguém o merece,
acredito na mudança, na evolução, na conversão. Em momento nenhum, eu quis que
os cartunistas da Charlie Hebdo morressem. Mas eu queria que eles evoluíssem
que mudassem...
Leonardo Boff acredita
na mudança, e na evolução das pessoas, para que não chegasse ao ponto de
extrema brutalidade, como foi o atentado terrorista.
Na
religião muçulmana, há um princípio que diz que o Profeta Maomé não pode ser
retratado, de forma alguma. Isto é uma crença Islâmica, e desrespeitar isso
desrespeita todos os muçulmanos. Atacar
a cultural ou religião alheia é um ato imperialista.
Mas os
tribunais franceses são conhecidos pela xenofobia (preconceito com raças,
culturas e crenças) e também pela intolerância, fazendo assim um incentivo para
a Charlie Hebdo que intensificou ainda mais as charges e textos contra o Islã.
·
“Mas isso é motivo para matarem os caras?”.
Não. Claro que não. Ninguém em sã consciência apoia os atentados. Os três
atiradores representam o que há de pior na humanidade: gente incapaz de
dialogar. Mas é fato que o atentado poderia ter sido evitado. Bastava que a
justiça tivesse punido a Charlie Hebdo no primeiro excesso, assim como
deveria/deve punir a Veja por suas mentiras. Traçasse uma linha dizendo: “Desse
ponto vocês não devem passar”.
Boff é a favor do dialogo e da justiça, pois se tudo tivesse
sido dialogado e a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo nada teria
acontecido. Ele diz que isso é censura, fala também que não a defende não fala
que deveria existir uma lista de palavras ou situações que deveriam ser
banidas, mas fala que cada caso deve ser julgado “os excessos devem ser
banidos, pois é melhor que as consequências venham na forma de processos
judiciais do que de balas de fuzis ou bombas”.
Naiara e Anderson da Silva 3°2
Charlie Hebdo.
Uma reflexão difícil
·
A luta contra o
terrorismo, tortura e democracia.
Conflito contra o terrorismo que está sendo executado pelos
EUA e
seus aliados, que iniciou-se após o 11 de setembro vem
trazendo mortes
para ambos os lados. Já na França o atentado contra a
revista, teve uma
resposta dita pela França que os criminosos não terão
um julgamento,
mas sim a pena de morte.
Todos esses acontecimentos causam uma insegurança nas
pessoas de
Todo o mundo, por que não sabem aonde irá ocorrer o próximo
atentado. É
necessário que tenha um ótimo modo para conter esses
ataques de
qualquer forma mais sem trazer ricos para as pessoas
inocentes.
·
Liberdade de
expressão
Sendo muito preciosa tem limites, impostos pelas pessoas
que
defendem a liberdade sem limites. Em muitos países ela é
usada para
defender os mais pobres e para fazer críticas aos
governantes.
Os limites são imensos mais muitos não os cumprem. Charlie
não sabia
reconhecer esses limites na hora de insultar os mulçumanos.
A maneira de se expressar muda de lugar para lugar, então é
certo
pensar bem antes de falar pois poderá ofender alguém.
·
A tolerância e os
valores da vida.
Quando um crime ocorre na França ele ė dominado por duas
correntes de opinião, uma delas que a Europa seja mais
inclusiva.
Outra corrente é a da tolerância já que a Europa tem que
aguentar por
que eles poderiam ser úteis.
Após muitos séculos de atrocidades esses valores não são
mais respeitados.
O mundo poderia ser melhor se esses valores fossem
respeitados.
·
O choque de
fanatismo, não de civilizações.
A história mostra que muitos fanatismos estão relacionados
a
interesses econômicos e políticos, não beneficia as pessoas
que sofrem
com o fanatismo. Mas o certo e que na última década isso
trouxe um
grande número de mortes.
Os conflitos que ocorrem pelo fanatismo geram um
desconforto para
as pessoas que não creem em outras religiões, mas sendo
muitas creem
na igualdade entre todos.
·
O valor da vida
A repulsa que os europeus sentem perante a estas mortes nos
faz
pensar por que razão não sentem a mesma repulsa ao número
igual ou
maior de mortos inocentes nestes conflitos.
Os valores da vida certamente não podem estar baseados na
ideia de que
a vida dos europeus brancos vale mais do que a vida dos que
tem a cor
da pele diferente ou tem outras religiões.
A vida tem um valor que não pode ser decidido pela cor da
pele,
crença ou cultura, mas sim pelo modo de agir perante a um
momento ou
fase difícil que esta vivenciando.
Aluna: Naiara Araújo
Charlie Hebdo.
Uma reflexão difícil
·
A
luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Conflito contra o
terrorismo que está sendo executado pelos EUA e
seus aliados, que
iniciou-se após o 11 de setembro vem trazendo mortes
para ambos os lados. Já
na França o atentado contra a revista, teve uma
resposta dita pela
França que os criminosos não terão um
julgamento,
mas sim a pena de
morte.
Todos esses
acontecimentos causam uma insegurança nas pessoas de
Todo o mundo, por que
não sabem aonde irá ocorrer o próximo atentado. É
necessário que tenha um
ótimo modo para conter esses ataques de
qualquer forma mais sem
trazer ricos para as pessoas inocentes.
·
Liberdade
de expressão
Sendo muito preciosa tem limites, impostos
pelas pessoas que
defendem a liberdade
sem limites. Em muitos países ela é usada para
defender os mais pobres
e para fazer críticas aos governantes.
Os limites são imensos
mais muitos não os cumprem. Charlie não sabia
reconhecer esses
limites na hora de insultar os mulçumanos.
A maneira de se expressar muda de lugar para
lugar, então é certo
pensar bem antes de
falar pois poderá ofender alguém.
·
A
tolerância e os valores da vida.
Quando um crime ocorre
na França ele ė dominado por duas
correntes de opinião,
uma delas que a Europa seja mais inclusiva.
Outra corrente é a da
tolerância já que a Europa tem que aguentar por
que eles poderiam ser
úteis.
Após muitos séculos de
atrocidades esses valores não são mais respeitados.
O mundo poderia ser melhor se esses valores
fossem respeitados.
·
O
choque de fanatismo, não de civilizações.
A história mostra que
muitos fanatismos estão relacionados a
interesses econômicos e
políticos, não beneficia as pessoas que sofrem
com o fanatismo. Mas o
certo e que na última década isso trouxe um
grande número de
mortes.
Os conflitos que ocorrem pelo fanatismo geram
um desconforto para
as pessoas que não
creem em outras religiões, mas sendo muitas creem
na igualdade entre
todos.
·
O
valor da vida
A repulsa que os europeus sentem perante a
estas mortes nos faz
pensar por que razão
não sentem a mesma repulsa ao número igual ou
maior de mortos
inocentes nestes conflitos.
Os valores da vida certamente não podem estar
baseados na ideia de que
a vida dos europeus
brancos vale mais do que a vida dos que tem a cor
da pele diferente ou tem
outras religiões.
A vida tem um valor que
não pode ser decidido pela cor da pele,
crença ou cultura, mas
sim pelo modo de agir perante a um momento ou
fase difícil que esta
vivenciando.
Alunos:Marcelo
H. Giacomozzi e Jaqueline Pereira
Charlie
Hebdo:Uma reflexão difícil
- Boaventura
de Souza Santos
Temática: A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Análise: O
modo que é lidado o terrorismo de radicais religiosos pelo povo ocidental, o
tópico coloca em questão se esse método é correto ou não.
É estranho pensar sobre o que foi dito nesse
parágrafo, pois não parece ser viável tentar a comunicação com um povo que há
muito tempo somente respondido com atos violentos por simples fanatismo
religioso infelizmente talvez não se tenha outra maneira de se lidar tirando a
força bruta.
Temática: A liberdade de expressão.
Análise: Basicamente
é toda embasada na seletividade da liberdade de expressão e como ela muda de
grupo em grupo, chegando a ser subjetivo o que se pode falar ou não,
exemplificando um cristão não vai gostar da imagem de deus sendo ridicularizada
e vai tentar censurar.
É impossível discordar disso principalmente no Brasil
aonde se vê tanta censura para os comediantes, aonde se certa religião é
utilizada para comedia os praticantes se sentiram ofendidos, mas as pessoas de
fora não, logo os praticantes vão lá e tenta censurar, um exemplo mais claro é
o Dvd do “Rafinha Bastos” que foi censurado por sua piada direcionada a “APAE”
Temática: A tolerância e os "valores ocidentais".
Análise: É posto a prova quanto de
inocência os europeus tem quanto suas invasões ao resto do mundo, pois ate que
ponto eles não são como o estado islâmico para ir lá fora e fazer com que todo
o mundo siga a cultura europeia e seus valores,além do certo
xenofobismo que se é criado no pais contra todos os orientais como se todos
eles fossem terroristas.
Como
foi dito no texto os europeus erraram também ao tentar modificar a cultura de
um país, mas nada justifica o método que esta sendo usado pra retaliar essa
tentativa de modificar a cultura, como também não é certo a xenofobia por parte
dos europeus perante a eles generalizando e assim atacando toda uma nação.
Temática: O choque de fanatismos, não de civilizações.
Análise: Antes mesmo dos atentados
terroristas atuais que vemos nas Televisões tínhamos as cruzadas que mataram
milhões em nome do cristianismo logo podemos dizer que essa guerra atual contra
o Islamismo seja somente mais uma das caçadas que vemos fanáticos pregarem em
nome de algum deus, ou seja, utilizar o nome de sua religião como uma desculpa
para promover o ódio entre os povos.
Ódio
que não é somente Islâmico, mas como também de todo tipo de fanático, sendo ele
religioso ou não, no fim toda a população acaba morrendo por sua crença
querendo ela impor sua crença para o resto do mundo ou não.
Temática: O valor da vida.
Análise: Finalmente é posto em
questão o porquê da morte do cartunista causar tanta polemica, e a morte de
milhões de habitantes de fora de Europa não causar nenhum tipo de choque para
os europeus, sendo que um cartunista foi morto, mas tirando ele varias outras
pessoas de diferentes povos são mortas todo dia por estes mesmos fanáticos.
Basicamente
devemos ver a plasticidade dessas mortes, podemos ver que as mortes que causam
algum tipo de comoção até agora foram a do cartunista e as execuções filmadas
pelos extremistas podemos assim analisar que só foi feita comoção quando tivemos
algum tipo de plasticidade, ou seja, foram mortes palpáveis assim chamaram a atenção do povo,mas que infelizmente não
passa disso.
Alunos: Igor M. da Rosa
e Rafael R. Goulart
Série: 3º2
A
luta contra o terrorismo, tortura e democracia
Tema: Sabe-se que os
EUA e seus aliados travam uma constante guerra contra o terrorismo do ocidente,
mas, não se pode interligar diretamente a “rincha” entre os islâmicos e o país
norte americano, com a tragédia de Charlie Hebdo. Porem sabe-se que a
agressividade dos países ocidentais causou a morte de vários civis inocentes,
(a maioria mulçumanos) além de terríveis torturas contra diversas pessoas
indefesas.
Crítica: A crítica esta
plenamente concentrada nas mortes e torturas que os islâmicos causaram em
diversos mulçumanos (a maioria inocente), na tragédia contra os jornalistas e
cartunistas de Charlie Hebdo, onde que, muitos jovens islâmicos radicais,
afirmam que a sua radicalização, nasceu da revolta contra tanta violência
impune. Portanto deve-se refletir se estamos seguindo o caminho correto, para
dizer um basta a violência que atingiu os mulçumanos ou se devemos escolher uma
nova política.
Liberdade
de expressão
Tema: A liberdade de
expressão é um bem preciosos onde a sociedade impões autonomia nas pessoas
estabelecendo deveres, onde que os limites dessa liberdade estão presentes e
devem sempre ser respeitados onde que até mesmo Charlie Hebdo, colocava
limites, como no caso do jornalista Maurice Siné que foi despedido por escrever
uma crônica alegada como antissemita. Isso significa que os limites estão
presentes mas são diferentes para cada grupo.
Crítica: Aparentemente
Charlie não conhecia os limites para insultar os muçulmanos, onde que muitos
dos cartoons eram propagandas racistas e alimentavam a onda islamofóbica e
anti-imigrante que estava muito presente na França e na Europa. Os cartoons
mostravam os profetas em poses pornográficas, apresentavam muçulmanas como
escravas entre outras formas tidas para os islâmicos como insultos. Em fim a
liberdade de expressão é um tesouro que deve ter limites para não ofender
outras culturas, e as mesmas ficarem revoltadas como que aconteceu.
A
tolerância e “Valores ocidentais”.
Tema: Formado por duas
correntes de opiniões, em que nenhuma delas é favorável à construção de uma
Europa inclusiva e intercultural. As mais radicais são com certeza as
islamofóbicas e anti-imigrante. A ação anti-imigrante é eminente,
principalmente pois aqueles povos, não querem-nos entre eles, e pra eles nós
não estando perto deles é a solução. Alem disso tem a questão da tolerância.
Essas populações, são muito distintas de nós tem outras culturas, outros
hábitos, outras formas de viver e a gente tem de aceitar isso deles, pois é bem
possível que eles pensem o mesmo de nós. A única forma é tentarmos assimilar os
nossos valores com os deles.
Crítica: Mesmo com
diferentes culturas e costumes devemos tolerar as atitudes daqueles povos, pois
os mesmos tem culturas diferentes, e assim pensam diferente de nós, pode-se
dizer que eles são “uma pedra nos nossos sapatos”, mas mesmo assim eles tem sua
importância no mundo, o que se deve fazer é tentar aproximar os nossos valores
com os deles. Logo descobrir quais são os “Valores ocidentais”, é um grande
desafio, pois os contextos históricos ora afirmam uma coisa ora outra. Mas uma
coisa é certa. Com a crise social que foi provocada pelo aumento de desemprego,
e a questão do radicalismo por parte dos jovens, os mesmos hoje sofrem
discriminação étnico-religiosa.
.
O
choque de fanatismos, não de civilizações.
Tema: O caso ocorrido
não foi ocasionado por um choque de civilizações, mas sim por um fanatismo
louco pela religião, pois o islamismo e o cristianismos nasceram da mesma raiz.
Ao longo da história pode-se perceber que o fanatismo e seus confrontos,
estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos cujo quais nunca
beneficiaram os fanáticos. Até mesmo uma religião pacífica como o budismo
massacrou milhares de membros da Tamil do Sri Lanka, do mesmo modo como os
fundamentalistas hindus massacraram as populações mulçumanas.
Crítica: Uma defesa
intercultural sem limites, onde muitas populações não se conhecem e se
enfrentam constantemente para defender seus “ideais” é uma forma louca de
fanatismo que esta corroendo o nosso mundo, fazem uma história atemporal de
pequenos tempos transformando países como Jihadistas do Emirato Islâmico, que
eram tidos como combatentes de liberdade e hoje são tidos como terroristas. E
agora? O que ira acontecer? Ninguém sabe. Somente sabemos que nas ultimas
décadas, uma imensa corrente de fanáticos vem atacando diversas populações
muçulmanas não fanáticas.
O
valor da vida
Tema: A repulsa que os
Europeus sentem pelas mortes da tragédia de Charles Hebdo, é extremamente
grande, mas por os mesmo não sentem isso com varias pessoas inocentes que
morreram em resultados de conflito que no fundo tenham algo a ver com esse
crime? No mesmo dia 37 jovens morreram no yemen. No verão passado, a invasão
israelita causou a morte de 2000 palestinos, dos quais 1500 eram civis e 500
eram crianças. Certamente que a diferença na reação não esta ligada a vida dos
Europeus valer mais do que a dos outros mortos, mas sim ao caso ter acontecido
na Europa e então repercutiu diretamente a eles não indiretamente.
Crítica: A crítica esta
concentrada no valor da vida, sobre o ato de um amar o outro e de que ninguém
tem o direito de tirar uma vida. Por que os países ocidentais mesmo sabendo
disso muitas vezes tiram a vida de inocentes perante a um ato que embora tenha
os insultado não da o direito de o direito da pessoa tirar o direito da vida do
outro. A violência esta sendo um caos que esta dominando o mundo e atingindo
diversas pessoas de diversas raças, por questões matérias, por princípios, entre outras coisas
que abalam o mundo e causando um terremoto avassalador, na democracia. Muitas
vezes, o senso comum esta presente na mente dessas pessoas e realizam atos que
poderiam ser evitados e transformar o mundo o deixando cada vez melhor. Embora
o senso comum talvez esteja presente naqueles povos, o pior ainda seria o nosso
senso comum de acreditar que a tragédia que aconteceu la na Europa, não possa
acontecer aqui, como já atacam nações mulçumanas que não seriam fanáticas,
poderiam muito bem atacar católicos, como não aceitam outras culturas, poderiam
muito bem tentar dominar outras nações, os exemplos e fatos que poderiam causar
uma tragédia aqui em nossa região seriam distintos, o “efeito borboleta” é algo
muito presente nos dias atuais e poderia drasticamente atingir o nosso país e
então matar milhares de inocentes como já ocorreu violando os direitos humanos.
Alunas: Auri S. R.
Durkop
Aluna: Brenda de
Assunção
Série: 3ª2
Charlie
Hebdo: Uma reflexão difícil.
1-A
luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
a- Temática central: As
guerras e tragédias causadas devido o terrorismo e rivalidade entre o ocidente
e oriente.
b- Crítica: Nem sempre
a violência é a melhor opção para acabar com a guerra.
2-A
liberdade de expressão.
a- Temática central:A
liberdade existe, porém tem seus limites, limites esses que são impostos por
pessoas de poder e influência na sociedade, e cada sociedade tem limites
diferentes.
b- Crítica: As pessoas
que não respeitam esses limites de liberdade, acabam por ofender outras
pessoas, o que gera inúmeras consequências.
3-A
tolerância e os "valores ocidentais".
a- Temática central: A
Europa é dividida ao meio, existem os que não aceitam os imigrantes e querem se
livrar deles, porque os consideram inimigos. E existem os que consideram os
imigrantes um fardo, mas toleram se forem de forma moderada e seguirem seus
valores ocidentais.
b-Crítica: Não se sabe
ao certo o que são os valores, que foram motivos de grandes atrocidades, desde
a violência colonial até a segunda guerra mundial, e porque eles variam ao
decorrer do tempo.
4-O
choque de fanatismos, não de civilizações.
a- Temática central: Os
conflitos gerados nos dias de hoje não acontecem devido a diferença de cultura,
e sim pelo fanatismo religioso, onde a pessoa só aceita sua crença como a
certa.
b- Crítica: O mundo
poderia ter várias religiões convivendo tranquilamente entre si se não fosse
pelo fanatismo, o excesso de crença em uma única religião gera conflitos entre
diversas civilizações.
5-O
valor da vida.
a- Temática central:
Mortes ocasionadas pelo mesmo motivo, a guerra entre fanáticos religiosos,
porém com peso e repercussão diferentes
para os Europeus.
b- Crítica: A vida de
Europeus brancos vale mais que a vida de outros povos ou até mesmo de Europeus
de outras cores e religiões.
Alunas:
Crislaine Gambeta
Aluna:
Pâmella do Nascimento
Charlie
Hebdo: Uma reflexão difícil
1-
A luta contra o
terrorismo, tortura e democracia.
a) Crítica:
Não se deve relacionar o problema dos EUA e da França contra os islâmicos, pois
os franceses foram atacados após zombarem da religião dos islâmicos. A maioria
dos jovens islâmicos vem sendo radicais por causa da justiça impune. Os EUA
matam mais islâmicos inocentes do que islâmicos já mataram. Conclusão... Os franceses
foram os mais errados da história dos atentados, pois foram eles que começaram
o zombamento com Maomé.
2- A
liberdade de expressão.
a) Crítica:
Deve – se ter limites na hora de expressar sua opinião sobre algo, ou haverá
grande desentendimentos por parte dos criticados.
O
jornal Charlie Hebdo não conhecia limites, pois já era muito criticado por suas
críticas racistas e islamofobicas e anti – migrantes. A charge do profeta Maomé
teve razão para deixar os islâmicos irritados, pois pense bem, se fosse de Jesus
nas mesmas posições pornográficas, haveria uma grande revolta por parte dos
cristãos.
3- A
tolerância e os valores ocidentais
a) Parte
das opiniões na França são islamofóbicas e anti – imigrantes, por isso essa
severidade com os islâmicos, eles acham que ali no território deles estão sendo
odiados pelos imigrantes e a pequena parte tolerante, atualmente é um fardo que
possa ser útil futuramente se os valores forem mudados. Os franceses que antes
aderiram como seu lema: igualdade, liberdade e fraterninade. Hoje impedem os
imigrantes de terem isso.
Com
o aumento da crise social, ocorre o aumento do desemprego, e assim jovens
desocupados tendem a buscar sua vida com os radicais.
4- O
choque de fanatismos, não de civilizações.
a) Os islâmicos cometeram mais do que um ato de
crença, eles são fanáticos por sua religião e por isso cometem grandes atos
terroristas.
5- O
valor da vida.
a)
Se a Europa sentiu
tanto remorso pelas mortes na França, porque não sente o mesmo pelo grande
númerode inocentes mortos todos os anos nos países menos desenvolvidos, como a
Paletstina, México, Israel. Isso nos faz pensar, será que eles acham a vida dos
brancos, cristãos, melhor ou com mais valor do que os de outros lugares ou
outra religião?
Matéria: Filosofia
Aluna: Munique Cristina
Sperandio
3ª2
Professor: Paulo Cesar
Eu não sou Charlie, je
ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)
O texto relata um
atentado que ocorreu em Paris, que provocou a morte de vários cartunistas.
Conta-se só um lado do atentado, pois a mídia elimina tudo que ela não quer que
seja transmitido. Um padre que é teólogo e historiados, conhece bem a situação
da França, irá detalhar melhor os acontecimentos e fará uma reflexão.
1º paragrafo: O padre
condena os atentados em Paris, condena todos os atentados e toda a violência,
apesar de muitas vezes xingar e ficar bravo, era da paz e se esforçava para ter
controle de suas emoções.
2º paragrafo: O padre
condena a morte dos cartunistas e acredita ainda na mudança da mídia, que ela
seja honesta, que não promova mentiras, como as que foram ditas ao povo
mulçumano e compara com a imprensa brasileira que promoveu varias mentiras na
eleição.
3º paragrafo: A Charlie
Hebdo é uma revista importante na França, fundada em 1970. Apesar disso 90% do
mundo só foi conhecer a revista em 2006, de uma forma bastante negativa, por
ter pulicado a charge do jornal dinamarquês Jyllands-Posten.
4º paragrafo: Philippe
Val, editor da revista escreveu um texto em 2000 chamando os palestinos de não
civilizados o que gerou criticas. Ficou no comando ate 2009, quando foi
substituído por Stéphane Charbonnier e por seu comando intensificou as charges
sobre o Islã.
5º paragrafo: Na França
existem vários mulçumanos, muitos imigrantes das ex-colonias. Eles não são
iguais nessa sociedade e a grande maioria é pobre e vitima de muitos
preconceitos e exclusões.
6º paragrafo: Os
cartunistas mortos são considerados como heróis e gigantes do humor. As
polemicas charges de Charlie Hebdo e os comentários políticos do colunista da
veja são de péssimo gosto, perigosas e
criminosas.
7º paragrafo: Retrata
os péssimos gostos da charge, o primeiro é a intolerância, há um principio na
religião mulçumana de que Maomé não pode ser retratado de forma alguma. É
preciso que o Islã esteja tão banalizado quanto o catolicismo.
8º paragrafo: Ele não
esta falando em atacar alguns indivíduos radicais, o alvo é o Islã. Há décadas
o culturalistas falam que impor valores e atacar a cultura alheia é um ato
imperialista.
9º paragrafo: Charlie
Hebdo intensificou as charges e textos contra o Islã e contra o cristianismo.
10º paragrafo: O jornal
falava dos mulçumanos sempre de maneira ofensiva. Os seguidores Islamicos
caracterizavam-se por suas roupas típicas e por sempre estarem portando armas e
cometendo violência. O alvo é somente os “indivíduos radicais”, a partir do
momento que somente esses são mostrados, cria-se uma generalização. Como no
Brasil, onde cria-se uma charge de um negro assaltante, sendo que ela não
critica os negros de modo geral, mas sim os negros que assaltam.
11º paragrafo: Na
França tem 10% de mulçumanos que são marginalizados, as piadas direcionadas aos
mulçumanos sempre são preconceituosa. Se as piadas retratam os árabes como
terroristas, o mundo acredita nisso. Charlie Hebdo promoveu as Islamofobia com
suas charges.
12º paragrafo: Charlie
se defendia dizendo que criticava os católicos, ninguém aguentava calado as
ofensas. Mas ir matar os cartunistas não era necessário, os atirados não
representam a cultura islâmica, mas sim o pior tipo de pessoas na humanidade.
Isso não teria acontecido se a justiça tivesse punido Charlie Hebdo no primeiro
ato de preconceito contra as religiões e qualquer outro tipo de cultura,
colocando até um ponto que pode se falar sobre esse assunto.
13º paragrafo: Mesmo
sendo uma censura, pois certos assuntos ou criticas devem ser evitadas, deve-se
pensar muito antes de fazer uma critica ou defender alguma crença.
14º paragrafo: Todos os
casos devem ser analisados separadamente e julgados de acordo.
15º paragrafo: A França
é um país de luto, sendo que quando começaram o atentado, já sabiam o que iria
acontecer.
16º paragrafo: Pen
declarou “a nação foi atacada, a nossa cultura, o nosso modo de vida. Foi a
eles que a guerra foi declarada”. Isso mostra o sentimento de ódio em relação
aos mulçumanos e os islamistas em geral. Muitos chargistas em uma tentativa de
homenagear as vitimas, desenharam armas feitas com canetas. Os locais de culto
islâmico foram atacados, um deles com uma granada. Os discurso de Le Pen, pedia
que a França declarasse “Guerra ao fundamentalismo”, mas para os xenófobos era
“Guerra aos mulçumanos”.
Escola: Escola de Educação Básica São João Batista
Alunas: Priscila Loskar
Rachow
Aluna: Shirley Maier
Ferreira
Disciplina: Filosofia
Serie/turma: 3 II
“Charlie Hebdo: Uma reflexão
difícil
A luta contra o
terrorismo, tortura e democracia
·
Tema: Charlie Hebdo e a
luta contra o terrorismo.
·
Crítica: Podemos ver
que muitos radicais declaram que sua radicalização nasceu da revolta contra
tanta violência impune, eles se sentem sem a proteção do estado, assim entram
para o terrorismo com intuito de proteger suas vidas e fazer justiça com as
próprias mãos, mas com isso acabam banalizando a democracia, matando pessoas
inocentes e desrespeitando os direitos humanos.
A liberdade de
expressão
·
Tema: É um bem precioso
mas tem limites.
·
Crítica: Os limites
existem, mas são diferentes para diferentes grupos de interesse. A liberdade de
expressão é um direito fundamental, mas não pode ser usado para justificar a
violência é preciso ter bom censo.
A tolerância e os “valores
ocidentais “
·
Tema: A pulsão
anti-imigrante e a tolerância.
·
Crítica: Ninguém põe
hoje em causa o valor da liberdade, mas já o mesmo não se pode dizer dos
valores da igualdade e da fraternidade, onde todos são iguais e devem viver em
união, o que não está acontecendo. A civilização europeia tem sido
anti-imigrante mas sabem que os imigrantes são uteis por isso necessitam ser
tolerantes, contudo os imigrantes também devem assimilar os valores da
civilização europeia para ai sim viverem com igualdade e fraternidade.
O choque de fanatismos,
não de civilizações
·
Tema: Fanatismo.
·
Crítica: Choque não é
entre as civilizações, mas sim pelo fanatismo entre as religiões que se titulam
umas melhores que as outras, umas sendo obrigadas a adotar as outras, assim
ocorrendo muitos massacres.
O valor da vida
·
Tema: Mortes dos
inocentes.
·
Crítica: Certamente que a diferença na reação não
pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos, de cultura
cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras cores e
de culturas assentes noutras religiões ou regiões. Eles tem se importado mais
com os conflitos em geral, do que com as pessoas inocentes que morrem a cada
dia por conta destes conflitos o que não deveria acontecer.
Aluno: Luiz Henrique
C. Debastiani
Turma: 3ª E.M.I
Je ne
suis pas Charlie.
Leonardo
Boff, condena os atentados em Paris, assim como a mídia também o faz, mas
diferente dos veículos de comunicação, ele também condena o humor politicamente
incorreto dos membros da revista Charlie Hebdo, que acabou sentenciando suas
próprias mortes.
Mas
pelo que possa dar a entender, ele não acha que os cartunistas “mereceram”
levar os tiros, pois ninguém o merece. O que ele queria é que os cartunistas da
revista, mudassem, pudessem evoluir. Ainda constrangido com os atentados à verdade, à boa imprensa, à honestidade que a mídia
brasileira promoveu nessa última eleição.
A
Charlie Hebdo é um importante revista francesa, mas que só conseguiu destaque
mundial em 2006, de uma forma bastante negativa: republicando charges
do jornal dinamarquês Jyllands-Posten, alegando ser em nome da “Liberdade de
Expressão”. E a revista ainda se envolveu em outras polêmicas, com seu antigo
editor Philippe Val, e o seu sucessor Stéphane “Charb” Charbonnier, morto no
atentado de Paris.
Boff
crítica a intolerância da revista, ignorando preceitos da religião muçulmana. E
também incentivando o ódio perante a religião Islã e ao cristianismo, isso após
ganhar uma causa contra associações islâmicas que se sentiram ofendidas com as
primeiras publicações da revista, funcionando como um incentivo para eles.
A maneira
como o jornal retratava os muçulmanos era sempre ofensiva. Sempre
caracterizados com suas roupas típicas, utilizando armas ou fazendo alusões à
violência.
Alguns argumentam
que o alvo era somente “os indivíduos radicais”, mas quando apenas esses
indivíduos são mostrados, acaba se criando uma generalização.
Os
quadrinhos, capas e textos da Charlie Hebdo promoviam ataques ao islamismo, também
criticando o judaísmo e o cristianismo, mas isso não quer dizer que se outras
religiões não reagiam as ofensas, que os Islã também não deveria reagir.
Claro
que isso não é motivo para as mortes que ocorreram, os atiradores que mataram
os membros da revista, representam o que há de mais ruim na humanidade. Mas é
fato que tudo isso poderia ter sido evitado, se a justiça francesa tivesse
punido a Charlie Hebdo no seu primeiro excesso.
Leonardo
Boff não apoia a censura como pode estar parecendo, ele apenas pensa que quando
necessário ela deve ser utilizada, de uma forma rígida, seja para repreender o
racismo e a homofobia, ou no caso da Charlie Hebdo, a Islamofobia.
Ele
mesmo deixa claro que não defende a censura prévia e que não deveria ter uma lista de
palavras/situações que deveriam ser banidas do humor. Apenas que cada caso deve
ser julgado. É melhor que as consequências venham na forma de processos
judiciais do que de balas de fuzis ou bombas.
Atualmente
na França, se tem um país de luto, mas que ainda há alguns urubus mais espertos
do que outros, e já começamos a ver onde o atentado vai dar. Em um discurso
Marilene Le Pen mostra exatamente as raízes da islamofobia, declarando guerra
ao fundamentalismo, mas nos ouvidos dos xenófobos ecoa como “guerra aos
muçulmanos”, e ela sabe disso.
Por isso
tudo, apesar de lamentar e repudiar o ato bárbaro do atentado, assim como
Leonardo Boff e muitos outros, eu não sou Charlie. Je ne suis pas
Charlie.
Alunos: Munique
Cristina Sperandio
Aluino: Paulo Albernaz do Santos
Eu não sou Charlie, je
ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)
O texto relata um
atentado que ocorreu em Paris, que provocou a morte de vários cartunistas.
Conta-se só um lado do atentado, pois a mídia elimina tudo que ela não quer que
seja transmitido. Um padre que é teólogo e historiados, conhece bem a situação
da França, irá detalhar melhor os acontecimentos e fará uma reflexão.
1º paragrafo: O padre
condena os atentados em Paris, condena todos os atentados e toda a violência,
apesar de muitas vezes xingar e ficar bravo, era da paz e se esforçava para ter
controle de suas emoções.
2º paragrafo: O padre
condena a morte dos cartunistas e acredita ainda na mudança da mídia, que ela
seja honesta, que não promova mentiras, como as que foram ditas ao povo
mulçumano e compara com a imprensa brasileira que promoveu varias mentiras na
eleição.
3º paragrafo: A Charlie
Hebdo é uma revista importante na França, fundada em 1970. Apesar disso 90% do
mundo só foi conhecer a revista em 2006, de uma forma bastante negativa, por
ter pulicado a charge do jornal dinamarquês Jyllands-Posten.
4º paragrafo: Philippe
Val, editor da revista escreveu um texto em 2000 chamando os palestinos de não
civilizados o que gerou criticas. Ficou no comando ate 2009, quando foi
substituído por Stéphane Charbonnier e por seu comando intensificou as charges
sobre o Islã.
5º paragrafo: Na França
existem vários mulçumanos, muitos imigrantes das ex-colonias. Eles não são
iguais nessa sociedade e a grande maioria é pobre e vitima de muitos
preconceitos e exclusões.
6º paragrafo: Os
cartunistas mortos são considerados como heróis e gigantes do humor. As
polemicas charges de Charlie Hebdo e os comentários políticos do colunista da
veja são de péssimo gosto, perigosas e
criminosas.
7º paragrafo: Retrata
os péssimos gostos da charge, o primeiro é a intolerância, há um principio na
religião mulçumana de que Maomé não pode ser retratado de forma alguma. É
preciso que o Islã esteja tão banalizado quanto o catolicismo.
8º paragrafo: Ele não
esta falando em atacar alguns indivíduos radicais, o alvo é o Islã. Há décadas
o culturalistas falam que impor valores e atacar a cultura alheia é um ato
imperialista.
9º paragrafo: Charlie
Hebdo intensificou as charges e textos contra o Islã e contra o cristianismo.
10º paragrafo: O jornal
falava dos mulçumanos sempre de maneira ofensiva. Os seguidores Islamicos
caracterizavam-se por suas roupas típicas e por sempre estarem portando armas e
cometendo violência. O alvo é somente os “indivíduos radicais”, a partir do
momento que somente esses são mostrados, cria-se uma generalização. Como no
Brasil, onde cria-se uma charge de um negro assaltante, sendo que ela não
critica os negros de modo geral, mas sim os negros que assaltam.
11º paragrafo: Na
França tem 10% de mulçumanos que são marginalizados, as piadas direcionadas aos
mulçumanos sempre são preconceituosa. Se as piadas retratam os árabes como
terroristas, o mundo acredita nisso. Charlie Hebdo promoveu as Islamofobia com
suas charges.
12º paragrafo: Charlie
se defendia dizendo que criticava os católicos, ninguém aguentava calado as
ofensas. Mas ir matar os cartunistas não era necessário, os atirados não
representam a cultura islâmica, mas sim o pior tipo de pessoas na humanidade.
Isso não teria acontecido se a justiça tivesse punido Charlie Hebdo no primeiro
ato de preconceito contra as religiões e qualquer outro tipo de cultura,
colocando até um ponto que pode se falar sobre esse assunto.
13º paragrafo: Mesmo
sendo uma censura, pois certos assuntos ou criticas devem ser evitadas, deve-se
pensar muito antes de fazer uma critica ou defender alguma crença.
14º paragrafo: Todos os
casos devem ser analisados separadamente e julgados de acordo.
15º paragrafo: A França
é um país de luto, sendo que quando começaram o atentado, já sabiam o que iria
acontecer.
16º paragrafo: Pen
declarou “a nação foi atacada, a nossa cultura, o nosso modo de vida. Foi a
eles que a guerra foi declarada”. Isso mostra o sentimento de ódio em relação
aos mulçumanos e os islamistas em geral. Muitos chargistas em uma tentativa de
homenagear as vitimas, desenharam armas feitas com canetas. Os locais de culto
islâmico foram atacados, um deles com uma granada. Os discurso de Le Pen, pedia
que a França declarasse “Guerra ao fundamentalismo”, mas para os xenófobos era
“Guerra aos mulçumanos”.
Aluno: Andrei Dias dos Santos;
Turma: 3 EMI.
Turma: 3 EMI.
• A luta contra o terrorismo, tortura e
democracia: os ataques feitos pelo Ocidente ao Oriente, principalmente contra
os jovens mulçumanos que se tornam radicais islâmicos.
Críticas:
1- Não há ligação direta entre os ataques de 11 de Setembro e a tragédia do Charlie Hebdo.
2- Entramos num clima de guerra civil de baixa intensidade, para acabar com a violência.
• A liberdade de expressão: os diferentes limite que existem, na liberdade de expressão, para os diferentes grupos de interesse.
Críticas:
1- Esses limites são impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites.
2- Na América Latina, a mídia, clama pela liberdade de expressão para insultar os governos e ocultar o bom que estes têm feito.
3- O Charlie Hebdo não reconhecia limites para insultar os mulçumanos, com propagandas racistas que alimentavam a onda islâmofóbica e anti-imigrante.
• A tolerância e os "valores ocidentais": os europeus se sentem ameaçados na política, sendo que "os inimigos habitam junto a nós", mas existe uma tolerância quanto a isso, eles têm que aguentar, até porque lhe são úteis.
Críticas:
1- No contexto em que se estabeleceu o crime, é dominado por duas correntes que não contribuem para a construção de uma Europa inclusiva e intercultural.
2- O que ou quais são os valores ocidentais.
3- Por que razão, dependendo do contexto de certas situações, ora afirmam uns ora se afirmam outros.
• O choque de fanatismos, não de civilizações: o budismo, hinduísmo e cristianismo na história são causadoras de massacres em nome da fé.
Críticas:
1- A história mostra como muitos choques de fanatismos estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos.
2- A maioria das vítimas de todos os fanatismos(inclusive o islâmico) são populações mulçumanas não fanáticas.
• O valor da vida: a repulsa incondicional que os europeus sentem perante estas mortes na tragédia deve-nos fazer pensar por que razão não sentem o mesmo perante um número igual ou superior de inocentes em resultado de conflitos.
Críticas:
1- A diferença não deve estar baseada na ideia que a vida de europeus vale mais que a de outros.
2- O mandato cristão de amar o próximo permite distinções?
Críticas:
1- Não há ligação direta entre os ataques de 11 de Setembro e a tragédia do Charlie Hebdo.
2- Entramos num clima de guerra civil de baixa intensidade, para acabar com a violência.
• A liberdade de expressão: os diferentes limite que existem, na liberdade de expressão, para os diferentes grupos de interesse.
Críticas:
1- Esses limites são impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites.
2- Na América Latina, a mídia, clama pela liberdade de expressão para insultar os governos e ocultar o bom que estes têm feito.
3- O Charlie Hebdo não reconhecia limites para insultar os mulçumanos, com propagandas racistas que alimentavam a onda islâmofóbica e anti-imigrante.
• A tolerância e os "valores ocidentais": os europeus se sentem ameaçados na política, sendo que "os inimigos habitam junto a nós", mas existe uma tolerância quanto a isso, eles têm que aguentar, até porque lhe são úteis.
Críticas:
1- No contexto em que se estabeleceu o crime, é dominado por duas correntes que não contribuem para a construção de uma Europa inclusiva e intercultural.
2- O que ou quais são os valores ocidentais.
3- Por que razão, dependendo do contexto de certas situações, ora afirmam uns ora se afirmam outros.
• O choque de fanatismos, não de civilizações: o budismo, hinduísmo e cristianismo na história são causadoras de massacres em nome da fé.
Críticas:
1- A história mostra como muitos choques de fanatismos estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos.
2- A maioria das vítimas de todos os fanatismos(inclusive o islâmico) são populações mulçumanas não fanáticas.
• O valor da vida: a repulsa incondicional que os europeus sentem perante estas mortes na tragédia deve-nos fazer pensar por que razão não sentem o mesmo perante um número igual ou superior de inocentes em resultado de conflitos.
Críticas:
1- A diferença não deve estar baseada na ideia que a vida de europeus vale mais que a de outros.
2- O mandato cristão de amar o próximo permite distinções?
Escola de Educação
Básica São João Batista, 16/02/2015
Alunos: Gabriela
Piva
Série: 3º II
Aluno: Gabriel Picolli
Eu
não sou Charlie, je ne suis pas Charlie
Todos nós soubemos o quanto
religião é um assunto polêmico quando debatidos sem consciência das diferentes
opiniões que habitam entre nós, e o quanto gera e já gerou discussões e debates
para descobrir quem ou o que está correto, mas infelizmente as vezes acabamos
extrapolando e fazendo do assunto um alvo violento, atingindo não apenas nosso
Brasil, e sim o mundo inteiro, em cada canto dos hemisférios .O texto de Leonardo Boff trás
consigo uma das noticias que mais chocaram o Brasil e o mundo: A morte de
cartunistas franceses em Paris.
Dentre tais fatos
percebe-se:
1.
Inicialmente, trata-se de pensamentos de
um padre relacionado à violência, na qual o mesmo diz que a tenha cometido,
assim como nós cometemos muitas vezes, seja de maneira corporal ou verbal.
2.
Relata a polêmica que foi gerada
através dos cartunistas da Charlie Hebdo , na qual ofendeu grandes nações pela
maneira que se foram expostas as
opiniões sobre os muçulmanos e outros diversos religiosos.
3.
A morte de um grupo de pessoas em
consequência a falta de tolerância e respeito em relação ao povo alheio, é
sinônimo de ideias mal repassadas, ‘’alfinetando’’ leitores de outros lugares.
4.
A
liberdade de expressão exposta de maneira incorreta, o que trouxe ofensas aos
muçulmanos, e mesmo que a justiça tenha interferido, a vitória foi da revista,
o que intensificou o interesse da revista em divulgar sua imagem.
5.
Exclusão e preconceito pelos muçulmanos,
o que os fazem ser conhecido como ‘’segunda classe’’. Mas... Será mesmo que o maior problema no
mundo é a religião? Não é isso que faz o mundo carregar tamanha revolta.
6.
Uso da imagem de Maomé para atingir os
muçulmanos crentes do profeta, foi sem dúvida um dos maiores abusos, aliás,
esse tipo de preconceito não deveria de existir em um mundo tão intelectual com
gerações tão bem informadas. Aliás, nenhum preconceito deveria de existir.
7.
Ataque à cultura alheia e imposição aos
valores culturais de etnias diferentes de forma ofensiva e desrespeitosa é algo
que devem ser mudado e isso depende de cada um de nós.
8.
Exposição aos costumes e atos muçulmanos
para ganhar mais espaço na mídia
9.
Houve em todo o caso, falta de diálogo
para resolver toda essa polêmica de maneira correta, sem violências para ambas
as partes.
10.
Todo o ocorrido trás razões para que leis
sejam instituídas e assim, de forma correta e segura, amenize tamanhas críticas
em torno de diferentes opiniões, crenças e culturas.
Escola de Educação Básica São João Batista, 16/02/2015
Alunos: Gabriela Piva Série: 3º II
Gabriel Picolli
Professor: Paulo Cézar - Filosofia
Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie
Todos nós soubemos o quanto religião é um assunto polêmico quando debatidos sem
consciência das diferentes opiniões que habitam entre nós, e o quanto gera e já gerou
discussões e debates para descobrir quem ou o que está correto, mas infelizmente as
vezes acabamos extrapolando e fazendo do assunto um alvo violento, atingindo não
apenas nosso Brasil, e sim o mundo inteiro, em cada canto dos hemisférios .O texto de
Leonardo Boff trás consigo uma das noticias que mais chocaram o Brasil e o mundo:
A morte de cartunistas franceses em Paris.
Dentre tais fatos percebe-se:
1. Inicialmente, trata-se de pensamentos de um padre relacionado à violência, na
qual o mesmo diz que a tenha cometido, assim como nós cometemos muitas
vezes, seja de maneira corporal ou verbal.
2. Relata a polêmica que foi gerada através dos cartunistas da Charlie Hebdo , na
qual ofendeu grandes nações pela maneira que se foram expostas as opiniões
sobre os muçulmanos e outros diversos religiosos.
3. A morte de um grupo de pessoas em consequência a falta de tolerância e respeito
em relação ao povo alheio, é sinônimo de ideias mal repassadas, ‘’alfinetando’’
leitores de outros lugares.
4. A liberdade de expressão exposta de maneira incorreta, o que trouxe ofensas aos
muçulmanos, e mesmo que a justiça tenha interferido, a vitória foi da revista, o
que intensificou o interesse da revista em divulgar sua imagem.
5. Exclusão e preconceito pelos muçulmanos, o que os fazem ser conhecido como
‘’segunda classe’’. Mas... Será mesmo que o maior problema no mundo é a
religião? Não é isso que faz o mundo carregar tamanha revolta.
6. Uso da imagem de Maomé para atingir os muçulmanos crentes do profeta, foi
sem dúvida um dos maiores abusos, aliás, esse tipo de preconceito não deveria
de existir em um mundo tão intelectual com gerações tão bem informadas. Aliás,
nenhum preconceito deveria de existir.
7. Ataque à cultura alheia e imposição aos valores culturais de etnias diferentes de
forma ofensiva e desrespeitosa é algo que devem ser mudado e isso depende de
cada um de nós.
8. Exposição aos costumes e atos muçulmanos para ganhar mais espaço na mídia
9. Houve em todo o caso, falta de diálogo para resolver toda essa polêmica de
maneira correta, sem violências para ambas as partes.
10. Todo o ocorrido trás razões para que leis sejam instituídas e assim, de forma
correta e segura, amenize tamanhas críticas em torno de diferentes opiniões,
crenças e culturas.
TEXTOS DA TERCEIRA III
TEXTOS DA TERCEIRA III
Aluna: Ana júlia Gonçalves –
3 inovador
O atentado terrorista em Paris matou
vários cartunistas da revista Charlie Hebdo, um ato de crueldade que só se ouve
falar de um lado e não buscam informações mais profundas para que englobe todo
o caso repercutido.
A revista Charlie Hebdo foi fundada em
1970, mas 90% do mundo só conheceram em 2006 através de charges em nome da
“liberdade de expressão”. Em 2009 quando trocou o editor da revista às
publicações de charges relacionadas ao Islã se intensificaram e ainda mais após
o atentado que a revista sofreu em 2011.
Pensamentos
de Boff:
·
Não
acho que nenhum dos cartunistas “mereceu” levar um tiro, ninguém o merece,
acredito na mudança, na evolução, na conversão. Em momento nenhum, eu quis que
os cartunistas da Charlie Hebdo morressem. Mas eu queria que eles evoluíssem
que mudassem...
Leonardo
Boff acredita na mudança, e na evolução das pessoas, para que não chegasse ao
ponto de extrema brutalidade, como foi o atentado terrorista.
Na religião muçulmana, há um princípio que diz que o Profeta
Maomé não pode ser retratado, de forma alguma. Isto é uma crença Islâmica, e
desrespeitar isso desrespeita todos os muçulmanos. Atacar a cultural ou religião alheia é um ato
imperialista.
Mas os tribunais franceses são conhecidos pela xenofobia
(preconceito com raças, culturas e crenças) e também pela intolerância, fazendo
assim um incentivo para a Charlie Hebdo que intensificou ainda mais as charges
e textos contra o Islã.
·
“Mas isso é motivo para matarem os caras?”.
Não. Claro que não. Ninguém em sã consciência apoia os atentados. Os três
atiradores representam o que há de pior na humanidade: gente incapaz de
dialogar. Mas é fato que o atentado poderia ter sido evitado. Bastava que a
justiça tivesse punido a Charlie Hebdo no primeiro excesso, assim como
deveria/deve punir a Veja por suas mentiras. Traçasse uma linha dizendo: “Desse
ponto vocês não devem passar”.
Boff é a favor do dialogo e da justiça, pois se
tudo tivesse sido dialogado e a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo nada
teria acontecido. Ele diz que isso é censura, fala também que não a defende não
fala que deveria existir uma lista de palavras ou situações que deveriam ser
banidas, mas fala que cada caso deve ser julgado “os excessos devem ser
banidos, pois é melhor que as consequências venham na forma de processos
judiciais do que de balas de fuzis ou bombas”.
Alunas:
Jaqueline Melim Peixer
Aluna: Júlia Manoela F. M. Delfes
Turma: 3ª3
Professor: Paulo
Cesar
Disciplina:
Filosofia
Texto: Eu não
sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)
O texto de Leonardo Boff gira praticamente
em torno de uma palavra: Liberdade de expressão. O padre acompanhava as charges
e condenava esse e qualquer outro tipo de violência, mas acreditava que mesmo
assim os cartunistas poderiam evoluir.
Leonardo Boff nos mostra que os cartunistas
estavam errados por dois motivos: a intolerância e a maneira ofensiva como o
jornal retratava os muçulmanos. O que ele quis dizer com intolerância, é a
falta de respeito com que eles trataram a crença Islâmica desrespeitando também
a todos os crentes desta religião.
Já quando ele critica a maneira ofensiva do
jornal de retratar os muçulmanos, ele expõe a seguinte frase: “Os adeptos do
Islã sempre estavam caracterizados por suas roupas típicas, e sempre portando
armas ou fazendo alusões à violência, com trocadilhos infames com “matar” e
“explodir”, frase essa que para uns era direcionado aos "indivíduos radicais",
mas acabava criando-se uma generalização.
O padre ainda dá ênfase à frase de um poeta
satírico francês onde diz que "costumes são corrigidos rindo-se
deles", e a piada acaba tendo esse poder de excluir e ao mesmo tempo,
generalizar. Também destacamos a parte em que ele fala da censura, que nem toda
a censura é ruim, porque ela pode nos colocar limites e "dizer" até
que ponto podemos chegar, já que um dos significados da palavra
"Censura" é repreender, e
diante desses e outros motivos, o padre e o Boff, não são Charlie!
Alunos: Douglas Tridapalli de Oliveira,
Aluno: Nilson Genésio Soares
Junior,
Aluno: Victor Coelho.
Charlie
Hebdo: Uma Reflexão Difícil
No primeiro Parágrafo,
o escritor apresenta o caso ocorrido com os cartunistas da revista, pedindo ao
leitor que observe sua matéria. O escritor fala sobre o que os leitores devem
tirar como lição do atentado contra a revista Charlie Hebdo. O escritor apresenta
seu texto em subtítulos para poder falar dos fatos organizadamente sobre o
tema.
1- A Luta Contra O Terrorismo, tortura
e democracia: Segundo o escritor, não existe nenhuma
ligação dos atentados de 11 de setembro de 2001 com o atentado de Charlie
Hebdo. Vários jovens muçulmanos estão sofrendo torturas o que fazem ter
revoltas e quererem se defender. O escritor acredita que estamos a França está
chegando a um guerra civil e ele se pergunta: Quem ganha com ela na Europa?
2- A Liberdade de Expressão:
A liberdade de expressão é algo valioso, porém tem seus limites. A expressão
deve ser feita sem ofender o próximo, respeitar sua cultura e seus costumes.
Segundo o escritor existem diferentes grupos de interesse. Você pode opor algo
contra, por exemplo, o trabalho de um governo, porém sem ofendê-lo. O Escritor
acredita que a revista Charlie Hebdo ofendia muito os mulçumanos e isto acabou
causando grande revolta entre um destes grupos que resolveram se defender de
uma forma nada certa.
3- A tolerância e “os valores ocidentais”:
O
escritor cita duas correntes de opinião que segundo ele, derrubam a Europa,
estas correntes acabam causando preconceitos por causa da política e faz
acontecer vários atentados e revoltas entre as pessoas. O escritor também cita
que estrangeiros sofrem muito na Europa preconceitos, normalmente estes
preconceitos ocorrem por causa da religião.
4- O Choque Fanatismo, Não De
Civilizações: Segundo o Escritor, o leva também a
estes atentados é o fanatismo, que é um grande louvor a tal religião que acaba achando
que as outras estão erradas. Alguns locais tem sua cultura muito preservada e
quando acaba chegando alguém neste local de uma cultura diferente, causa
revolta aos moradores, porém isto não deveria acontecer.
5- O Valor
Da Vida: O escritor cita atentados ocorridos em todo mundo, segundo o
escritor os religiosos fanáticos deviam seguir a parte de paz que suas
religiões falam. Políticos deviam discutir mais sobre este tema e para que
aconteça uma união entre as nações.
Série: 3°III
Alunos: Polliany
wisintainer
Aluno: Rafael Cipriani
Aluna: Kauana Souza
Aluna: Escola Educação
basica sao joao batista – 3° 3
MODERAÇÃO,
NEM TUDO É LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
Com uma analisada rápida no
acontecimento que abalou a Europa e o mundo, fato esse nas instalações da
revista Charlie Habdo, onde com uma forma mal sucedida de se expressar, os
cartunistas acabaram que com suas charges insultassem todo um povo, uma
cultura. Ofendidos alguns mulçumanos resolveram que num ato determinados por
alguns como vingança, realizaram um massacre, levando o óbito a alguns
cartunistas da revista.
A ideia de levar o humor a algumas
pessoas acabou se tornando choro de algumas famílias, onde esse acontecimento
levou a refletir, onde quem estaria certo e quem estaria errado, podemos determinar
que a violência gerou-se dos dois lados, sendo a violência física realizada
pelos mulçumanos, e também pela revista sendo assim uma violência verbal, que
insultou um povo que já sobre a algum tempo por tragédias e atos de preconceito
em relação a outras religiões e povos do mundo.
O crime foi realizado, e podemos
estabelecer que a liberdade de expressão fosse ultrapassada pelos cartunistas,
não impondo limite, e não se interagindo com o respeito. Não devemos achar que
ao impor nossas criticas e ideias a publico, mesmo insultando alguns ou
faltando com respeito, tudo esta bem por liberdade de expressão é isso, devemos
nos impor a limite, respeito, onde nossa
liberdade termina aonde a do outro sujeito começa.
Aluno: Jeison Paulo
Celestino
Aluno: Taynara Machado
Aluno: Nádia Formento
Escola Educação Básica
São João Batista – 3° serie 3
DOIS
LADOS DA VERDADE!
Com um contexto levado
totalmente para a liberdade, e suas teorias, com uma ênfase para a liberdade de
expressão. O acontecimento na Charlie Hebdo levou as pessoas a elevarem seus
pensamentos sobre a violência que vem se manifestando a cada ano, motivados por
aspectos que interverem no social, intelectual e também físico.
O acontecimento na
revista pode ser entendido com vários aspectos que podem gerar criticas e
também apoio, dependendo o ponto de vista de cada pessoa que possa estar a
analisar o fato ocorrido. Onde os erros
cometidos partiram dos dois lados, sendo da própria revista e também dos islamitas
que por sua sentiram ofendidos com a charge humorista que por meio estava numa
das edição da revista. Podemos colocar que a violência gerou-se dos modos, com
o massacre, que abalou a população, sendo algo inesperado, porem palavras também
fere, com uma charge humorística que nem para todos gerou risadas, e que por mal
expressada, acabou se tornando uma violência verbal. Um insulto a toda uma
cultura mulçumana, sendo um povo que sofre por tragédias e alguns atos de
preconceito, em relações outras religiões mundiais.
Podemos colocar como ênfase
também de todo esse contexto, a liberdade de expressão, onde os cartunistas
apenas estejam fazendo suas criticas através de suas charges, expressando suas
opinião e defendendo seus pontos de vistas, porem a tolerância tem que ser
levada a nível de assunto, liberdade de expressão não significa que tudo estará
a verídico sendo por assim sua opinião, Precisamos estabelecer um respeito,
algo que possa sim, expressar opinião, desde que não julguemos e insultamos
outras instituições, outras raças , outros seres , que como nos tem seus ideias
e seus modo de convivência.
Não estabelecendo
ligações diretas, em que uns dois lados estejam com sua justificativa
aceitável. Mais sim um fato ocorrido não tolerável para a construção de uma
convivência melhor entre povos.
Aluna:
Daniela Mariano
Turma:
3° 3
A
luta contra terrorismo, tortura e democracia- As guerras que constituem as
mortes de muitos jovens inocentes. Muitos jovens são sugeridos as guerras e
assim não terão tempo para curtir sua vida. E muitos jovens islâmicos se
revoltaram com muita guerra no país A liberdade de expresão- Existem vários
tipos de se expressar, e a liberdade tem limites. Só que Charlie não reconhecia
os limites para lidar com os mulçumanos. Divulgavam muitas coisas insultando os
negros, eles eram racistas. Muitas mulheres gravidas eram levadas para a
pornografia Tolerância e os valor es ocidentais- Valores da igualdade e da
fraternidade, esses dois valores fundaram o Estado social de bem-estar.
Tolerância possui problemas da liberdade e existem possibilidades de fazer
escolhas, porém existem circunstâncias que impedemessas escolhas O choque de
fanatismo, não de civilizações- Estão perante um choque de fanatismo a história
mostra como muitos dos fanatismos e seus choques tiveram relacionados com interesses
econômicos e políticos. O valor da vida- Fazer com que a humanidade se sinta
mais cristã, que se pegue mais ao lado religioso. No verão passado a invasão
islaelista causou a morte de 2000 palestinos dos quais cerca de 1500 civis e
500 crianças.
Alunos: Luana Montibeller.
Aluno: Lucas José de Oliveira.
Série: 3ª III.
Disciplina: Filosofia.
Análise:
Charlie
Hebdo: Uma Reflexão Difícil
O jornal satírico francês
"Charlie Hebdo", cuja redação foi alvo de ataque terrorista no começo
de janeiro é digno de uma analise urgente, sob pena de continuarmos a atear um
fogo que amanhã pode atingir as escolas dos nossos filhos, as nossas casas, as
nossas instituições e as nossas consciências.
Eis algumas pistas para tal analise:
Tópico: A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Ideia Central: Pessoas
inocentes sofrem com terrorismo e violência impunes, onde as providências
incorretas geram mais violência.
Critica: “É sabido que
muitos jovens islâmicos radicais declaram que a sua radicalização nasceu da
revolta contra tanta violência”
Isto, no entanto faz sentido, a partir
do momento em que são travadas “guerras” como no caso do atentado, em que a
resposta francesa é praticamente a mesma dos terroristas, pois optaram por
matá-los e estarem garantidos, em vez de aplicar penas contra ambas as partes,
investindo na democracia, segurança do povo e desarmamento, onde estariam
clamando por Paz.
Tópico: A liberdade de expressão.
Ideia Central: A liberdade de
expressão tem limites, porém é mal interpretada por certas pessoas que criam
seus próprios limites, e não respeitam os dos demais.
Critica: “É um bem
precioso, mas tem limites, e a verdade é que a esmagadora maioria deles são
impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites sempre que é a “sua”
liberdade a sofrê-los.
Assim, muitas pessoas e principalmente
os cartunistas franceses, que de fato muitas vezes esqueceram que “a minha
liberdade termina onde a do outro começa”, não reconhecem ou talvez até mesmo
para provocar outros povos e suas crenças, não respeitam os limites impostos
pelos demais, onde acabam atingindo dessa maneira o ápice da intolerância
alheia.
Tópico: A tolerância e os “valores ocidentais”.
Ideia Central: A tolerância e
“os valores ocidentais” não estão contribuindo para uma Europa inclusiva e
intercultural, onde pessoas estrangeiras não estão sendo bem recebidas pelo
fato de generalizarem as características a todos os membros de tais países.
Critica: “O crime ocorreu
dominado por duas correntes de opinião... A mais radical é frontalmente
islamofóbica e anti-imigrante”, neste contexto por se sentir ameaçada a Europa costuma
restringir pessoas vindas de países terroristas, por exemplo, que vem em busca
de paz principalmente, onde não são recebidas de maneira receptiva. A outra
corrente é a da “tolerância”, onde “agüentam tais fardos”, ou seja, pessoas,
por serem úteis, porém desde que tenham consciência dos “valores ocidentais”
que acabam por nos deixarem em duvida, pois ora se afirmam uns ora se afirmam
outros, já que lutam pelo valor da liberdade e esquecem da igualdade e da
fraternidade perante pessoas estrangeiras, e acabam por serem pivôs de tanto
radicalismo.
Tópico: O choque de fanatismos, não de civilizações.
Ideia Central: As idéias
fanáticas de religiões das pessoas é que criam as guerras e não as idéias
relacionadas a interesses sociais e econômicos.
Critica: Mesmo a religião
cristã tendo as mesmas raízes da islâmica, cada uma optou por adotar suas
crenças e deuses, acabando por criarem “choques” por tanto fanatismo. Na Europa,
por exemplo, foi o caso das cruzadas, da evangelização das populações
coloniais, entre outros... Fora temos de exemplo Israel que em nome da religião
continua a impune limpeza étnica da Palestina...
Assim, a defesa da laicidade sem limites
numa Europa intercultural está criando extremismos que acabam por tornarem
vitimas pessoas que teriam direito de cultura, educação, e outros diversos
valores.
Tópico: O valor da vida.
Ideia Central: O valor da vida
tornar-se mínimo para os terroristas não é tão espantoso quanto é para a população e autoridades européias.
Critica: Perante muitas
mortes revoltantes anteriormente e até mesmo no dia do atentado ao jornal, as
autoridades européias não se importaram com tamanha violência, como citado no
texto:
“No mesmo dia 37 jovens foram mortos no Yemen num atentado bombista... Foram assassinados 102 jornalistas por defenderem a liberdade de imprensa”.
“No mesmo dia 37 jovens foram mortos no Yemen num atentado bombista... Foram assassinados 102 jornalistas por defenderem a liberdade de imprensa”.
Entretanto, em relação aos cartunistas
do jornal Chalie Hebdo, não só as autoridades européias pararam mais sim boa
parte do mundo, mesmo sendo “Charlie Hebdo' e a arte de provocar” muitos se
sentiram “atingidos” e mesmo tendo a possibilidade de em vez de terrorismo
terem clamado por respeito, existem questões que nos deixam em duvida do certo
ou errado, pois o mandato cristão de amar o próximo parece que não servia para
tais cartunistas e autoridades que agem em prol de si mesmas.
Referência:
http://cartamaior.com.br/?/Coluna/Charlie-Hebdo-Uma-reflexao-dificil/32618
Alunos: Luana Montibeller.
Aluno: Lucas José de Oliveira.
Série: 3ª III.
Disciplina: Filosofia.
Análise:
Charlie
Hebdo: Uma Reflexão Difícil
O jornal satírico francês
"Charlie Hebdo", cuja redação foi alvo de ataque terrorista no começo
de janeiro é digno de uma analise urgente, sob pena de continuarmos a atear um
fogo que amanhã pode atingir as escolas dos nossos filhos, as nossas casas, as
nossas instituições e as nossas consciências.
Eis algumas pistas para tal analise:
Tópico: A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Ideia Central: Pessoas
inocentes sofrem com terrorismo e violência impunes, onde as providências
incorretas geram mais violência.
Critica: “É sabido que
muitos jovens islâmicos radicais declaram que a sua radicalização nasceu da
revolta contra tanta violência”
Isto, no entanto faz sentido, a partir
do momento em que são travadas “guerras” como no caso do atentado, em que a
resposta francesa é praticamente a mesma dos terroristas, pois optaram por
matá-los e estarem garantidos, em vez de aplicar penas contra ambas as partes,
investindo na democracia, segurança do povo e desarmamento, onde estariam
clamando por Paz.
Tópico: A liberdade de expressão.
Ideia Central: A liberdade de
expressão tem limites, porém é mal interpretada por certas pessoas que criam
seus próprios limites, e não respeitam os dos demais.
Critica: “É um bem
precioso, mas tem limites, e a verdade é que a esmagadora maioria deles são
impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites sempre que é a “sua”
liberdade a sofrê-los.
Assim, muitas pessoas e principalmente
os cartunistas franceses, que de fato muitas vezes esqueceram que “a minha
liberdade termina onde a do outro começa”, não reconhecem ou talvez até mesmo
para provocar outros povos e suas crenças, não respeitam os limites impostos
pelos demais, onde acabam atingindo dessa maneira o ápice da intolerância
alheia.
Tópico: A tolerância e os “valores ocidentais”.
Ideia Central: A tolerância e
“os valores ocidentais” não estão contribuindo para uma Europa inclusiva e
intercultural, onde pessoas estrangeiras não estão sendo bem recebidas pelo
fato de generalizarem as características a todos os membros de tais países.
Critica: “O crime ocorreu
dominado por duas correntes de opinião... A mais radical é frontalmente
islamofóbica e anti-imigrante”, neste contexto por se sentir ameaçada a Europa costuma
restringir pessoas vindas de países terroristas, por exemplo, que vem em busca
de paz principalmente, onde não são recebidas de maneira receptiva. A outra
corrente é a da “tolerância”, onde “agüentam tais fardos”, ou seja, pessoas,
por serem úteis, porém desde que tenham consciência dos “valores ocidentais”
que acabam por nos deixarem em duvida, pois ora se afirmam uns ora se afirmam
outros, já que lutam pelo valor da liberdade e esquecem da igualdade e da
fraternidade perante pessoas estrangeiras, e acabam por serem pivôs de tanto
radicalismo.
Tópico: O choque de fanatismos, não de civilizações.
Ideia Central: As idéias
fanáticas de religiões das pessoas é que criam as guerras e não as idéias
relacionadas a interesses sociais e econômicos.
Critica: Mesmo a religião
cristã tendo as mesmas raízes da islâmica, cada uma optou por adotar suas
crenças e deuses, acabando por criarem “choques” por tanto fanatismo. Na Europa,
por exemplo, foi o caso das cruzadas, da evangelização das populações
coloniais, entre outros... Fora temos de exemplo Israel que em nome da religião
continua a impune limpeza étnica da Palestina...
Assim, a defesa da laicidade sem limites
numa Europa intercultural está criando extremismos que acabam por tornarem
vitimas pessoas que teriam direito de cultura, educação, e outros diversos
valores.
Tópico: O valor da vida.
Ideia Central: O valor da vida
tornar-se mínimo para os terroristas não é tão espantoso quanto é para a população e autoridades européias.
Critica: Perante muitas
mortes revoltantes anteriormente e até mesmo no dia do atentado ao jornal, as
autoridades européias não se importaram com tamanha violência, como citado no
texto:
“No mesmo dia 37 jovens foram mortos no Yemen num atentado bombista... Foram assassinados 102 jornalistas por defenderem a liberdade de imprensa”.
“No mesmo dia 37 jovens foram mortos no Yemen num atentado bombista... Foram assassinados 102 jornalistas por defenderem a liberdade de imprensa”.
Entretanto, em relação aos cartunistas
do jornal Chalie Hebdo, não só as autoridades européias pararam mais sim boa
parte do mundo, mesmo sendo “Charlie Hebdo' e a arte de provocar” muitos se
sentiram “atingidos” e mesmo tendo a possibilidade de em vez de terrorismo
terem clamado por respeito, existem questões que nos deixam em duvida do certo
ou errado, pois o mandato cristão de amar o próximo parece que não servia para
tais cartunistas e autoridades que agem em prol de si mesmas.
Referência:
http://cartamaior.com.br/?/Coluna/Charlie-Hebdo-Uma-reflexao-dificil/32618
Alunos:
Larissa
Boni,
Série: 3ªIII.
Aluno: Walmir Mariano.
Disciplina:
Filosofia.
Charlie
Hebdo – Uma reflexão difícil
Análise – Crítica
Análise:
Manhã
do dia 11 de setembro de 2001, ataques chocam os EUA. Devido ao grande susto
destes ataques eles até os dias de hoje fazem parte e são lembrados no nosso
cotidiano. Há tempos os EUA sofrem devido a essas batalhas com os terroristas,
a cada dia que passa surgem novas noticias e escândalos, na maioria das vezes
mais voltada aos muçulmanos. Porém, essa batalha sem fim é necessária? Ao que
ela nos leva?
Critica: A luta contra o terrorismo, tortura e a
democracia. Não se pode estabelecer ligações diretas entre a tragédia do
Charlie Hebdo e a luta contra o terrorismo que o EUA e seus aliados tem vindo a
travar desde o 11 de setembro de 2001. Entramos em uma guerra civil de baixa
intensidade. A liberdade de expressão. Exemplos de limites são imensos, por
exemplo: Se na Inglaterra um manifestante disser que David Cameron tem sangues
nas mãos, pode ser preso; na França, as mulheres Islâmicas não podem usar o
hijab; em 2008 um cartunista foi despedido do Charlie Hebdo por ter escrito uma
crônica alegadamente antissemita. Isto significa que os limites existem, mas
são diferentes para diferentes grupos de interesse.
Aparentemente,
o Charlie Habdo não conhecia limites para insultar os muçulmanos. A tolerância
e os "valores ocidentais". Por exemplo, ninguém põe hoje em causa o
valor da liberdade, mas já o mesmo não se pode dizer dos valores da igualdade e
da fraternidade. O choque do fanatismo, não se civilizações. A história mostra
como muitos dos fanatismos e seus choques estiveram relacionados com interesses
econômicos e políticos que, alias, nunca beneficiaram os que mais sofreram com
tais fanatismos. O valor da vida.
Certamente
que a diferença na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de
europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de
europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões.
1° A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Temática:
Em geral o assunto mais abordado no primeiro tópico foram as freqüentes guerras
causadas carecido as diferenças
religiosas.
Critica:
Não há como abolir uma guerra com outra guerra.
2°
A liberdade de expressão.
Temática: Cada um de nos
possui sua liberdade de expressão, porém, na maioria das vezes esta mesma
‘liberdade’ é ditada ou manipulada por pessoas influentes na sociedade.
Critica: Ao ler que
“Minha liberdade termina quando a sua começa”, já nos deixa bem claro que a
nossa liberdade deve ter limites, limites esses que se tornam fundamentais para
um bom convívio em sociedade.
3°
A tolerância e os valores ocidentais.
Temática: Devido a
divisão da Europa ao meio os dois conceitos que eles formaram sobre os
imigrantes e as formas que taxam os mesmos são como inimigos, ou para outros os
imigrantes são como algo favorável.
Critica: Em todo local
há pessoas boas e ruins, com ou sem valores. Não se pode generalizar um fato e
assim julgar aos imigrantes.
4°
O choque de fanatismo, não de civilizações.
Temática: A religião e
o fanatismo muitas vezes são encontrados na mesma frase, onde algumas pessoas
acabam não aceitando e menosprezando a religião alheia.
Critica: Não importa a
sua religião e sim o que você faz. Cada um tem o direito de ter sua crença,
desde que aceite a crença do seu próximo.
5°
O valor da vida.
Temática: A vida dos
Europeus tem um peso diferente, peso esta maior para quem é branco e sua crença
religiosa é a mesma da maioria da sociedade, é ai onde o valor da vida de
muitos acaba se tornando um nada, e a guerra entre religiosos acaba com essas
vidas.
Critica: Esta mesma
guerra entre os fanáticos religiosos é inútil, e a partir disto ela nos mostra
que a liberdade de expressão citada no segundo tópico é algo banal aos
Europeus.
Aluno:
Vinícius César Soares
Aluno:
Dener Laurindo
Turma: 3ª
III
A luta
contra o terrorismo, tortura e democracia
•
Principal ideia do tema: A grande
agressividade ocorrida do Ocidente tem causado milhares de mortes de pessoas
inocentes, a maioria, muçulmanos.
A
liberdade de expressão
•
Principal ideia do tema: É um bem
que já nasce com o ser-humano, a famosa “essência”. Porém há limites que não
devem ser ultrapassados devido ao grande número de pessoas que podem ou não
concordar com a sua opinião. Como diria Spencer, "A liberdade de cada um
termina onde começa a liberdade do outro".
A tolerância e os “valores ocidentais”
•
Principal ideia do tema: O povo
europeu é certamente anti-imigrante mas sabem que os mesmos são úteis por isso
precisam de tolerância, porém, os imigrantes devem assimilar as culturas da
civilização europeia pra aí sim viverem de modo igual com todos os outros.
O choque
de fanatismos, não de civilizações
•
Principal ideia do tema: A história mostra que muitos fanatismos estão relacionados a
interesses econômicos e políticos, não beneficia as pessoas
que sofrem
com o fanatismo. Os conflitos que existem hoje em dia não
acontecem devido a diferença de crenças e culturas, mas sim, pelo fanatismo
religioso exagerado, onde uma pessoa aceita apenas a sua crença como certa.
O valor da vida
•Principal ideia do
tema: A repulsa que os europeus sentem
perante a estas mortes nos faz
pensar por que razão não sentem a mesma repulsa ao número
igual ou
maior de mortos inocentes nestes conflitos. Os valores da
vida não podem ser baseados de maneira que os europeus “brancos” valem mais do
que quem é de outra crença, tem outra cor de pele, é de outra religião. E devem ser definidos sim, pelo modo de agir
de cada pessoa diante um momento ou fase difícil que esteja sendo vivenciada.
Aluno: Cleipson Santos
Aluno: Uriel André Oliveira
Aluno: Gabriel Gomes
Série: 3ª III
Eu não sou Charlie, Je ne suis pás Charlie.
Pontos a se destacar:
1º: O atentado aos cartunistas da revista Charlie Hedbo aconteceu
principalmente, pelas charges, que ofenderam os muçulmanos.
2º: A revista Charles Hedbo já era conhecida de forma negativa, pelas
suas charges, desde 2006.
3º: A França possui 6,2 milhões de muçulmanos, sendo, que grande
maioria é vitima de preconceitos e exclusões.
4º: É um desrespeito retratar Maomé para a religião islâmica, talvez
um dos motivos pelo atentado.
5º: A mesma revista não atacou somente a religião muçulmana, mas
também, o cristianismo, como no Brasil, na época de eleições, quando
a mesma emissora mostrava, ou o PT atacando o PSDB, e o PSDB atacando
o PT.
6º: E se tivesse censura, será que ocorreria isso ? Muito provável que não.
7º: A mídia interfere muito na opinião das pessoas, não é por que
minoria muçulmana faz atentados, que todos são iguais.
8º: O objetivo da revista é atacar o estado islã e só, em suas
primeiras publicações diversas associações islâmicas se sentiram
ofendida, e decidiram processar a revista.
9º: Talvez a liberdade de expressão que os cartunistas da revista
Charles Hedbo tiveram, acabou com a liberdade dos muçulmanos, fazendo
os sentir ofendidos e humilhados,talvez o principal motivo pelo
atentado a revista
Aluno: Uriel André Oliveira
Aluno: Gabriel Gomes
Série: 3ª III
Eu não sou Charlie, Je ne suis pás Charlie.
Pontos a se destacar:
1º: O atentado aos cartunistas da revista Charlie Hedbo aconteceu
principalmente, pelas charges, que ofenderam os muçulmanos.
2º: A revista Charles Hedbo já era conhecida de forma negativa, pelas
suas charges, desde 2006.
3º: A França possui 6,2 milhões de muçulmanos, sendo, que grande
maioria é vitima de preconceitos e exclusões.
4º: É um desrespeito retratar Maomé para a religião islâmica, talvez
um dos motivos pelo atentado.
5º: A mesma revista não atacou somente a religião muçulmana, mas
também, o cristianismo, como no Brasil, na época de eleições, quando
a mesma emissora mostrava, ou o PT atacando o PSDB, e o PSDB atacando
o PT.
6º: E se tivesse censura, será que ocorreria isso ? Muito provável que não.
7º: A mídia interfere muito na opinião das pessoas, não é por que
minoria muçulmana faz atentados, que todos são iguais.
8º: O objetivo da revista é atacar o estado islã e só, em suas
primeiras publicações diversas associações islâmicas se sentiram
ofendida, e decidiram processar a revista.
9º: Talvez a liberdade de expressão que os cartunistas da revista
Charles Hedbo tiveram, acabou com a liberdade dos muçulmanos, fazendo
os sentir ofendidos e humilhados,talvez o principal motivo pelo
atentado a revista
Escola Estadual São
João Batista
Aluno: Chrystian Schmeguel de Oliveira 3º 3
Matéria: Filosofia
Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie
A abordagem do
padre começa citando uma frase de John Donne, onde fala sobre a humanidade e
seus sentimentos quanto à morte de cada pessoa. Existe uma crítica sobre o que
aborda quanto à crueldade que é um ser matar outro e que independente das
maldades que uma pessoa possa ter feito, ela não merece perecer, pois para o
padre, sempre pode haver chance de ela aprender e mudar.
A seguir o também teólogo e historiador faz uma breve
explicação sobre a criação de revista Charlie Hebdo e a forma infame como ele e
outras pessoa conheceram-na.
Ele continua. Fala sobre o editor da revista em 2006,
sobre o interessante desentendimento com uma das colegas resultando na demissão
dela, porém mostrando que nem todos eram a favor desse “Humor Negro” e quanto
ao novo editor no comando em 2009, fora a intensificação dessas charges em prol
do atentado de 2011, que foi por assim dizer, um aviso de que estavam havendo
consequências.
Comenta sobre a quantidade de muçulmanos e aborda sobre
suas desigualdades e sofrimentos na França.
Diz sobre o que alguns franceses andam apelidando esses
cartunistas e começa a fazer duas demonstrações do quanto essas charges, assim
como certas publicações, podem ser criminosas e periculosas.
Sua primeira demonstração se relaciona a intolerância e
ao desrespeito quanto à religião muçulmana, fazendo alguns exemplos paralelos,
mas criticando o motivo inconsistente de eles brincarem de forma tão grosseira
com a religião. O historiador retrocede um pouco e mostra o fato de como a
revista já havia recebido processos de islâmicos e a forma injusta que os
tribunais franceses trataram estes casos; dando incentivo figurado para os
cartunistas.
Sua segunda demonstração se volta para a generalização,
de uma forma ruim, dos adeptos ao Islã e o quanto isso prejudica e piora a
situação de interação com a sociedade francesa, as vezes até gerando
preconceito.
Aponta em seguida um dos argumentos que poderiam
“amenizar” os motivos da empresa, mas que na verdade não interfere em nada.
No entanto, o teólogo concorda plenamente que mesmo assim
a atitude dos terroristas não foi certa nem benéfica para ninguém, mesmo assim
volta a dizer que não teria chegado nesse ponto se tivessem os repreendido.
O padre então entra no assunto de censura, apoiando-a, só
não a prévia, e argumentando que vivemos num mundo censurado e que não
necessariamente é algo ruim.
Por fim, ele prevê que o futuro dos muçulmanos inocentes
não são, e não serão bons devido a algumas pessoas que já começaram a espalhar
e intensificar a xenofobia, e até já surtindo algum efeito, pois ele relata um
fato trágico quanto aos locais de culto Islã.
Aluna: Thatielle Coelho
Aluna :Nicole
Guimarães
3˚3
‘’Eu não sou Charlie Hebdo, je
ne suis pas Charlie ‘’(Leonardo Boff)
Até que ponto temos liberdade? Essa é
uma questão muito levantada após o caso da revista Charlie Hebdo.
Todos temos o direito de
escolher seguir uma religião ou ensinamento, mas ´precisamos ,ter
a consciência de que nem todos serão capazes de ''tolerar''
essa decisões.
Generalizar situações ou pessoas é
algo de extremo perigo, usar um caso isolado e comparar que todos daquele
seguimento ou religião é injuria, fazer uso da expressão de que todos os
muçulmanos seriam terroristas se tornou um caso sério.
‘’Liberdade de se expressar’’ é
o tema empregado pela revista, charges forte , maldosas em relação a inúmeros
assuntos , mas que nos últimos tempos se intensificaram em relação ao
islamismo.
Não se defende a comparação que a
revista expôs, e muito menos a forma com que ‘’ vingaram’’ as
critica, matando os cartunistas.
De uma forma ampla tirasse do fato o
principal modo de pensar, de como inúmeras pessoas são excluídas da sociedade e
descriminadas por serem minoria em um país, cidade ou estado que ditam as
regras
Alunas: Mylena Eduarda da Silva Dreher
Aluna: Maria Andreza Darossi
Série:3°3
Liberdade, na maioria das vezes é
confundida com piadas e insultos.Muitos têm a ideia de que liberdade é algo a
partir do qual pode-se fazer tudo sem pensar na possibilidade de que isso possa
ferir ou ofender alguém.
Quando se fala em culturas,
religiões, ou crenças, concordância, discordância e críticas sempre estão
presentes.Um ato natural de se expressar, mas vale lembrar que respeito e
principalmente o limite precisam aparecer nas diversas formas de expressão
sejam elas escritas, ditas ou contidas no humor.
Infelizmente hoje liberdade é
sinônimo de violência, em que brincadeiras ofensivas e bullying são constante,
tentando tirar o direito de muitos se sentirem ofendidos, dese modo achando que
qualquer um pode ser tolerante quanto a esse tipo de sarcasmo.
Ser livre é saber ser ético e ter a
consciência de que não se deve agredir ninguém com palavras e atos imorais,
pois esse tipo de violência gera apenas violência.
Todos precisam viver em um mundo de
forma respeitosa de modo que não se toleram nenhum tipo de violência seja ela
qual for, onde se possa evoluir de maneira diferente e melhor.
Nome :Rebeca Bobadilla,
Aluno: Jessica Duarte
Serie:3º3
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
Nesse texto eu nos vamos falar sobre o crime hediondo que foi
cometido contra os jornalistas e cartunistas do Charlie Hebdo torna muito
difícil uma análise serena do que está envolvido neste ato bárbaro, do seu
contexto e seus precedentes e do seu impacto e repercussões futuras.
A luta contra o terrorismo, tortura e
democracia.
Não podemos estabelecer ligações diretas a esse crime hediondo
que ocorreu com Charlie Hebdo e a luta
que a EUA tem estabelecido contra o terrorismo mas todo já sabem que desde de
11 de setembro de 2001, a extrema agressividade que o ocidente tem causado aos
islâmicos , matando civis inocentes. Os jovens islâmicos radicais declaram que
a sua radicalização nasceu da revolta contra tanta violência impune.
Vendo isso devemos
refletir que para tratar uma espiral de violência é continuar seguir essa mesma
politica que é evidente. A resposta Francesa
nos mostrou que que a normalidade constitucional democrática está
suspensa. e que um estado de sítio não declarado está em vigor, que os
criminosos deste tipo, em vez de presos e julgados, devem ser abatidos.
A liberdade de expressão
. É um bem precioso, mas tem limites, e a verdade é que a esmagadora
maioria deles são impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites
sempre que é a "sua" liberdade a sofrê-los. Mas cultura, localização,
ou religião, e etc.. Faz ter limites. Um
exemplo fácil é oque ocorreu com Charlie Hebdo ele não reconhecia limites para
insultar os muçulmanos, mesmo que muitos dos cartoons fossem propagandas
racistas e alimentassem a onda islamofóbica e anti-imigrante que avassala a
França e a Europa em geral. E é obvio que a comunidade islã se sentiu ofendida por
esta linha editorial, mas foi igualmente imediato o seu repúdio por este crime
bárbaro. Devemos, pois, refletir sobre as contradições e assimetrias na vida
vivida dos valores que alguns creem ser
universais.
A tolerância e os “valores ocidentais”
O contexto em que o crime ocorreu é dominado por duas correntes
de opinião, nenhuma delas favorável à construção de uma Europa inclusiva e
intercultural. Uma dela é totalmente islamofóbica e anti-imigrante, seria “Para
esta corrente, os inimigos da civilização europeia estão entre “nós”,
odeiam-nos, têm os nossos passaportes, e a situação só se resolve vendo-nos nós
livres deles”. Já a segunda corrente é, mas tolerante mas mesmo assim um pouco
preconceituosa em relação aos islâmicos seria “Estas populações são muito
distintas de nós, são um fardo, mas temos de as "aguentar", até
porque nos são uteis; no entanto, só o devemos fazer se elas forem moderadas e
assimilarem os nossos valores.”
Depois de muitos séculos de atrocidades cometidas em nome destes
valores dentro e fora da Europa--da violência colonial às duas guerras
mundiais--exige-se algum cuidado e muita reflexão sobre o que são esses valores
e por que razão, consoante os contextos, ora se afirmam uns ora se afirmam
outros.
O choque de
fanatismos, não de civilizações.
Estamos perante um choque de fanatismos, mesmo que alguns deles
não apareçam como tal por nos serem mais próximos. uma religião tão pacífica
como o budismo legitimou o massacre de muitos milhares de membros da minoria
tamil do Sri Lanka; do mesmo modo, os fundamentalistas hindus massacraram as
populações muçulmanas de Gujarat em 2003, e também em nome da religião que
Israel continua a impune limpeza étnica da Palestina e que o chamado califado
massacra populações muçulmanas na Síria e no Iraque. A história mostra como
muitos dos fanatismos e seus choques estiveram relacionados com interesses
económicos e políticos.
Uma coisa é certa, pelo menos na última década, a esmagadora
maioria das vítimas de todos os fanatismos (incluindo o islâmico) são
populações muçulmanas não fanáticas.
O valor da vida.
Do mesmo modo que os europeus sentiram repulsa perante estas
mortes devem-nos fazer pensar por que razão
não sentem a mesma repulsa perante um número igual ou muito superior de
mortes inocentes em resultado de conflitos que, no fundo, talvez tenham algo a
ver com a tragédia do Charlie Hebdo? No mesmo dia, 37 jovens foram mortos no
Yemen num atentado bombista.
Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na
ideia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a
vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes
noutras religiões ou regiões. Será então porque estes últimos estão mais longe
dos europeus ou são pior conhecidos por eles? Mas o mandato cristão de amar o
próximo permite tais distinções? Será porque os grande media e os líderes
políticos do Ocidente trivializam o sofrimento causado a esses outros, quando
não os demonizam ao ponto de fazerem pensar que eles não merecem outra coisa?
Aluno: Cleipson Santos
Aluno: Uriel André Oliveira
Série: 3ª III
Eu não sou Charlie, Je ne suis pás Charlie.
Pontos a se destacar:
1º: O atentado aos cartunistas da revista Charlie Hedbo aconteceu
principalmente, pelas charges, que ofenderam os muçulmanos.
2º: A revista Charles Hedbo já era conhecida de forma negativa, pelas
suas charges, desde 2006.
3º: A França possui 6,2 milhões de muçulmanos, sendo, que grande
maioria é vitima de preconceitos e exclusões.
4º: É um desrespeito retratar Maomé para a religião islâmica, talvez
um dos motivos pelo atentado.
5º: A mesma revista não atacou somente a religião muçulmana, mas
também, o cristianismo, como no Brasil, na época de eleições, quando
a mesma emissora mostrava, ou o PT atacando o PSDB, e o PSDB atacando
o PT.
6º: E se tivesse censura, será que ocorreria isso ? Muito provável que não.
7º: A mídia interfere muito na opinião das pessoas, não é por que
minoria muçulmana faz atentados, que todos são iguais.
8º: O objetivo da revista é atacar o estado islã e só, em suas
primeiras publicações diversas associações islâmicas se sentiram
ofendida, e decidiram processar a revista.
9º: Talvez a liberdade de expressão que os cartunistas da revista
Charles Hedbo tiveram, acabou com a liberdade dos muçulmanos, fazendo
os sentir ofendidos e humilhados,talvez o principal motivo pelo
atentado a revista.
Aluno: Uriel André Oliveira
Série: 3ª III
Eu não sou Charlie, Je ne suis pás Charlie.
Pontos a se destacar:
1º: O atentado aos cartunistas da revista Charlie Hedbo aconteceu
principalmente, pelas charges, que ofenderam os muçulmanos.
2º: A revista Charles Hedbo já era conhecida de forma negativa, pelas
suas charges, desde 2006.
3º: A França possui 6,2 milhões de muçulmanos, sendo, que grande
maioria é vitima de preconceitos e exclusões.
4º: É um desrespeito retratar Maomé para a religião islâmica, talvez
um dos motivos pelo atentado.
5º: A mesma revista não atacou somente a religião muçulmana, mas
também, o cristianismo, como no Brasil, na época de eleições, quando
a mesma emissora mostrava, ou o PT atacando o PSDB, e o PSDB atacando
o PT.
6º: E se tivesse censura, será que ocorreria isso ? Muito provável que não.
7º: A mídia interfere muito na opinião das pessoas, não é por que
minoria muçulmana faz atentados, que todos são iguais.
8º: O objetivo da revista é atacar o estado islã e só, em suas
primeiras publicações diversas associações islâmicas se sentiram
ofendida, e decidiram processar a revista.
9º: Talvez a liberdade de expressão que os cartunistas da revista
Charles Hedbo tiveram, acabou com a liberdade dos muçulmanos, fazendo
os sentir ofendidos e humilhados,talvez o principal motivo pelo
atentado a revista.
Aluno: Charles Pereira
Aluno: Patrick Israel
Kreusch
Série: 3º 3
Charlie Hebdo: Uma
reflexão difícil
A luta contra o terrorismo, tortura e
democracia: Para começar não devemos fazer ligações entre o atentado de 11 de
setembro com o ataque, a tragédia do jornal Charlie Hebdo, mas devemos ter em
mente que a agressividade do Ocidente causa a morte de milhares de civis
inocentes, na grande maioria muçulmanos, que dentre esses vários jovens são
sujeitados a torturas motivadas por apenas, muitas das vezes especulações.
A liberdade de
expressão: Bem precioso, porém com limites impostos por aqueles que defendem a
liberdade sem limites, ou seja os limites existem mas mudam para cada grupo.
Como exemplo o jornal Charlie Hebdo que ultrapassou os limites dos muçulmanos,
os insultando.
A tolerância e
os "valores ocidentais": O
contexto em que o crime ocorreu é dominado por duas correntes de opinião,
nenhuma delas favorável à construção de uma Europa inclusiva e intercultural. A
mais radical é frontalmente islamofóbica e anti-imigrante. É a linha dura da
extrema direita em toda a Europa e da direita, sempre que se vê ameaçada por
eleições próximas (o caso de Antonis Samara na Grécia). Para esta corrente, os
inimigos da civilização europeia estão entre "nós", odeiam-nos, têm
os nossos passaportes, e a situação só se resolve vendo-nos nós livres deles. A
pulsão anti-imigrante é evidente. Mas o que são os "valores
ocidentais"? Em nome destes valores dentro e fora da Europa--da violência
colonial às duas guerras mundiais--exige-se algum cuidado e muita reflexão
sobre o que são esses valores e por que razão, consoante os contextos, ora se
afirmam uns ora se afirmam outros. Por exemplo, ninguém põe hoje em causa o
valor da liberdade, mas já o mesmo não se pode dizer dos valores da igualdade e
da fraternidade. foram estes dois valores que fundaram o Estado social de
bem-estar que dominou a Europa democrática depois de segunda guerra mundial.
O choque de
fanatismos, não de civilizações: Não estamos perante um
choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a
islâmica. Estamos perante um choque de fanatismos, mesmo que alguns deles não
apareçam como tal por nos serem mais próximos. Fora da Europa, uma religião tão
pacífica como o budismo legitimou o massacre de muitos milhares de membros da
minoria tamil do Sri Lanka; do mesmo modo, os fundamentalistas hindus
massacraram as populações muçulmanas de Gujarat em 2003 e o eventual maior
acesso ao poder que terão conquistado recentemente com a vitória do Presidente
Modi faz prever o pior; é também em nome da religião que Israel continua
a impune limpeza étnica da Palestina e que o chamado califado massacra
populações muçulmanas na Síria e no Iraque. A defesa da laicidade sem limites
numa Europa intercultural, onde muitas populações não se reconhecem em tal
valor, será afinal uma forma de extremismo.
O valor da
vida: A repulsa total e
incondicional que os europeus sentem perante estas mortes devem-nos fazer
pensar por que razão não sentem a mesma repulsa perante um número igual
ou muito superior de mortes inocentes em resultado de conflitos que, no fundo,
talvez tenham algo a ver com a tragédia do Charlie Hebdo? No mesmo dia, 37
jovens foram mortos no Yemen num atentado bombista. Certamente que a diferença
na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos, de
cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras
cores e de culturas assentes noutras
religiões ou regiões. Será então porque estes últimos estão mais longe
dos europeus ou são pior conhecidos por eles.
Nome: Thatiane coelho
Aluna: Thais pizzi
serie:3ª3
Título: “eu não sou Charlie je ne suis pas Charlie”
O texto de Leonardo
boff fala sobre o fato que chocou o mundo, a morte dos cartunistas da revista
Charlie hebdo.
Boff cita pontos de
vista dele que irie apresentar nesse trabalho
1°na primeira parte
ele fala que condena os atentados que acorreram que temos que ter paz e
autocontrole sobre nossos atos. E que temos que tolerar isso que eles não
mereciam a morte
2°ninguem merece a
morte diz ele que ele não “merecia” ter levado os tiros que a humanidade
precisa evoluir tanto nos atos quanto a mente
3°no texto também
fala que desde 2000 eles fazem esses tipos de charges com a religião no geral e
que não citavam pessoas e que generalizavam (islâmicos católicos e mulçumanos)
4°existem varias
teses no mundo qu dizer que os cartunistas foram ‘heróis’ em minha opinião não
porque eles cometeram a violência e deveriam pagar pelo o que fizeram, mas não
necessariamente com a morte de todos.
5°na França tratam
os mulçumanos como pessoas de segunda classe eu acho errado isso porque somos
todos iguais e temos os mesmo direitos e que não deve ser melhor que o outro

Luiz Felipe Vila Nova 3º2
ResponderExcluirNo texto de Raphael e Anderson, achei interessante que fala que nós generalizamos os muçulmanos, pois nem todos vestem aquela roupa e estão armados com bombas e etc... Achei meio estranho quando fala no inicio de cada paragrafo: "esse paragrafo fala sobre ..." esses tais parágrafos citados no texto não estão exposto para poder visualizar.
Bom dia! Gostaríamos de compartilhar nossa opinião com todos;
ResponderExcluirÉ fato que a tragédia no jornal Frances ganhou destaque pelo mundo por conta da violência com o qual foi tratado. Entretanto, é necessário lembrar que, quem atacou, também vem sendo constantemente atacado, não somente por terroristas mas também por aqueles que acham certo expor sua opinião sem olhar à quem irá ofender e o impacto que irá causar. Viver em laicidade e respeitar as diversas culturas que coexistem deveriam ser regras básicas seguidas para uma boa convivência em sociedade, eliminando os conflitos e as milhares de mortes inocentes que nada tem a ver com o extremismo visto diariamente por todos os olhos vivos. A paz deveria ser a linguagem universal.
Eduarda Cipriani, Ketilyn Soares e Rubia Bastiani
3ª II
ExcluirTamires Elizama Costa, Bruna da Conceição, Paola Ferreira Bueno 3ª6
ExcluirLiberdade de expressão :
Hoje todos nós temos certa liberdade para nos expressarmos, porém devemos saber impor limites. Devemos respeitar as opniões alheias, mas não deixarmos de declarar a nossa.
Os cartunistas deixaram clara sua opnião, porém ela não foi bem aceita como opnião e sim um insulto para o povo muçulmano, afinal eles não aceitam imagens de maomé, isso é uma lei presente na religião.
Cada qual tem sua religião, e devemos respeitá-la não importa qual seja.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEm relação ao fato ocorrido com os cartunistas da revista Charlie Hebdo foi realmente uma grande tragédia ocorrida, diríamos que com certeza os muçulmanos se sentiram ofendidos. A cartum da revista falava de Maomé, antigo profeta que é exemplo de honra e respeito pelos muçulmanos. Infelizmente os muçulmanos escolheram uma forma muito inadequada para acabar com as certas ofensas feitas na sua crença, no caso deles terem assassinado os cartunistas foi um grande erro, mas os cartunistas deviam entender que vivemos em um mundo no qual existem pessoas que tem suas crenças e seus costumes. São estes tipos de atitudes que acabam causando ataques terroristas, revoltas entre outras desgraças. Cada ser humano quer o seu respeito, expor ideias é livre, porém sem ofender o próximo.
ResponderExcluirDouglas, Nilson, Victor. 3°III
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
ResponderExcluirComentário: Com base no texto lido , refletimos que apesar de que a liberdade de expressão faz parte do nosso cotidiano e é algo livre á todos como o nome já diz, é preciso de limites, regras e contrapontos, o que para alguns pode tornar essa liberdade um tanto “privada”.
Possuímos uma certa liberdade de expressão, porém, como nosso Papa já citou, nada justifica o assassinato dos jornalistas franceses. Entrtanto, ao nascermos recebemos uma educação, na maioria das vezes nos ensinando a respeitar a religião do outro, sendo está bem ou mal feitora.
Liberdade sim, mais limites também. Essa poderia ser uma das muitas frases que podemos concluir do texto, afinal não podemos concluir nada ao certo. O deputado Daniel Cohn-Bendit afirmou que há no movimento islâmico terrorista e radical um momento fascista, porém, que seja um pequeno grupo, os mesmos responsáveis por isto.
Pesquisando sobre a região, facilmente encontramos o seguinte; As sociedades ocidentais (sobretudo as européias), apesar de tudo, são as que oferecem mais proteção, onde há mais respeito pela vida humana, mais garantias de liberdade e onde a qualidade de vida é superior. Porém, ao ler o texto encontramos uma grande contradição, em meio a tantos ataques e crimes hediondos, onde fica o respeito a vida?!
Larissa Boni Vitorino e Walmir Mariano Junior 3ª3
Charlie Hebdo: O Valor da Vida;
ResponderExcluirBom, analisando os textos acima com base nos de autoria de Boaventura de Sousa Santos, um dos tópicos é a respeito do Valor da Vida, onde de fato chama a atenção, pois, o valor da vida parece tornar-se mínimo tanto para os terroristas, até porque a quem diga que “porém, nada justifica o assassinato dos jornalistas franceses”...
Quanto para a população e autoridades europeias, que perante muitas mortes revoltantes anteriormente e até mesmo no dia do atentado ao jornal, não se importaram com tamanha violência, como citado no texto:
“No mesmo dia 37 jovens foram mortos no Yemen num atentado bombista... Foram assassinados 102 jornalistas por defenderem a liberdade de imprensa”.
Pois então, em relação aos cartunistas do jornal Chalie Hebdo, não só as autoridades europeias pararam mais sim boa parte do mundo, mesmo sendo “Charlie Hebdo' e a arte de provocar” muitos se sentiram “atingidos” e mesmo tendo a possibilidade de em vez de terrorismo terem clamado por respeito, existem questões que nos deixam em duvida do certo ou errado, como citado no texto: “certamente que a diferença na reação (dos europeus as mortes acima) não pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões. Será então porque estes estão mais longe dos europeus ou são pior conhecidos por ele? Mas o mandato cristão de amar o próximo permite tais distinções? Será porque os grandes media e os líderes políticos do Ocidente trivializam o sofrimento causado a esses outros e se desesperam perante a morte dos famosos cartunistas?
Assim, resta dizer já que por um motivo especial, viver é muito bom e ninguém gosta de morrer nem que a morte seja bela, muito menos inocentes vitimas de tanta violência impune.
Luana Montibeller. 3ª3.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirLucas José de Oliveira – 3ª3.
ResponderExcluirLiberdade de Expressão:
Em relação aos textos, a Liberdade de Expressão “É um bem precioso, mas tem limites”, e talvez seja algo complexo demais em uma sociedade tão convicta de si mesmo, onde esquecessem que a “minha liberdade termina onde a do outro começa”, sendo que cada qual é livre para escolher uma religião, seguir e respeitá-la assim como qualquer outra coisa.
Dessa maneira não se pode confundir liberdade de expressão com liberdade de insultar, onde “obviamente, que ao longo dos anos a maior comunidade Islâmica da Europa foi se sentindo ofendida” e para eles não menos que uma forma de justiça, após insultos ao profeta Maomé, já que nem autoridades se empunham perante tanta falta de respeito. Entretanto, a liberdade de expressão tem limites e deve-se respeitar a crença religiosa alheia.
a gente ve nesse assunto, a intolerância dos muçulmanos para com os chargistas, e a falta de respeito dos chargistas com a religião islãmica, os dois lados estão errados, pois é uma religião, tem leis, que se forem quebradas são um grave erro, como a lei que os cartunistas quebraram, onde Maomé pode ser retradado de forma alguma, mas isso não é motivo para mortes, deveria haver um diálogo entre eles.
ResponderExcluiro que complicava a situação, é que a revista quando começou a publicar essas charges foi processada, mas os tribunais deram ganho a revista (intolerancia da parte do tribunal), dando incentivo a revista a continuar, sem pensar nos muçulmanos e na sua religião!
alunas: Thainara Formento e Michele Rubicki 3ª 6
Creio que o direito de se expressar é um direito, que não deve ser negado a ninguém, porém não podemos sair criticando crenças, religiões ou objetos, monumentos religiosos, pois se existe, alguém crê. Por exemplo se saíssem rindo ou debochando de algo que você acredita, ficaria furioso, assim como se sentiram os seguidores de Maomé, o símbolo religioso para os muçulmanos, ai você é que decide se fizeram eles certo ou errado!
ResponderExcluirRonan, Mycaella 3ª6
a luta contra o terrorismo, tortura e democracia: isso quer dizer que hoje em dia a justiça tarda e falha em maioria das vezes, as pessoas estão completamente cansadas, e andam fazendo justiça com as proprias mãos, uma historia que aconteceu na europa, um terrorismo desumamano e cruel, a morte de varios cartunistas por motivo de seus cartuns retratarem de muçulmanos e na crença muçulmana algumas pessoas são consideradas como Deus para elas, que não podem ser retradas por nenhum motivo. Eles tinhão muito preconceito contra os muçulmanos e eles não se encaixam muito bem na sociedade por serem excluidos, esse atentado que aconteceu foi um ato que repercutiu o mundo inteiro e cada um tem uma ideia sobre o ocorrido, ninguem deve julgar ninguem, mas deve reconhecer o espaço do proximo, ter respeito uma ética, devemos saber os limites e que cada um é de um jeito diferente do outro.
ResponderExcluirAlunos;Leonardo Salvador Marlon Fonseca Talita Rodrigues Terceira 6
ExcluirEm nossa opinião falta uma análise mais crítica e mais detalhista em relação a esse gesto bárbaro das pessoas do Ocidente.
ResponderExcluir"Charlie Hebdo: uma reflexão difícil"
wyllia wesley e Eliel da Silva. 3ª6
Obs: Eu li estes textos no site quando fui fazer meu trabalho e em muitos textos eu achei frases até parágrafos inteiros copiados do texto original e quase nada da opinião do aluno.
ResponderExcluirÉ interessante ver até que ponto a humanidade pode chegar desrespeitando seu próximo, de ambos os lados houve um deslize.
os cartunistas do jornal Charlie Hebdo não deu importância ao limite que nos é dado para sermos livres, podemos sim ultrapassar esses limites, mas devemos aceitar as consequências. Uma frase que eu li nestes textos diz mais ou menos assim "A minha liberdade acaba onde começa a do outro", é uma frase muito interessante e é muito bom refletir sobre ela, pois quantas vezes ultrapassamos os limites da liberdade do outro por dia?
Os terroristas que fizeram isso também cometeram um erro isso é indiscutível, mas é como diz o velha frase "um copo não derrama por causa de uma gota que pingou nele, mas porque pingou nele várias vezes até encher e transbordar. Assim foi com este fato, de tanto os franceses publicarem estas charges que aconteceu o que aconteceu.
Eliezer Soares Machado. 3 VI
alunas; Kelly Carolini Schena e Aline Bernardo- 3°6
ResponderExcluir"Eu não sou Charlie. Je ne suis pas Charlie"--Leonardo Boff
Sobre o texto de Leonardo Boff ele comenta sobre a violencia e principalmente o atentado terrorista que aconteceu recentemente em Paris, a revista foi fundada em 1910, mas o seu reconhecimento popular veio apartir de 2006 e de uma forma negativa quando republicaram as charges do Jornal Dinamarques identificando como "liberal conservador".
Em 2000 um texto escrito por Philippe Val o editor da época, foi publicado um texto chamando os palestinos de povos nao civilizados, porem foi sobre o comando de Charb que se intensificou as charges relacionada ao Islã, mesmo a França tendo 6,2 milhões de habitantes muçulmanos esses que fizeram parte das ex-colonias hoje não são inseridos igualmente na sociedade, a grande maioria pobre posto na condição de segunda classe e vitima de exclusão.
A intolerância referente a religião muçulmana foi banalizada pelos cartonistas pois na religião não se pode retratar profeta Maomé, de forma alguma. Esta forma de ataque é um tipo de impor os valores ocidentais pelo mundo no modo de imperialismo.
uma das frases usadas pelos critícos foi "Com uma caneta não se mata mas planta o odio nas pessoas que podem mata "França hoje um país de luto, país islamofobico onde é proibido a liberdade religiosa de imigrantes onde as charges redicularizando os muçulmanos ou qualquer outra religião é normal.
De acordo com o texto Leonardo Boff foi um padre e historiador.
ResponderExcluirVamos mencionar algumas frases de Leonardo Boff e seus modos de pensar.
Leonardo boff deixa claro que nenhum dos cartunistas “mereceu” levar tiros, e acreditava que eles poderiam, evoluir, melhorar. Charlie Hebdo é uma revista de grande importancia na França, sendo reconhecida no mundo todo com tantas reportagens, e noticias sobre ela.
Charlie Hebdo é uma revista importante na França. Fundada em 1970, porém reconhecida apenas em 2006, expandindo de uma forma bastante negativa. A revista publicou as charges do jornal dinamarquês Jyllands-Poste. O motivo era em nome da “Liberdade de Expressão”.
Levando em conta alguns consideram os cartunistas como heróis. As charges polêmicas de Charlie Hebdo são perigosas até por um motivo, a Intolerância. Porque na religião muçulmana seu ícone é o Profeta Maomé, que eles os tem o maior respeito, desrespeitando isso, desrespeita todos os muçulmanos.
O atentado poderia ser evitado se a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo, já que algum discursos aumentam o ódio e o rancor. Esse problema pode ser melhor selecionado na forma de processos judiciais do que balas de fuzis ou bombas, mas para isso faz-se necessário que se tenha tolerância de ambas as partes.
Atualmente a França encontra-se como um país de luto, onde sua nação, sua cultura e seu modo de vida foram atacados. Com o intuito de prevenir ações como essas, algumas medidas foram tomadas, tendo como exemplo a criação da lei que proíbe imigrante de expressar sua religião. alan e jaquelini 3 6
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ResponderExcluirNa minha opinião..
Todo este conflito tem origem no preconceito entre opiniões, pois na opinião de muitos devemos expressar tudo aquilo que pensamos ou acreditamos não importando a opinião dos demais. Porém a regulação é necessária, pois toda liberdade sem limites certamente consome a liberdade dos outros, mas defendo, sim, a liberdade de expressão, além do mais, a mídia nos presta um grande favor ao nos deixar a par de grandes questões de interesse geral apesar de as vezes nos esconder alguns fatos e também em alguns pontos nos parecer injusta.
Priscila Loskar Rackow 3ºII
Aluno: Jaqueline, Naiara e Rafael R. Goulart - 3º2
ResponderExcluirCharles Hebdo - Uma reflexão difícil.
Como pode se observar o texto foi dividido em vários tópicos, pois é difícil fazer uma analise concreta do que o mesmo diz e os pontos de vista sobre essa tragédia são muito distintos e assim se torna extremamente difícil tomar somente uma decisão, por esse motivo não iremos colocar um ponto de vista sobre o texto mas sim o que acharam que o texto tentou passar para nós, leitores.
O texto diz respeito a tragédia de Charlie Hebdo, onde que diversos terroristas mataram varias pessoas inocentes (a maioria muçulmana) decorrente de charges e textos sobre a religião de um povo fanático, no caso os islâmicos, que entenderam esses textos e charges como uma forma de insulto.
Sabe-se que a liberdade de expressão, é um bem precioso, porem deve ser usado com cautela para não ofender outras culturas, pois tudo no mundo há um limite, e devemos conhecer esses limites, para que não aconteça uma tragédia como nesse caso, onde que esta claro que Charlies Hebdo, ultrapassou os limites e ofendeu aquele povo ocidental que simplesmente por tomar aquilo como um insulto, resolveu matar varias pessoas inocentes como forma de "se defender". E agora, quem esta certo? Olhando os dois lados, pode-se observar que ambos estão errados, Charlie por esbanjar da liberdade a qual lhe foi concedida (ou por não ver os limites que poderia chegar com seus textos) e os terroristas por deixar o fanatismo religioso tomar conta das suas mentes e então matar outras pessoas desrespeitando a humanidade e até mesmo o principal causador desse fanatismo, Deus, pois não temos o poder de tirar outra vida.
oi gente gostaria de deixar meu comentário a respeito do tema liberdade de expressão.
ResponderExcluirA liberdade está presente no cotidiano de todos, concordar e discordar de algo , fazer críticas negativas ou positivas ,porém possui limites a partir do momento que se fala de pessoas de crenças ou até mesmo do modo de vida de cada um.
Quando nos expressamos principalmente de maneira negativa vale lembrar que o respeito precisa estar presente ninguém precisa concordar com tudo mas precisa saber discordar de forma ética e respeitosa, pois liberdade não significa insulto nem piada.
Maria Andreza Darossi 3.3
Alunos: Felipe F. Souza, Valdir Hames Júnior e William Gabriel Zanella
ResponderExcluirTurma: 3ª 6
Ao focarmos todo o contexto do acontecimento ocorrido na França, na revista Charlie Hebdo, percebemos que não é uma história onde deve-se definir heróis e vilões. Afinal de contas, tudo que ocorreu foi por algum motivo, já que os próprios cartunistas criavam charges que denegriam a imagem religiosa de Maomé.
Como vimos no texto, a censura seria uma boa maneira de combater esse tipo de descriminação, afinal uma piada pode machucar e influenciar de maneira negativa cada uma das pessoas que a leem.
Tudo pode ser definido como preconceito, já que os islâmicos não são mais vistos na sociedade francesa como um povo religioso, mas sim como radicais capazes de fazer de tudo com quem ir contra seus costumes. Porém, essa imagem que foi criada deve-se aos responsáveis pelo atentado, e as charges que difamaram os muçulmanos.
Então temos um acontecimento que entrou para história, cabe a sociedade vê-lo como um exemplo e não cometer os mesmos erros denegrindo a imagem alheia.
Alunos: Charles Pereira e Patrick Israel Kreusch
ResponderExcluirTurma: 3ª 3
Com base nos textos sobre " A Liberdade De Expressão", no nosso ponto de vista, as pessoas realmente tem essa liberdade? Bom achamos que se uma pessoa vai expressar sua opinião, ela deve saber que dependendo da maneira que ela se expressar isso causara uma consequência, se tratando do jornal Charlie Hebdo, a publicação daquelas várias charges. Porém acho que para uma pessoa ter a liberdade de se expressar ela deve pensar no que está se referindo, se isso terá uma consequência, acho que as pessoas são livres pra expor as suas opiniões, e de forma alguma provocar um tumulto na questão de que ofensas terão suas consequências.
Nesse caso os dois lados estavam errados, e resultaram em um ato de crueldade aos cartunistas vindo de um grupo específico, assim causando uma grave ofensa a essa religião dependo do ponto de vista das pessoas.
ResponderExcluirDiscutindo em sala de aula sobre o texto "Eu não sou Charlie" nós chegamos a conclusão que assim como o padre fala no texto que apesar de não ser a favor de atentados e qualquer outro tipo de violência, nós também não somos Charlie. A morte de vários cartunistas não os faz heróis e nem anula todo o desrespeito e preconceito com que trataram os muçulmanos.
Talvez toda a atenção que a revista estava ganhando através dos cartuns tornou os seus criadores ainda mais ousados, (provavelmente providos de muito conhecimento e pouca educação) passando ainda mais dos limites com o próximo. Na verdade os cartunistas queriam fazer graça à custa de uma minoria, mas dizendo que se tratava de liberdade de expressão e não preconceito.
O lado que a mídia não mostra é que os muçulmanos foram ironizados, porém a principio recorreram a justiça, que obviamente defendeu a revista francesa resultando na tragédia que vimos em nossas televisões. Sabemos que nenhum ser humano tem o direito de maltratar fisicamente ou matar outro, por que então alguém teria o direito de maltratar emocionalmente outra pessoa?
Jaqueline Melim Peixer, Julia Manoela Facchini. 3ª 3
nome: Uriel André Oliveira
ResponderExcluirnome: Cleipson Santos
série: 3ª III
Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie
https://leonardoboff.wordpress.com/2015/01/10/eu-nao-sou-charlie-je-ne-suis-pas-charlie/
frase de John Donne: “A morte de cada homem diminui-me, pois faço parte da humanidade; eis porque nunca me pergunto por quem dobram os sinos: é por mim”.
Nem um dos cartunistas da França teve culpa em morrer, mais acredita em evolução, a mídia influencia muito nas opiniões, foi o mesmo o que fez a globo e a revista veja na última eleição.
A revista Charles Hedbo, é uma revista conhecida de forma negativa na França, embora isso, no ano de 2006, a revista republicou charges do jornal dinamarquês Jyllands-Posten (identificado como “Liberal-Conservador”, ou seja, a direita europeia).
A França possui 6,2 milhões de habitantes muçulmanos,que não são tratados de forma igualitária na sociedade da França, que são vitimas de preconceitos e exclusões por parte dos franceses.
As charges polêmicas da revista francesa, é comparada, a publicações da revista veja, é como, eles sempre atacassem as mesmas pessoas, e quisessem ofende-las, o que influencia muito, na opinião das pessoas, principalmente quando a mídia publica alguma opinião, e as pessoas levam muito a sério, achando que todos muçulmanos são iguais.
A revista não é só contra o islã, mas também, já publicou contra o cristianismo, ou seja, como se fosse na época de eleições no Brasil, quando a mesma emissora, mostra, o PT falando mal do PSDB, e o PSDB falando mal do PT.
E ai, voltando a sociedade francesa, onde 10% são muçulmanos, e são marginalizados pela sua própria nação, chegamos a liberdade de expressão, e a censura, onde vemos muita coisa de errado, por exemplo, o que deveria ser censurado na França, como essas publicações, que influenciam na opinião das pessoas, no caso a mídia, com certeza deveriam ser censuradas, principalmente, se é um ataque contra uma religião, e no país, a varias pessoas dessa religião, as pessoas vão achar que todos os muçulmanos são iguais, e a começarão exclui-las da sociedade, ja no Brasil, falta liberdade, principalmente na imprensa, onde por exemplo, matérias, que não falam bem de políticos, ja foram censuradas, e as pessoas, irão continuar elogiando esse ´´político`` iludidas, ou seja, será que onde sobra liberdade, não falta censura ? e onde sobra censura, falta liberdade ?.
O texto "Eu não sou Charlie" aborda um grande numero de tópicos, mas o assunto que se deu por entender foi o limite de expressão, que foi ultrapassado e desrespeitado. Torna-se o assunto mais tumultuoso que passa ser um conflito entre diferentes sociedades...
ResponderExcluirComo uma minoria de muçulmanos apresentam atitudes não muito convencionais e legais para este seculo, eles acabam representando uma mal visão para sua religião e seu traços que apresentam uma grande historia desde os tempos antigos. Sendo assim, a liberdade de expressão é livre para qualquer pessoa que queira mostrar suas ideias ou sentimentos para as pessoas ao seu redor, mas as vezes uma sociedade acaba criando um tumulto entre diferentes sociedades ou povos por expressar suas ideias que terão consequências futuras.
Nesse caso, nenhum dos lados estavam certos. Enquanto um não demonstrava ações legais, o outro grupo aplicava charges zombando sobre uma religião e sociedade que não possuem culpa de ter uma minoria na sua sociedade que apresentam mal visão, ultrapassando os limites de expressão.Mas não é porque eu zombo de alguém, que esta pessoa tem direito de me maltratar fisicamente, porem eu não tenho o direito de maltratar outra pessoa emocionalmente. Isto tornaria direitos iguais.
Alunos: Munique Cristina Sperandio e Nicolas Costa
O texto ´´Eu não sou Charlie``, fala sobre os cartunistas Charles Hedbo, que foram assassinados após fazerem várias Charges sobres os muçulmanos, que andavam sempre com armas, bombas,etc.
ResponderExcluirA religião é o tema de complexidade imensa,em que cada povo tem suas crença e sua tolerância, no caso do Islamismo, Maomé não pode ser retratado em nenhuma forma. Isso foi só um dos principais motivos que causou revolta nos muçulmanos. Ocasionando esse Atentado.
Os cartunista deviam saber que Religião é assunto sério e que a tolerância em algumas religião é limitada.
Anderson Thierry S.
3ª02
Alunos: Vinícius César e Dener Laurindo
ResponderExcluirSérie: 3ª 3
Charles Hebdo - Uma reflexão difícil
De acordo com o que lemos em sala de aula, o texto apresentava um tópico "A liberdade de expressão", e vamos dar a nossa opinião a partir do que conseguimos refletir após a leitura.
A liberdade de expressão é um bem que todos nós temos e usamos no nosso dia-a-dia, seja falando sobre política, religião e outros demais assuntos. Todo o tipo de liberdade de expressão merecem ser ouvidas, compreendidas e respeitadas mesmo você concordando ou não, E foi nessa "tecla" que bateu Charlie Hebdo com as seguintes palavras no texto: “É um bem precioso, mas tem limites”. Nos cartoons, que claramente os muçulmanos foram atacados e ironizados, nessa ocasião não houve nenhum tipo de limite imposto, causando várias revoltas e a reflexão de que liberdade de expressão pode muitas vezes não ser aceita da maneira correta e até ofender aos outros.
Vivemos num mundo onde a religião para algumas pessoas vem sempre em primeiro lugar e por ela dão a vida (literalmente), o que certamente os cartoonistas não pensaram antes de criarem a charge e publica-la para todos.
Aluna: Nicole Guimarães e Thatielle Coelho 3ª3
ResponderExcluir‘’ Eu não sou Charlie , je ne suis pas Charlie’’(Leonardo Boff)
Fazendo uma analise do texto entendesse um pouco melhor a situação até então um pouco desfigurada na mídia mundial como diz o autor. Terrorismo, intolerância, são os principais motivos a se levar a este caso. Assim como em todas as religiões existem regras ou melhor seguimentos ,que não se podem ser burlados. No islamismo não é diferente tendo como seu profeta Maomé este seguimento.
Charlie Hebdo é um jornal conhecido a muito tempo por fazer charges ‘’ maldosas’’ em relação a diversos assuntos mais que atualmente se intensificaram as criticas em suas charges ao profeta.
A muito tempo vem ocorrendo processos de ordem judicial contra o jornal pelas criticas mais que sempre o jornal ganha as causa e intensifica ainda mais as charges como ocorreu desta vez.
Os muçulmanos são a minoria da população francesa são tratados como diferentes dos outros parisienses por terem como seguimento religioso o Islamismo .
O jornal tratava todos os muçulmanos como terroristas , e a realidade não é assim .
Também não se da o direito de fazerem justiça com as próprias mãos e matar os cartunistas em um atentado , a mídia retrata os cartunistas como ‘’heróis’’. Este é o caso que demonstra claramente a intolerância das pessoas diante de algumas situações ou mesmo diante de escolha na vida de outras pessoas que terminam em fins trágicos ou se dá inicio as novos conflitos e possivelmente a novos casos de desrespeito e intolerância.
Boa noite, referente ao texto ''Eu não sou Charlie" podemos perceber o quanto é necessario ter conhecimento das palavras que saem da nossa boca e refletirmos o quanto pode ser grave nossas atitudes, quando não feitas de maneira correta. Todos nós temos conhecimento dos cartonistas mortos em Paris por consequencia das charges ofensivas publicadas nas revistas, e o ocorrido na França veio a tona por atitudes que tomam conta do mundo todo, inclusive do nosso Brasil.
ResponderExcluirComo ja cansamos em ouvir, somos um povo livre, sim, livres! Porém o que muitos confundem é o nosso direito de liberdade e o abuso de liberdade. Somos livres em fazermos o que bem entendemos e também expressar nossas ideias, porém, a partir do momento que ela atinge o espaço do outro, nosso direito merece um controle e atenção especial. Nós, seres tão racionais e intelectuais, deveriamos estabelecer limites a nós mesmos, para quie assim, não haja mais casos como esse, de preconceito a religião, costumes e a cultura de outros povos, afinal, eles são livres de escolha assim como nós, e assim como liberdade, respeito é direito de todos!
Gabriela Piva/ Gabriel Picolli
3º II
Nomes:Thatiane Coelho
ResponderExcluirThais Pizzi
Série:3ªIII
"eu não sou chalie je ne suis pas charlie"
Acabamos de averiguar o texto “eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie” e tiramos a ideia central do texto que o autor relata que a mídia mundial martirizou os cartunista da revista CHARLIE HEBDO mas não deram ênfase a violência que os próprios cartunistas causaram para os muçulmanos, islâmicos e católicos com charges extremamente ofensivas a esses povos.
Mas nem por isso precisavam ser mortos por essas circunstancias ninguém merece morrer mas sim mereciam um punição mas não a morte nesse caso.
Se os cartunistas fossem, mas específicos com suas charges na nossa opinião não teria acontecido nada disso.
O povo mundial precisa de mais tolerância com essas coisas, pois nem tudo que os outros falando iram agradar nossos ouvidos.
Nome: Emily da Silva
ResponderExcluirSérie : 3ª III
"Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie"
Todos nós temos a consciência que o que aconteceu em Paris foi uma grande atrocidade contra os cartunistas, mas antes de ter acontecido isso os próprios cartunistas vinham desde então ofendendo os muçulmanos com suas charges de mal gosto denegrindo a imagem de Maomé e seus discípulos, sendo qual for a crença todos nós temos o direito de escolha, claro que a violência nunca é um bom meio de respostas. Mas os cartunista não fizeram certo de maneira alguma, nenhum deles merecia morrer, ninguém merece morrer de uma maneira tão inescrupulosa, eles erraram sim e com certeza deveriam ter tido uma punição, não a morte mas sim uma punição severa. " A sua liberdade termina quando a minha liberdade começa." Os seres humanos tem que aceitarem as diferenças e respeitá-las, os cartunistas usaram do seu meio de comunicação para agredirem Maomé e seus seguidores isso não deixa de ser algo errado, eles generalizaram em suas charges que todo o povo Islâmico é terrorista e algo do tipo ofendendo-os completamente de uma forma que os próprios Islâmicos reagiram de uma maneira negativa. Mas a questão principal é o respeito, tem sim que respeitar as pessoas acima de tudo, nem sempre todos irão agradar todos mas tendo respeito e educação o mundo será e seria bem melhor.