quarta-feira, 25 de novembro de 2015

EXERCÍCIO DE FILOSOFIA CONTENDO OS TEXTOS E AS QUATRO QUESTÕES PARA TERCEIRAS E SEGUNDAS SÉRIES DO ENSINO MÉDIO.



 Escola de Educação Básica S. J. Batista –  Professor: Paulo César de C. Jacó
Exercício de Filosofia
1.        O fortalecimento do Estado
Embora com freqüência utilizemos a palavra Estado para nos referirmos às instituições políticas da Antigüidade e Idade Média, trata-se de uma impropriedade, já que a palavra Estado só co­meça a ser empregada no Renascimen­to e Idade Moderna. (Na Grécia era usada a palavra polis, na Roma antiga e Idade Média dizia-se civitas.) Além da palavra nova, é também nova a reali­dade a que ela se refere: o Estado pas­sa a significar a posse de um território em que o comando sobre seus habitan­tes se faz a partir da centralização cada vez maior do poder. Dessa forma, só o Estado se toma ap­to para fazer e aplicar as leis, recolher impostos, ter um exército, atribuições estas que, por exemplo, na Idade Mé­dia, podiam ser exercidas também pe­los nobres em seus respectivos territó­rios. Aos poucos o Estado monopoliza os serviços essenciais para garantia da ordem interna e externa, o que exige o desenvolvimento do aparato adminis­trativo fundado em uma burocracia controladora.O Estado que surge como resultado da formação das monarquias nacionais é intervencionista e procura justificar o uso que faz da força por meio de diver­sas teorias absolutistas. Mas se existem teóricos que ainda sustentam o "direi­to divino dos reis" (Filmer e Bossuet), cada vez mais a legitimação do poder passa a ser buscada em critérios racio­nais (Hobbes), o que é típico das teo­rias contratualistas. (fonte: https://sites.google.com/site/professordiegoobonito/temas-de-filosofia---concepcoes-de-politica).
2.        As teorias contratualistas
Nos séculos XVII e XVIII a principal preocupação da filosofia política é o fundamento racional do poder soberano. Ou se­ja, o que se procura não é resolver a questão da justiça, nem justificar o po­der pela intervenção divina, mas colo­car o problema da legitimidade do poder. É por isso que filósofos tão diferen­tes como Hobbes, Locke e Rousseau têm idêntico propósito: investigar a ori­gem do Estado. Não propriamente a origem no tempo, mas o "princípio", a "razão de ser" do Estado. Todos par­tem da hipótese do homem em estado de natureza, isto é, antes de qualquer sociabilidade, e, portanto, dono exclusi­vo de si e dos seus poderes. Procuram então compreender o que justifica aban­donar o estado de natureza para cons­tituir o Estado, mediante contrato. Tam­bém discutem o tipo de soberania resul­tante do pacto feito entre os homens. Hobbes, advertindo que o homem natural vive em guerra com seus seme­lhantes, conclui que a única maneira de garantir a paz consiste na delegação de um poder absoluto ao soberano. Locke, como arauto do liberalismo, critica o absolutismo. Para ele, o con­sentimento dos homens ao aceitarem o poder do corpo político instituído não retira seu direito de insurreição, caso haja necessidade de limitar o poder do governante. Além disso, o Parlamento se fortalece enquanto legítimo canal de representação da sociedade, e deve ter força suficiente para controlar os exces­sos do Executivo. Rousseau vai mais longe ainda, atri­buindo a soberania ao "povo incorpo­rado", isto é, ao povo enquanto corpo coletivo, capaz de decidir o que é me­lhor para o todo social. Com isso de­senvolve a concepção radical da demo­cracia direta, em que o cidadão é ativo, participante, fazendo ele próprio as leis nas assembleias púbicas. Rousseau, na verdade, antecipa algumas das críticas que no século seguinte os socialistas fa­rão ao liberalismo. Denuncia a proprie­dade como uma das causas da origem da desigualdade e, ao desenvolver os conceitos de vontade geral e cidadania ativa, rejeita o elitismo da tradição bur­guesa do seu tempo. Além disso, as teorias contratualis­tas se baseiam em uma concepção in­dividualista da sociedade, o que é típi­co do pensamento liberal. A sociedade é compreendida como a somatória dos indivíduos, e o Estado tem por fim ga­rantir que os interesses particulares possam coexistir em harmonia. Esta concepção será criticada pelas teorias socialistas. Apesar das diferenças, o que exis­te em comum nas teorias contratualistas é a ênfase no caráter racional e laico (não-religioso) da origem do po­der. É o próprio homem que dá o con­sentimento para a instauração do po­der, reafirmando assim o valor do in­divíduo e do cidadão (fonte: https://sites.google.com/site/professordiegoobonito/temas-de-filosofia---concepcoes-de-politica)
2.1 A filosofia Política  em Hobbes
“Polemizando com a tradicional tese aristotélica, que via na sociedade o resultado de um instinto primordial, Hobbes sustenta  que no gênero humano, diferentemente do animal, não existe sociabilidade instintiva.  Entre os indivíduos não existe um amor natural, mas somente uma  explosiva mistura de temor e necessidade recíprocos que, se não fosse disciplinada pelo Estado, originaria uma incontrolável sucessão de violências e excessos. Precisamente porque o contrato de fundação de toda sociedade humana tem caráter artificial, faz-se necessário que o Estado seja absoluto, soberano e poderoso, capaz de suprimir qualquer tentativa de fazer prevalecer o interesse pessoal” (NICOLA, 2005, p. 236).
2.2 A filosofia Política  em John Locke
“Sendo os homens, conforme acima dissemos, por natureza, todos livres, iguais e independentes, ninguém pode ser expulso de sua propriedade e submetido ao poder político de outrem sem dar consentimento. A maneira única em virtu­de da qual uma pessoa qualquer renuncia á liberdade natural e se reveste dos laços da sociedade civil consiste em concordar com outras pessoas em juntar-se e unir-se em comunidade para viverem em segurança, conforto e paz umas com as outras, gozando garantidamente das propriedades que tiverem e desfru­tando de maior proteção contra quem quer que não faça parte dela. Qualquer número de homens pode fazê-lo, porque não prejudica a liberdade dos demais; ficam como estavam na liberdade do estado de natureza. Quando qualquer nú­mero de homens consentiu desse modo em constituir uma comunidade ou governo, ficam, de fato, a ela incorporados e formam um corpo político no qual a maioria tem o direito de agir e resolver por todos. (...) o poder legislativo não pode transferir o poder de elaborar leis a outras mãos quaisquer; porquanto, sendo tão-só poder delegado pelo povo, os que o têm não podem transferi-lo a terceiros. Somente o povo pode indicar a forma da comunidade, a qual consiste em constituir o legislativo e indicar em que mãos deve estar. E quando o povo disser, sujeitar-nos-emos a regras e seremos go­vernados por leis feitas por estes homens, e, dessa forma, ninguém mais pode­rá dizer que outros homens lhes façam leis; nem pode o povo ficar obrigado por quaisquer leis senão as que forem promulgadas pelos que escolheu e auto­rizou a fazê-las. Sendo o poder do legislativo derivado do povo por concessão ou instituição positiva e voluntária, o qual importa somente em fazer leis e não em fazer legisladores, o legislativo não terá o poder de transferir a própria auto­ridade de fazer leis, colocando-a em outras mãos. O motivo que leva os homens a entrarem em sociedade é a preservação da propriedade; e o objetivo para o qual escolhem e autorizam um poder legislati­vo é tornar possível a existência de leis e regras estabelecidas como guarda e proteção às propriedades de todos os membros da sociedade, a fim de limitar o poder e moderar o domínio de cada parte e de cada membro da comunidade; pois não se poderá nunca supor seja vontade da sociedade que o legislativo pos­sua o poder de destruir o que todos intentam assegurar-se entrando em socie­dade e para o que o povo se submeteu a legisladores por ele mesmo criados.  (LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo, Col. Os pensadores. São Paulo, Abril Cultural, 1973. p. 77, 96 e 127 – Acesso: 22/11/2015 - https://sites.google.com/site/professordiegoobonito/temas-de-filosofia---concepcoes-de-politica).
3.        Características do liberalismo
As teorias liberais defendem o Es­tado laico, recusando a intervenção da Igreja nas questões políticas. De­fendem a economia de mercado, segun­do a qual existe um equilíbrio natural decorrente da lei da oferta e da procura, o que reduz a necessidade de inter­venções (teoria do Estado mínimo). A economia de mercado supõe ainda a defesa da propriedade privada dos bens de produção e a garantia de funciona­mento da economia a partir do prin­cípio do lucro e da livre iniciativa, o que valoriza o espírito empreendedor e competitivo. Desde o início, o liberalismo defen­de a existência do Estado laico e não-intervencionista. Estado laico porque não se identifica com nenhuma confissão religiosa nem deseja qualquer interferência da Igreja nos assuntos políticos. Em contrapar­tida, o Estado também não deve inter­ferir nas crenças pessoais, fazendo pre­valecer o ideal da tolerância depois das sangrentas guerras religiosas do sécu­lo XVI. Estado não-intervencionista, porque cri­tica o controle que as monarquias absolutistas exerciam sobre a economia, cuja expressão era o monopólio estatal típico do mercantilismo. Tais alterações provocam a nítida se­paração entre o público e o privado, ou se­ja, entre os assuntos do Estado (que de­ve se ocupar com a política, isto é, com as questões da esfera pública) e os da sociedade civil (setor das atividades particulares, sobretudo econômicas). Ao mesmo tempo, são criadas insti­tuições para que os cidadãos possam ter voz ativa nas decisões políticas. Daí o fortalecimento do Parlamento, órgão por excelência de representação das forças atuantes da sociedade e capaz de ini­bir os excessos do poder central. A de­fesa da origem parlamentar do poder significa a superação das antigas teorias de que o poder vem de Deus ou da tra­dição familiar, já que o voto significa o livre consentimento do cidadão. Para manter a ordem é fundamental o equi­líbrio dos três Poderes — o Executivo, o Legislativo e o Judiciário —, tese de­senvolvida pela primeira vez por Mon­tesquieu. As alterações nas instituições cons­tituem passo significativo para superar o poder absoluto em direção à demo­cracia e transformar o súdito em cida­dão. Mas é preciso não esquecer que por muito tempo o liberalismo continua sendo uma concepção elitista do poder, já que só os proprietários são conside­rados cidadãos totais, com direito ao voto e à representação. Apenas recen­temente conquistou-se o sufrágio uni­versal, o que também não significa por si só garantia para se evitarem os pri­vilégios. (Consultar o Cap. 13, A demo­cracia). A consciência liberal também foi marcada pela valorização do princípio da legalidade: as diversas Declarações de Direitos proclamam a igualdade peran­te a lei; institui-se o habeas corpus a fim de evitar prisões arbitrárias; teóricos como o italiano César Beccaria defendem o abrandamento das penas cruéis. Além disso, as Declarações de Direi­tos exigem garantia das liberdades in­dividuais de pensamento, crença, ex­pressão, reunião e ação, desde que não sejam prejudicados os direitos de ou­tros cidadãos. Deriva daí a concepção tradicional de liberdade, segundo a qual "a liberdade de cada um vai até onde o permite a liberdade do outro". Trata-se do fundamento individualista típico do pensamento burguês; a lógica do mercado é que, se cada um desenvol­ver bem o seu trabalho, haverá natural seleção dos melhores, que formarão as elites de cuja capacidade empreende­dora resultarão benefícios para o todo social (fonte: https://sites.google.com/site/professordiegoobonito/temas-de-filosofia---concepcoes-de-politica).
Questão:
1.        Procure retirar três princípios referentes à vida política de cada texto.
2.        Estabeleça uma síntese de cada texto.
3.        Procure elaborar duas questões a partir de cada texto acima.

4.        Quais são as considerações a que se pode chegar depois da leitura dos textos acima? 

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Análise do Filme Equilíbrium
Sociologia e Filosofia


Análise do Filme Equilibrium



SINOPSE
        Dirigido por Kurt Wimmer. Com Christian Bale, Emily Watson, Taye Diggs. Gênero: ficção científica,  suspense  e  ação. Nacionalidade: EUA.

        Nos primeiros anos do século XXI aconteceu a 3ª Guerra Mundial.  Aqueles que sobreviveram sabiam que a humanidade jamais poderia suportar a uma 4ª guerra e que a natureza instável dos humanos não poderia  mais prevalecer.
       Então um segmento da lei foi criada, o Clero Grammaton, cuja única tarefa é procurar e aniquilar a real fonte de crueldade entre os seres humanos: a capacidade de sentir, pois acredita-se  que os fatores emotivos foram culpados pela destruição  das sociedades do passado. 
       Desta forma existe a implantação de um Estado Totalitário, a Libria, que é comandado pelo "Pai", que só aparece através de imagens em telões. Foi decretado que os cidadãos devem tomar diariamente uma droga que nivela  a manifestação emocional. As formas de expressão criativa estão contra a lei, sendo que ao violar qualquer regulamento a não-obediência é punida com a pena de morte. John Preston (Christian Bale) é um Grammaton (sacerdote), um oficial da elite da lei, que caça e pune os "ofensores", além de ter autoridade para mandar destruir qualquer obra de arte. Um dia, acidentalmente, Preston não toma a droga. Pela primeira vez ele sente emoções e começa a fazer questionamentos sobre a ordem dominante e o sentido de inibir os sentimentos.


ASPECTO SOCIOLÓGICO DO FILME
  
     A desordem e a desigualdade social ao longo da história foi constituída pelo homem devido a necessidade de se sobrepor em relação aos outros homens. 
Thomas Hobbes, pensador inglês defendia a criação de um Estado Artificial para defender os indivíduos de suas próprias barbaridades e vicissitudes (o homem é o lobo do homem).

 Diria ainda Hobbes relacionando agora com o filme, que o conflito e a guerra são inerentes à natureza humana. A emoção, os instintos, os sentimentos, os prazeres levam a humanidade a uma busca desenfreada pelo hedonismo e por sensações terrenas transbordantes. 
     O filme enfatiza justamente a necessidade de neutralização dos sentimentos humanos, pós-catástrofes provocadas pela disputa, ganância, competitividade, egoísmo exacerbado, consumismo padronizado. No entanto, sentir é uma capacidade que nos torna expressivos, inventivos, diferentes, capazes. Se por um lado, a  disciplina e a obediência são essenciais para o controle da ordem estabelecida e por tanto da erradicação de várias ações destrutivas que estão cada vez mais frequentes na nossa realidade, por outro superficializa-se as relações amorosas e familiares. Pergunto se não é o que está realmente acontecendo hoje. Estamos nos virtualizando. Erguemos novas estruturas de controle dos escombros da anterior. Verifica-se no filme a força de organizações religiosas (clero), seus agentes executores, defensores da ordem (sacerdotes) e os hereges (ofensores). Creio que além de leis mais eficazes e severas necessita-se que as mesmas sejam verdadeiramente cumpridas indiscriminadamente. O respeito não deve ser imposto como em Equilibrium, mas sim conquistado. A emoção definitivamente é vital!


Análise Psico-Filosófica

As teorias para análise psico-filosófica aqui usadas serão a Dialética e AntiDialética, duas linhas de pensamento diferentes que são muito bem retratadas ao longo do filme, espero que aproveitem.
Equlibrium se inicia por uma das cenas mais impactantes do longa metragem, que é a destruição de um dos maiores símbolos da arte, o quadro de Lonardo Da Vinci: Monalisa (Gioconda).  O personagem principal John Preston da a ordem de destuição da obra, dando a entender que nenhum meio que nos possibilite perceber o belo continue a existir, dando inicio a uma visão "anti-emocional" da vida, onde é proibido contemplar a beleza da existência humana. Para explicar de maneira mais produtiva, será usada a visão dialética, que aqui será retratado de uma maneira diferente de determinadas teorias filosóficas.

O pensamento dialético é aquele em que raciocinamos de uma maneira mais lógica, procurando resultados exatos, não tendo interferência da emoção e dando mais voz a razão. É um pensamento Consciente  que utilizamos   para alcançar nossos objetivos de uma maneira mais óbvia e lógica. Infelizmente é o pensamento mais usado para educar jovens e crianças no sistema educacional, esse  tipo de pensamento não deixa de ser uma pensamento necessário, pois a capacidade interpretar determinadas situações de maneira mais lógica  é realmente importante, mas o grande erro é torná-lo  a ferramenta principal dos pensamentos e ideias.
Equilibrium retrata com perfeição como nos tornaremos se continuarmos a dar seguimento a esse pensamento frio e insensível. Nas cenas seguintes é mostrada como seria a nossa sociedade no futuro com o pensamento dialético imperando sobre todos

A sociedade LIBRIANA (uma Sociedade que não sente), demonstra como viveremos, o que ouviremos, o veremos e como seremos todos iguais, andando com as mesmas roupas, os mesmos cortes de cabelo, as mesmas expressões faciais, e incrivelmente frios. Mostra que sentir se tornou uma doença com os sintomas de ódio, raiva, fúria e guerra. 




 É revelado o que seria o instrumento que será denominado como a "CURA" para essa doença, o PROZIUM.
 Essa é a personificação do instrumento que ira nos controlar, dando um suposto  equilíbrio da mente e do corpo, produzindo uma falsa ideia de "PAZ". Esses ideais serão sustentados pelos argumentos de que nos tornamos vitoriosos por termos "vencido" as diferenças e a nossa própria natureza humana.

John Preston (Christian Bale) que faz parte da organização Tetragrammaton que luta contra a Resistência ( grupo que luta contra a lei de não sentir e que ainda cultivam as emoções.) demonstra que nem mesmo a amizade tem mais valor emocional, que é apenas uma mera palavra de um sentimento que a maioria das pessoas hoje nem fazem ideia do que significa quando ele mesmo mata seu amigo mais próximo.

Antes de John matá-lo é recitada uma poesia de um livro que seu amigo tem em mãos, que diz:


  "Mas eu sendo pobre, tenho apenas meus sonhos
Lancei meus sonhos sobre seus pés
Caminhei suavemente
Pois você pisou nos meus sonhos."
 Essa poesia pode ser interpretada dizendo, que nós, mesmo estando pobres de materiais, ainda temos os nossos sonhos, que sempre são voltados de sentimentos e emoções e que se confiarmos esses mesmos sonhos a nossa sociedade, ela poderá pisar em cima deles, destruindo-os e nos fazer caminhar e viver de acordo com suas leis impostas.

 Em seguida é mostrada a esposa de Preston sendo presa na sua frente, nos fazendo intender que nem mesmo o sentimentos mais forte, mais sublime, mais belo e mais importante de todos conseguira sobreviver, que é o Amor. O amor que deveria existir entre pai e filho também será destruída, e essa é a representação das cenas em que o Filho de Preston o trata com total frieza como se fosse alguém superior a ele. Essa não é uma mera ficção, se formos observar, vamos perceber que essa é uma realidade em que já estamos vivenciando. Pais e filhos, hoje são estranhos uns para os outros, não conhecem seus medos, seus sonhos, suas vontades, o que realmente pensam e imaginam para si e para os outros. Cada vez mais crianças e jovens são educados a se tornarem máquinas  repetidoras de ideias e não grandes pensadores que amam solenemente a vida e suas famílias, e que se continuarmos a educar com os pensamentos dialéticos e linear, apenas iremos piorar essa situação e assim não irá demorar para que a ficção de um filme vire uma grande realidade para nós.

     A cena onde se demonstra as ideias do pensamento AntiDialético (Multiangularl) é a onde o personagem principal é interrogado por sua própria prisioneira, que lhe pergunta o por que dele estar vivo  e o propósito de sua existência. Ele da uma respota totalmente Dialética e linear, dizendo que estava vivo para servir e dar continuidade a sociedade Libriana, essa é uma resposta que o gorverno Libriano quer que seus servos dem, e si refletirmos por alguns minutos, vamos perceber que nossa sociedade e governos realmente querem que pensamos apenas dessa forma, uma forma que não crítica sua própria sociedade e que apenas trata tudo com frieza.
Mas a personagem lhe responde que o propósito de nossas vidas é SENTIR, mostrando que nascemos com o objetivos de sentir emoções, sejam elas boas ou ruins. É algo tão fundamental quanto respirar e que se deixarmos de sentir, apenas estaremos vivendo por viver, sem nenhum propósito. Esse é exatamente o sentido do pensamento Anti-dialético. Usamos esse tipo de pensamento consciente para decifrar as emoções, aspirações, sensações complexas, para imaginar, fantasiar e produzir imagens mentais. É esse pensamento que nos possibilita enxergar uma situação dos mais diversos ângulos e focos, por isso também é chamada de pensamento multiangular. É ele que nos permite enxergar as belezas e fascinações que a vida pode propiciar. Mas é justamente esse pensamento que nossas sociedades vem tentando extinguir.

 Ao longo do filme o personagem John Preston descobre o quanto é belo e magnífico poder Sentir. Ele encontra a Resistência, e eles explicam que as emoções tem um preço, e sem moderação, sem controle, as emoções são um caos, transformando o mundo em um lugar cheio de seres frios, insensíveis, intolerantes, doentios, neuróticos e tiranos.

(Por: Marcio Araujo & Mayke C. Cardoso)

Referencias:Teoria Filosofica de Thomas Hobes
Livro de Augusto Cury: O Código da Inteligencia


                                                                    SOCIALIZAÇÃO

FILME:  "O GOTO SELVAGEM"
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA
França - PGL - [José Paz Rodrigues] Um dos diretores de cinema mais interessantes de toda a filmografia mundial, a respeito da realização de filmes de temática educativa, foi sem dúvida o francês François Truffaut (1932-1984). Da sua autoria já comentei na minha série os filmes “Na idade da inocência” e“Fahrenheit 451”. No futuro hão ter cabida outros dos seus filmes pedagógicos como “Os quatrocentos golpes” e “Beijos roubados”.

O filme que comento hoje, “O menino selvagem” (intitulado no Brasil como “O garoto selvagem”), é um filme esplêndido em todos os sentidos, tanto nos aspetos formais, como nos seus conteúdos, e, sem dúvida alguma, um dos filmes pedagógicos mais extraordinários de quantos se tenham realizado. Uma genial obra-mestra, baseada ademais em factos reais que no seu dia aconteceram numa povoação da França.
Um dos maiores desafios da educação em todos os tempos é a educação de crianças em situação de total ou parcial marginalidade. Ainda é hoje o dia que continuam a aparecer em bastantes países civilizados, crianças que pelo seu abandono, maus tratos, isolamento ou encarceramento, têm todas as caraterísticas das crianças selvagens, já classificadas e estudadas no seu momento pelo sueco Linneo (1707-1778). O interesse de expertos, médicos, psicólogos e pedagogos em socializar estas crianças é um fenómeno comum em todo o mundo. Esta dúvida atormentou sempre os filósofos e outros profissionais preocupados pela condição humana, espertando o interesse desde o século XIX. Para que o homem selvagem não provocasse medo e se convertesse num ser aceitável socialmente falando, foi necessária a intervenção da ficção, a criação de um herói como Tarzan, capaz de conservar a sua humanidade, enquanto desenvolvia ao mesmo tempo um corpo atlético e conseguia os sentidos similares aos dos animais. Truffaut, com este seu filme, em que também faz de ator, interpretando magistralmente o Doutor Itard, que reeduca o menino selvagem protagonista, com estratégias didáticas muito acertadas, faz-nos entrar na problemática educativa das crianças abandonadas, da mão do cinema, animando-nos também a pesquisar a partir do filme sobre os fundamentos históricos do mesmo, os seus protagonistas reais e sobre outras situações similares. Empregando técnicas procedentes de campos muito diversos, como o uso da voz em “off” do documentário ou os fechamentos do íris do cinema mudo, o diretor galo propôs com este seu formoso filme a substituição do “Homem Natural” que defendiam as teses rousseaunianas pelo “Homem Moral”, forjado a partir dum longo processo integrador e dotado dum senso da justiça inquestionável. Esta proposta, cheia de signos e chaves muito bem elaboradas, deixa entrever alguns detalhes da biografia do seu autor, marcada por uma infância difícil e a superação através do cinema.
O médico-pedagogo Jean Itard lutou para inserir o menino selvagem encontrado, a que foi posto o nome de Vítor de l´Aveyron, na sociedade francesa de inícios do século XIX, conseguindo ser seu mentor e acreditando perante o reconhecido psiquiatra Pinel, que Vítor poderia chegar a ser civilizado e independente. Os escritos de Itard sobre este caso foram utilizados por Truffaut para realizar este filme. A figura de Vítor, nesta fita cinematográfica, reflete exatamente o fascínio que os “selvagens” exercem sobre os “civilizados” e propõe o debate sobre como os educar. Os métodos didático-educativos que Itard utilizou, apresentam-se muito bem neste filme, fazendo Truffaut, o diretor-ator, de educador representando o grande psicopedaogo francês. As estratégias didáticas usadas baseiam-se nos princípios de imitação, condicionamento e modificação da conduta e do comportamento. Que naquela altura foram uma autêntica vanguarda pedagógica e provocaram a criação e invenção de muitos métodos de ensino que ainda hoje continuam a utilizar-se. De tal modo, que Itard depurou as técnicas que tinha usado com Vítor, convertendo-se num pioneiro da educação especial. O menino selvagem atingiu um progresso notório: aprendeu o nome de muitos objetos e pôde ler e escrever frases simples, expressar desejos, seguir ordens e intercambiar ideias. Demonstrou afeto, especialmente para a ama de casa de Itard, a senhora Guérin, ao mesmo tempo que emoções de orgulho, vergonha, remordimento e desejo de comprazer. Porém, para além de alguns sons vocálicos e consonânticos, nunca aprendeu a falar e mantinha-se sempre totalmente centrado nas suas necessidades e desejos e, como admitiu o próprio Itard no seu relatório final, nunca pareceu perder a sua viva morrinha “pela liberdade do campo aberto e a sua indiferença à maioria dos prazeres da vida social”.
Este filme é ideal para ser projetado a alunos dos estudos de formação inicial do professorado, tanto das especialidades de educação infantil, primária e especial, como dos de psicologia evolutiva e da conduta, sendo muito importantes as estratégias didáticas que se podem ver nas diferentes cenas. Amostra também o importante que é a socialização para que as crianças possam conseguir a sua educação plena. E pode servir para debater os diferentes modelos educativo-psicológicos e as ideias pedagógicas rousseaunianas, que tanta influência tiveram nos movimentos pedagógicos de finais do século XIX e primeiras décadas do século XX.
Ficha técnica do filme:
Título original: L´enfant sauvage (O menino selvagem / O garoto selvagem / El pequeño salvaje).
Diretor: François Truffaut (França, 1969, 85 min., Branco e Preto).
Roteiro: F. Truffaut e Jean Gruault, baseado na Mémorie et Rapport sur Victor de l´Aveyron de Jean Itard (1806).
Fotografia: Néstor Almendros. Música: António Vivaldi, com peças interpretadas por Antoine Duhamel.
Produtora: Les Filmes du Carrosse e Les Artistes Associes. Montagem: Agnés Guillemot.
Intérpretes: François Truffaut (Dr. Jean Itard), Jean-Pierre Cargol (Vítor de l´Aveyron), Françoise Seigner (Mme Guérin), Paul Villé (o velho Rémy), Jean Dasté(Philippe Pinel), Claude Miller (Sr. Lémeri), Annie Miller (Mme Lémeri), Mathieu Shiffman (Mathieu), René Levert (Comissário), Pierre Fabre (enfermeiro), Nathan Miller (o bebé Lémeri), Jean Mondaroux (o médico de Itard).
Prémios: Espiga de Ouro no Festival de Valhadolid (1970), melhor filme do Sindicato dos Críticos da França (1971), Melhor fotografia na National Society of Film Critics Awards USA (1971) e melhor filme estrangeiro e melhor diretor no National Board of Review (1971).
Argumento: Cantão de São Sernin, França, 1798. Três caçadores acham uma criança selvagem, que possui 11 ou 12 anos. Ele é apelidado de Selvagem de Aveyron, sendo que se alimenta de grãos e raízes, não anda como um bípede nem fala, lê ou escreve. O professor Jean Itard se interessa pelo menino, que é levado a Paris para determinar o seu grau de inteligência e ver como se comporta a mentalidade de um menino que desde cedo foi privado da educação, por não conviver com ninguém da espécie. Itard começa a educá-lo. Todos pensam que ele vai fracassar, mas com amor e paciência aos poucos obtém resultados. O filme narra a história deste garoto do final do século XVIII que supostamente nunca teve contacto com a sociedade, não anda como os seres humanos, nem fala, lê ou escreve. Ele é resgatado com cerca de doze anos de idade e passa a ser objeto de estudo de um professor ávido pelo conhecimento da condição humana.
O filme baseia-se em factos verídicos. E que o mesmo possuía uma linguagem totalmente rudimentar e antissocial, por ter sido afastado da sociedade, por um longo período, e que afetou o seu nível intelectual, já que no período em que ele poderia ter sido socializado, e assim atingindo uma linha de raciocínio funcional, era a sua idade em desenvolvimento. O rosto e as mãos do rapaz estavam cheias de cicatrizes quando apareceu todo nu, trepava pelas árvores, corria a quatro pés, bebia nos regueiros e procurava landres e raízes para comer. A fame levava-o a procurar alimento nas quintas rurais. Quando o recolheram não falou nem respostou para fazer-se entender. Porém, reagia de imediato diante do som das polas ao romperem ou perante os ladridos dos cães. Não aceitava os alimentos cozidos e preferia as batatas cruas que atirava ao fogo e recuperava rapidamente com as suas mãos nuas, devorando-as quando ainda queimavam. Como um animal acostumado a viver na selva, o rapaz parecia insensível ao frio e ao calor extremos, e rasgava a roupa com que a gente tratava de abrigá-lo. Parecia evidente que tinha perdido os seus pais desde muito pequeno ou que o tinham abandonado, mas isto era difícil sabê-lo, por ter passado bastante tempo. A sua aparição foi um fenómeno intelectual e social, num momento em que uma nova perspetiva científica nasce disposta a substituir as especulações mais místicas. E é agora quando aparece o grande psicopedagogo doutor Jean Itard. Que acolhe o rapaz na sua casa e inicia a sua reeducação, com estratégias muito inovadoras, amostradas brilhantemente no filme.
O ser humano é aquilo que a educação dele faz:
O filósofo Inmanuel Kant no seu livro Sobre a Pedagogia (1776-77) chegou a dizer acertadamente: “O homem não se pode tornar um verdadeiro homem senão pela educação. Ele é aquilo que a educação dele faz”. No mundo pré-moderno, éramos salvos pela religião; no mundo moderno, somos salvos pela educação. Mais da educação do que pela saúde. Esta é a base da nossa cultura. Kant era um homem do seu tempo e refletia as condições da sua época, que acreditava na força das ideias através de uma educação cosmopolita.
Quando foi encontrado e acolhido, o menino de Aveyron acabou sendo enviado para uma instituição de surdos e mudos, porque não se comunicava e parecia não entender o que se lhe dizia. Jean Itard, médico humanista inspirado principalmente em Condillac, foi indicado para cuidar do caso. O Doutor Itard, ao contrário de Pinel, entendeu que seria um caso que a educação resolveria, bastando para isto adotar um método pedagógico que iria despertar a inteligência no rapaz. Por isto, otimista, resolveu “batizar” o menino com o nome de “Vítor”, porque tinha certeza da vitória do conhecimento sobre a natureza. O menino passou a ser conhecido a partir daí como Vítor de l´Aveyron. Contando com o auxílio de uma cuidadora, a senhora Guérin, paga pelo Estado, Itard pôs-se a educar o menino, começando por acostumá-lo às roupas, depois à convivência social, contacto com a música, para finalmente aprender a falar e expor as suas ideias. As metas pedagógicas que Itard estabeleceu para a educação de Vítor foram cinco: interesse pela vida social, despertar a sensibilidade nervosa, ampliar a sua esfera de ideias, levar ao uso da fala e exercitar as operações da mente, utilizando uma metodologia didática intuitiva e ativa.
No filme o próprio Truffaut interpreta o papel do doutor Itard. As bases das estratégias didáticas deste utilizadas no ensino do menino selvagem foram tomadas da obra Tratado sobre as sensações (1754) do filósofo francês Condillac (1715-1780) e consistiam em primeiro lugar na ambientação, respeitando as vontades do menino, que andava nu, comia quando queria e dormia pelos cantos. Em segundo lugar, procurava desenvolver o espírito e a atenção através de estímulos enérgicos. Em terceiro lugar, pretendia alargar no menino a esfera das ideias. Neste caso, é formosa a estratégia e brincadeira utilizada de que o rapaz possa encontrar objetos escondidos, amplamente explorada visando exercitar a atenção e a memória (auditiva e visual). Em quarto lugar, o mais importante para o psicopedagogo era que o menino alcançasse a capacidade de falar, levando-o ao uso da palavra, através da imitação pela necessidade criada, por exemplo, de pedir leite, bebida muito apreciada por Vítor. Em quinto lugar, exercer sobre os objetos da sua experiência imediata, as operações mais simples e posteriormente, determinando-lhe a aplicação aos objetos de ensino, isto é, com cousas que não tivessem relação com as necessidades imediatas.
Este formoso filme não se esgota no facto de reproduzir um documento através do cinema. Pelo contrário, é ao mesmo tempo um documento do diretor Truffaut, que encarna o papel do educador Itard, e o faz até o ponto de alcançar uma identificação quase total com ele. Não se requer outra cousa da criança selvagem que a compreensão de seu papel, que se descreve por meio das ordens que lhe dá o pedagogo. Estas são, ao mesmo tempo, as instruções do diretor. O comentário justifica ambas: o seu papel é de uma “pessoa civilizada” e Truffaut mesmo escreve ao respeito: “O filme enumera uma série de exercícios que Itard lhe faz ao rapaz para educar o seu ouvido, os seus olhos, os seus sentidos… Deveria ser possível seguir estes exercícios. Ao princípio de cada exercício o público deveria saber que pretende conseguir o Dr. Itard com a criança, para compreender assim o desenlace e poder segui-lo com interesse de um ponto ao outro”. Desta maneira transforma-se num filme em certa medida posto em cena em vivo diante dos olhos dos espetadores.
A educação do menino selvagem é ao mesmo tempo aquela educação que ainda persegue o ideal de que o homem pode ser livre e desenvolver-se em forma autónoma. As teses de Itard foram no seu tempo uma antítese das dos pedagogos e filósofos da educação que sucederam a Rousseau. Estes pensavam que cada pessoa era “boa” por natureza, e não lhe davam importância ao facto de que o ser humano deve ser sociável e estar liberado do isolamento. Meta a que se deve tender, transformando a comunicação num processo consciente, extraindo-a da inconsciência própria dos animais: Ouve-nos sem nos escutar. Olha-nos sem nos ver”, comenta Itard, e com essa afirmação desmente o professor Pinel, diretor do instituto educativo estatal, que tinha dito: “Ainda é um animalzinho”“Ninguém o viu chorar ainda”, diz Itard. O rosto do rapaz, que a miúdo sai em primeiros planos do filme, trata de reconhecer o mundo, com o qual não pode identificar-se. Não compreende o conteúdo dos termos que deve aprender: martelo, chave, livro…, agás o de leite, mais próximo à sua experiência animal.
É evidente que Truffaut compartilha o pensamento de Itard de que só através da sociedade, da afinidade e do amor e trato carinhoso, o homem se torna homem. E que só por meio da educação está em condições de aprender. É muito significativo o momento em que o rapaz é castigado encerrando-o num quarto escuro. Vítor então tem uma reação “humana”, registada de forma dual, e Itard diz, triunfante e triste ao mesmo tempo, no seu diário: “Hoje Vítor chorou pela primeira vez”. Mais importante é quando consegue adquirir o sentido moral do bom e o mau, depois de que o educador o submeta a uma injustiça, ao castigar no lugar de premiar uma acertada ação do rapaz. Vítor reage mesmo mordendo a mão do seu mestre e este escreve: “Era a prova incontestável de que o sentimento do justo e o injusto, cimento perdurável de toda a ordem social, não era já estranho ao coração do meu educando; provocando nele o seu desenvolvimento e elevando-o à altura do homem moral, pelo mais privativo dos seus carateres e o mais honroso dos seus atributos”.
Temas para debater, refletir e elaborar:
Depois de ver o filme, seguindo a técnica de dinâmica de grupos do “Cinema-fórum”, analisar os aspetos formais de tipo fílmico empregados por Truffaut (planos, movimentos de câmara, truques...). E também debater sobre os carateres das principais personagens, as atitudes e comportamentos das mesmas, a importância do inato e do adquirido, comparar com situações atuais, contar casos parecidos no entorno e comentar as opiniões e atuações pedagógicas de Jean Itard, representado por Truffaut como ator.
- Elaborar uma monografia, com textos e imagens, recolhendo informações em livros, revistas e na Internet, sobre outras crianças selvagens, marginadas e abandonadas aparecidas ao longo da história: o menino lobo de Hesse (1344), a menina esquimó de Chalons-sur-Mame (1731), as meninas Amala e Kamala de Medinipur-Índia (1920), a menina turca que vivera oito anos com ursos (1937), a criança-gazela francesa (1971), a menina portuguesa de 9 anos que vivera fechada num galinheiro (1981), Peter de Hannover (1724), Tomko da Hungria (1767), Gaspar Hauser de Nuremberg (1828), sobre o que Werner Herzog realizou um formoso filme que comentaremos no seu momento, a criança-gazela da Síria (1946), o menino-macaco de Teerã (1961) e a rapariga Genie dos Estados Unidos da América (1970). Com toda a documentação encontrada, com fotos, retalhos de imprensa, textos e desenhos livres alusivos, poderia organizar-se uma mostra ou exposição nos estabelecimentos de ensino.
- Seguindo a técnica de dinâmica de grupos do “Livro-fórum”, depois de nos comprometermos todos, alunos e professores, a ler o Diário e memória sobre Vítor de l´Aveyron, escrito por Jean Itard, e o Tratado sobre as sensações escrito em 1754 por Condillac, organizamos um amplo debate-papo sobre a importância da socialização para conseguir uma educação completa. Também sobre as estratégias didáticas mais adequadas a utilizar nas aulas, acompanhadas de um trato amoroso, motivador e estimulante, como o que aparece no filme que comentamos hoje.
José Paz Rodrigues académico da AGLP, didata e pedagogo tagoreano.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Atividade de Sociologia - 2015
Tema: Socialização e Mecanismos de Controle
Primeiras: IV e V do ensino médio

EXERCÍCIO AVALIATIVO DE SOCIOLOGIGA
NOME:                                                                                           SÉRIE:                                   DATA: 1.0  Textos:
A) “Socialização é o processo de transmissão dos códigos culturais de um grupo social aos indivíduos que dele fazem parte, integrando-os à medida que interiorizam as informações recebidas. Esse processo se inicia no nascimento e continua por toda a vida, por meio do contato permanente de uns com os outros” (SOCIOLOGIA EM MOVIMENTO, 2013, p. 84).
B) “A socialização dos indivíduos permite inseri-los em uma estrutura ou sistema social preexistente, orientando-os para o que denominamos conformidade, ou seja, a ação orientada por uma norma e seus  limites de comportamento. Nas relações sociais, um  dos elementos importantes é a possibilidade de prever ações dos sujeitos com alguma segurança. Tal possibilidade é essencial para a cooperação, manutenção e preservação do grupo social. Os mecanismos  pelos quais se garante conformidade à ordem social constituem um conjunto conhecido como controle social.  O controle social compreende os mecanismos que delimitam as ações e as interações sociais seguindo parâmetros previsíveis, incorporados pelos indivíduos por meio da socialização” (SOCIOLOGIA EM MOVIMENTO, 2013, p.92).
C) Seguindo a lógica dos conceitos acima expostos, procure responder as questões abaixo:
I.          Caso o Estado tenha a função (papel) de garantir a transmissão de tais códigos culturais quais os possíveis meios que usaria para tanto e através de qual (ais) instituição ou grupo social?
II.          Entre os conceitos de socialização e controle social, tendo em vista o papel do Estado, qual a função da escola?
III.         Imagine e desenvolva suas ideias: Tendo em vista a submissão do indivíduo ao Estado e o controle deste sobre os primeiros, o que poderia acontecer caso o Estado usasse sempre e constantemente a força como meio de controle social?  ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
IV.          Quais mecanismos e instrumentos de controle podemos exemplificar como existentes no âmbito escolar?___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
2.       Recordando do filme assistido: “Divergente”. Responda:
2.1 Como você pode justificar o nome do filme a partir dos conteúdos estudados em sociologia? _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
3.     Aponte formas de socialização que aparecem no filme Divergente. ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
4.                   “Nove décimos de tudo o que você faz, diz, pensa, sente, desde que se levanta de manhã cedo até que vai para cama de noite, você diz, faz, pensa, sente, não como expressão própria, independente, mas em conformidade inconsciente e sem critica com regras, regulamentos, hábitos grupais, padrões, códigos, estilos e sanções que existiram muito antes que você nascesse”. (G. Smith Russel)
5.     Já vimos que a sociabilidade, a tendência natural para viver em sociedade, é desenvolvida através do processo de socialização, pelo qual o individuo se integra no grupo em que nasceu assimilando sua cultura. A socialização é o ato de transmitir ao individuo, de inculcar em sua mente os padrões culturais da sociedade. É o processo social mais glogal. O controle social funciona como o maior instrumento de socialização. O olhar de reprovação dos pais quando uma criança toma sopa fazendo barulho, ou a gozação que os adolescentes fazem se um deles aparece vestido de terno e gravata são exemplos de controle social. O controle social são as formas pelas quais a sociedade inculca os valores do grupo na mente de seus membros, para evitar que adotem um comportamento divergente (não aceito). O controle social tem por objetivo fazer com que cada indivíduo tenha o comportamento esperado. É o controle, por exemplo, que nos leva a manter a cabeça descoberta, enquanto até algumas décadas atrás esse mesmo controle fazia com que a maioria das pessoas usasse chapéu. Desse modo, o controle social leva as pessoas a evitarem um determinado comportamento em certa época e a adota-la em outro. Assim foi com a calça comprida para as mulheres, a minissaia, a roupa de banho, o cabelo comprido, etc. A primeira agencia de controle social é a família. Desde que nasce, a criança é orientada, controlada, moldada pelo grupo familiar. Depois da família, temos a Igreja, a escola e o Estado: são todas agências formais ou institucionalizadas de controle social. Quando algumas sanções estabelecidas pela sociedade não são suficientes para exercer controle social, surge a necessidade de elaborar mais leis e instituições encarregadas especificamente do controle social. Nas sociedades modernas, mais complexas, aumenta a presença da instituição jurídica, da instituição policial e do Estado, substituindo os controles espontâneos que antes predominavam.
6.       ATIVIDADE
6.1. O que você entende por socialização?
 6.2. O que é controle social? Qual o objetivo dele?
6.3. Quais são as primeiras instituições que transmitem o controle social?
6.4. Porque nas sociedades modernas aumenta cada vez mais a presença da instituição jurídica, policial e do Estado no controle social?
7.       EXERCITANDO OS CONHECIMENTOS...
7.1. Explique com suas palavras o que é cultura.
 7.2. Como os seres humanos adquirem cultura?
7.3. Explique a afirmação: “não há sociedade sem cultura, do mesmo modo que não há ser humano destituído de cultura”.
7.4. Dê quatro exemplos de elementos da cultura material que o rodeia.
7.5. Dê quatro exemplos de elementos da cultura não material que você teve ou tenha contato.
7.6. Dê um exemplo de padrão da nossa cultura ligada ao comportamento masculino e outro ligado ao comportamento feminino.
7.7. Dê um exemplo de controle social presente em sua vida.
 8. Explique com suas palavras o objetivo do controle social.__________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

sábado, 14 de fevereiro de 2015

             PRIMEIRO BIMESTRE DE 2015     


                     (IN)TOLERÂNCIA E LIBERDADE



Iniciamos nossa trajetória  em 2015 com as disciplinas de Filosofia e Sociologia no ensino médio. Juntamente com as terceiras séries nossa proposta inicial  em sociologia é estudar o tema da (in)tolerância e em filosofia abordaremos o problema da liberdade. Nosso ponto de partida é  uma análise do fato ocorrido no início desse anos (2015) em Paris, na  França, no  jornal "Charlie Hebdo," ao ser invadido e chegando ao final do ocorrido com a morte de várias pessoas. 



ESTUDO DE TEXTO REALIZADO PELOS ALUNOS(AS) DO ENSINO MÉDIO A PARTIR DOS TEXTOS DE LEONARDO BOFF e  BOAVENTURA SOUSA SANTOS.   


A) 3II - Terceira Dois
1. Aluna: Thamires Senem 
1. Aluna: Thalita Santiago.


"Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie".

Charlie Hebdo, umas das revistas mais importantes da França publicou várias charges relacionadas aos Islã, criticando e desrespeitando a religião sem se importar com suas culturas e crenças e em forma de “vingança” ouve um atentado terrorista que matou vários cartunistas da revista.
1-      “A morte de cada homem diminui-me pois faço parte da humanidade” - John Donne. A frase foi citada pelo padre teólogo francês em seu texto onde ele fala que os cartunistas não mereciam ter morrido, pois acreditava na evolução e mudança da parte dos cartunistas.
2-      O Padre fala sobre a intolerância da parte dos cartunistas por representar nas charges o Profeta Maomé, sendo que um dos princípios da religião mulçumana é que de forma alguma o Profeta Maomé pode ser retratado, esse é o princípio central da religião Islâmica e a qual os cartunistas não respeitaram.
3-      Na época da primeira publicação, já haviam processado a revista por desrespeito, mas a corrupção presente fez com que a revista ganhasse o julgamento e mais incentivo para continuar publicando charges ofensivas. Os tribunais foram intolerantes! Claro que o atentado terrorista foi totalmente errado, ninguém deveria ter sido morto, mas se a justiça tivesse feito seu trabalho como deveria nada disso teria acontecido.
4-      Demonstrar como as pessoas eram ou são influencia através de pequenas coisas.
5-      O país foi abalado e o resultado disso foi a forma em que o discurso de Marine Le Pen diz: Declarar “guerra ao fundamentalismo” é nos ouvidos dos xenófobos “guerra aos mulçumanos” por não terem interesse algum em seguir o “modo de vida francesa”
6-      Resumindo, todas essas críticas ofensivas citadas nos jornais foram porque os mulçumanos não viviam na mesma forma de vida que as pessoas ao seu redor vivia, mas e a liberdade de expressão? As pessoas são mesmo livres?





                          

      2. Alunos: Raphael Gustavo Ramos e Anderson Thierry

                       "Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie"


11. No primeiro parágrafo ele se diz contra a violência, e aos xingamentos, aborda que não gosta de agressão, nem verbal ou física, que gosta de algo passivo, sem agressão.
22. Nesse segundo parágrafo ele fala sobre a polemica da revista que fazia graça com os islâmicos e acabou sofrendo um atentado, diz também que apesar do que fizeram, ninguém merece a morte.
33 No terceiro parágrafo ele diz sobre os administradores da revista Charlie Hebdo que fez os polêmicos "quadrinhos" contra os palestinos, chamando-os de "não-civilizados".
44.Nesse parágrafo ele diz sobre os muçulmanos na fraça, que na maioria são vítimas de muito preconceito e exclusões.
55. No quinto ele diz sobre os cartunistas, sobre os diferentes pontos de vista sobre eles, pessoas que acham que eles são heróis e pessoas que acham que eles são muito errados em fazer tal coisa.
66. No sexto ele explica os motivos de os cartunistas estarem errados, que é principalmente a intolerância fazendo comparações e explicando sobre o desrespeito contra os muçulmanos.
77. No sétimo ele diz como o ataque dos cartunistas ao islã, e diz que atacar uma cultura assim é um problema, e nas primeiras publicações associações islâmicas ficaram muito ofendidas.
88. Aqui  ele diz sobre sobre como a revista foi incentivada e foi fazendo mais e mais charges contra o islamismo e se agravando mais e mais.
99. No nono ele diz sobre a "imagem" que o povo tem sobre os muçulmanos, sempre os imaginando com aquela roupa clássica com bombas e armas, matando e explodindo, e que isso generaliza o povo muçulmano, que não são todos assim e sabemos disso.
110. Aqui diz sobre as piadas que rolam pela frança, sendo que 10% dos muçulmanos ja são marginalizados, e que os quadrinhos promoviam a islamofobia.
111. Aqui dizem sobre que eles falaram mal sobre todas as religiões e o islamismo foi o único que atacou, que os outros não são obrigados a ficar calados.
112. Aqui ele fala que os islâmicos que responderam matando pessoas são os piores tipos de pessoas, as que não sabem dialogar, só sabem reagir com violência.
113. Nesse parágrafo ele explica sobre censura em todos os aspectos, e que nem toda censura é ruim em sua opinião.
114.Nesse parágrafo ele está pedindo para as pessoas saberem que se falarem podem sofrer as consequências, até com bombas em fuzis com islâmicos que não sabem dialogar.

115. Aqui ele diz sobre a frança, que hoje esta de luto por causa da morte dos cartunistas, e que eles possuem leis que denigrem religiões de fora e até mesmo charges ridicularizando os muçulmanos, e que isso é realmente motivo para estresse dos muçulmanos, mas não a ponto de tirar a vida de alguém.



     3. Aluno: Lucas  Rafael Correa 

                                    "Charlie Hebdo: uma reflexão difícil"



     O crime hediondo que foi cometido contra os jornalistas e cartoonistas do Charlie Hebdo torna muito difícil uma análise serena do que está envolvido neste ato bárbaro, do seu contexto e seus precedentes e do seu impacto e repercussões futuras. No entanto, esta análise é urgente, sob pena de continuarmos a atear um fogo que amanhã pode atingir as escolas dos nossos filhos, as nossas casas, as nossas instituições e as nossas consciências. Eis algumas das pistas para tal análise.

     A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
    
  1. I   Ideia principal do tema: A extrema agressividade do Ocidente tem causado a morte de muito milhares de civis inocentes (quase todos muçulmanos)


                Critica A: Não se podem estabelecer ligações diretas entre a tragédia do Charlie Hebdo e a luta contra o terrorismo que os EUA e seus aliados têm vindo a travar desde o 11 de setembro de 2001.
             Critica B: Muitos jovens islâmicos radicais declaram que a sua radicalização nasceu da revolta contra  tanta violência impune.

       A liberdade de expressão:
  •     Ideia principal do tema: É um bem precioso mas tem limites, os limites existem, mas são diferentes para diferentes grupos de interesse.


       Critica A: Aparentemente, o Charlie Hebdo não reconhecia limites para insultar os muçulmanos, mesmo que muitos dos cartoons fossem propaganda racista e alimentassem a onda islamofóbica e anti-imigrante que avassala a França e a Europa em geral.
           Critica B: Devemos, pois, refletir sobre as contradições e assimetrias na vida vivida dos valores que alguns creem ser universais.

      A tolerância e os "valores ocidentais":
  1.       Ideia principal do tema: O contexto em que o crime ocorreu é dominado por duas correntes de opinião, nenhuma delas favorável à construção de uma Europa inclusiva e intercultural.

    
            Critica A: Para esta corrente, os inimigos da civilização europeia estão entre "nós", odeiam-nos, têm os nossos passaportes, e a situação só se resolve vendo-nos nós livres deles.  
               Critica B:  A pulsão anti-imigrante é evidente.

       O choque de fanatismos, não de civilizações: 
  1.        Ideia principal do tema: Não estamos perante um choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a islâmica. Estamos perante um choque de fanatismos, mesmo que alguns deles não apareçam como tal por nos serem mais próximos.


        Critica A: A história mostra como muitos dos fanatismos e seus choques estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos que, aliás, nunca beneficiaram os que mais sofreram com tais fanatismos.



[         O valor da vida:
  1.      Ideia principal do tema: A repulsa total e incondicional que os europeus sentem  perante estas mortes devem-nos fazer pensar por que razão  não sentem a mesma repulsa perante um número igual ou muito superior de mortes inocentes em resultado de conflitos que, no fundo, talvez tenham algo a ver com a tragédia do Charlie Hebdo?


             Critica A: Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões.




[i] http://cartamaior.com.br/?/Coluna/Charlie-Hebdo-Uma-reflexao-dificil/32618





Aluno: Leonardo Reuter,
Aluno: João Batista Vitorina da Conceição .

                                         
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil 


Temática:  A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Critica:
Sobre isso nos podemos falar sobre q tinha muito preconceito com os mulçumanos  e
islâmicos  desde o  11 de setembro de 2001, e também muito antes disso  que tem
muitos conflitos entre o ocidente e o oriente, fala também que os criminosos  em vez de
presos ou julgados deveriam ser abatidos que isso não contradiz com os valores
ocidentais.

Temática: o valor da vida
Critica: Charlie hebdo foi morto por islâmicos, por fazer uma ''tirinha'' satirizando Maomé, também quer dizer que ''Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na idéia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões''.
NO MEXICO JORNALISTAS FORAM MORTOS POR DEFENDER A LIBERDADE DE EXPRESSAO.
 E que a media e os líderes políticos fazem a população acreditar que o que eles vivem é o correte e é só o que eles precisam.
Isso faz pensar que eles não merecem outra escolha.


             Temática: O choque de fanatismo, não de civilizações.
Critica: ''Não estamos perante um choque de civilizações''
E que o fanatismo fez com que o interesse próprios de uma pessoa ou de um grupo fez com que corram atrás de meios para fazer acontecer, e que ao longo da historia o fanatismo teve choques relacionados às religiões, fez com que ''uma religião tão pacífica como o budismo legitimou o massacre de muitos milhares de membros da minoria tâmil do Sri Lanka.
                            Temática: a liberdade de expressão.
2. critica: é que a liberdade de expressão não e '' tão liberta'' , que cada lugar gestos ou culturas são um tabu , quer dizer que os limites existem mais para cada lugar.
2. no casso Charlie Hebdo não media limites para insultar os muçulmanos , ele insultava das religiões/culturas o que achava mais peculiar.



Alunas: Larissa
Aluna:  Maiara.
Série:3°2.

Texto: " Eu não  sou Charlie,  je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)."

Tópicos Críticos :

1°- "Condenar os atentados e a violência " como todo ser humano um padre tende a ter controle de suas emoções e zelar pela paz da humanidade.
2°- "Acreditar  na mudança,  na evolução  e na conversação " espera-se que tudo que é errado pode ser mudado, pode ser evoluido através  do diálogo e respeito  entre  as nações.
3°- "Liberdade de expressão " oque uma revista  acha ser o certo e expressar sua maneira de ver a cultura e religião alheia através de sátiras negativas.
4°-"Cidadãos  de segunda  classe" falta de ética ao se referir a muçulmanos  imigrantes das ex-colônias, eles não são  inseridos na sociedade  de uma forma igual e por serem a maioria pobre.
5°-"Mártires da liberdade de expressão " gigantes  do politicamente incorreto,  as charges polêmicas políticas de colunistas são  de péssimo  gosto e podem ser vistas como crime  e descaso.
6°-" Intolerância " na religião muçulmana seu princípio  é que seu profeta  não seje retradado de forma alguma, desrespeitando isso se desrespeita a crença  muçulmana.
7°- "Imperialismo e Xenofobia " a tentativa  de alguns culturistas  tentar  impor o valores ocidentais  ao resto do mundo e atacar a cultura  alheia  de uma forma que a torne inferior a sua.
8°- "Censura " repreender algo  dito, proibir a invenção  de histórias  caluniosas sobre outras pessoas,  outras religiões, culturas.
9°- "Guerra de palavras" textos mal ditos podem atacar nações, afetar culturas e repudiar o modo de vida e como resultado declarar guerras.
10°-" Justiça  frente ao ridículo " acabar com essa história  de " não fale, apenas ouça e aceite, agora é ' fale mas aguente  as consequências  de suas palavras  mal ditas ' liberdade  é pra todos, segue-se a religião que quiser e o modo de vida que bem entender, uma Charge não  pode acabar com nações.


Aluno: Luiz Felipe e Pedro

Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
A luta contra o terrorismo, tortura e democracia: A ideia central é que a maioria das pessoas não espera pela justiça, e sim agir com as próprias mãos. Com isso, não percebem quantos inocentes estão matando, ou quantas pessoas são torturadas por coisas sem cabimento. Perante isso devemos refletir se isso é mesmo o correto de se fazer, continuar a seguir as mesmas politicas que os criminosos deste tipo, que em vez de julgados, devem ser abatidos.
A liberdade de expressão: A temática deste trecho é o poder de se manifestar livremente sem a prática de qualquer crime, e também que a liberdade de expressão é um bem precioso, mas não impostos em diferentes culturas. Já a nossa opinião é que cada um é livre para fazer o que quer, porem achamos que nós sempre somos os certos, e os outros são os errados, mas temos que nos colocar no lugar do outro e tentar entender que ele pensa de uma maneira diferente e aceita-lo.
A tolerância e os “valores ocidentais”: Este assunto se refere ao que muitas coisas que a gente vê, que não aceitamos, porém toleramos. Um exemplo são os muçulmanos vestindo aquelas roupas sob qualquer circunstancia, muitos não aceitam isso, porém toleram porque sabem que aquilo é de uma cultura diferente.
O choque de fanatismos, não de civilizações: A ideia central é que as pessoas ocidentais acreditam numa coisa e são fanáticas só por aquilo.
O valor da vida: Esse tema fala que devemos repensar por tantas mortes de gente inocente, pois tem muita gente inocente que morreu em conflitos. Temos que parar de julgar e viver a vida, é disso que o mundo precisa. Se pararmos para pensar, ninguém quer saber da opinião dos outros, são poucos que ligam pra isso, colocamos algo na cabeça, e só isso é o certo. Porém existem pessoas que querem que você desista, alguns se deixam levar por essas pessoas, e os que não se deixam levar sabem o verdadeiro valor da vida, e tem a capacidade de pensar antes de agir, e não cometer justiça com as próprias mãos.



Alunos: Pedro Sérgio Reis
Aluno:, Luiz  Felipe Vilanova

* A luta contra o terrorismo, tortura e democracia:
A ideia central é que a maioria das pessoas não espera pela justiça, e sim agir com as próprias mãos. Com isso eles nem percebem quantos inocentes matam, ou quantas pessoas são torturadas por coisas sem cabimento. Perante isso devemos refletir se isso é mesmo o correto a se fazer, continuar a seguir as mesmas politicas que os criminosos deste tipo, em vez de presos e julgados, devem ser abatidos ou mortos.         
* A liberdade de expressão:
A temática nesse trecho é o poder de se manifestar livremente sem a pratica de qualquer crime, e que a liberdade de expressão é um bem muito precioso, mas são impostos diferentes em diferentes grupos. Já a minha opinião é que cada um é livre pra fazer o que quer mas a gente sempre acha que nos somos o certo ‘’eu que sei’’ e os outros são os errados, mas não temos quer nos colocar no lugar do outro e tentar entende-lo que ele pensa de uma forma diferente e aceita-lo.
* A tolerância e os "valores ocidentais":
A temática é a gente vê uma coisa, não aceita aquilo, mais tolera. Tipo os mulçumanos com aquelas roupas num calorão muitos de nos não aceitamos aquilo mais toleramos porque sabemos que aquilo é da cultura deles.
* O choque de fanatismos, não de civilizações:
A ideia central é que as pessoas ocidentais acreditam em uma coisa e são fanáticas só por aquilo.
* O valor da vida:                                      
A ideia central é a gente repensar perante todas essas mortes quantos inocentes não morre nesses conflitos? Pra mim as pessoas tem que para de julgar e ir viver a vida delas. É isso que o mundo está precisando. Se tu for parar pra pensar hoje em dia ninguém mais quer saber das opiniões dos outros, são poucos os que ligam pra isso, colocamos algo na cabeça e pretendemos alcançar esse objetivo, mas claro né sempre tem os invejosos que fazem de tudo pra você desistir, alguns se deixam levar, e os que não se deixam levar esses sim sabem o verdadeiro valos da vida e tem a inteligência de pensar antes de agir, e não cometer justiça com as próprias mãos.



Aluna: Ketilyn Soares Ferreira
Aluna: Rubia Carla Bastiani
3ºII

“Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie” Leonardo Boff

Desde as épocas mais remotas, era possível notar que religião, lugar e diferença sempre foram termos interligados, assim como o preconceito que os Hebreus sofreram quando migraram para a Palestina, hoje, ainda se encontra este tipo de infelicidade, no entanto, assim como a cultura e a diferença entre os povos foram evoluindo cada vez mais, a rivalidade e a violência envolvida nelas também.

O texto de Leonardo Boff tem como temática o atentado aos Jornalistas da Charlie Hebdo, sofrido na França, que não só chocou os habitantes locais como atraiu os olhares no mundo todo, e é claro que algo com tamanha brutalidade, ganharia voz em diversos idiomas como aqui ganha uma simplificação, em diversos tópicos.

·         O texto engloba as palavras de um padre, que inicialmente defende a ideia de que a violência é algo sem fundamento, mesmo que o próprio já a tenha cometido.
·         Com a citação “A morte de cada um diminui-me, pois faço parte da humanidade” da razão ao sentido de que, por mais que diferentes ainda somos iguais, e é por isso que tantas pessoas se comoveram com o ocorrido.
·         De fato, negar que a Charlie Hebdo nunca tenha provocado ou publicado algo que possa ser de certa forma polêmico em relação ao Islã é mentira, mas é claro, assim como citado no texto, eles precisavam evoluir, mas com a morte, nada disso teria chance alguma de acontecer.
·         Não que o padre seja advogado de alguém, mas, as teses que apresenta em relação as charges, são de que as mesmas não só representam o preconceito que hoje ainda existe em relação a xenofobia ou religião, mas sim que possam ser até criminosas, incluído o fato da figura de Maomé com fins maléficos.
·         Com a intensificação dos insultos e provocações, processos contra a revista foram abertos, porém a vitória foi da mesma, e junto disso, uma forma de incentivo para continuar realizando o seu ‘trabalho’.
·         Excessos devem ser punidos, como assim diz o padre, assim deveria ser feito, pois atos precipitados geram consequências inusitadas, e de alguma forma, era inevitável que tanta ofensa fosse recebida de braços abertos.
·         Hoje encontramos uma França preta, em total luto, um mundo comovido pela dor da perda, e uma visão de violência em ralação aos Mulçumanos, mas como estaria o Islã esse tempo todo? Como estão os Árabes que vivem na França e são totalmente descriminados?
·         Um pequeno movimento no twitter, em resposta ao #JeSuisCharlie relatava sobre o policial mulçumano que foi morto defendendo a “liberdade de expressão”, #JeNeSuisCharlie é o que representa a grande maioria da comunidade islâmica, obrigada a conviver não só com o Jornal Diário mas com seu ódio diário também começa a surgir, Je suis Ahmed, a França não é a única com perdas.
·         Como citado no começo do texto, “não acho que eles mereciam a morte, ninguém merece” mas dar ênfase a esta perda, não dá razão para que o preconceito continue, e sim, para que ele acabe, antes que outras vidas como estas, acabem antes dele.

Alunos: Daniella dos Santos Fraga
Aluno:     Nicolas Costa

Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)
Constata-se que Leonardo Boff foi um padre e um historiador bem conceituado, que conhece e compreende a situação atual da França. Boff proporciona o conhecimento sobre a complexidade. Aqui vamos relatar alguns conceitos sobre a opinião de Leonardo Boff.
“A morte de cada homem diminui-me, pois faço parte da humanidade; eis porque nunca me pergunto por quem dobram os sinos: é por mim.”
Apesar de muitas vezes as pessoas terem atitudes erradas, não lhes é direito tirar a vida do próximo.
Leonardo Boff acreditava na mudança, na evolução e na conversação. Os cartunistas não mereceram levar tiro, não que os morressem, mas que evoluíssem que mudassem. Constrangido pelos atentados à verdade, à boa imprensa, a honestidade, que os canais de comunicação brasileira promovem nesta ultima eleição.
Charlie Hebdo é uma revista importante na França. Fundada em 1970, porém reconhecida apenas em 2006, expandindo de uma forma bastante negativa. A revista publicou as charges do jornal dinamarquês Jyllands-Poste. O motivo era em nome da “Liberdade de Expressão”.
Phillipe Val era o editor dessa revista na época, até 2009, depois substituído por Stephane Charbonnier, sobre seu comando que a revista direcionou suas charges relacionadas ao Islã.
A França tem cerca de 6,2 milhões de muçulmanos. Porem não estão inseridos igualmente nessa sociedade, sendo assim sofrendo preconceito e exclusões. Piorando a situação após o atentado de World Trade Center.
Levando em conta alguns consideram os cartunistas como heróis. As charges polêmicas de Charlie Hebdo são perigosas até por um motivo, a Intolerância. Porque na religião muçulmana seu ícone é o Profeta Maomé, que eles os tem o maior respeito, desrespeitando isso, desrespeita todos os muçulmanos.
Atacar a cultura alheia sempre é um ato imperialista. Na época as associações islâmicas se sentiram ofendidas e decidiram processar a revista. Seria como um incentivo, relata a Charlie Hedbo, intensificou as charges e textos contra Islã e contra o cristianismo. Mas a maneira que o jornal retratava os muçulmanos era sempre ofensiva. Os Islamistas sempre estavam caracterizados por suas roupas típicas, sempre com armas ou fazendo alusões à violência, a partir disso cria-se uma generalização.  Como se o Brasil fizesse uma charges sobre os negros.
Observa-se que a cultura é um fator de grande relevância quando se fala da relação entre a sociedade francesa de muçulmanos com árabes, já que o preconceito dos franceses se inibi quando árabes passam a ter comportamentos e usam vestimenta que se identificam com eles.
Uma da defesa que os muçulmanos franceses utilizavam diante do povo árabe, é em relação a religião, já que eles abordaram a existência de críticas e ofensas, porém, não se é motivo para atacados terroristas. Percebe-se então a presença de um povo incapaz de dialogar.
O atentado poderia ser evitado se a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo, já que algum discursos aumentam o ódio e o rancor. Esse problema pode ser melhor selecionado na forma de processos judiciais do que balas de fuzis ou bombas, mas para isso faz-se necessário que se tenha tolerância de ambas as partes.
Atualmente a França encontra-se como um país de luto, onde sua nação, sua cultura e seu modo de vida foram atacados. Com o intuito de prevenir ações como essas, algumas medidas foram tomadas, tendo como exemplo  a criação da lei que proíbe imigrante de expressar sua religião.  
Por: Daniella dos Santos Fraga e Nicolas Costa.







Não sou Charlie (Leonardo Boff)

Alunos: Aléxia
Aluno:  Jhonatan
·        Leonardo boff deixa claro que nenhum dos cartunistas “mereceu” levar tiros, e acreditava que eles poderiam, evoluir, melhorar. Charlie Hebdo é uma revista de grande importancia na França, sendo reconhecida no mundo todo com tantas reportagens, e noticias sobre ela.

·        Intolerancia: o profeta maome não pode ser retratado na sua religiao. Desrespeitar isso, é como desrespeitar todos os mulçumanos.


·         Atacar a cultura alheia sempre é um ato imperialista, e a Charlie Hebdo abraçou esse incentivo e publicou as charges e textos contra o Cristianismo, e o Islã.

·        A revista sempre apontou os mulçumanos de forma agressiva, e ofensiva. Eles estavam sempre de roupas tipicas, e sempre portando armas, ou fazendo algo violento.


·        O que a revista Charlie Hebdo cometeu, não deixou de ser uma Islamofobia. Mostrando a população marginalizada. Quem gosta de piadas, começa a ler e a acreditar quem todos os muçulmanos são iguais, o que leva a uma serie mortes.

·        Leonardo boff concorda com a censura em certos casos, como a da revista Charlie Hebdo, a veja, que leva tantas mentiras, e acusações de grande preconceito para a casa de todas as pessoas.


·        O  atentado poderia ter sido evitado, bastava que a justiça francesa tivesse punido a Charlie Hebdo no primeiro  comentario.
·        A revista não puniu a CharlieHebdo porcausa da liberdadede expressao, e a lei das religioes não é a lei do pais.



Alunos: Carlos M. Machado da S. Ramos 
Aluno: Eduarda Cipriani        Série: 3ª II
Disciplina: Filosofia                                                                        
Charlie Hebdo – Uma reflexão difícil
Análise crítica
Temática: A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Análise: A tragédia que chocou o mundo no dia 11 de setembro de 2001 ainda apresenta reflexos em nosso mundo atual. Não é de hoje que sabemos sobre a árdua batalha estadunidense perante ao terrorismo, representadas na maioria das vezes em torno de muçulmanos. Entretanto, é certo a batalha sangrenta que torna vítimas milhares de civis inocentes?
Os valores ocidentais são postos á prova e um estado de sítio que engloba a população indefesa. Guerrear de tal forma não incentiva de um modo indireto a resposta violenta de jovens radicalizados?

Rever seus modos de ataque e intervenções poderiam favorecer a paz. Mas e se não for suficiente para aplacar a fúria dos terroristas?

Temática: A liberdade de expressão
Análise: Minha liberdade termina quando a do outro inicia; eis uma frase de difícil interpretação e que muitos não sabem utilizá-la. Há vários exemplos de liberdade espalhados pelo mundo: Desde a reverência aos seus reis até um simples comentário feito de maneira agressiva. Cada grupo orientado sob determinada cultura.
É óbvio que os cartunistas não souberem qual o fim da sua liberdade, expondo ao ridículo uma população em massa já muito criticada e colocada em foco de maneira obscura. Porém, isso não justifica tirar a vida de nenhum ser humano. Será que não estamos caminhando para uma guerra camuflada pelo direito á liberdade?

Temática: A tolerância e os "valores ocidentais"
Análise: É comum vermos em telejornais notícias de repreensão à cultura que procura uma nova vida na Europa. Fugidos da guerra e de ataques terroristas precisam travar outra batalha ao se depararem com um povo que não possuí seus braços abertos para quem precisa de um novo lugar.

Porém, há dois lados da mesma moeda: O medo que toma conta da população Europeia ao se ver frente a frente com uma cultura marcada pelo terrorismo. De tal forma, há os tolerantes e os intolerantes, alimentados por valores ocidentais, formados por perspectivas diferentes.
A crise social cercada do desemprego e da má proteção – principalmente entre jovens – é a fagulha necessária para se incendiar toda uma massa que já sofre com o preconceito comum, além do étnico-religioso, fazendo da convivência algo quase impossível.
Temática: O choque de fanatismos, não de civilizações
Análise: Em nossa história constam diversas histórias relacionadas aos fanatismos religiosos, desde a cruzada até a inquisição espanhola.
“Em nome da religião, tudo é validado”. O conflito entre fanáticos religiosos tende a arrebentar a corda para o lado mais fraco. O extremismo, pelo menos na última década, matou milhares de muçulmanos não fanáticos que deveriam viver na laicidade, sendo respeitados por seus valores e cultura e colocou em prova aqueles que pensavam que tudo estava “okay”. Estaríamos diante de uma nova guerra fria?
Temática: O valor da vida.
Análise: Deveríamos amar aos próximos, não julgá-los e matá-los. As distintas religiões deveriam viver pacificamente, afinal, não há somente um Deus? A repulsa e a falta de consideração ao próximo choca aqueles que sentem-se penalizados pela falta de amor e respeito e, que acima de tudo, entendem que a diferença nos torna igual.
Demonizar uma religião não é o caminho que deveríamos trilhar.


Aluna : Ianaele Baptistoti
Série : 3ª EMI


Ao ler o artigo “ Charlie Hedbo : uma reflexão difícil ”, de Boaventura de Sousa Santos onde é feito uma analise do crime cometido contra os jornalista e cartoonistas , é coloca cinco tópicos para se chegar  a conclusões deste ato bárbaro .
A luta contra o terrorismo, tortura e democracia:
- A morte de vários civis inocentes quase todos mulçumanos, provocados pela extrema agressividade do Ocidente;
-Jovens islâmicos radicais declaram que a sua radicalização nasceu da revolta contra tanta violência impune.
A liberdade de expressão :
- É um bem precioso mas tem limites, e a verdade é que a esmagadora maioria deles são impostos ´por aqueles que defendem a liberdade sem limites sempre que é a “sua “ liberdade a sofrê-los;
- Charlie Hedbo não reconhecia limites para insultar os mulçumanos , mesmo que muitos dos cartoons fossem propagandas racista e alimentassem a onda islamofóbica e anti-imigrante ;
- Refletir sobre as contradições a assimetrias na vida vivida dos valores que alguns creem ser universais.
A tolerância e os “valores ocidentais “:
- O contexto onde o crime ocorreu é denominado por duas correntes de opinião , nenhuma delas favorável á construção de uma Europa inclusiva e intercultural : a pulsão anti-imigrante é evidente, a outra corrente é a da tolerância ;
-Estas populações são um fardo , mas temos de as “aguentar”, até porque nos são uteis, no entanto, só devemos fazer se elas forem moderadas e assimilarem os nossos valores. Mas o que são os ‘valores ocidentais “?

O choque de fanatismo, não de civilizações :
- Não estamos perante um choque de civilizações , ate porque a cristã tem as mesma raízes que a islâmica;
- Na ultima década , a esmagadora maioria das vitimas de todos os fanatismos (incluindo o islâmico) são populações mulçumanas não fanáticas.
O valor da vida :
- a repulsa total e incondicional que os europeus sentem perante estas mortes devem-nos fazer pensar por que razão  não sentem a mesma repulsa perante um numero igual ou muito superior de mortes inocentes em resultados de conflitos ?
-Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos , de cultura cristã , vale mais que a vida de europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões ;
-Será então porque estes últimos estão mais longe dos europeus ou são pior conhecidos por eles ? Mas o mandato cristão de amar o próximo permite tais distinções ?








O atentado terrorista em Paris matou vários cartunistas da revista Charlie Hebdo, um ato de crueldade que só se ouve falar de um lado e não buscam informações mais profundas para que englobe todo o caso repercutido.
A revista Charlie Hebdo foi fundada em 1970, mas 90% do mundo só conheceram em 2006 através de charges em nome da “liberdade de expressão”. Em 2009 quando trocou o editor da revista às publicações de charges relacionadas ao Islã se intensificaram e ainda mais após o atentado que a revista sofreu em 2011.

Pensamentos de Boff:
·         Não acho que nenhum dos cartunistas “mereceu” levar um tiro, ninguém o merece, acredito na mudança, na evolução, na conversão. Em momento nenhum, eu quis que os cartunistas da Charlie Hebdo morressem. Mas eu queria que eles evoluíssem que mudassem...
Leonardo Boff acredita na mudança, e na evolução das pessoas, para que não chegasse ao ponto de extrema brutalidade, como foi o atentado terrorista.

Na religião muçulmana, há um princípio que diz que o Profeta Maomé não pode ser retratado, de forma alguma. Isto é uma crença Islâmica, e desrespeitar isso desrespeita todos os muçulmanos.  Atacar a cultural ou religião alheia é um ato imperialista.
Mas os tribunais franceses são conhecidos pela xenofobia (preconceito com raças, culturas e crenças) e também pela intolerância, fazendo assim um incentivo para a Charlie Hebdo que intensificou ainda mais as charges e textos contra o Islã.

·         “Mas isso é motivo para matarem os caras?”. Não. Claro que não. Ninguém em sã consciência apoia os atentados. Os três atiradores representam o que há de pior na humanidade: gente incapaz de dialogar. Mas é fato que o atentado poderia ter sido evitado. Bastava que a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo no primeiro excesso, assim como deveria/deve punir a Veja por suas mentiras. Traçasse uma linha dizendo: “Desse ponto vocês não devem passar”.
Boff é a favor do dialogo e da justiça, pois se tudo tivesse sido dialogado e a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo nada teria acontecido. Ele diz que isso é censura, fala também que não a defende não fala que deveria existir uma lista de palavras ou situações que deveriam ser banidas, mas fala que cada caso deve ser julgado “os excessos devem ser banidos, pois é melhor que as consequências venham na forma de processos judiciais do que de balas de fuzis ou bombas”.



Naiara e Anderson da Silva 3°2
Charlie Hebdo.
                                          Uma reflexão difícil
·         A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Conflito contra o terrorismo que está sendo executado pelos EUA e
seus aliados, que iniciou-se após o 11 de setembro vem trazendo mortes
para ambos os lados. Já na França o atentado contra a revista, teve uma
resposta dita pela França que os  criminosos não terão um julgamento,
mas sim a pena de morte.
Todos esses acontecimentos causam uma insegurança nas pessoas de
Todo o mundo, por que não sabem aonde irá ocorrer o próximo atentado.  É
necessário que tenha um ótimo modo para conter esses ataques de
qualquer forma mais sem trazer ricos para as pessoas inocentes.
·         Liberdade de expressão
Sendo muito preciosa tem limites, impostos pelas pessoas que
defendem a liberdade sem limites. Em muitos países ela é usada para
defender os mais pobres e para fazer críticas aos governantes.
Os limites são imensos mais muitos não os cumprem. Charlie não sabia
reconhecer esses limites na hora de insultar os mulçumanos.
A maneira de se expressar muda de lugar para lugar, então é certo
pensar bem antes de falar pois poderá ofender alguém.
·         A tolerância e os valores da vida.
Quando um crime ocorre na França ele ė dominado por duas
correntes de opinião, uma delas que a Europa seja mais inclusiva.
Outra corrente é a da tolerância já que a Europa tem que aguentar por
que eles poderiam ser úteis.
Após muitos séculos de atrocidades esses valores não são mais respeitados.
O mundo poderia ser melhor se esses valores fossem respeitados.
·         O choque de fanatismo, não de civilizações.
A história mostra que muitos fanatismos estão relacionados a
interesses econômicos e políticos, não beneficia as pessoas que sofrem
com o fanatismo. Mas o certo e que na última década isso trouxe um
grande número de mortes.
Os conflitos que ocorrem pelo fanatismo geram um desconforto para
as pessoas que não creem em outras religiões, mas sendo muitas creem
na igualdade entre todos.
·         O valor da vida
A repulsa que os europeus sentem perante a estas mortes nos faz
pensar por que razão não sentem a mesma repulsa ao número igual ou
maior de mortos inocentes nestes conflitos.
Os valores da vida certamente não podem estar baseados na ideia de que
a vida dos europeus brancos vale mais do que a vida dos que tem a cor
da pele diferente ou tem outras religiões.
A vida tem um valor que não pode ser decidido pela cor da pele,
crença ou cultura, mas sim pelo modo de agir perante a um momento ou
fase difícil que esta vivenciando.



Aluna:  Naiara Araújo
Charlie Hebdo.
                                           Uma reflexão difícil
·         A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Conflito contra o terrorismo que está sendo executado pelos EUA e
seus aliados, que iniciou-se após o 11 de setembro vem trazendo mortes
para ambos os lados. Já na França o atentado contra a revista, teve uma
resposta dita pela França que os  criminosos não terão um julgamento,
mas sim a pena de morte.
Todos esses acontecimentos causam uma insegurança nas pessoas de
Todo o mundo, por que não sabem aonde irá ocorrer o próximo atentado.  É
necessário que tenha um ótimo modo para conter esses ataques de
qualquer forma mais sem trazer ricos para as pessoas inocentes.
·         Liberdade de expressão
 Sendo muito preciosa tem limites, impostos pelas pessoas que
defendem a liberdade sem limites. Em muitos países ela é usada para
defender os mais pobres e para fazer críticas aos governantes.
Os limites são imensos mais muitos não os cumprem. Charlie não sabia
reconhecer esses limites na hora de insultar os mulçumanos.
 A maneira de se expressar muda de lugar para lugar, então é certo
pensar bem antes de falar pois poderá ofender alguém.
·         A tolerância e os valores da vida.
Quando um crime ocorre na França ele ė dominado por duas
correntes de opinião, uma delas que a Europa seja mais inclusiva.
Outra corrente é a da tolerância já que a Europa tem que aguentar por
que eles poderiam ser úteis.
Após muitos séculos de atrocidades esses valores não são mais respeitados.
 O mundo poderia ser melhor se esses valores fossem respeitados.
·         O choque de fanatismo, não de civilizações.
A história mostra que muitos fanatismos estão relacionados a
interesses econômicos e políticos, não beneficia as pessoas que sofrem
com o fanatismo. Mas o certo e que na última década isso trouxe um
grande número de mortes.
 Os conflitos que ocorrem pelo fanatismo geram um desconforto para
as pessoas que não creem em outras religiões, mas sendo muitas creem
na igualdade entre todos.
·         O valor da vida
 A repulsa que os europeus sentem perante a estas mortes nos faz
pensar por que razão não sentem a mesma repulsa ao número igual ou
maior de mortos inocentes nestes conflitos.
 Os valores da vida certamente não podem estar baseados na ideia de que
a vida dos europeus brancos vale mais do que a vida dos que tem a cor
da pele diferente ou tem outras religiões.
A vida tem um valor que não pode ser decidido pela cor da pele,
crença ou cultura, mas sim pelo modo de agir perante a um momento ou
fase difícil que esta vivenciando.


Alunos:Marcelo H. Giacomozzi  e Jaqueline Pereira
Charlie Hebdo:Uma reflexão difícil
- Boaventura de Souza Santos

Temática: A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Análise: O modo que é lidado o terrorismo de radicais religiosos pelo povo ocidental, o tópico coloca em questão se esse método é correto ou não.
É estranho pensar sobre o que foi dito nesse parágrafo, pois não parece ser viável tentar a comunicação com um povo que há muito tempo somente respondido com atos violentos por simples fanatismo religioso infelizmente talvez não se tenha outra maneira de se lidar tirando a força bruta.
Temática: A liberdade de expressão.
Análise: Basicamente é toda embasada na seletividade da liberdade de expressão e como ela muda de grupo em grupo, chegando a ser subjetivo o que se pode falar ou não, exemplificando um cristão não vai gostar da imagem de deus sendo ridicularizada e vai tentar censurar.
É impossível discordar disso principalmente no Brasil aonde se vê tanta censura para os comediantes, aonde se certa religião é utilizada para comedia os praticantes se sentiram ofendidos, mas as pessoas de fora não, logo os praticantes vão lá e tenta censurar, um exemplo mais claro é o Dvd do “Rafinha Bastos” que foi censurado por sua piada direcionada a “APAE”
Temática: A tolerância e os "valores ocidentais".
Análise: É posto a prova quanto de inocência os europeus tem quanto suas invasões ao resto do mundo, pois ate que ponto eles não são como o estado islâmico para ir lá fora e fazer com que todo o mundo siga  a cultura  europeia e seus valores,além do certo xenofobismo que se é criado no pais contra todos os orientais como se todos eles fossem terroristas.
Como foi dito no texto os europeus erraram também ao tentar modificar a cultura de um país, mas nada justifica o método que esta sendo usado pra retaliar essa tentativa de modificar a cultura, como também não é certo a xenofobia por parte dos europeus perante a eles generalizando e assim atacando toda uma nação.
Temática: O choque de fanatismos, não de civilizações. 
Análise: Antes mesmo dos atentados terroristas atuais que vemos nas Televisões tínhamos as cruzadas que mataram milhões em nome do cristianismo logo podemos dizer que essa guerra atual contra o Islamismo seja somente mais uma das caçadas que vemos fanáticos pregarem em nome de algum deus, ou seja, utilizar o nome de sua religião como uma desculpa para promover o ódio entre os povos.
Ódio que não é somente Islâmico, mas como também de todo tipo de fanático, sendo ele religioso ou não, no fim toda a população acaba morrendo por sua crença querendo ela impor sua crença para o resto do mundo ou não.
Temática: O valor da vida.
Análise: Finalmente é posto em questão o porquê da morte do cartunista causar tanta polemica, e a morte de milhões de habitantes de fora de Europa não causar nenhum tipo de choque para os europeus, sendo que um cartunista foi morto, mas tirando ele varias outras pessoas de diferentes povos são mortas todo dia por estes mesmos fanáticos.
Basicamente devemos ver a plasticidade dessas mortes, podemos ver que as mortes que causam algum tipo de comoção até agora foram a do cartunista e as execuções filmadas pelos extremistas podemos assim analisar que só foi feita comoção quando tivemos algum tipo de plasticidade, ou seja, foram mortes palpáveis assim chamaram  a atenção do povo,mas que infelizmente não passa disso.


Alunos: Igor M. da Rosa e Rafael R. Goulart
Série: 3º2

A luta contra o terrorismo, tortura e democracia
Tema: Sabe-se que os EUA e seus aliados travam uma constante guerra contra o terrorismo do ocidente, mas, não se pode interligar diretamente a “rincha” entre os islâmicos e o país norte americano, com a tragédia de Charlie Hebdo. Porem sabe-se que a agressividade dos países ocidentais causou a morte de vários civis inocentes, (a maioria mulçumanos) além de terríveis torturas contra diversas pessoas indefesas.
Crítica: A crítica esta plenamente concentrada nas mortes e torturas que os islâmicos causaram em diversos mulçumanos (a maioria inocente), na tragédia contra os jornalistas e cartunistas de Charlie Hebdo, onde que, muitos jovens islâmicos radicais, afirmam que a sua radicalização, nasceu da revolta contra tanta violência impune. Portanto deve-se refletir se estamos seguindo o caminho correto, para dizer um basta a violência que atingiu os mulçumanos ou se devemos escolher uma nova política.

Liberdade de expressão
Tema: A liberdade de expressão é um bem preciosos onde a sociedade impões autonomia nas pessoas estabelecendo deveres, onde que os limites dessa liberdade estão presentes e devem sempre ser respeitados onde que até mesmo Charlie Hebdo, colocava limites, como no caso do jornalista Maurice Siné que foi despedido por escrever uma crônica alegada como antissemita. Isso significa que os limites estão presentes mas são diferentes para cada grupo.
Crítica: Aparentemente Charlie não conhecia os limites para insultar os muçulmanos, onde que muitos dos cartoons eram propagandas racistas e alimentavam a onda islamofóbica e anti-imigrante que estava muito presente na França e na Europa. Os cartoons mostravam os profetas em poses pornográficas, apresentavam muçulmanas como escravas entre outras formas tidas para os islâmicos como insultos. Em fim a liberdade de expressão é um tesouro que deve ter limites para não ofender outras culturas, e as mesmas ficarem revoltadas como que aconteceu.
A tolerância e “Valores ocidentais”.
Tema: Formado por duas correntes de opiniões, em que nenhuma delas é favorável à construção de uma Europa inclusiva e intercultural. As mais radicais são com certeza as islamofóbicas e anti-imigrante. A ação anti-imigrante é eminente, principalmente pois aqueles povos, não querem-nos entre eles, e pra eles nós não estando perto deles é a solução. Alem disso tem a questão da tolerância. Essas populações, são muito distintas de nós tem outras culturas, outros hábitos, outras formas de viver e a gente tem de aceitar isso deles, pois é bem possível que eles pensem o mesmo de nós. A única forma é tentarmos assimilar os nossos valores com os deles.
Crítica: Mesmo com diferentes culturas e costumes devemos tolerar as atitudes daqueles povos, pois os mesmos tem culturas diferentes, e assim pensam diferente de nós, pode-se dizer que eles são “uma pedra nos nossos sapatos”, mas mesmo assim eles tem sua importância no mundo, o que se deve fazer é tentar aproximar os nossos valores com os deles. Logo descobrir quais são os “Valores ocidentais”, é um grande desafio, pois os contextos históricos ora afirmam uma coisa ora outra. Mas uma coisa é certa. Com a crise social que foi provocada pelo aumento de desemprego, e a questão do radicalismo por parte dos jovens, os mesmos hoje sofrem discriminação étnico-religiosa.
 .
O choque de fanatismos, não de civilizações.
Tema: O caso ocorrido não foi ocasionado por um choque de civilizações, mas sim por um fanatismo louco pela religião, pois o islamismo e o cristianismos nasceram da mesma raiz. Ao longo da história pode-se perceber que o fanatismo e seus confrontos, estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos cujo quais nunca beneficiaram os fanáticos. Até mesmo uma religião pacífica como o budismo massacrou milhares de membros da Tamil do Sri Lanka, do mesmo modo como os fundamentalistas hindus massacraram as populações mulçumanas.
Crítica: Uma defesa intercultural sem limites, onde muitas populações não se conhecem e se enfrentam constantemente para defender seus “ideais” é uma forma louca de fanatismo que esta corroendo o nosso mundo, fazem uma história atemporal de pequenos tempos transformando países como Jihadistas do Emirato Islâmico, que eram tidos como combatentes de liberdade e hoje são tidos como terroristas. E agora? O que ira acontecer? Ninguém sabe. Somente sabemos que nas ultimas décadas, uma imensa corrente de fanáticos vem atacando diversas populações muçulmanas não fanáticas.
O valor da vida
Tema: A repulsa que os Europeus sentem pelas mortes da tragédia de Charles Hebdo, é extremamente grande, mas por os mesmo não sentem isso com varias pessoas inocentes que morreram em resultados de conflito que no fundo tenham algo a ver com esse crime? No mesmo dia 37 jovens morreram no yemen. No verão passado, a invasão israelita causou a morte de 2000 palestinos, dos quais 1500 eram civis e 500 eram crianças. Certamente que a diferença na reação não esta ligada a vida dos Europeus valer mais do que a dos outros mortos, mas sim ao caso ter acontecido na Europa e então repercutiu diretamente a eles não indiretamente.
Crítica: A crítica esta concentrada no valor da vida, sobre o ato de um amar o outro e de que ninguém tem o direito de tirar uma vida. Por que os países ocidentais mesmo sabendo disso muitas vezes tiram a vida de inocentes perante a um ato que embora tenha os insultado não da o direito de o direito da pessoa tirar o direito da vida do outro. A violência esta sendo um caos que esta dominando o mundo e atingindo diversas pessoas de diversas raças, por questões  matérias, por princípios, entre outras coisas que abalam o mundo e causando um terremoto avassalador, na democracia. Muitas vezes, o senso comum esta presente na mente dessas pessoas e realizam atos que poderiam ser evitados e transformar o mundo o deixando cada vez melhor. Embora o senso comum talvez esteja presente naqueles povos, o pior ainda seria o nosso senso comum de acreditar que a tragédia que aconteceu la na Europa, não possa acontecer aqui, como já atacam nações mulçumanas que não seriam fanáticas, poderiam muito bem atacar católicos, como não aceitam outras culturas, poderiam muito bem tentar dominar outras nações, os exemplos e fatos que poderiam causar uma tragédia aqui em nossa região seriam distintos, o “efeito borboleta” é algo muito presente nos dias atuais e poderia drasticamente atingir o nosso país e então matar milhares de inocentes como já ocorreu violando os direitos humanos.


Alunas: Auri S. R. Durkop
Aluna: Brenda de Assunção
Série: 3ª2
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil.
1-A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
a- Temática central: As guerras e tragédias causadas devido o terrorismo e rivalidade entre o ocidente e oriente.
b- Crítica: Nem sempre a violência é a melhor opção para acabar com a guerra.
2-A liberdade de expressão.
a- Temática central:A liberdade existe, porém tem seus limites, limites esses que são impostos por pessoas de poder e influência na sociedade, e cada sociedade tem limites diferentes.
b- Crítica: As pessoas que não respeitam esses limites de liberdade, acabam por ofender outras pessoas, o que gera inúmeras consequências.
3-A tolerância e os "valores ocidentais".
a- Temática central: A Europa é dividida ao meio, existem os que não aceitam os imigrantes e querem se livrar deles, porque os consideram inimigos. E existem os que consideram os imigrantes um fardo, mas toleram se forem de forma moderada e seguirem seus valores ocidentais.
b-Crítica: Não se sabe ao certo o que são os valores, que foram motivos de grandes atrocidades, desde a violência colonial até a segunda guerra mundial, e porque eles variam ao decorrer do tempo.

4-O choque de fanatismos, não de civilizações.
a- Temática central: Os conflitos gerados nos dias de hoje não acontecem devido a diferença de cultura, e sim pelo fanatismo religioso, onde a pessoa só aceita sua crença como a certa.
b- Crítica: O mundo poderia ter várias religiões convivendo tranquilamente entre si se não fosse pelo fanatismo, o excesso de crença em uma única religião gera conflitos entre diversas civilizações.

5-O valor da vida.
a- Temática central: Mortes ocasionadas pelo mesmo motivo, a guerra entre fanáticos religiosos, porém com peso e repercussão  diferentes para os Europeus.
b- Crítica: A vida de Europeus brancos vale mais que a vida de outros povos ou até mesmo de Europeus de outras cores e religiões.



Alunas: Crislaine Gambeta
Aluna: Pâmella do Nascimento
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
1-      A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
a)      Crítica: Não se deve relacionar o problema dos EUA e da França contra os islâmicos, pois os franceses foram atacados após zombarem da religião dos islâmicos. A maioria dos jovens islâmicos vem sendo radicais por causa da justiça impune. Os EUA matam mais islâmicos inocentes do que islâmicos já mataram. Conclusão... Os franceses foram os mais errados da história dos atentados, pois foram eles que começaram o zombamento com Maomé.

2-      A liberdade de expressão.
a)      Crítica: Deve – se ter limites na hora de expressar sua opinião sobre algo, ou haverá grande desentendimentos por parte dos criticados.
O jornal Charlie Hebdo não conhecia limites, pois já era muito criticado por suas críticas racistas e islamofobicas e anti – migrantes. A charge do profeta Maomé teve razão para deixar os islâmicos irritados, pois pense bem, se fosse de Jesus nas mesmas posições pornográficas, haveria uma grande revolta por parte dos cristãos.

3-      A tolerância e os valores ocidentais
a)      Parte das opiniões na França são islamofóbicas e anti – imigrantes, por isso essa severidade com os islâmicos, eles acham que ali no território deles estão sendo odiados pelos imigrantes e a pequena parte tolerante, atualmente é um fardo que possa ser útil futuramente se os valores forem mudados. Os franceses que antes aderiram como seu lema: igualdade, liberdade e fraterninade. Hoje impedem os imigrantes de terem isso.
Com o aumento da crise social, ocorre o aumento do desemprego, e assim jovens desocupados tendem a buscar sua vida com os radicais.


4-      O choque de fanatismos, não de civilizações.
a)        Os islâmicos cometeram mais do que um ato de crença, eles são fanáticos por sua religião e por isso cometem grandes atos terroristas.

5-      O valor da vida.
a)      Se a Europa sentiu tanto remorso pelas mortes na França, porque não sente o mesmo pelo grande númerode inocentes mortos todos os anos nos países menos desenvolvidos, como a Paletstina, México, Israel. Isso nos faz pensar, será que eles acham a vida dos brancos, cristãos, melhor ou com mais valor do que os de outros lugares ou outra religião?


Matéria: Filosofia
Aluna: Munique Cristina Sperandio                                              3ª2
Professor: Paulo Cesar

Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)

O texto relata um atentado que ocorreu em Paris, que provocou a morte de vários cartunistas. Conta-se só um lado do atentado, pois a mídia elimina tudo que ela não quer que seja transmitido. Um padre que é teólogo e historiados, conhece bem a situação da França, irá detalhar melhor os acontecimentos e fará uma reflexão.
1º paragrafo: O padre condena os atentados em Paris, condena todos os atentados e toda a violência, apesar de muitas vezes xingar e ficar bravo, era da paz e se esforçava para ter controle de suas emoções.
2º paragrafo: O padre condena a morte dos cartunistas e acredita ainda na mudança da mídia, que ela seja honesta, que não promova mentiras, como as que foram ditas ao povo mulçumano e compara com a imprensa brasileira que promoveu varias mentiras na eleição.
3º paragrafo: A Charlie Hebdo é uma revista importante na França, fundada em 1970. Apesar disso 90% do mundo só foi conhecer a revista em 2006, de uma forma bastante negativa, por ter pulicado a charge do jornal dinamarquês Jyllands-Posten.
4º paragrafo: Philippe Val, editor da revista escreveu um texto em 2000 chamando os palestinos de não civilizados o que gerou criticas. Ficou no comando ate 2009, quando foi substituído por Stéphane Charbonnier e por seu comando intensificou as charges sobre o Islã.
5º paragrafo: Na França existem vários mulçumanos, muitos imigrantes das ex-colonias. Eles não são iguais nessa sociedade e a grande maioria é pobre e vitima de muitos preconceitos e exclusões.
6º paragrafo: Os cartunistas mortos são considerados como heróis e gigantes do humor. As polemicas charges de Charlie Hebdo e os comentários políticos do colunista da veja são de péssimo gosto,  perigosas e criminosas.
7º paragrafo: Retrata os péssimos gostos da charge, o primeiro é a intolerância, há um principio na religião mulçumana de que Maomé não pode ser retratado de forma alguma. É preciso que o Islã esteja tão banalizado quanto o catolicismo.
8º paragrafo: Ele não esta falando em atacar alguns indivíduos radicais, o alvo é o Islã. Há décadas o culturalistas falam que impor valores e atacar a cultura alheia é um ato imperialista.
9º paragrafo: Charlie Hebdo intensificou as charges e textos contra o Islã e contra o cristianismo.
10º paragrafo: O jornal falava dos mulçumanos sempre de maneira ofensiva. Os seguidores Islamicos caracterizavam-se por suas roupas típicas e por sempre estarem portando armas e cometendo violência. O alvo é somente os “indivíduos radicais”, a partir do momento que somente esses são mostrados, cria-se uma generalização. Como no Brasil, onde cria-se uma charge de um negro assaltante, sendo que ela não critica os negros de modo geral, mas sim os negros que assaltam.
11º paragrafo: Na França tem 10% de mulçumanos que são marginalizados, as piadas direcionadas aos mulçumanos sempre são preconceituosa. Se as piadas retratam os árabes como terroristas, o mundo acredita nisso. Charlie Hebdo promoveu as Islamofobia com suas charges.
12º paragrafo: Charlie se defendia dizendo que criticava os católicos, ninguém aguentava calado as ofensas. Mas ir matar os cartunistas não era necessário, os atirados não representam a cultura islâmica, mas sim o pior tipo de pessoas na humanidade. Isso não teria acontecido se a justiça tivesse punido Charlie Hebdo no primeiro ato de preconceito contra as religiões e qualquer outro tipo de cultura, colocando até um ponto que pode se falar sobre esse assunto.
13º paragrafo: Mesmo sendo uma censura, pois certos assuntos ou criticas devem ser evitadas, deve-se pensar muito antes de fazer uma critica ou defender alguma crença.
14º paragrafo: Todos os casos devem ser analisados separadamente e julgados de acordo.
15º paragrafo: A França é um país de luto, sendo que quando começaram o atentado, já sabiam o que iria acontecer.
16º paragrafo: Pen declarou “a nação foi atacada, a nossa cultura, o nosso modo de vida. Foi a eles que a guerra foi declarada”. Isso mostra o sentimento de ódio em relação aos mulçumanos e os islamistas em geral. Muitos chargistas em uma tentativa de homenagear as vitimas, desenharam armas feitas com canetas. Os locais de culto islâmico foram atacados, um deles com uma granada. Os discurso de Le Pen, pedia que a França declarasse “Guerra ao fundamentalismo”, mas para os xenófobos era “Guerra aos mulçumanos”.



Escola: Escola de Educação Básica São João Batista
Alunas: Priscila Loskar Rachow
Aluna: Shirley Maier Ferreira
Disciplina: Filosofia
Serie/turma: 3 II

“Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil

A luta contra o terrorismo, tortura e democracia
·         Tema: Charlie Hebdo e a luta contra o terrorismo.

·         Crítica: Podemos ver que muitos radicais declaram que sua radicalização nasceu da revolta contra tanta violência impune, eles se sentem sem a proteção do estado, assim entram para o terrorismo com intuito de proteger suas vidas e fazer justiça com as próprias mãos, mas com isso acabam banalizando a democracia, matando pessoas inocentes e desrespeitando os direitos humanos.

A liberdade de expressão
·         Tema: É um bem precioso mas tem limites.

·         Crítica: Os limites existem, mas são diferentes para diferentes grupos de interesse. A liberdade de expressão é um direito fundamental, mas não pode ser usado para justificar a violência é preciso ter bom censo.

A tolerância e os “valores ocidentais “
·         Tema: A pulsão anti-imigrante e a tolerância.

·         Crítica: Ninguém põe hoje em causa o valor da liberdade, mas já o mesmo não se pode dizer dos valores da igualdade e da fraternidade, onde todos são iguais e devem viver em união, o que não está acontecendo. A civilização europeia tem sido anti-imigrante mas sabem que os imigrantes são uteis por isso necessitam ser tolerantes, contudo os imigrantes também devem assimilar os valores da civilização europeia para ai sim viverem com igualdade e fraternidade.

O choque de fanatismos, não de civilizações
·         Tema: Fanatismo.

·         Crítica: Choque não é entre as civilizações, mas sim pelo fanatismo entre as religiões que se titulam umas melhores que as outras, umas sendo obrigadas a adotar as outras, assim ocorrendo muitos massacres.

O valor da vida
·         Tema: Mortes dos inocentes.

·         Crítica:  Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões. Eles tem se importado mais com os conflitos em geral, do que com as pessoas inocentes que morrem a cada dia por conta destes conflitos o que não deveria acontecer.


Aluno: Luiz Henrique C. Debastiani
Turma: 3ª E.M.I


Je ne suis pas Charlie.
Leonardo Boff, condena os atentados em Paris, assim como a mídia também o faz, mas diferente dos veículos de comunicação, ele também condena o humor politicamente incorreto dos membros da revista Charlie Hebdo, que acabou sentenciando suas próprias mortes.
Mas pelo que possa dar a entender, ele não acha que os cartunistas “mereceram” levar os tiros, pois ninguém o merece. O que ele queria é que os cartunistas da revista, mudassem, pudessem evoluir. Ainda constrangido com os atentados à verdade, à boa imprensa, à honestidade que a mídia brasileira promoveu nessa última eleição.
A Charlie Hebdo é um importante revista francesa, mas que só conseguiu destaque mundial em 2006, de uma forma bastante negativa: republicando charges do jornal dinamarquês Jyllands-Posten, alegando ser em nome da “Liberdade de Expressão”. E a revista ainda se envolveu em outras polêmicas, com seu antigo editor Philippe Val, e o seu sucessor Stéphane “Charb” Charbonnier, morto no atentado de Paris.
Boff crítica a intolerância da revista, ignorando preceitos da religião muçulmana. E também incentivando o ódio perante a religião Islã e ao cristianismo, isso após ganhar uma causa contra associações islâmicas que se sentiram ofendidas com as primeiras publicações da revista, funcionando como um incentivo para eles.
A maneira como o jornal retratava os muçulmanos era sempre ofensiva. Sempre caracterizados com suas roupas típicas, utilizando armas ou fazendo alusões à violência.
Alguns argumentam que o alvo era somente “os indivíduos radicais”, mas quando apenas esses indivíduos são mostrados, acaba se criando uma generalização.
Os quadrinhos, capas e textos da Charlie Hebdo promoviam ataques ao islamismo, também criticando o judaísmo e o cristianismo, mas isso não quer dizer que se outras religiões não reagiam as ofensas, que os Islã também não deveria reagir.
Claro que isso não é motivo para as mortes que ocorreram, os atiradores que mataram os membros da revista, representam o que há de mais ruim na humanidade. Mas é fato que tudo isso poderia ter sido evitado, se a justiça francesa tivesse punido a Charlie Hebdo no seu primeiro excesso.
Leonardo Boff não apoia a censura como pode estar parecendo, ele apenas pensa que quando necessário ela deve ser utilizada, de uma forma rígida, seja para repreender o racismo e a homofobia, ou no caso da Charlie Hebdo, a Islamofobia.
Ele mesmo deixa claro que não defende a censura prévia e que não deveria ter uma lista de palavras/situações que deveriam ser banidas do humor. Apenas que cada caso deve ser julgado. É melhor que as consequências venham na forma de processos judiciais do que de balas de fuzis ou bombas.
Atualmente na França, se tem um país de luto, mas que ainda há alguns urubus mais espertos do que outros, e já começamos a ver onde o atentado vai dar. Em um discurso Marilene Le Pen mostra exatamente as raízes da islamofobia, declarando guerra ao fundamentalismo, mas nos ouvidos dos xenófobos ecoa como “guerra aos muçulmanos”, e ela sabe disso.
Por isso tudo, apesar de lamentar e repudiar o ato bárbaro do atentado, assim como Leonardo Boff e muitos outros, eu não sou Charlie. Je ne suis pas Charlie.









Alunos: Munique Cristina Sperandio
     Aluino:         Paulo Albernaz do Santos                                             
Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)

O texto relata um atentado que ocorreu em Paris, que provocou a morte de vários cartunistas. Conta-se só um lado do atentado, pois a mídia elimina tudo que ela não quer que seja transmitido. Um padre que é teólogo e historiados, conhece bem a situação da França, irá detalhar melhor os acontecimentos e fará uma reflexão.
1º paragrafo: O padre condena os atentados em Paris, condena todos os atentados e toda a violência, apesar de muitas vezes xingar e ficar bravo, era da paz e se esforçava para ter controle de suas emoções.
2º paragrafo: O padre condena a morte dos cartunistas e acredita ainda na mudança da mídia, que ela seja honesta, que não promova mentiras, como as que foram ditas ao povo mulçumano e compara com a imprensa brasileira que promoveu varias mentiras na eleição.
3º paragrafo: A Charlie Hebdo é uma revista importante na França, fundada em 1970. Apesar disso 90% do mundo só foi conhecer a revista em 2006, de uma forma bastante negativa, por ter pulicado a charge do jornal dinamarquês Jyllands-Posten.
4º paragrafo: Philippe Val, editor da revista escreveu um texto em 2000 chamando os palestinos de não civilizados o que gerou criticas. Ficou no comando ate 2009, quando foi substituído por Stéphane Charbonnier e por seu comando intensificou as charges sobre o Islã.
5º paragrafo: Na França existem vários mulçumanos, muitos imigrantes das ex-colonias. Eles não são iguais nessa sociedade e a grande maioria é pobre e vitima de muitos preconceitos e exclusões.
6º paragrafo: Os cartunistas mortos são considerados como heróis e gigantes do humor. As polemicas charges de Charlie Hebdo e os comentários políticos do colunista da veja são de péssimo gosto,  perigosas e criminosas.
7º paragrafo: Retrata os péssimos gostos da charge, o primeiro é a intolerância, há um principio na religião mulçumana de que Maomé não pode ser retratado de forma alguma. É preciso que o Islã esteja tão banalizado quanto o catolicismo.
8º paragrafo: Ele não esta falando em atacar alguns indivíduos radicais, o alvo é o Islã. Há décadas o culturalistas falam que impor valores e atacar a cultura alheia é um ato imperialista.
9º paragrafo: Charlie Hebdo intensificou as charges e textos contra o Islã e contra o cristianismo.
10º paragrafo: O jornal falava dos mulçumanos sempre de maneira ofensiva. Os seguidores Islamicos caracterizavam-se por suas roupas típicas e por sempre estarem portando armas e cometendo violência. O alvo é somente os “indivíduos radicais”, a partir do momento que somente esses são mostrados, cria-se uma generalização. Como no Brasil, onde cria-se uma charge de um negro assaltante, sendo que ela não critica os negros de modo geral, mas sim os negros que assaltam.
11º paragrafo: Na França tem 10% de mulçumanos que são marginalizados, as piadas direcionadas aos mulçumanos sempre são preconceituosa. Se as piadas retratam os árabes como terroristas, o mundo acredita nisso. Charlie Hebdo promoveu as Islamofobia com suas charges.
12º paragrafo: Charlie se defendia dizendo que criticava os católicos, ninguém aguentava calado as ofensas. Mas ir matar os cartunistas não era necessário, os atirados não representam a cultura islâmica, mas sim o pior tipo de pessoas na humanidade. Isso não teria acontecido se a justiça tivesse punido Charlie Hebdo no primeiro ato de preconceito contra as religiões e qualquer outro tipo de cultura, colocando até um ponto que pode se falar sobre esse assunto.
13º paragrafo: Mesmo sendo uma censura, pois certos assuntos ou criticas devem ser evitadas, deve-se pensar muito antes de fazer uma critica ou defender alguma crença.
14º paragrafo: Todos os casos devem ser analisados separadamente e julgados de acordo.
15º paragrafo: A França é um país de luto, sendo que quando começaram o atentado, já sabiam o que iria acontecer.
16º paragrafo: Pen declarou “a nação foi atacada, a nossa cultura, o nosso modo de vida. Foi a eles que a guerra foi declarada”. Isso mostra o sentimento de ódio em relação aos mulçumanos e os islamistas em geral. Muitos chargistas em uma tentativa de homenagear as vitimas, desenharam armas feitas com canetas. Os locais de culto islâmico foram atacados, um deles com uma granada. Os discurso de Le Pen, pedia que a França declarasse “Guerra ao fundamentalismo”, mas para os xenófobos era “Guerra aos mulçumanos”.


Aluno: Andrei Dias dos Santos;
Turma: 3 EMI.


• A luta contra o terrorismo, tortura e democracia: os ataques feitos pelo Ocidente ao Oriente, principalmente contra os jovens mulçumanos que se tornam radicais islâmicos.
Críticas:
1- Não há ligação direta entre os ataques de 11 de Setembro e a tragédia do Charlie Hebdo.
2- Entramos num clima de guerra civil de baixa intensidade, para acabar com a violência.

• A liberdade de expressão: os diferentes limite que existem, na liberdade de expressão, para os diferentes grupos de interesse.
Críticas:
1- Esses limites são impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites.
2- Na América Latina, a mídia, clama pela liberdade de expressão para insultar os governos e ocultar o bom que estes têm feito.
3- O Charlie Hebdo não reconhecia limites para insultar os mulçumanos, com propagandas racistas que alimentavam a onda islâmofóbica e anti-imigrante.

• A tolerância e os "valores ocidentais": os europeus se sentem ameaçados na política, sendo que "os inimigos habitam junto a nós", mas existe uma tolerância quanto a isso, eles têm que aguentar, até porque lhe são úteis.
Críticas:
1- No contexto em que se estabeleceu o crime, é dominado por duas correntes que não contribuem para a construção de uma Europa inclusiva e intercultural.
2- O que ou quais são os valores ocidentais.
3- Por que razão, dependendo do contexto de certas situações, ora afirmam uns ora se afirmam outros.

• O choque de fanatismos, não de civilizações: o budismo, hinduísmo e cristianismo na história são causadoras de massacres em nome da fé. 
Críticas:
1- A história mostra como muitos choques de fanatismos estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos.
2- A maioria das vítimas de todos os fanatismos(inclusive o islâmico) são populações mulçumanas não fanáticas.

• O valor da vida: a repulsa incondicional que os europeus sentem perante estas mortes na tragédia deve-nos fazer pensar por que razão não sentem o mesmo perante um número igual ou superior de inocentes  em resultado de conflitos.
Críticas:
1- A diferença não deve estar baseada na ideia que a vida de europeus vale mais que a de outros.
2- O mandato cristão de amar o próximo permite distinções?















 Aluno: Leonardo Reuter,
Aluno: João Batista Vitorina da Conceição .

                                         
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil 


Temática:  A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Critica:
Sobre isso nos podemos falar sobre q tinha muito preconceito com os mulçumanos  e
islâmicos  desde o  11 de setembro de 2001, e também muito antes disso  que tem
muitos conflitos entre o ocidente e o oriente, fala também que os criminosos  em vez de
presos ou julgados deveriam ser abatidos que isso não contradiz com os valores
ocidentais.

Temática: o valor da vida
Critica: Charlie hebdo foi morto por islâmicos, por fazer uma ''tirinha'' satirizando Maomé, também quer dizer que ''Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na idéia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões''.
NO MEXICO JORNALISTAS FORAM MORTOS POR DEFENDER A LIBERDADE DE EXPRESSAO.
 E que a media e os líderes políticos fazem a população acreditar que o que eles vivem é o correte e é só o que eles precisam.
Isso faz pensar que eles não merecem outra escolha.


             Temática: O choque de fanatismo, não de civilizações.
Critica: ''Não estamos perante um choque de civilizações''
E que o fanatismo fez com que o interesse próprios de uma pessoa ou de um grupo fez com que corram atrás de meios para fazer acontecer, e que ao longo da historia o fanatismo teve choques relacionados às religiões, fez com que ''uma religião tão pacífica como o budismo legitimou o massacre de muitos milhares de membros da minoria tâmil do Sri Lanka.
                            Temática: a liberdade de expressão.
2. critica: é que a liberdade de expressão não e '' tão liberta'' , que cada lugar gestos ou culturas são um tabu , quer dizer que os limites existem mais para cada lugar.
2. no casso Charlie Hebdo não media limites para insultar os muçulmanos , ele insultava das religiões/culturas o que achava mais peculiar.



Alunas: Larissa
Aluna:  Maiara.
Série:3°2.

Texto: " Eu não  sou Charlie,  je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)."

Tópicos Críticos :

1°- "Condenar os atentados e a violência " como todo ser humano um padre tende a ter controle de suas emoções e zelar pela paz da humanidade.
2°- "Acreditar  na mudança,  na evolução  e na conversação " espera-se que tudo que é errado pode ser mudado, pode ser evoluido através  do diálogo e respeito  entre  as nações.
3°- "Liberdade de expressão " oque uma revista  acha ser o certo e expressar sua maneira de ver a cultura e religião alheia através de sátiras negativas.
4°-"Cidadãos  de segunda  classe" falta de ética ao se referir a muçulmanos  imigrantes das ex-colônias, eles não são  inseridos na sociedade  de uma forma igual e por serem a maioria pobre.
5°-"Mártires da liberdade de expressão " gigantes  do politicamente incorreto,  as charges polêmicas políticas de colunistas são  de péssimo  gosto e podem ser vistas como crime  e descaso.
6°-" Intolerância " na religião muçulmana seu princípio  é que seu profeta  não seje retradado de forma alguma, desrespeitando isso se desrespeita a crença  muçulmana.
7°- "Imperialismo e Xenofobia " a tentativa  de alguns culturistas  tentar  impor o valores ocidentais  ao resto do mundo e atacar a cultura  alheia  de uma forma que a torne inferior a sua.
8°- "Censura " repreender algo  dito, proibir a invenção  de histórias  caluniosas sobre outras pessoas,  outras religiões, culturas.
9°- "Guerra de palavras" textos mal ditos podem atacar nações, afetar culturas e repudiar o modo de vida e como resultado declarar guerras.
10°-" Justiça  frente ao ridículo " acabar com essa história  de " não fale, apenas ouça e aceite, agora é ' fale mas aguente  as consequências  de suas palavras  mal ditas ' liberdade  é pra todos, segue-se a religião que quiser e o modo de vida que bem entender, uma Charge não  pode acabar com nações.


Aluno: Luiz Felipe e Pedro

Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
A luta contra o terrorismo, tortura e democracia: A ideia central é que a maioria das pessoas não espera pela justiça, e sim agir com as próprias mãos. Com isso, não percebem quantos inocentes estão matando, ou quantas pessoas são torturadas por coisas sem cabimento. Perante isso devemos refletir se isso é mesmo o correto de se fazer, continuar a seguir as mesmas politicas que os criminosos deste tipo, que em vez de julgados, devem ser abatidos.
A liberdade de expressão: A temática deste trecho é o poder de se manifestar livremente sem a prática de qualquer crime, e também que a liberdade de expressão é um bem precioso, mas não impostos em diferentes culturas. Já a nossa opinião é que cada um é livre para fazer o que quer, porem achamos que nós sempre somos os certos, e os outros são os errados, mas temos que nos colocar no lugar do outro e tentar entender que ele pensa de uma maneira diferente e aceita-lo.
A tolerância e os “valores ocidentais”: Este assunto se refere ao que muitas coisas que a gente vê, que não aceitamos, porém toleramos. Um exemplo são os muçulmanos vestindo aquelas roupas sob qualquer circunstancia, muitos não aceitam isso, porém toleram porque sabem que aquilo é de uma cultura diferente.
O choque de fanatismos, não de civilizações: A ideia central é que as pessoas ocidentais acreditam numa coisa e são fanáticas só por aquilo.
O valor da vida: Esse tema fala que devemos repensar por tantas mortes de gente inocente, pois tem muita gente inocente que morreu em conflitos. Temos que parar de julgar e viver a vida, é disso que o mundo precisa. Se pararmos para pensar, ninguém quer saber da opinião dos outros, são poucos que ligam pra isso, colocamos algo na cabeça, e só isso é o certo. Porém existem pessoas que querem que você desista, alguns se deixam levar por essas pessoas, e os que não se deixam levar sabem o verdadeiro valor da vida, e tem a capacidade de pensar antes de agir, e não cometer justiça com as próprias mãos.



Alunos: Pedro Sérgio Reis
Aluno:, Luiz  Felipe Vilanova

* A luta contra o terrorismo, tortura e democracia:
A ideia central é que a maioria das pessoas não espera pela justiça, e sim agir com as próprias mãos. Com isso eles nem percebem quantos inocentes matam, ou quantas pessoas são torturadas por coisas sem cabimento. Perante isso devemos refletir se isso é mesmo o correto a se fazer, continuar a seguir as mesmas politicas que os criminosos deste tipo, em vez de presos e julgados, devem ser abatidos ou mortos.         
* A liberdade de expressão:
A temática nesse trecho é o poder de se manifestar livremente sem a pratica de qualquer crime, e que a liberdade de expressão é um bem muito precioso, mas são impostos diferentes em diferentes grupos. Já a minha opinião é que cada um é livre pra fazer o que quer mas a gente sempre acha que nos somos o certo ‘’eu que sei’’ e os outros são os errados, mas não temos quer nos colocar no lugar do outro e tentar entende-lo que ele pensa de uma forma diferente e aceita-lo.
* A tolerância e os "valores ocidentais":
A temática é a gente vê uma coisa, não aceita aquilo, mais tolera. Tipo os mulçumanos com aquelas roupas num calorão muitos de nos não aceitamos aquilo mais toleramos porque sabemos que aquilo é da cultura deles.
* O choque de fanatismos, não de civilizações:
A ideia central é que as pessoas ocidentais acreditam em uma coisa e são fanáticas só por aquilo.
* O valor da vida:                                      
A ideia central é a gente repensar perante todas essas mortes quantos inocentes não morre nesses conflitos? Pra mim as pessoas tem que para de julgar e ir viver a vida delas. É isso que o mundo está precisando. Se tu for parar pra pensar hoje em dia ninguém mais quer saber das opiniões dos outros, são poucos os que ligam pra isso, colocamos algo na cabeça e pretendemos alcançar esse objetivo, mas claro né sempre tem os invejosos que fazem de tudo pra você desistir, alguns se deixam levar, e os que não se deixam levar esses sim sabem o verdadeiro valos da vida e tem a inteligência de pensar antes de agir, e não cometer justiça com as próprias mãos.



Aluna: Ketilyn Soares Ferreira
Aluna: Rubia Carla Bastiani
3ºII

“Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie” Leonardo Boff

Desde as épocas mais remotas, era possível notar que religião, lugar e diferença sempre foram termos interligados, assim como o preconceito que os Hebreus sofreram quando migraram para a Palestina, hoje, ainda se encontra este tipo de infelicidade, no entanto, assim como a cultura e a diferença entre os povos foram evoluindo cada vez mais, a rivalidade e a violência envolvida nelas também.

O texto de Leonardo Boff tem como temática o atentado aos Jornalistas da Charlie Hebdo, sofrido na França, que não só chocou os habitantes locais como atraiu os olhares no mundo todo, e é claro que algo com tamanha brutalidade, ganharia voz em diversos idiomas como aqui ganha uma simplificação, em diversos tópicos.

·         O texto engloba as palavras de um padre, que inicialmente defende a ideia de que a violência é algo sem fundamento, mesmo que o próprio já a tenha cometido.
·         Com a citação “A morte de cada um diminui-me, pois faço parte da humanidade” da razão ao sentido de que, por mais que diferentes ainda somos iguais, e é por isso que tantas pessoas se comoveram com o ocorrido.
·         De fato, negar que a Charlie Hebdo nunca tenha provocado ou publicado algo que possa ser de certa forma polêmico em relação ao Islã é mentira, mas é claro, assim como citado no texto, eles precisavam evoluir, mas com a morte, nada disso teria chance alguma de acontecer.
·         Não que o padre seja advogado de alguém, mas, as teses que apresenta em relação as charges, são de que as mesmas não só representam o preconceito que hoje ainda existe em relação a xenofobia ou religião, mas sim que possam ser até criminosas, incluído o fato da figura de Maomé com fins maléficos.
·         Com a intensificação dos insultos e provocações, processos contra a revista foram abertos, porém a vitória foi da mesma, e junto disso, uma forma de incentivo para continuar realizando o seu ‘trabalho’.
·         Excessos devem ser punidos, como assim diz o padre, assim deveria ser feito, pois atos precipitados geram consequências inusitadas, e de alguma forma, era inevitável que tanta ofensa fosse recebida de braços abertos.
·         Hoje encontramos uma França preta, em total luto, um mundo comovido pela dor da perda, e uma visão de violência em ralação aos Mulçumanos, mas como estaria o Islã esse tempo todo? Como estão os Árabes que vivem na França e são totalmente descriminados?
·         Um pequeno movimento no twitter, em resposta ao #JeSuisCharlie relatava sobre o policial mulçumano que foi morto defendendo a “liberdade de expressão”, #JeNeSuisCharlie é o que representa a grande maioria da comunidade islâmica, obrigada a conviver não só com o Jornal Diário mas com seu ódio diário também começa a surgir, Je suis Ahmed, a França não é a única com perdas.
·         Como citado no começo do texto, “não acho que eles mereciam a morte, ninguém merece” mas dar ênfase a esta perda, não dá razão para que o preconceito continue, e sim, para que ele acabe, antes que outras vidas como estas, acabem antes dele.

Alunos: Daniella dos Santos Fraga
Aluno:     Nicolas Costa

Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)
Constata-se que Leonardo Boff foi um padre e um historiador bem conceituado, que conhece e compreende a situação atual da França. Boff proporciona o conhecimento sobre a complexidade. Aqui vamos relatar alguns conceitos sobre a opinião de Leonardo Boff.
“A morte de cada homem diminui-me, pois faço parte da humanidade; eis porque nunca me pergunto por quem dobram os sinos: é por mim.”
Apesar de muitas vezes as pessoas terem atitudes erradas, não lhes é direito tirar a vida do próximo.
Leonardo Boff acreditava na mudança, na evolução e na conversação. Os cartunistas não mereceram levar tiro, não que os morressem, mas que evoluíssem que mudassem. Constrangido pelos atentados à verdade, à boa imprensa, a honestidade, que os canais de comunicação brasileira promovem nesta ultima eleição.
Charlie Hebdo é uma revista importante na França. Fundada em 1970, porém reconhecida apenas em 2006, expandindo de uma forma bastante negativa. A revista publicou as charges do jornal dinamarquês Jyllands-Poste. O motivo era em nome da “Liberdade de Expressão”.
Phillipe Val era o editor dessa revista na época, até 2009, depois substituído por Stephane Charbonnier, sobre seu comando que a revista direcionou suas charges relacionadas ao Islã.
A França tem cerca de 6,2 milhões de muçulmanos. Porem não estão inseridos igualmente nessa sociedade, sendo assim sofrendo preconceito e exclusões. Piorando a situação após o atentado de World Trade Center.
Levando em conta alguns consideram os cartunistas como heróis. As charges polêmicas de Charlie Hebdo são perigosas até por um motivo, a Intolerância. Porque na religião muçulmana seu ícone é o Profeta Maomé, que eles os tem o maior respeito, desrespeitando isso, desrespeita todos os muçulmanos.
Atacar a cultura alheia sempre é um ato imperialista. Na época as associações islâmicas se sentiram ofendidas e decidiram processar a revista. Seria como um incentivo, relata a Charlie Hedbo, intensificou as charges e textos contra Islã e contra o cristianismo. Mas a maneira que o jornal retratava os muçulmanos era sempre ofensiva. Os Islamistas sempre estavam caracterizados por suas roupas típicas, sempre com armas ou fazendo alusões à violência, a partir disso cria-se uma generalização.  Como se o Brasil fizesse uma charges sobre os negros.
Observa-se que a cultura é um fator de grande relevância quando se fala da relação entre a sociedade francesa de muçulmanos com árabes, já que o preconceito dos franceses se inibi quando árabes passam a ter comportamentos e usam vestimenta que se identificam com eles.
Uma da defesa que os muçulmanos franceses utilizavam diante do povo árabe, é em relação a religião, já que eles abordaram a existência de críticas e ofensas, porém, não se é motivo para atacados terroristas. Percebe-se então a presença de um povo incapaz de dialogar.
O atentado poderia ser evitado se a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo, já que algum discursos aumentam o ódio e o rancor. Esse problema pode ser melhor selecionado na forma de processos judiciais do que balas de fuzis ou bombas, mas para isso faz-se necessário que se tenha tolerância de ambas as partes.
Atualmente a França encontra-se como um país de luto, onde sua nação, sua cultura e seu modo de vida foram atacados. Com o intuito de prevenir ações como essas, algumas medidas foram tomadas, tendo como exemplo  a criação da lei que proíbe imigrante de expressar sua religião.  
Por: Daniella dos Santos Fraga e Nicolas Costa.







Não sou Charlie (Leonardo Boff)

Alunos: Aléxia
Aluno:  Jhonatan
·        Leonardo boff deixa claro que nenhum dos cartunistas “mereceu” levar tiros, e acreditava que eles poderiam, evoluir, melhorar. Charlie Hebdo é uma revista de grande importancia na França, sendo reconhecida no mundo todo com tantas reportagens, e noticias sobre ela.

·        Intolerancia: o profeta maome não pode ser retratado na sua religiao. Desrespeitar isso, é como desrespeitar todos os mulçumanos.


·         Atacar a cultura alheia sempre é um ato imperialista, e a Charlie Hebdo abraçou esse incentivo e publicou as charges e textos contra o Cristianismo, e o Islã.

·        A revista sempre apontou os mulçumanos de forma agressiva, e ofensiva. Eles estavam sempre de roupas tipicas, e sempre portando armas, ou fazendo algo violento.


·        O que a revista Charlie Hebdo cometeu, não deixou de ser uma Islamofobia. Mostrando a população marginalizada. Quem gosta de piadas, começa a ler e a acreditar quem todos os muçulmanos são iguais, o que leva a uma serie mortes.

·        Leonardo boff concorda com a censura em certos casos, como a da revista Charlie Hebdo, a veja, que leva tantas mentiras, e acusações de grande preconceito para a casa de todas as pessoas.


·        O  atentado poderia ter sido evitado, bastava que a justiça francesa tivesse punido a Charlie Hebdo no primeiro  comentario.
·        A revista não puniu a CharlieHebdo porcausa da liberdadede expressao, e a lei das religioes não é a lei do pais.



Alunos: Carlos M. Machado da S. Ramos 
Aluno: Eduarda Cipriani        Série: 3ª II
Disciplina: Filosofia                                                                        
Charlie Hebdo – Uma reflexão difícil
Análise crítica
Temática: A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Análise: A tragédia que chocou o mundo no dia 11 de setembro de 2001 ainda apresenta reflexos em nosso mundo atual. Não é de hoje que sabemos sobre a árdua batalha estadunidense perante ao terrorismo, representadas na maioria das vezes em torno de muçulmanos. Entretanto, é certo a batalha sangrenta que torna vítimas milhares de civis inocentes?
Os valores ocidentais são postos á prova e um estado de sítio que engloba a população indefesa. Guerrear de tal forma não incentiva de um modo indireto a resposta violenta de jovens radicalizados?

Rever seus modos de ataque e intervenções poderiam favorecer a paz. Mas e se não for suficiente para aplacar a fúria dos terroristas?

Temática: A liberdade de expressão
Análise: Minha liberdade termina quando a do outro inicia; eis uma frase de difícil interpretação e que muitos não sabem utilizá-la. Há vários exemplos de liberdade espalhados pelo mundo: Desde a reverência aos seus reis até um simples comentário feito de maneira agressiva. Cada grupo orientado sob determinada cultura.
É óbvio que os cartunistas não souberem qual o fim da sua liberdade, expondo ao ridículo uma população em massa já muito criticada e colocada em foco de maneira obscura. Porém, isso não justifica tirar a vida de nenhum ser humano. Será que não estamos caminhando para uma guerra camuflada pelo direito á liberdade?

Temática: A tolerância e os "valores ocidentais"
Análise: É comum vermos em telejornais notícias de repreensão à cultura que procura uma nova vida na Europa. Fugidos da guerra e de ataques terroristas precisam travar outra batalha ao se depararem com um povo que não possuí seus braços abertos para quem precisa de um novo lugar.

Porém, há dois lados da mesma moeda: O medo que toma conta da população Europeia ao se ver frente a frente com uma cultura marcada pelo terrorismo. De tal forma, há os tolerantes e os intolerantes, alimentados por valores ocidentais, formados por perspectivas diferentes.
A crise social cercada do desemprego e da má proteção – principalmente entre jovens – é a fagulha necessária para se incendiar toda uma massa que já sofre com o preconceito comum, além do étnico-religioso, fazendo da convivência algo quase impossível.
Temática: O choque de fanatismos, não de civilizações
Análise: Em nossa história constam diversas histórias relacionadas aos fanatismos religiosos, desde a cruzada até a inquisição espanhola.
“Em nome da religião, tudo é validado”. O conflito entre fanáticos religiosos tende a arrebentar a corda para o lado mais fraco. O extremismo, pelo menos na última década, matou milhares de muçulmanos não fanáticos que deveriam viver na laicidade, sendo respeitados por seus valores e cultura e colocou em prova aqueles que pensavam que tudo estava “okay”. Estaríamos diante de uma nova guerra fria?
Temática: O valor da vida.
Análise: Deveríamos amar aos próximos, não julgá-los e matá-los. As distintas religiões deveriam viver pacificamente, afinal, não há somente um Deus? A repulsa e a falta de consideração ao próximo choca aqueles que sentem-se penalizados pela falta de amor e respeito e, que acima de tudo, entendem que a diferença nos torna igual.
Demonizar uma religião não é o caminho que deveríamos trilhar.


Aluna : Ianaele Baptistoti
Série : 3ª EMI


Ao ler o artigo “ Charlie Hedbo : uma reflexão difícil ”, de Boaventura de Sousa Santos onde é feito uma analise do crime cometido contra os jornalista e cartoonistas , é coloca cinco tópicos para se chegar  a conclusões deste ato bárbaro .
A luta contra o terrorismo, tortura e democracia:
- A morte de vários civis inocentes quase todos mulçumanos, provocados pela extrema agressividade do Ocidente;
-Jovens islâmicos radicais declaram que a sua radicalização nasceu da revolta contra tanta violência impune.
A liberdade de expressão :
- É um bem precioso mas tem limites, e a verdade é que a esmagadora maioria deles são impostos ´por aqueles que defendem a liberdade sem limites sempre que é a “sua “ liberdade a sofrê-los;
- Charlie Hedbo não reconhecia limites para insultar os mulçumanos , mesmo que muitos dos cartoons fossem propagandas racista e alimentassem a onda islamofóbica e anti-imigrante ;
- Refletir sobre as contradições a assimetrias na vida vivida dos valores que alguns creem ser universais.
A tolerância e os “valores ocidentais “:
- O contexto onde o crime ocorreu é denominado por duas correntes de opinião , nenhuma delas favorável á construção de uma Europa inclusiva e intercultural : a pulsão anti-imigrante é evidente, a outra corrente é a da tolerância ;
-Estas populações são um fardo , mas temos de as “aguentar”, até porque nos são uteis, no entanto, só devemos fazer se elas forem moderadas e assimilarem os nossos valores. Mas o que são os ‘valores ocidentais “?

O choque de fanatismo, não de civilizações :
- Não estamos perante um choque de civilizações , ate porque a cristã tem as mesma raízes que a islâmica;
- Na ultima década , a esmagadora maioria das vitimas de todos os fanatismos (incluindo o islâmico) são populações mulçumanas não fanáticas.
O valor da vida :
- a repulsa total e incondicional que os europeus sentem perante estas mortes devem-nos fazer pensar por que razão  não sentem a mesma repulsa perante um numero igual ou muito superior de mortes inocentes em resultados de conflitos ?
-Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos , de cultura cristã , vale mais que a vida de europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões ;
-Será então porque estes últimos estão mais longe dos europeus ou são pior conhecidos por eles ? Mas o mandato cristão de amar o próximo permite tais distinções ?








O atentado terrorista em Paris matou vários cartunistas da revista Charlie Hebdo, um ato de crueldade que só se ouve falar de um lado e não buscam informações mais profundas para que englobe todo o caso repercutido.
A revista Charlie Hebdo foi fundada em 1970, mas 90% do mundo só conheceram em 2006 através de charges em nome da “liberdade de expressão”. Em 2009 quando trocou o editor da revista às publicações de charges relacionadas ao Islã se intensificaram e ainda mais após o atentado que a revista sofreu em 2011.

Pensamentos de Boff:
·         Não acho que nenhum dos cartunistas “mereceu” levar um tiro, ninguém o merece, acredito na mudança, na evolução, na conversão. Em momento nenhum, eu quis que os cartunistas da Charlie Hebdo morressem. Mas eu queria que eles evoluíssem que mudassem...
Leonardo Boff acredita na mudança, e na evolução das pessoas, para que não chegasse ao ponto de extrema brutalidade, como foi o atentado terrorista.

Na religião muçulmana, há um princípio que diz que o Profeta Maomé não pode ser retratado, de forma alguma. Isto é uma crença Islâmica, e desrespeitar isso desrespeita todos os muçulmanos.  Atacar a cultural ou religião alheia é um ato imperialista.
Mas os tribunais franceses são conhecidos pela xenofobia (preconceito com raças, culturas e crenças) e também pela intolerância, fazendo assim um incentivo para a Charlie Hebdo que intensificou ainda mais as charges e textos contra o Islã.

·         “Mas isso é motivo para matarem os caras?”. Não. Claro que não. Ninguém em sã consciência apoia os atentados. Os três atiradores representam o que há de pior na humanidade: gente incapaz de dialogar. Mas é fato que o atentado poderia ter sido evitado. Bastava que a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo no primeiro excesso, assim como deveria/deve punir a Veja por suas mentiras. Traçasse uma linha dizendo: “Desse ponto vocês não devem passar”.
Boff é a favor do dialogo e da justiça, pois se tudo tivesse sido dialogado e a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo nada teria acontecido. Ele diz que isso é censura, fala também que não a defende não fala que deveria existir uma lista de palavras ou situações que deveriam ser banidas, mas fala que cada caso deve ser julgado “os excessos devem ser banidos, pois é melhor que as consequências venham na forma de processos judiciais do que de balas de fuzis ou bombas”.



Naiara e Anderson da Silva 3°2
Charlie Hebdo.
                                          Uma reflexão difícil
·         A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Conflito contra o terrorismo que está sendo executado pelos EUA e
seus aliados, que iniciou-se após o 11 de setembro vem trazendo mortes
para ambos os lados. Já na França o atentado contra a revista, teve uma
resposta dita pela França que os  criminosos não terão um julgamento,
mas sim a pena de morte.
Todos esses acontecimentos causam uma insegurança nas pessoas de
Todo o mundo, por que não sabem aonde irá ocorrer o próximo atentado.  É
necessário que tenha um ótimo modo para conter esses ataques de
qualquer forma mais sem trazer ricos para as pessoas inocentes.
·         Liberdade de expressão
Sendo muito preciosa tem limites, impostos pelas pessoas que
defendem a liberdade sem limites. Em muitos países ela é usada para
defender os mais pobres e para fazer críticas aos governantes.
Os limites são imensos mais muitos não os cumprem. Charlie não sabia
reconhecer esses limites na hora de insultar os mulçumanos.
A maneira de se expressar muda de lugar para lugar, então é certo
pensar bem antes de falar pois poderá ofender alguém.
·         A tolerância e os valores da vida.
Quando um crime ocorre na França ele ė dominado por duas
correntes de opinião, uma delas que a Europa seja mais inclusiva.
Outra corrente é a da tolerância já que a Europa tem que aguentar por
que eles poderiam ser úteis.
Após muitos séculos de atrocidades esses valores não são mais respeitados.
O mundo poderia ser melhor se esses valores fossem respeitados.
·         O choque de fanatismo, não de civilizações.
A história mostra que muitos fanatismos estão relacionados a
interesses econômicos e políticos, não beneficia as pessoas que sofrem
com o fanatismo. Mas o certo e que na última década isso trouxe um
grande número de mortes.
Os conflitos que ocorrem pelo fanatismo geram um desconforto para
as pessoas que não creem em outras religiões, mas sendo muitas creem
na igualdade entre todos.
·         O valor da vida
A repulsa que os europeus sentem perante a estas mortes nos faz
pensar por que razão não sentem a mesma repulsa ao número igual ou
maior de mortos inocentes nestes conflitos.
Os valores da vida certamente não podem estar baseados na ideia de que
a vida dos europeus brancos vale mais do que a vida dos que tem a cor
da pele diferente ou tem outras religiões.
A vida tem um valor que não pode ser decidido pela cor da pele,
crença ou cultura, mas sim pelo modo de agir perante a um momento ou
fase difícil que esta vivenciando.



Aluna:  Naiara Araújo
Charlie Hebdo.
                                           Uma reflexão difícil
·         A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Conflito contra o terrorismo que está sendo executado pelos EUA e
seus aliados, que iniciou-se após o 11 de setembro vem trazendo mortes
para ambos os lados. Já na França o atentado contra a revista, teve uma
resposta dita pela França que os  criminosos não terão um julgamento,
mas sim a pena de morte.
Todos esses acontecimentos causam uma insegurança nas pessoas de
Todo o mundo, por que não sabem aonde irá ocorrer o próximo atentado.  É
necessário que tenha um ótimo modo para conter esses ataques de
qualquer forma mais sem trazer ricos para as pessoas inocentes.
·         Liberdade de expressão
 Sendo muito preciosa tem limites, impostos pelas pessoas que
defendem a liberdade sem limites. Em muitos países ela é usada para
defender os mais pobres e para fazer críticas aos governantes.
Os limites são imensos mais muitos não os cumprem. Charlie não sabia
reconhecer esses limites na hora de insultar os mulçumanos.
 A maneira de se expressar muda de lugar para lugar, então é certo
pensar bem antes de falar pois poderá ofender alguém.
·         A tolerância e os valores da vida.
Quando um crime ocorre na França ele ė dominado por duas
correntes de opinião, uma delas que a Europa seja mais inclusiva.
Outra corrente é a da tolerância já que a Europa tem que aguentar por
que eles poderiam ser úteis.
Após muitos séculos de atrocidades esses valores não são mais respeitados.
 O mundo poderia ser melhor se esses valores fossem respeitados.
·         O choque de fanatismo, não de civilizações.
A história mostra que muitos fanatismos estão relacionados a
interesses econômicos e políticos, não beneficia as pessoas que sofrem
com o fanatismo. Mas o certo e que na última década isso trouxe um
grande número de mortes.
 Os conflitos que ocorrem pelo fanatismo geram um desconforto para
as pessoas que não creem em outras religiões, mas sendo muitas creem
na igualdade entre todos.
·         O valor da vida
 A repulsa que os europeus sentem perante a estas mortes nos faz
pensar por que razão não sentem a mesma repulsa ao número igual ou
maior de mortos inocentes nestes conflitos.
 Os valores da vida certamente não podem estar baseados na ideia de que
a vida dos europeus brancos vale mais do que a vida dos que tem a cor
da pele diferente ou tem outras religiões.
A vida tem um valor que não pode ser decidido pela cor da pele,
crença ou cultura, mas sim pelo modo de agir perante a um momento ou
fase difícil que esta vivenciando.


Alunos:Marcelo H. Giacomozzi  e Jaqueline Pereira
Charlie Hebdo:Uma reflexão difícil
- Boaventura de Souza Santos

Temática: A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Análise: O modo que é lidado o terrorismo de radicais religiosos pelo povo ocidental, o tópico coloca em questão se esse método é correto ou não.
É estranho pensar sobre o que foi dito nesse parágrafo, pois não parece ser viável tentar a comunicação com um povo que há muito tempo somente respondido com atos violentos por simples fanatismo religioso infelizmente talvez não se tenha outra maneira de se lidar tirando a força bruta.
Temática: A liberdade de expressão.
Análise: Basicamente é toda embasada na seletividade da liberdade de expressão e como ela muda de grupo em grupo, chegando a ser subjetivo o que se pode falar ou não, exemplificando um cristão não vai gostar da imagem de deus sendo ridicularizada e vai tentar censurar.
É impossível discordar disso principalmente no Brasil aonde se vê tanta censura para os comediantes, aonde se certa religião é utilizada para comedia os praticantes se sentiram ofendidos, mas as pessoas de fora não, logo os praticantes vão lá e tenta censurar, um exemplo mais claro é o Dvd do “Rafinha Bastos” que foi censurado por sua piada direcionada a “APAE”
Temática: A tolerância e os "valores ocidentais".
Análise: É posto a prova quanto de inocência os europeus tem quanto suas invasões ao resto do mundo, pois ate que ponto eles não são como o estado islâmico para ir lá fora e fazer com que todo o mundo siga  a cultura  europeia e seus valores,além do certo xenofobismo que se é criado no pais contra todos os orientais como se todos eles fossem terroristas.
Como foi dito no texto os europeus erraram também ao tentar modificar a cultura de um país, mas nada justifica o método que esta sendo usado pra retaliar essa tentativa de modificar a cultura, como também não é certo a xenofobia por parte dos europeus perante a eles generalizando e assim atacando toda uma nação.
Temática: O choque de fanatismos, não de civilizações. 
Análise: Antes mesmo dos atentados terroristas atuais que vemos nas Televisões tínhamos as cruzadas que mataram milhões em nome do cristianismo logo podemos dizer que essa guerra atual contra o Islamismo seja somente mais uma das caçadas que vemos fanáticos pregarem em nome de algum deus, ou seja, utilizar o nome de sua religião como uma desculpa para promover o ódio entre os povos.
Ódio que não é somente Islâmico, mas como também de todo tipo de fanático, sendo ele religioso ou não, no fim toda a população acaba morrendo por sua crença querendo ela impor sua crença para o resto do mundo ou não.
Temática: O valor da vida.
Análise: Finalmente é posto em questão o porquê da morte do cartunista causar tanta polemica, e a morte de milhões de habitantes de fora de Europa não causar nenhum tipo de choque para os europeus, sendo que um cartunista foi morto, mas tirando ele varias outras pessoas de diferentes povos são mortas todo dia por estes mesmos fanáticos.
Basicamente devemos ver a plasticidade dessas mortes, podemos ver que as mortes que causam algum tipo de comoção até agora foram a do cartunista e as execuções filmadas pelos extremistas podemos assim analisar que só foi feita comoção quando tivemos algum tipo de plasticidade, ou seja, foram mortes palpáveis assim chamaram  a atenção do povo,mas que infelizmente não passa disso.


Alunos: Igor M. da Rosa e Rafael R. Goulart
Série: 3º2

A luta contra o terrorismo, tortura e democracia
Tema: Sabe-se que os EUA e seus aliados travam uma constante guerra contra o terrorismo do ocidente, mas, não se pode interligar diretamente a “rincha” entre os islâmicos e o país norte americano, com a tragédia de Charlie Hebdo. Porem sabe-se que a agressividade dos países ocidentais causou a morte de vários civis inocentes, (a maioria mulçumanos) além de terríveis torturas contra diversas pessoas indefesas.
Crítica: A crítica esta plenamente concentrada nas mortes e torturas que os islâmicos causaram em diversos mulçumanos (a maioria inocente), na tragédia contra os jornalistas e cartunistas de Charlie Hebdo, onde que, muitos jovens islâmicos radicais, afirmam que a sua radicalização, nasceu da revolta contra tanta violência impune. Portanto deve-se refletir se estamos seguindo o caminho correto, para dizer um basta a violência que atingiu os mulçumanos ou se devemos escolher uma nova política.

Liberdade de expressão
Tema: A liberdade de expressão é um bem preciosos onde a sociedade impões autonomia nas pessoas estabelecendo deveres, onde que os limites dessa liberdade estão presentes e devem sempre ser respeitados onde que até mesmo Charlie Hebdo, colocava limites, como no caso do jornalista Maurice Siné que foi despedido por escrever uma crônica alegada como antissemita. Isso significa que os limites estão presentes mas são diferentes para cada grupo.
Crítica: Aparentemente Charlie não conhecia os limites para insultar os muçulmanos, onde que muitos dos cartoons eram propagandas racistas e alimentavam a onda islamofóbica e anti-imigrante que estava muito presente na França e na Europa. Os cartoons mostravam os profetas em poses pornográficas, apresentavam muçulmanas como escravas entre outras formas tidas para os islâmicos como insultos. Em fim a liberdade de expressão é um tesouro que deve ter limites para não ofender outras culturas, e as mesmas ficarem revoltadas como que aconteceu.
A tolerância e “Valores ocidentais”.
Tema: Formado por duas correntes de opiniões, em que nenhuma delas é favorável à construção de uma Europa inclusiva e intercultural. As mais radicais são com certeza as islamofóbicas e anti-imigrante. A ação anti-imigrante é eminente, principalmente pois aqueles povos, não querem-nos entre eles, e pra eles nós não estando perto deles é a solução. Alem disso tem a questão da tolerância. Essas populações, são muito distintas de nós tem outras culturas, outros hábitos, outras formas de viver e a gente tem de aceitar isso deles, pois é bem possível que eles pensem o mesmo de nós. A única forma é tentarmos assimilar os nossos valores com os deles.
Crítica: Mesmo com diferentes culturas e costumes devemos tolerar as atitudes daqueles povos, pois os mesmos tem culturas diferentes, e assim pensam diferente de nós, pode-se dizer que eles são “uma pedra nos nossos sapatos”, mas mesmo assim eles tem sua importância no mundo, o que se deve fazer é tentar aproximar os nossos valores com os deles. Logo descobrir quais são os “Valores ocidentais”, é um grande desafio, pois os contextos históricos ora afirmam uma coisa ora outra. Mas uma coisa é certa. Com a crise social que foi provocada pelo aumento de desemprego, e a questão do radicalismo por parte dos jovens, os mesmos hoje sofrem discriminação étnico-religiosa.
 .
O choque de fanatismos, não de civilizações.
Tema: O caso ocorrido não foi ocasionado por um choque de civilizações, mas sim por um fanatismo louco pela religião, pois o islamismo e o cristianismos nasceram da mesma raiz. Ao longo da história pode-se perceber que o fanatismo e seus confrontos, estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos cujo quais nunca beneficiaram os fanáticos. Até mesmo uma religião pacífica como o budismo massacrou milhares de membros da Tamil do Sri Lanka, do mesmo modo como os fundamentalistas hindus massacraram as populações mulçumanas.
Crítica: Uma defesa intercultural sem limites, onde muitas populações não se conhecem e se enfrentam constantemente para defender seus “ideais” é uma forma louca de fanatismo que esta corroendo o nosso mundo, fazem uma história atemporal de pequenos tempos transformando países como Jihadistas do Emirato Islâmico, que eram tidos como combatentes de liberdade e hoje são tidos como terroristas. E agora? O que ira acontecer? Ninguém sabe. Somente sabemos que nas ultimas décadas, uma imensa corrente de fanáticos vem atacando diversas populações muçulmanas não fanáticas.
O valor da vida
Tema: A repulsa que os Europeus sentem pelas mortes da tragédia de Charles Hebdo, é extremamente grande, mas por os mesmo não sentem isso com varias pessoas inocentes que morreram em resultados de conflito que no fundo tenham algo a ver com esse crime? No mesmo dia 37 jovens morreram no yemen. No verão passado, a invasão israelita causou a morte de 2000 palestinos, dos quais 1500 eram civis e 500 eram crianças. Certamente que a diferença na reação não esta ligada a vida dos Europeus valer mais do que a dos outros mortos, mas sim ao caso ter acontecido na Europa e então repercutiu diretamente a eles não indiretamente.
Crítica: A crítica esta concentrada no valor da vida, sobre o ato de um amar o outro e de que ninguém tem o direito de tirar uma vida. Por que os países ocidentais mesmo sabendo disso muitas vezes tiram a vida de inocentes perante a um ato que embora tenha os insultado não da o direito de o direito da pessoa tirar o direito da vida do outro. A violência esta sendo um caos que esta dominando o mundo e atingindo diversas pessoas de diversas raças, por questões  matérias, por princípios, entre outras coisas que abalam o mundo e causando um terremoto avassalador, na democracia. Muitas vezes, o senso comum esta presente na mente dessas pessoas e realizam atos que poderiam ser evitados e transformar o mundo o deixando cada vez melhor. Embora o senso comum talvez esteja presente naqueles povos, o pior ainda seria o nosso senso comum de acreditar que a tragédia que aconteceu la na Europa, não possa acontecer aqui, como já atacam nações mulçumanas que não seriam fanáticas, poderiam muito bem atacar católicos, como não aceitam outras culturas, poderiam muito bem tentar dominar outras nações, os exemplos e fatos que poderiam causar uma tragédia aqui em nossa região seriam distintos, o “efeito borboleta” é algo muito presente nos dias atuais e poderia drasticamente atingir o nosso país e então matar milhares de inocentes como já ocorreu violando os direitos humanos.


Alunas: Auri S. R. Durkop
Aluna: Brenda de Assunção
Série: 3ª2
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil.
1-A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
a- Temática central: As guerras e tragédias causadas devido o terrorismo e rivalidade entre o ocidente e oriente.
b- Crítica: Nem sempre a violência é a melhor opção para acabar com a guerra.
2-A liberdade de expressão.
a- Temática central:A liberdade existe, porém tem seus limites, limites esses que são impostos por pessoas de poder e influência na sociedade, e cada sociedade tem limites diferentes.
b- Crítica: As pessoas que não respeitam esses limites de liberdade, acabam por ofender outras pessoas, o que gera inúmeras consequências.
3-A tolerância e os "valores ocidentais".
a- Temática central: A Europa é dividida ao meio, existem os que não aceitam os imigrantes e querem se livrar deles, porque os consideram inimigos. E existem os que consideram os imigrantes um fardo, mas toleram se forem de forma moderada e seguirem seus valores ocidentais.
b-Crítica: Não se sabe ao certo o que são os valores, que foram motivos de grandes atrocidades, desde a violência colonial até a segunda guerra mundial, e porque eles variam ao decorrer do tempo.

4-O choque de fanatismos, não de civilizações.
a- Temática central: Os conflitos gerados nos dias de hoje não acontecem devido a diferença de cultura, e sim pelo fanatismo religioso, onde a pessoa só aceita sua crença como a certa.
b- Crítica: O mundo poderia ter várias religiões convivendo tranquilamente entre si se não fosse pelo fanatismo, o excesso de crença em uma única religião gera conflitos entre diversas civilizações.

5-O valor da vida.
a- Temática central: Mortes ocasionadas pelo mesmo motivo, a guerra entre fanáticos religiosos, porém com peso e repercussão  diferentes para os Europeus.
b- Crítica: A vida de Europeus brancos vale mais que a vida de outros povos ou até mesmo de Europeus de outras cores e religiões.



Alunas: Crislaine Gambeta
Aluna: Pâmella do Nascimento
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
1-      A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
a)      Crítica: Não se deve relacionar o problema dos EUA e da França contra os islâmicos, pois os franceses foram atacados após zombarem da religião dos islâmicos. A maioria dos jovens islâmicos vem sendo radicais por causa da justiça impune. Os EUA matam mais islâmicos inocentes do que islâmicos já mataram. Conclusão... Os franceses foram os mais errados da história dos atentados, pois foram eles que começaram o zombamento com Maomé.

2-      A liberdade de expressão.
a)      Crítica: Deve – se ter limites na hora de expressar sua opinião sobre algo, ou haverá grande desentendimentos por parte dos criticados.
O jornal Charlie Hebdo não conhecia limites, pois já era muito criticado por suas críticas racistas e islamofobicas e anti – migrantes. A charge do profeta Maomé teve razão para deixar os islâmicos irritados, pois pense bem, se fosse de Jesus nas mesmas posições pornográficas, haveria uma grande revolta por parte dos cristãos.

3-      A tolerância e os valores ocidentais
a)      Parte das opiniões na França são islamofóbicas e anti – imigrantes, por isso essa severidade com os islâmicos, eles acham que ali no território deles estão sendo odiados pelos imigrantes e a pequena parte tolerante, atualmente é um fardo que possa ser útil futuramente se os valores forem mudados. Os franceses que antes aderiram como seu lema: igualdade, liberdade e fraterninade. Hoje impedem os imigrantes de terem isso.
Com o aumento da crise social, ocorre o aumento do desemprego, e assim jovens desocupados tendem a buscar sua vida com os radicais.


4-      O choque de fanatismos, não de civilizações.
a)        Os islâmicos cometeram mais do que um ato de crença, eles são fanáticos por sua religião e por isso cometem grandes atos terroristas.

5-      O valor da vida.
a)      Se a Europa sentiu tanto remorso pelas mortes na França, porque não sente o mesmo pelo grande númerode inocentes mortos todos os anos nos países menos desenvolvidos, como a Paletstina, México, Israel. Isso nos faz pensar, será que eles acham a vida dos brancos, cristãos, melhor ou com mais valor do que os de outros lugares ou outra religião?


Matéria: Filosofia
Aluna: Munique Cristina Sperandio                                              3ª2
Professor: Paulo Cesar

Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)

O texto relata um atentado que ocorreu em Paris, que provocou a morte de vários cartunistas. Conta-se só um lado do atentado, pois a mídia elimina tudo que ela não quer que seja transmitido. Um padre que é teólogo e historiados, conhece bem a situação da França, irá detalhar melhor os acontecimentos e fará uma reflexão.
1º paragrafo: O padre condena os atentados em Paris, condena todos os atentados e toda a violência, apesar de muitas vezes xingar e ficar bravo, era da paz e se esforçava para ter controle de suas emoções.
2º paragrafo: O padre condena a morte dos cartunistas e acredita ainda na mudança da mídia, que ela seja honesta, que não promova mentiras, como as que foram ditas ao povo mulçumano e compara com a imprensa brasileira que promoveu varias mentiras na eleição.
3º paragrafo: A Charlie Hebdo é uma revista importante na França, fundada em 1970. Apesar disso 90% do mundo só foi conhecer a revista em 2006, de uma forma bastante negativa, por ter pulicado a charge do jornal dinamarquês Jyllands-Posten.
4º paragrafo: Philippe Val, editor da revista escreveu um texto em 2000 chamando os palestinos de não civilizados o que gerou criticas. Ficou no comando ate 2009, quando foi substituído por Stéphane Charbonnier e por seu comando intensificou as charges sobre o Islã.
5º paragrafo: Na França existem vários mulçumanos, muitos imigrantes das ex-colonias. Eles não são iguais nessa sociedade e a grande maioria é pobre e vitima de muitos preconceitos e exclusões.
6º paragrafo: Os cartunistas mortos são considerados como heróis e gigantes do humor. As polemicas charges de Charlie Hebdo e os comentários políticos do colunista da veja são de péssimo gosto,  perigosas e criminosas.
7º paragrafo: Retrata os péssimos gostos da charge, o primeiro é a intolerância, há um principio na religião mulçumana de que Maomé não pode ser retratado de forma alguma. É preciso que o Islã esteja tão banalizado quanto o catolicismo.
8º paragrafo: Ele não esta falando em atacar alguns indivíduos radicais, o alvo é o Islã. Há décadas o culturalistas falam que impor valores e atacar a cultura alheia é um ato imperialista.
9º paragrafo: Charlie Hebdo intensificou as charges e textos contra o Islã e contra o cristianismo.
10º paragrafo: O jornal falava dos mulçumanos sempre de maneira ofensiva. Os seguidores Islamicos caracterizavam-se por suas roupas típicas e por sempre estarem portando armas e cometendo violência. O alvo é somente os “indivíduos radicais”, a partir do momento que somente esses são mostrados, cria-se uma generalização. Como no Brasil, onde cria-se uma charge de um negro assaltante, sendo que ela não critica os negros de modo geral, mas sim os negros que assaltam.
11º paragrafo: Na França tem 10% de mulçumanos que são marginalizados, as piadas direcionadas aos mulçumanos sempre são preconceituosa. Se as piadas retratam os árabes como terroristas, o mundo acredita nisso. Charlie Hebdo promoveu as Islamofobia com suas charges.
12º paragrafo: Charlie se defendia dizendo que criticava os católicos, ninguém aguentava calado as ofensas. Mas ir matar os cartunistas não era necessário, os atirados não representam a cultura islâmica, mas sim o pior tipo de pessoas na humanidade. Isso não teria acontecido se a justiça tivesse punido Charlie Hebdo no primeiro ato de preconceito contra as religiões e qualquer outro tipo de cultura, colocando até um ponto que pode se falar sobre esse assunto.
13º paragrafo: Mesmo sendo uma censura, pois certos assuntos ou criticas devem ser evitadas, deve-se pensar muito antes de fazer uma critica ou defender alguma crença.
14º paragrafo: Todos os casos devem ser analisados separadamente e julgados de acordo.
15º paragrafo: A França é um país de luto, sendo que quando começaram o atentado, já sabiam o que iria acontecer.
16º paragrafo: Pen declarou “a nação foi atacada, a nossa cultura, o nosso modo de vida. Foi a eles que a guerra foi declarada”. Isso mostra o sentimento de ódio em relação aos mulçumanos e os islamistas em geral. Muitos chargistas em uma tentativa de homenagear as vitimas, desenharam armas feitas com canetas. Os locais de culto islâmico foram atacados, um deles com uma granada. Os discurso de Le Pen, pedia que a França declarasse “Guerra ao fundamentalismo”, mas para os xenófobos era “Guerra aos mulçumanos”.



Escola: Escola de Educação Básica São João Batista
Alunas: Priscila Loskar Rachow
Aluna: Shirley Maier Ferreira
Disciplina: Filosofia
Serie/turma: 3 II

“Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil

A luta contra o terrorismo, tortura e democracia
·         Tema: Charlie Hebdo e a luta contra o terrorismo.

·         Crítica: Podemos ver que muitos radicais declaram que sua radicalização nasceu da revolta contra tanta violência impune, eles se sentem sem a proteção do estado, assim entram para o terrorismo com intuito de proteger suas vidas e fazer justiça com as próprias mãos, mas com isso acabam banalizando a democracia, matando pessoas inocentes e desrespeitando os direitos humanos.

A liberdade de expressão
·         Tema: É um bem precioso mas tem limites.

·         Crítica: Os limites existem, mas são diferentes para diferentes grupos de interesse. A liberdade de expressão é um direito fundamental, mas não pode ser usado para justificar a violência é preciso ter bom censo.

A tolerância e os “valores ocidentais “
·         Tema: A pulsão anti-imigrante e a tolerância.

·         Crítica: Ninguém põe hoje em causa o valor da liberdade, mas já o mesmo não se pode dizer dos valores da igualdade e da fraternidade, onde todos são iguais e devem viver em união, o que não está acontecendo. A civilização europeia tem sido anti-imigrante mas sabem que os imigrantes são uteis por isso necessitam ser tolerantes, contudo os imigrantes também devem assimilar os valores da civilização europeia para ai sim viverem com igualdade e fraternidade.

O choque de fanatismos, não de civilizações
·         Tema: Fanatismo.

·         Crítica: Choque não é entre as civilizações, mas sim pelo fanatismo entre as religiões que se titulam umas melhores que as outras, umas sendo obrigadas a adotar as outras, assim ocorrendo muitos massacres.

O valor da vida
·         Tema: Mortes dos inocentes.

·         Crítica:  Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões. Eles tem se importado mais com os conflitos em geral, do que com as pessoas inocentes que morrem a cada dia por conta destes conflitos o que não deveria acontecer.


Aluno: Luiz Henrique C. Debastiani
Turma: 3ª E.M.I


Je ne suis pas Charlie.
Leonardo Boff, condena os atentados em Paris, assim como a mídia também o faz, mas diferente dos veículos de comunicação, ele também condena o humor politicamente incorreto dos membros da revista Charlie Hebdo, que acabou sentenciando suas próprias mortes.
Mas pelo que possa dar a entender, ele não acha que os cartunistas “mereceram” levar os tiros, pois ninguém o merece. O que ele queria é que os cartunistas da revista, mudassem, pudessem evoluir. Ainda constrangido com os atentados à verdade, à boa imprensa, à honestidade que a mídia brasileira promoveu nessa última eleição.
A Charlie Hebdo é um importante revista francesa, mas que só conseguiu destaque mundial em 2006, de uma forma bastante negativa: republicando charges do jornal dinamarquês Jyllands-Posten, alegando ser em nome da “Liberdade de Expressão”. E a revista ainda se envolveu em outras polêmicas, com seu antigo editor Philippe Val, e o seu sucessor Stéphane “Charb” Charbonnier, morto no atentado de Paris.
Boff crítica a intolerância da revista, ignorando preceitos da religião muçulmana. E também incentivando o ódio perante a religião Islã e ao cristianismo, isso após ganhar uma causa contra associações islâmicas que se sentiram ofendidas com as primeiras publicações da revista, funcionando como um incentivo para eles.
A maneira como o jornal retratava os muçulmanos era sempre ofensiva. Sempre caracterizados com suas roupas típicas, utilizando armas ou fazendo alusões à violência.
Alguns argumentam que o alvo era somente “os indivíduos radicais”, mas quando apenas esses indivíduos são mostrados, acaba se criando uma generalização.
Os quadrinhos, capas e textos da Charlie Hebdo promoviam ataques ao islamismo, também criticando o judaísmo e o cristianismo, mas isso não quer dizer que se outras religiões não reagiam as ofensas, que os Islã também não deveria reagir.
Claro que isso não é motivo para as mortes que ocorreram, os atiradores que mataram os membros da revista, representam o que há de mais ruim na humanidade. Mas é fato que tudo isso poderia ter sido evitado, se a justiça francesa tivesse punido a Charlie Hebdo no seu primeiro excesso.
Leonardo Boff não apoia a censura como pode estar parecendo, ele apenas pensa que quando necessário ela deve ser utilizada, de uma forma rígida, seja para repreender o racismo e a homofobia, ou no caso da Charlie Hebdo, a Islamofobia.
Ele mesmo deixa claro que não defende a censura prévia e que não deveria ter uma lista de palavras/situações que deveriam ser banidas do humor. Apenas que cada caso deve ser julgado. É melhor que as consequências venham na forma de processos judiciais do que de balas de fuzis ou bombas.
Atualmente na França, se tem um país de luto, mas que ainda há alguns urubus mais espertos do que outros, e já começamos a ver onde o atentado vai dar. Em um discurso Marilene Le Pen mostra exatamente as raízes da islamofobia, declarando guerra ao fundamentalismo, mas nos ouvidos dos xenófobos ecoa como “guerra aos muçulmanos”, e ela sabe disso.
Por isso tudo, apesar de lamentar e repudiar o ato bárbaro do atentado, assim como Leonardo Boff e muitos outros, eu não sou Charlie. Je ne suis pas Charlie.









Alunos: Munique Cristina Sperandio
     Aluino:         Paulo Albernaz do Santos                                             
Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)

O texto relata um atentado que ocorreu em Paris, que provocou a morte de vários cartunistas. Conta-se só um lado do atentado, pois a mídia elimina tudo que ela não quer que seja transmitido. Um padre que é teólogo e historiados, conhece bem a situação da França, irá detalhar melhor os acontecimentos e fará uma reflexão.
1º paragrafo: O padre condena os atentados em Paris, condena todos os atentados e toda a violência, apesar de muitas vezes xingar e ficar bravo, era da paz e se esforçava para ter controle de suas emoções.
2º paragrafo: O padre condena a morte dos cartunistas e acredita ainda na mudança da mídia, que ela seja honesta, que não promova mentiras, como as que foram ditas ao povo mulçumano e compara com a imprensa brasileira que promoveu varias mentiras na eleição.
3º paragrafo: A Charlie Hebdo é uma revista importante na França, fundada em 1970. Apesar disso 90% do mundo só foi conhecer a revista em 2006, de uma forma bastante negativa, por ter pulicado a charge do jornal dinamarquês Jyllands-Posten.
4º paragrafo: Philippe Val, editor da revista escreveu um texto em 2000 chamando os palestinos de não civilizados o que gerou criticas. Ficou no comando ate 2009, quando foi substituído por Stéphane Charbonnier e por seu comando intensificou as charges sobre o Islã.
5º paragrafo: Na França existem vários mulçumanos, muitos imigrantes das ex-colonias. Eles não são iguais nessa sociedade e a grande maioria é pobre e vitima de muitos preconceitos e exclusões.
6º paragrafo: Os cartunistas mortos são considerados como heróis e gigantes do humor. As polemicas charges de Charlie Hebdo e os comentários políticos do colunista da veja são de péssimo gosto,  perigosas e criminosas.
7º paragrafo: Retrata os péssimos gostos da charge, o primeiro é a intolerância, há um principio na religião mulçumana de que Maomé não pode ser retratado de forma alguma. É preciso que o Islã esteja tão banalizado quanto o catolicismo.
8º paragrafo: Ele não esta falando em atacar alguns indivíduos radicais, o alvo é o Islã. Há décadas o culturalistas falam que impor valores e atacar a cultura alheia é um ato imperialista.
9º paragrafo: Charlie Hebdo intensificou as charges e textos contra o Islã e contra o cristianismo.
10º paragrafo: O jornal falava dos mulçumanos sempre de maneira ofensiva. Os seguidores Islamicos caracterizavam-se por suas roupas típicas e por sempre estarem portando armas e cometendo violência. O alvo é somente os “indivíduos radicais”, a partir do momento que somente esses são mostrados, cria-se uma generalização. Como no Brasil, onde cria-se uma charge de um negro assaltante, sendo que ela não critica os negros de modo geral, mas sim os negros que assaltam.
11º paragrafo: Na França tem 10% de mulçumanos que são marginalizados, as piadas direcionadas aos mulçumanos sempre são preconceituosa. Se as piadas retratam os árabes como terroristas, o mundo acredita nisso. Charlie Hebdo promoveu as Islamofobia com suas charges.
12º paragrafo: Charlie se defendia dizendo que criticava os católicos, ninguém aguentava calado as ofensas. Mas ir matar os cartunistas não era necessário, os atirados não representam a cultura islâmica, mas sim o pior tipo de pessoas na humanidade. Isso não teria acontecido se a justiça tivesse punido Charlie Hebdo no primeiro ato de preconceito contra as religiões e qualquer outro tipo de cultura, colocando até um ponto que pode se falar sobre esse assunto.
13º paragrafo: Mesmo sendo uma censura, pois certos assuntos ou criticas devem ser evitadas, deve-se pensar muito antes de fazer uma critica ou defender alguma crença.
14º paragrafo: Todos os casos devem ser analisados separadamente e julgados de acordo.
15º paragrafo: A França é um país de luto, sendo que quando começaram o atentado, já sabiam o que iria acontecer.
16º paragrafo: Pen declarou “a nação foi atacada, a nossa cultura, o nosso modo de vida. Foi a eles que a guerra foi declarada”. Isso mostra o sentimento de ódio em relação aos mulçumanos e os islamistas em geral. Muitos chargistas em uma tentativa de homenagear as vitimas, desenharam armas feitas com canetas. Os locais de culto islâmico foram atacados, um deles com uma granada. Os discurso de Le Pen, pedia que a França declarasse “Guerra ao fundamentalismo”, mas para os xenófobos era “Guerra aos mulçumanos”.


Aluno: Andrei Dias dos Santos;
Turma: 3 EMI.


• A luta contra o terrorismo, tortura e democracia: os ataques feitos pelo Ocidente ao Oriente, principalmente contra os jovens mulçumanos que se tornam radicais islâmicos.
Críticas:
1- Não há ligação direta entre os ataques de 11 de Setembro e a tragédia do Charlie Hebdo.
2- Entramos num clima de guerra civil de baixa intensidade, para acabar com a violência.

• A liberdade de expressão: os diferentes limite que existem, na liberdade de expressão, para os diferentes grupos de interesse.
Críticas:
1- Esses limites são impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites.
2- Na América Latina, a mídia, clama pela liberdade de expressão para insultar os governos e ocultar o bom que estes têm feito.
3- O Charlie Hebdo não reconhecia limites para insultar os mulçumanos, com propagandas racistas que alimentavam a onda islâmofóbica e anti-imigrante.

• A tolerância e os "valores ocidentais": os europeus se sentem ameaçados na política, sendo que "os inimigos habitam junto a nós", mas existe uma tolerância quanto a isso, eles têm que aguentar, até porque lhe são úteis.
Críticas:
1- No contexto em que se estabeleceu o crime, é dominado por duas correntes que não contribuem para a construção de uma Europa inclusiva e intercultural.
2- O que ou quais são os valores ocidentais.
3- Por que razão, dependendo do contexto de certas situações, ora afirmam uns ora se afirmam outros.

• O choque de fanatismos, não de civilizações: o budismo, hinduísmo e cristianismo na história são causadoras de massacres em nome da fé. 
Críticas:
1- A história mostra como muitos choques de fanatismos estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos.
2- A maioria das vítimas de todos os fanatismos(inclusive o islâmico) são populações mulçumanas não fanáticas.

• O valor da vida: a repulsa incondicional que os europeus sentem perante estas mortes na tragédia deve-nos fazer pensar por que razão não sentem o mesmo perante um número igual ou superior de inocentes  em resultado de conflitos.
Críticas:
1- A diferença não deve estar baseada na ideia que a vida de europeus vale mais que a de outros.
2- O mandato cristão de amar o próximo permite distinções?




     Escola de Educação Básica São João Batista, 16/02/2015
     Alunos: Gabriela Piva                                                Série: 3º II
   Aluno:           Gabriel Picolli

Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie

Todos nós soubemos o quanto religião é um assunto polêmico quando debatidos sem consciência das diferentes opiniões que habitam entre nós, e o quanto gera e já gerou discussões e debates para descobrir quem ou o que está correto, mas infelizmente as vezes acabamos extrapolando e fazendo do assunto um alvo violento, atingindo não apenas nosso Brasil, e sim o mundo inteiro, em cada canto dos hemisférios .O texto  de Leonardo Boff   trás consigo uma das noticias que mais chocaram o Brasil e o mundo: A morte de cartunistas franceses em Paris.

Dentre tais fatos percebe-se:
1.      Inicialmente, trata-se de pensamentos de um padre relacionado à violência, na qual o mesmo diz que a tenha cometido, assim como nós cometemos muitas vezes, seja de maneira corporal ou verbal.
2.      Relata a polêmica que foi gerada através dos cartunistas da Charlie Hebdo , na qual ofendeu grandes nações pela maneira que se foram expostas  as opiniões sobre os muçulmanos e outros diversos religiosos.
3.      A morte de um grupo de pessoas em consequência a falta de tolerância e respeito em relação ao povo alheio, é sinônimo de ideias mal repassadas, ‘’alfinetando’’ leitores de outros lugares.
4.       A liberdade de expressão exposta de maneira incorreta, o que trouxe ofensas aos muçulmanos, e mesmo que a justiça tenha interferido, a vitória foi da revista, o que intensificou o interesse da revista em divulgar sua imagem.
5.      Exclusão e preconceito pelos muçulmanos, o que os fazem ser conhecido como ‘’segunda classe’’.  Mas... Será mesmo que o maior problema no mundo é a religião? Não é isso que faz o mundo carregar tamanha revolta.
6.      Uso da imagem de Maomé para atingir os muçulmanos crentes do profeta, foi sem dúvida um dos maiores abusos, aliás, esse tipo de preconceito não deveria de existir em um mundo tão intelectual com gerações tão bem informadas. Aliás, nenhum preconceito deveria de existir.
7.      Ataque à cultura alheia e imposição aos valores culturais de etnias diferentes de forma ofensiva e desrespeitosa é algo que devem ser mudado e isso depende de cada um de nós.
8.      Exposição aos costumes e atos muçulmanos para ganhar mais espaço na mídia
9.      Houve em todo o caso, falta de diálogo para resolver toda essa polêmica de maneira correta, sem violências para ambas as partes.
10.   Todo o ocorrido trás razões para que leis sejam instituídas e assim, de forma correta e segura, amenize tamanhas críticas em torno de diferentes opiniões, crenças e culturas. 



      Escola de Educação Básica São João Batista, 16/02/2015

           Alunos: Gabriela Piva                                                Série: 3º II

              Gabriel Picolli
    
Professor: Paulo Cézar                                                  - Filosofia

Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie

Todos nós soubemos o quanto religião é um assunto polêmico quando debatidos sem 

consciência das diferentes opiniões que habitam entre nós, e o quanto gera e já gerou 

discussões e debates para descobrir quem ou o que está correto, mas infelizmente as 

vezes acabamos extrapolando e fazendo do assunto um alvo violento, atingindo não 

apenas nosso Brasil, e sim o mundo inteiro, em cada canto dos hemisférios .O texto  de 

Leonardo Boff   trás consigo uma das noticias que mais chocaram o Brasil e o mundo: 

A morte de cartunistas franceses em Paris.



Dentre tais fatos percebe-se:

1. Inicialmente, trata-se de pensamentos de um padre relacionado à violência, na 

qual o mesmo diz que a tenha cometido, assim como nós cometemos muitas 

vezes, seja de maneira corporal ou verbal.

2. Relata a polêmica que foi gerada através dos cartunistas da Charlie Hebdo , na 

qual ofendeu grandes nações pela maneira que se foram expostas  as opiniões 

sobre os muçulmanos e outros diversos religiosos.

3. A morte de um grupo de pessoas em consequência a falta de tolerância e respeito 

em relação ao povo alheio, é sinônimo de ideias mal repassadas, ‘’alfinetando’’ 

leitores de outros lugares.

4.  A liberdade de expressão exposta de maneira incorreta, o que trouxe ofensas aos 

muçulmanos, e mesmo que a justiça tenha interferido, a vitória foi da revista, o 

que intensificou o interesse da revista em divulgar sua imagem. 

5. Exclusão e preconceito pelos muçulmanos, o que os fazem ser conhecido como 

‘’segunda classe’’.  Mas... Será mesmo que o maior problema no mundo é a 

religião? Não é isso que faz o mundo carregar tamanha revolta.

6. Uso da imagem de Maomé para atingir os muçulmanos crentes do profeta, foi 

sem dúvida um dos maiores abusos, aliás, esse tipo de preconceito não deveria 

de existir em um mundo tão intelectual com gerações tão bem informadas. Aliás, 

nenhum preconceito deveria de existir.

7. Ataque à cultura alheia e imposição aos valores culturais de etnias diferentes de 

forma ofensiva e desrespeitosa é algo que devem ser mudado e isso depende de 

cada um de nós.

8. Exposição aos costumes e atos muçulmanos para ganhar mais espaço na mídia

9. Houve em todo o caso, falta de diálogo para resolver toda essa polêmica de 

maneira correta, sem violências para ambas as partes.

10.  Todo o ocorrido trás razões para que leis sejam instituídas e assim, de forma 

correta e segura, amenize tamanhas críticas em torno de diferentes opiniões, 

crenças e culturas.




                                                TEXTOS DA  TERCEIRA III








Aluna: Ana júlia Gonçalves –
3 inovador

O atentado terrorista em Paris matou vários cartunistas da revista Charlie Hebdo, um ato de crueldade que só se ouve falar de um lado e não buscam informações mais profundas para que englobe todo o caso repercutido.
A revista Charlie Hebdo foi fundada em 1970, mas 90% do mundo só conheceram em 2006 através de charges em nome da “liberdade de expressão”. Em 2009 quando trocou o editor da revista às publicações de charges relacionadas ao Islã se intensificaram e ainda mais após o atentado que a revista sofreu em 2011.

Pensamentos de Boff:
·         Não acho que nenhum dos cartunistas “mereceu” levar um tiro, ninguém o merece, acredito na mudança, na evolução, na conversão. Em momento nenhum, eu quis que os cartunistas da Charlie Hebdo morressem. Mas eu queria que eles evoluíssem que mudassem...
Leonardo Boff acredita na mudança, e na evolução das pessoas, para que não chegasse ao ponto de extrema brutalidade, como foi o atentado terrorista.

Na religião muçulmana, há um princípio que diz que o Profeta Maomé não pode ser retratado, de forma alguma. Isto é uma crença Islâmica, e desrespeitar isso desrespeita todos os muçulmanos.  Atacar a cultural ou religião alheia é um ato imperialista.
Mas os tribunais franceses são conhecidos pela xenofobia (preconceito com raças, culturas e crenças) e também pela intolerância, fazendo assim um incentivo para a Charlie Hebdo que intensificou ainda mais as charges e textos contra o Islã.

·         “Mas isso é motivo para matarem os caras?”. Não. Claro que não. Ninguém em sã consciência apoia os atentados. Os três atiradores representam o que há de pior na humanidade: gente incapaz de dialogar. Mas é fato que o atentado poderia ter sido evitado. Bastava que a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo no primeiro excesso, assim como deveria/deve punir a Veja por suas mentiras. Traçasse uma linha dizendo: “Desse ponto vocês não devem passar”.
Boff é a favor do dialogo e da justiça, pois se tudo tivesse sido dialogado e a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo nada teria acontecido. Ele diz que isso é censura, fala também que não a defende não fala que deveria existir uma lista de palavras ou situações que deveriam ser banidas, mas fala que cada caso deve ser julgado “os excessos devem ser banidos, pois é melhor que as consequências venham na forma de processos judiciais do que de balas de fuzis ou bombas”.

Alunas: Jaqueline Melim Peixer
Aluna:  Júlia Manoela F. M. Delfes
Turma: 3ª3
Professor: Paulo Cesar
Disciplina: Filosofia

Texto: Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie (Leonardo Boff)


   O texto de Leonardo Boff gira praticamente em torno de uma palavra: Liberdade de expressão. O padre acompanhava as charges e condenava esse e qualquer outro tipo de violência, mas acreditava que mesmo assim os cartunistas poderiam evoluir.
   Leonardo Boff nos mostra que os cartunistas estavam errados por dois motivos: a intolerância e a maneira ofensiva como o jornal retratava os muçulmanos. O que ele quis dizer com intolerância, é a falta de respeito com que eles trataram a crença Islâmica desrespeitando também a todos os crentes desta religião.
   Já quando ele critica a maneira ofensiva do jornal de retratar os muçulmanos, ele expõe a seguinte frase: “Os adeptos do Islã sempre estavam caracterizados por suas roupas típicas, e sempre portando armas ou fazendo alusões à violência, com trocadilhos infames com “matar” e “explodir”, frase essa que para uns era direcionado aos "indivíduos radicais", mas acabava criando-se uma generalização.
   O padre ainda dá ênfase à frase de um poeta satírico francês onde diz que "costumes são corrigidos rindo-se deles", e a piada acaba tendo esse poder de excluir e ao mesmo tempo, generalizar. Também destacamos a parte em que ele fala da censura, que nem toda a censura é ruim, porque ela pode nos colocar limites e "dizer" até que ponto podemos chegar, já que um dos significados da palavra "Censura" é  repreender, e diante desses e outros motivos, o padre e o Boff, não são Charlie!
  








Alunos: Douglas Tridapalli de Oliveira,
Aluno: Nilson Genésio Soares Junior,
Aluno: Victor Coelho.

Charlie Hebdo: Uma Reflexão Difícil
No primeiro Parágrafo, o escritor apresenta o caso ocorrido com os cartunistas da revista, pedindo ao leitor que observe sua matéria. O escritor fala sobre o que os leitores devem tirar como lição do atentado contra a revista Charlie Hebdo. O escritor apresenta seu texto em subtítulos para poder falar dos fatos organizadamente sobre o tema.
1-      A Luta Contra O Terrorismo, tortura e democracia: Segundo o escritor, não existe nenhuma ligação dos atentados de 11 de setembro de 2001 com o atentado de Charlie Hebdo. Vários jovens muçulmanos estão sofrendo torturas o que fazem ter revoltas e quererem se defender. O escritor acredita que estamos a França está chegando a um guerra civil e ele se pergunta: Quem ganha com ela na Europa?
2-      A Liberdade de Expressão: A liberdade de expressão é algo valioso, porém tem seus limites. A expressão deve ser feita sem ofender o próximo, respeitar sua cultura e seus costumes. Segundo o escritor existem diferentes grupos de interesse. Você pode opor algo contra, por exemplo, o trabalho de um governo, porém sem ofendê-lo. O Escritor acredita que a revista Charlie Hebdo ofendia muito os mulçumanos e isto acabou causando grande revolta entre um destes grupos que resolveram se defender de uma forma nada certa.
3-      A tolerância e “os valores ocidentais”: O escritor cita duas correntes de opinião que segundo ele, derrubam a Europa, estas correntes acabam causando preconceitos por causa da política e faz acontecer vários atentados e revoltas entre as pessoas. O escritor também cita que estrangeiros sofrem muito na Europa preconceitos, normalmente estes preconceitos ocorrem por causa da religião.
4-      O Choque Fanatismo, Não De Civilizações: Segundo o Escritor, o leva também a estes atentados é o fanatismo, que é um grande louvor a tal religião que acaba achando que as outras estão erradas. Alguns locais tem sua cultura muito preservada e quando acaba chegando alguém neste local de uma cultura diferente, causa revolta aos moradores, porém isto não deveria acontecer.
5-       O Valor Da Vida: O escritor cita atentados ocorridos em todo mundo, segundo o escritor os religiosos fanáticos deviam seguir a parte de paz que suas religiões falam. Políticos deviam discutir mais sobre este tema e para que aconteça uma união entre as nações.

Série: 3°III
Alunos: Polliany wisintainer
Aluno: Rafael Cipriani
Aluna: Kauana Souza
Aluna: Escola Educação basica sao joao batista – 3° 3

MODERAÇÃO, NEM TUDO É LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

Com uma analisada rápida no acontecimento que abalou a Europa e o mundo, fato esse nas instalações da revista Charlie Habdo, onde com uma forma mal sucedida de se expressar, os cartunistas acabaram que com suas charges insultassem todo um povo, uma cultura. Ofendidos alguns mulçumanos resolveram que num ato determinados por alguns como vingança, realizaram um massacre, levando o óbito a alguns cartunistas da revista.
A ideia de levar o humor a algumas pessoas acabou se tornando choro de algumas famílias, onde esse acontecimento levou a refletir, onde quem estaria certo e quem estaria errado, podemos determinar que a violência gerou-se dos dois lados, sendo a violência física realizada pelos mulçumanos, e também pela revista sendo assim uma violência verbal, que insultou um povo que já sobre a algum tempo por tragédias e atos de preconceito em relação a outras religiões e povos do mundo.
O crime foi realizado, e podemos estabelecer que a liberdade de expressão fosse ultrapassada pelos cartunistas, não impondo limite, e não se interagindo com o respeito. Não devemos achar que ao impor nossas criticas e ideias a publico, mesmo insultando alguns ou faltando com respeito, tudo esta bem por liberdade de expressão é isso, devemos nos impor a limite, respeito, onde  nossa liberdade termina aonde a do outro sujeito começa.











Aluno: Jeison Paulo Celestino
 Aluno: Taynara Machado
Aluno: Nádia Formento
Escola Educação Básica São João Batista – 3° serie 3

DOIS LADOS DA VERDADE!

Com um contexto levado totalmente para a liberdade, e suas teorias, com uma ênfase para a liberdade de expressão. O acontecimento na Charlie Hebdo levou as pessoas a elevarem seus pensamentos sobre a violência que vem se manifestando a cada ano, motivados por aspectos que interverem no social, intelectual e também físico.
O acontecimento na revista pode ser entendido com vários aspectos que podem gerar criticas e também apoio, dependendo o ponto de vista de cada pessoa que possa estar a analisar o fato ocorrido.  Onde os erros cometidos partiram dos dois lados, sendo da própria revista e também dos islamitas que por sua sentiram ofendidos com a charge humorista que por meio estava numa das edição da revista. Podemos colocar que a violência gerou-se dos modos, com o massacre, que abalou a população, sendo algo inesperado, porem palavras também fere, com uma charge humorística que nem para todos gerou risadas, e que por mal expressada, acabou se tornando uma violência verbal. Um insulto a toda uma cultura mulçumana, sendo um povo que sofre por tragédias e alguns atos de preconceito, em relações outras religiões mundiais.
Podemos colocar como ênfase também de todo esse contexto, a liberdade de expressão, onde os cartunistas apenas estejam fazendo suas criticas através de suas charges, expressando suas opinião e defendendo seus pontos de vistas, porem a tolerância tem que ser levada a nível de assunto, liberdade de expressão não significa que tudo estará a verídico sendo por assim sua opinião, Precisamos estabelecer um respeito, algo que possa sim, expressar opinião, desde que não julguemos e insultamos outras instituições, outras raças , outros seres , que como nos tem seus ideias e seus modo de convivência.
Não estabelecendo ligações diretas, em que uns dois lados estejam com sua justificativa aceitável. Mais sim um fato ocorrido não tolerável para a construção de uma convivência melhor entre povos.


Aluna: Daniela Mariano
Turma: 3° 3
A luta contra terrorismo, tortura e democracia- As guerras que constituem as mortes de muitos jovens inocentes. Muitos jovens são sugeridos as guerras e assim não terão tempo para curtir sua vida. E muitos jovens islâmicos se revoltaram com muita guerra no país A liberdade de expresão- Existem vários tipos de se expressar, e a liberdade tem limites. Só que Charlie não reconhecia os limites para lidar com os mulçumanos. Divulgavam muitas coisas insultando os negros, eles eram racistas. Muitas mulheres gravidas eram levadas para a pornografia Tolerância e os valor es ocidentais- Valores da igualdade e da fraternidade, esses dois valores fundaram o Estado social de bem-estar. Tolerância possui problemas da liberdade e existem possibilidades de fazer escolhas, porém existem circunstâncias que impedemessas escolhas O choque de fanatismo, não de civilizações- Estão perante um choque de fanatismo a história mostra como muitos dos fanatismos e seus choques tiveram relacionados com interesses econômicos e políticos. O valor da vida- Fazer com que a humanidade se sinta mais cristã, que se pegue mais ao lado religioso. No verão passado a invasão islaelista causou a morte de 2000 palestinos dos quais cerca de 1500 civis e 500 crianças.



Alunos: Luana Montibeller.
Aluno:   Lucas José de Oliveira.

Série: 3ª III.
Disciplina: Filosofia.

Análise:

Charlie Hebdo: Uma Reflexão Difícil

            O jornal satírico francês "Charlie Hebdo", cuja redação foi alvo de ataque terrorista no começo de janeiro é digno de uma analise urgente, sob pena de continuarmos a atear um fogo que amanhã pode atingir as escolas dos nossos filhos, as nossas casas, as nossas instituições e as nossas consciências.
Eis algumas pistas para tal analise:

Tópico: A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Ideia Central: Pessoas inocentes sofrem com terrorismo e violência impunes, onde as providências incorretas geram mais violência.
Critica: “É sabido que muitos jovens islâmicos radicais declaram que a sua radicalização nasceu da revolta contra tanta violência”
Isto, no entanto faz sentido, a partir do momento em que são travadas “guerras” como no caso do atentado, em que a resposta francesa é praticamente a mesma dos terroristas, pois optaram por matá-los e estarem garantidos, em vez de aplicar penas contra ambas as partes, investindo na democracia, segurança do povo e desarmamento, onde estariam clamando por Paz.

Tópico: A liberdade de expressão.
Ideia Central: A liberdade de expressão tem limites, porém é mal interpretada por certas pessoas que criam seus próprios limites, e não respeitam os dos demais.
Critica: “É um bem precioso, mas tem limites, e a verdade é que a esmagadora maioria deles são impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites sempre que é a “sua” liberdade a sofrê-los.
Assim, muitas pessoas e principalmente os cartunistas franceses, que de fato muitas vezes esqueceram que “a minha liberdade termina onde a do outro começa”, não reconhecem ou talvez até mesmo para provocar outros povos e suas crenças, não respeitam os limites impostos pelos demais, onde acabam atingindo dessa maneira o ápice da intolerância alheia.

Tópico: A tolerância e os “valores ocidentais”.
Ideia Central: A tolerância e “os valores ocidentais” não estão contribuindo para uma Europa inclusiva e intercultural, onde pessoas estrangeiras não estão sendo bem recebidas pelo fato de generalizarem as características a todos os membros de tais países.
Critica: “O crime ocorreu dominado por duas correntes de opinião... A mais radical é frontalmente islamofóbica e anti-imigrante”, neste contexto por se sentir ameaçada a Europa costuma restringir pessoas vindas de países terroristas, por exemplo, que vem em busca de paz principalmente, onde não são recebidas de maneira receptiva. A outra corrente é a da “tolerância”, onde “agüentam tais fardos”, ou seja, pessoas, por serem úteis, porém desde que tenham consciência dos “valores ocidentais” que acabam por nos deixarem em duvida, pois ora se afirmam uns ora se afirmam outros, já que lutam pelo valor da liberdade e esquecem da igualdade e da fraternidade perante pessoas estrangeiras, e acabam por serem pivôs de tanto radicalismo.

Tópico: O choque de fanatismos, não de civilizações.
Ideia Central: As idéias fanáticas de religiões das pessoas é que criam as guerras e não as idéias relacionadas a interesses sociais e econômicos.
Critica: Mesmo a religião cristã tendo as mesmas raízes da islâmica, cada uma optou por adotar suas crenças e deuses, acabando por criarem “choques” por tanto fanatismo. Na Europa, por exemplo, foi o caso das cruzadas, da evangelização das populações coloniais, entre outros... Fora temos de exemplo Israel que em nome da religião continua a impune limpeza étnica da Palestina...
Assim, a defesa da laicidade sem limites numa Europa intercultural está criando extremismos que acabam por tornarem vitimas pessoas que teriam direito de cultura, educação, e outros diversos valores.


Tópico: O valor da vida.  
Ideia Central: O valor da vida tornar-se mínimo para os terroristas não é tão espantoso quanto é  para a população e autoridades européias.
Critica: Perante muitas mortes revoltantes anteriormente e até mesmo no dia do atentado ao jornal, as autoridades européias não se importaram com tamanha violência, como citado no texto:
 “No mesmo dia 37 jovens foram mortos no Yemen num atentado bombista... Foram assassinados 102 jornalistas por defenderem a liberdade de imprensa”.
Entretanto, em relação aos cartunistas do jornal Chalie Hebdo, não só as autoridades européias pararam mais sim boa parte do mundo, mesmo sendo “Charlie Hebdo' e a arte de provocar” muitos se sentiram “atingidos” e mesmo tendo a possibilidade de em vez de terrorismo terem clamado por respeito, existem questões que nos deixam em duvida do certo ou errado, pois o mandato cristão de amar o próximo parece que não servia para tais cartunistas e autoridades que agem em prol de si mesmas.

Referência:
http://cartamaior.com.br/?/Coluna/Charlie-Hebdo-Uma-reflexao-dificil/32618




Alunos: Luana Montibeller.
Aluno:               Lucas José de Oliveira.

Série: 3ª III.
Disciplina: Filosofia.

Análise:

Charlie Hebdo: Uma Reflexão Difícil

            O jornal satírico francês "Charlie Hebdo", cuja redação foi alvo de ataque terrorista no começo de janeiro é digno de uma analise urgente, sob pena de continuarmos a atear um fogo que amanhã pode atingir as escolas dos nossos filhos, as nossas casas, as nossas instituições e as nossas consciências.
Eis algumas pistas para tal analise:

Tópico: A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Ideia Central: Pessoas inocentes sofrem com terrorismo e violência impunes, onde as providências incorretas geram mais violência.
Critica: “É sabido que muitos jovens islâmicos radicais declaram que a sua radicalização nasceu da revolta contra tanta violência”
Isto, no entanto faz sentido, a partir do momento em que são travadas “guerras” como no caso do atentado, em que a resposta francesa é praticamente a mesma dos terroristas, pois optaram por matá-los e estarem garantidos, em vez de aplicar penas contra ambas as partes, investindo na democracia, segurança do povo e desarmamento, onde estariam clamando por Paz.

Tópico: A liberdade de expressão.
Ideia Central: A liberdade de expressão tem limites, porém é mal interpretada por certas pessoas que criam seus próprios limites, e não respeitam os dos demais.
Critica: “É um bem precioso, mas tem limites, e a verdade é que a esmagadora maioria deles são impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites sempre que é a “sua” liberdade a sofrê-los.
Assim, muitas pessoas e principalmente os cartunistas franceses, que de fato muitas vezes esqueceram que “a minha liberdade termina onde a do outro começa”, não reconhecem ou talvez até mesmo para provocar outros povos e suas crenças, não respeitam os limites impostos pelos demais, onde acabam atingindo dessa maneira o ápice da intolerância alheia.

Tópico: A tolerância e os “valores ocidentais”.
Ideia Central: A tolerância e “os valores ocidentais” não estão contribuindo para uma Europa inclusiva e intercultural, onde pessoas estrangeiras não estão sendo bem recebidas pelo fato de generalizarem as características a todos os membros de tais países.
Critica: “O crime ocorreu dominado por duas correntes de opinião... A mais radical é frontalmente islamofóbica e anti-imigrante”, neste contexto por se sentir ameaçada a Europa costuma restringir pessoas vindas de países terroristas, por exemplo, que vem em busca de paz principalmente, onde não são recebidas de maneira receptiva. A outra corrente é a da “tolerância”, onde “agüentam tais fardos”, ou seja, pessoas, por serem úteis, porém desde que tenham consciência dos “valores ocidentais” que acabam por nos deixarem em duvida, pois ora se afirmam uns ora se afirmam outros, já que lutam pelo valor da liberdade e esquecem da igualdade e da fraternidade perante pessoas estrangeiras, e acabam por serem pivôs de tanto radicalismo.

Tópico: O choque de fanatismos, não de civilizações.
Ideia Central: As idéias fanáticas de religiões das pessoas é que criam as guerras e não as idéias relacionadas a interesses sociais e econômicos.
Critica: Mesmo a religião cristã tendo as mesmas raízes da islâmica, cada uma optou por adotar suas crenças e deuses, acabando por criarem “choques” por tanto fanatismo. Na Europa, por exemplo, foi o caso das cruzadas, da evangelização das populações coloniais, entre outros... Fora temos de exemplo Israel que em nome da religião continua a impune limpeza étnica da Palestina...
Assim, a defesa da laicidade sem limites numa Europa intercultural está criando extremismos que acabam por tornarem vitimas pessoas que teriam direito de cultura, educação, e outros diversos valores.


Tópico: O valor da vida.  
Ideia Central: O valor da vida tornar-se mínimo para os terroristas não é tão espantoso quanto é  para a população e autoridades européias.
Critica: Perante muitas mortes revoltantes anteriormente e até mesmo no dia do atentado ao jornal, as autoridades européias não se importaram com tamanha violência, como citado no texto:
 “No mesmo dia 37 jovens foram mortos no Yemen num atentado bombista... Foram assassinados 102 jornalistas por defenderem a liberdade de imprensa”.
Entretanto, em relação aos cartunistas do jornal Chalie Hebdo, não só as autoridades européias pararam mais sim boa parte do mundo, mesmo sendo “Charlie Hebdo' e a arte de provocar” muitos se sentiram “atingidos” e mesmo tendo a possibilidade de em vez de terrorismo terem clamado por respeito, existem questões que nos deixam em duvida do certo ou errado, pois o mandato cristão de amar o próximo parece que não servia para tais cartunistas e autoridades que agem em prol de si mesmas.

Referência:
http://cartamaior.com.br/?/Coluna/Charlie-Hebdo-Uma-reflexao-dificil/32618




Alunos: Larissa Boni,                                                                         Série: 3ªIII.                                                                                                                                                                                        Aluno: Walmir Mariano.
Disciplina: Filosofia.
Charlie Hebdo – Uma reflexão difícil                                                                                                                                           Análise – Crítica

Análise: Manhã do dia 11 de setembro de 2001, ataques chocam os EUA. Devido ao grande susto destes ataques eles até os dias de hoje fazem parte e são lembrados no nosso cotidiano. Há tempos os EUA sofrem devido a essas batalhas com os terroristas, a cada dia que passa surgem novas noticias e escândalos, na maioria das vezes mais voltada aos muçulmanos. Porém, essa batalha sem fim é necessária? Ao que ela nos leva?
Critica:  A luta contra o terrorismo, tortura e a democracia. Não se pode estabelecer ligações diretas entre a tragédia do Charlie Hebdo e a luta contra o terrorismo que o EUA e seus aliados tem vindo a travar desde o 11 de setembro de 2001. Entramos em uma guerra civil de baixa intensidade. A liberdade de expressão. Exemplos de limites são imensos, por exemplo: Se na Inglaterra um manifestante disser que David Cameron tem sangues nas mãos, pode ser preso; na França, as mulheres Islâmicas não podem usar o hijab; em 2008 um cartunista foi despedido do Charlie Hebdo por ter escrito uma crônica alegadamente antissemita. Isto significa que os limites existem, mas são diferentes para diferentes grupos de interesse.
Aparentemente, o Charlie Habdo não conhecia limites para insultar os muçulmanos. A tolerância e os "valores ocidentais". Por exemplo, ninguém põe hoje em causa o valor da liberdade, mas já o mesmo não se pode dizer dos valores da igualdade e da fraternidade. O choque do fanatismo, não se civilizações. A história mostra como muitos dos fanatismos e seus choques estiveram relacionados com interesses econômicos e políticos que, alias, nunca beneficiaram os que mais sofreram com tais fanatismos. O valor da vida.
Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões.
1° A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Temática: Em geral o assunto mais abordado no primeiro tópico foram as freqüentes guerras causadas carecido  as diferenças religiosas.
Critica: Não há como abolir uma guerra com outra guerra.
2° A liberdade de expressão.
Temática: Cada um de nos possui sua liberdade de expressão, porém, na maioria das vezes esta mesma ‘liberdade’ é ditada ou manipulada por pessoas influentes na sociedade.
Critica: Ao ler que “Minha liberdade termina quando a sua começa”, já nos deixa bem claro que a nossa liberdade deve ter limites, limites esses que se tornam fundamentais para um bom convívio em sociedade.
3° A tolerância e os valores ocidentais.
Temática: Devido a divisão da Europa ao meio os dois conceitos que eles formaram sobre os imigrantes e as formas que taxam os mesmos são como inimigos, ou para outros os imigrantes são como algo favorável.
Critica: Em todo local há pessoas boas e ruins, com ou sem valores. Não se pode generalizar um fato e assim julgar aos imigrantes.
4° O choque de fanatismo, não de civilizações.
Temática: A religião e o fanatismo muitas vezes são encontrados na mesma frase, onde algumas pessoas acabam não aceitando e menosprezando a religião alheia.
Critica: Não importa a sua religião e sim o que você faz. Cada um tem o direito de ter sua crença, desde que aceite a crença do seu próximo.
5° O valor da vida.
Temática: A vida dos Europeus tem um peso diferente, peso esta maior para quem é branco e sua crença religiosa é a mesma da maioria da sociedade, é ai onde o valor da vida de muitos acaba se tornando um nada, e a guerra entre religiosos acaba com essas vidas.
Critica: Esta mesma guerra entre os fanáticos religiosos é inútil, e a partir disto ela nos mostra que a liberdade de expressão citada no segundo tópico é algo banal aos Europeus. 


Aluno: Vinícius César Soares
Aluno: Dener Laurindo
Turma: 3ª III

A luta contra o terrorismo, tortura e democracia

• Principal ideia do tema: A grande agressividade ocorrida do Ocidente tem causado milhares de mortes de pessoas inocentes, a maioria, muçulmanos.

A liberdade de expressão

• Principal ideia do tema: É um bem que já nasce com o ser-humano, a famosa “essência”. Porém há limites que não devem ser ultrapassados devido ao grande número de pessoas que podem ou não concordar com a sua opinião. Como diria Spencer, "A liberdade de cada um termina onde começa a liberdade do outro".

A tolerância e os “valores ocidentais”

• Principal ideia do tema: O povo europeu é certamente anti-imigrante mas sabem que os mesmos são úteis por isso precisam de tolerância, porém, os imigrantes devem assimilar as culturas da civilização europeia pra aí sim viverem de modo igual com todos os outros.

O choque de fanatismos, não de civilizações

• Principal ideia do tema:  A história mostra que muitos fanatismos estão relacionados a
interesses econômicos e políticos, não beneficia as pessoas que sofrem
com o fanatismo. Os conflitos que existem hoje em dia não acontecem devido a diferença de crenças e culturas, mas sim, pelo fanatismo religioso exagerado, onde uma pessoa aceita apenas a sua crença como certa.

O valor da vida

 •Principal ideia do tema: A repulsa que os europeus sentem perante a estas mortes nos faz
pensar por que razão não sentem a mesma repulsa ao número igual ou
maior de mortos inocentes nestes conflitos. Os valores da vida não podem ser baseados de maneira que os europeus “brancos” valem mais do que quem é de outra crença, tem outra cor de pele, é de outra religião.  E devem ser definidos sim, pelo modo de agir de cada pessoa diante um momento ou fase difícil que esteja sendo vivenciada.




Aluno: Cleipson Santos

Aluno: Uriel André Oliveira

Aluno: Gabriel Gomes

Série: 3ª III

Eu não sou Charlie, Je ne suis pás Charlie.

Pontos a se destacar:

1º: O atentado aos cartunistas da revista Charlie Hedbo aconteceu
principalmente, pelas charges, que ofenderam os muçulmanos.

2º: A revista Charles Hedbo já era conhecida de forma negativa, pelas
suas charges, desde 2006.

3º: A França possui 6,2 milhões de muçulmanos, sendo, que grande
maioria é vitima de preconceitos e exclusões.

4º: É um desrespeito retratar Maomé para a religião islâmica, talvez
um dos motivos pelo atentado.

5º: A mesma revista não atacou somente a religião muçulmana, mas
também,  o cristianismo, como no Brasil, na época de eleições, quando
a mesma emissora mostrava, ou o PT atacando o PSDB, e o PSDB  atacando
o PT.

6º: E se tivesse censura, será que ocorreria isso ? Muito provável que não.

7º: A mídia interfere muito na opinião das pessoas, não é por que
minoria muçulmana faz atentados, que todos são iguais.

8º: O objetivo da revista é atacar o estado islã e só, em suas
primeiras publicações diversas associações islâmicas se sentiram
ofendida, e decidiram processar a revista.

9º: Talvez a liberdade de expressão que os cartunistas da revista
Charles Hedbo tiveram, acabou com a liberdade dos muçulmanos, fazendo
os sentir ofendidos e humilhados,talvez  o principal motivo pelo
atentado a revista





Escola Estadual São João Batista
Aluno: Chrystian Schmeguel de Oliveira                            3º 3
Matéria: Filosofia

Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie

            A abordagem do padre começa citando uma frase de John Donne, onde fala sobre a humanidade e seus sentimentos quanto à morte de cada pessoa. Existe uma crítica sobre o que aborda quanto à crueldade que é um ser matar outro e que independente das maldades que uma pessoa possa ter feito, ela não merece perecer, pois para o padre, sempre pode haver chance de ela aprender e mudar.
            A seguir o também teólogo e historiador faz uma breve explicação sobre a criação de revista Charlie Hebdo e a forma infame como ele e outras pessoa conheceram-na.
            Ele continua. Fala sobre o editor da revista em 2006, sobre o interessante desentendimento com uma das colegas resultando na demissão dela, porém mostrando que nem todos eram a favor desse “Humor Negro” e quanto ao novo editor no comando em 2009, fora a intensificação dessas charges em prol do atentado de 2011, que foi por assim dizer, um aviso de que estavam havendo consequências.  
            Comenta sobre a quantidade de muçulmanos e aborda sobre suas desigualdades e sofrimentos na França.
            Diz sobre o que alguns franceses andam apelidando esses cartunistas e começa a fazer duas demonstrações do quanto essas charges, assim como certas publicações, podem ser criminosas e periculosas.
            Sua primeira demonstração se relaciona a intolerância e ao desrespeito quanto à religião muçulmana, fazendo alguns exemplos paralelos, mas criticando o motivo inconsistente de eles brincarem de forma tão grosseira com a religião. O historiador retrocede um pouco e mostra o fato de como a revista já havia recebido processos de islâmicos e a forma injusta que os tribunais franceses trataram estes casos; dando incentivo figurado para os cartunistas.
            Sua segunda demonstração se volta para a generalização, de uma forma ruim, dos adeptos ao Islã e o quanto isso prejudica e piora a situação de interação com a sociedade francesa, as vezes até gerando preconceito.
            Aponta em seguida um dos argumentos que poderiam “amenizar” os motivos da empresa, mas que na verdade não interfere em nada.
            No entanto, o teólogo concorda plenamente que mesmo assim a atitude dos terroristas não foi certa nem benéfica para ninguém, mesmo assim volta a dizer que não teria chegado nesse ponto se tivessem os repreendido.
            O padre então entra no assunto de censura, apoiando-a, só não a prévia, e argumentando que vivemos num mundo censurado e que não necessariamente é algo ruim.
            Por fim, ele prevê que o futuro dos muçulmanos inocentes não são, e não serão bons devido a algumas pessoas que já começaram a espalhar e intensificar a xenofobia, e até já surtindo algum efeito, pois ele relata um fato trágico quanto aos locais de culto Islã.
 
             
           


Aluna: Thatielle Coelho
Aluna :Nicole Guimarães              
3˚3

‘’Eu não sou Charlie Hebdo,  je ne suis pas Charlie ‘’(Leonardo Boff)

Até que ponto temos liberdade? Essa é uma questão muito levantada após o caso da revista Charlie Hebdo.
Todos temos o direito de escolher  seguir uma religião ou ensinamento, mas ´precisamos ,ter a consciência  de que nem todos serão capazes  de ''tolerar'' essa decisões.
Generalizar situações ou pessoas é algo de extremo perigo, usar  um caso isolado e comparar que todos daquele seguimento  ou religião é injuria, fazer uso da expressão de que todos os muçulmanos  seriam terroristas se tornou um caso sério.
‘’Liberdade de se expressar’’  é o tema empregado pela revista, charges forte , maldosas em relação a inúmeros assuntos , mas que nos últimos tempos  se intensificaram em relação ao islamismo.
Não se defende a comparação que a revista expôs, e muito menos a forma com que ‘’ vingaram’’ as critica, matando os cartunistas.
De uma forma ampla tirasse do fato o principal modo de pensar, de como inúmeras pessoas são excluídas da sociedade e descriminadas por serem minoria em um país, cidade ou estado que ditam as regras




Alunas: Mylena Eduarda da Silva Dreher
Aluna: Maria Andreza Darossi
Série:3°3


Liberdade, na maioria das vezes é confundida com piadas e insultos.Muitos têm a ideia de que liberdade é algo a partir do qual pode-se fazer tudo sem pensar na possibilidade de que isso possa ferir ou ofender alguém.
Quando se fala em culturas, religiões, ou crenças, concordância, discordância e críticas sempre estão presentes.Um ato natural de se expressar, mas vale lembrar que respeito e principalmente o limite precisam aparecer nas diversas formas de expressão sejam elas escritas, ditas ou contidas no humor.
Infelizmente hoje liberdade é sinônimo de violência, em que brincadeiras ofensivas e bullying são constante, tentando tirar o direito de muitos se sentirem ofendidos, dese modo achando que qualquer um pode ser tolerante quanto a esse tipo de sarcasmo.
Ser livre é saber ser ético e ter a consciência de que não se deve agredir ninguém com palavras e atos imorais, pois esse tipo de violência gera apenas violência.
Todos precisam viver em um mundo de forma respeitosa de modo que não se toleram nenhum tipo de violência seja ela qual for, onde se possa evoluir de maneira diferente e melhor.
Nome :Rebeca Bobadilla,
Aluno: Jessica Duarte
Serie:3º3

Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
Nesse texto eu nos vamos falar sobre o crime hediondo que foi cometido contra os jornalistas e cartunistas do Charlie Hebdo torna muito difícil uma análise serena do que está envolvido neste ato bárbaro, do seu contexto e seus precedentes e do seu impacto e repercussões futuras.
A luta contra o terrorismo, tortura e democracia.
Não podemos estabelecer ligações diretas a esse crime hediondo que ocorreu com Charlie Hebdo  e a luta que a EUA tem estabelecido contra o terrorismo mas todo já sabem que desde de 11 de setembro de 2001, a extrema agressividade que o ocidente tem causado aos islâmicos , matando civis inocentes. Os jovens islâmicos radicais declaram que a sua radicalização nasceu da revolta contra tanta violência impune. 
 Vendo isso devemos refletir que para tratar uma espiral de violência é continuar seguir essa mesma politica que é evidente. A resposta Francesa  nos mostrou que que a normalidade constitucional democrática está suspensa. e que um estado de sítio não declarado está em vigor, que os criminosos deste tipo, em vez de presos e julgados, devem ser abatidos.
A liberdade de expressão
. É um bem precioso, mas tem limites, e a verdade é que a esmagadora maioria deles são impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites sempre que é a "sua" liberdade a sofrê-los. Mas cultura, localização, ou religião, e etc.. Faz  ter limites. Um exemplo fácil é oque ocorreu com Charlie Hebdo ele não reconhecia limites para insultar os muçulmanos, mesmo que muitos dos cartoons fossem propagandas racistas e alimentassem a onda islamofóbica e anti-imigrante que avassala a França e a Europa em geral. E é obvio que a comunidade islã se sentiu ofendida por esta linha editorial, mas foi igualmente imediato o seu repúdio por este crime bárbaro. Devemos, pois, refletir sobre as contradições e assimetrias na vida vivida dos valores que alguns creem  ser universais.
A tolerância e os “valores ocidentais”
O contexto em que o crime ocorreu é dominado por duas correntes de opinião, nenhuma delas favorável à construção de uma Europa inclusiva e intercultural. Uma dela é totalmente islamofóbica e anti-imigrante, seria “Para esta corrente, os inimigos da civilização europeia estão entre “nós”, odeiam-nos, têm os nossos passaportes, e a situação só se resolve vendo-nos nós livres deles”. Já a segunda corrente é, mas tolerante mas mesmo assim um pouco preconceituosa em relação aos islâmicos seria “Estas populações são muito distintas de nós, são um fardo, mas temos de as "aguentar", até porque nos são uteis; no entanto, só o devemos fazer se elas forem moderadas e assimilarem os nossos valores.”
Depois de muitos séculos de atrocidades cometidas em nome destes valores dentro e fora da Europa--da violência colonial às duas guerras mundiais--exige-se algum cuidado e muita reflexão sobre o que são esses valores e por que razão, consoante os contextos, ora se afirmam uns ora se afirmam outros.
O choque de fanatismos, não de civilizações.     

Estamos perante um choque de fanatismos, mesmo que alguns deles não apareçam como tal por nos serem mais próximos. uma religião tão pacífica como o budismo legitimou o massacre de muitos milhares de membros da minoria tamil do Sri Lanka; do mesmo modo, os fundamentalistas hindus massacraram as populações muçulmanas de Gujarat em 2003, e também em nome da religião que Israel continua a impune limpeza étnica da Palestina e que o chamado califado massacra populações muçulmanas na Síria e no Iraque. A história mostra como muitos dos fanatismos e seus choques estiveram relacionados com interesses económicos e políticos.
Uma coisa é certa, pelo menos na última década, a esmagadora maioria das vítimas de todos os fanatismos (incluindo o islâmico) são populações muçulmanas não fanáticas.
O valor da vida.
Do mesmo modo que os europeus sentiram repulsa perante estas mortes devem-nos fazer pensar por que razão  não sentem a mesma repulsa perante um número igual ou muito superior de mortes inocentes em resultado de conflitos que, no fundo, talvez tenham algo a ver com a tragédia do Charlie Hebdo? No mesmo dia, 37 jovens foram mortos no Yemen num atentado bombista.
Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes noutras religiões ou regiões. Será então porque estes últimos estão mais longe dos europeus ou são pior conhecidos por eles? Mas o mandato cristão de amar o próximo permite tais distinções? Será porque os grande media e os líderes políticos do Ocidente trivializam o sofrimento causado a esses outros, quando não os demonizam ao ponto de fazerem pensar que eles não merecem outra coisa?



Aluno: Cleipson Santos

Aluno: Uriel André Oliveira

Série: 3ª III

Eu não sou Charlie, Je ne suis pás Charlie.

Pontos a se destacar:

1º: O atentado aos cartunistas da revista Charlie Hedbo aconteceu
principalmente, pelas charges, que ofenderam os muçulmanos.

2º: A revista Charles Hedbo já era conhecida de forma negativa, pelas
suas charges, desde 2006.

3º: A França possui 6,2 milhões de muçulmanos, sendo, que grande
maioria é vitima de preconceitos e exclusões.

4º: É um desrespeito retratar Maomé para a religião islâmica, talvez
um dos motivos pelo atentado.

5º: A mesma revista não atacou somente a religião muçulmana, mas
também,  o cristianismo, como no Brasil, na época de eleições, quando
a mesma emissora mostrava, ou o PT atacando o PSDB, e o PSDB  atacando
o PT.

6º: E se tivesse censura, será que ocorreria isso ? Muito provável que não.

7º: A mídia interfere muito na opinião das pessoas, não é por que
minoria muçulmana faz atentados, que todos são iguais.

8º: O objetivo da revista é atacar o estado islã e só, em suas
primeiras publicações diversas associações islâmicas se sentiram
ofendida, e decidiram processar a revista.

9º: Talvez a liberdade de expressão que os cartunistas da revista
Charles Hedbo tiveram, acabou com a liberdade dos muçulmanos, fazendo
os sentir ofendidos e humilhados,talvez  o principal motivo pelo
atentado a revista.


Aluno: Charles Pereira
Aluno: Patrick Israel Kreusch
Série: 3º 3

Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil

  A luta contra o terrorismo, tortura e democracia: Para começar não devemos fazer ligações entre o atentado de 11 de setembro com o ataque, a tragédia do jornal Charlie Hebdo, mas devemos ter em mente que a agressividade do Ocidente causa a morte de milhares de civis inocentes, na grande maioria muçulmanos, que dentre esses vários jovens são sujeitados a torturas motivadas por apenas, muitas das vezes especulações.

A liberdade de expressão: Bem precioso, porém com limites impostos por aqueles que defendem a liberdade sem limites, ou seja os limites existem mas mudam para cada grupo. Como exemplo o jornal Charlie Hebdo que ultrapassou os limites dos muçulmanos, os insultando.

A tolerância e os "valores ocidentais": O contexto em que o crime ocorreu é dominado por duas correntes de opinião, nenhuma delas favorável à construção de uma Europa inclusiva e intercultural. A mais radical é frontalmente islamofóbica e anti-imigrante. É a linha dura da extrema direita em toda a Europa e da direita, sempre que se vê ameaçada por eleições próximas (o caso de Antonis Samara na Grécia). Para esta corrente, os inimigos da civilização europeia estão entre "nós", odeiam-nos, têm os nossos passaportes, e a situação só se resolve vendo-nos nós livres deles. A pulsão anti-imigrante é evidente. Mas o que são os "valores ocidentais"? Em nome destes valores dentro e fora da Europa--da violência colonial às duas guerras mundiais--exige-se algum cuidado e muita reflexão sobre o que são esses valores e por que razão, consoante os contextos, ora se afirmam uns ora se afirmam outros. Por exemplo, ninguém põe hoje em causa o valor da liberdade, mas já o mesmo não se pode dizer dos valores da igualdade e da fraternidade. foram estes dois valores que fundaram o Estado social de bem-estar que dominou a Europa democrática depois de segunda guerra mundial.

O choque de fanatismos, não de civilizações: Não estamos perante um choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a islâmica. Estamos perante um choque de fanatismos, mesmo que alguns deles não apareçam como tal por nos serem mais próximos. Fora da Europa, uma religião tão pacífica como o budismo legitimou o massacre de muitos milhares de membros da minoria tamil do Sri Lanka; do mesmo modo, os fundamentalistas hindus massacraram as populações muçulmanas de Gujarat em 2003 e o eventual maior acesso ao poder que terão conquistado recentemente com a vitória do Presidente Modi faz prever o  pior; é também em nome da religião que Israel continua a impune limpeza étnica da Palestina e que o chamado califado massacra populações muçulmanas na Síria e no Iraque. A defesa da laicidade sem limites numa Europa intercultural, onde muitas populações não se reconhecem em tal valor, será afinal uma forma de extremismo.

O valor da vida: A repulsa total e incondicional que os europeus sentem  perante estas mortes devem-nos fazer pensar por que razão  não sentem a mesma repulsa perante um número igual ou muito superior de mortes inocentes em resultado de conflitos que, no fundo, talvez tenham algo a ver com a tragédia do Charlie Hebdo? No mesmo dia, 37 jovens foram mortos no Yemen num atentado bombista. Certamente que a diferença na reação não pode estar baseada na ideia de que a vida de europeus brancos, de cultura cristã, vale mais que a vida de não europeus ou de europeus de outras cores e de culturas assentes noutras  religiões ou regiões. Será então porque estes últimos estão mais longe dos europeus ou são pior conhecidos por eles.




Nome: Thatiane coelho
Aluna: Thais pizzi
serie:3ª3
Título: “eu não sou Charlie je ne suis pas Charlie”

O texto de Leonardo boff fala sobre o fato que chocou o mundo, a morte dos cartunistas da revista Charlie hebdo.
Boff cita pontos de vista dele que irie apresentar nesse trabalho

1°na primeira parte ele fala que condena os atentados que acorreram que temos que ter paz e autocontrole sobre nossos atos. E que temos que tolerar isso que eles não mereciam a morte
2°ninguem merece a morte diz ele que ele não “merecia” ter levado os tiros que a humanidade precisa evoluir tanto nos atos quanto a mente
3°no texto também fala que desde 2000 eles fazem esses tipos de charges com a religião no geral e que não citavam pessoas e que generalizavam (islâmicos católicos e mulçumanos)
4°existem varias teses no mundo qu dizer que os cartunistas foram ‘heróis’ em minha opinião não porque eles cometeram a violência e deveriam pagar pelo o que fizeram, mas não necessariamente com a morte de todos.
5°na França tratam os mulçumanos como pessoas de segunda classe eu acho errado isso porque somos todos iguais e temos os mesmo direitos e que não deve ser melhor que o outro